Tag: fertilização in vitro

  • Trigêmeos nascem com diferença de cinco anos na Inglaterra

    Acesse:http://www.megacurioso.com.br/genetica/42008-trigemeos-nascem-com-diferenca-de-cinco-anos-na-inglaterra.htm

    Embora não tenha dividido a barriga com os irmãos James e Daniel, Elizabeth nasceu de um óvulo concebido no mesmo dia por meio da técnica da fertilização in vitro
    Trigêmeos nascem com diferença de cinco anos na Inglaterra

    O casal Kevin e Nicola Brightey passou 15 longos anos em uma batalha constante e onerosa para conseguir ter filhos. As tentativas tiveram início logo após o casamento, em agosto de 1998, quando Nicola descobriu que possuía suas trompas de falópio bloqueadas por cicatrizes — resultado desastroso de uma peritonite que a havia acometido aos 15 anos. Bem, isso apenas torna ainda mais surpreendente a história dos trigêmeos do casal.

    Mas há algo ainda mais surpreendente: embora os irmão James e Daniel tenham nascido em dezembro de 2008, a terceira dos gêmeos, Elizabeth, nasceria apenas 5 anos mais tarde — embora todos os três tenham sido concebidos no mesmo dia. O milagre, entretanto, tem nome: fertilização in vitro.

    R$ 80 mil em tratamentos

    Conforme divulgou o site Daily Mail, Kevin e Nicola tentaram por um longo tempo conceber uma criança pelos padrões convencionais. Entretanto, descoberto o impedimento das trompas de falópio, a esperança deslocou-se para a fertilização in vitro (na qual o óvulo é fertilizado por um espermatozóide fora do corpo da mulher).

    Fonte da imagem: Reprodução/DailyMail

    O preço do tratamento, entretanto, acabava constituindo outro impedimento. Dessa forma, foi necessária uma economia conjunta de três anos, conforme revelou o casal ao referido veículo, a fim de juntar um montante equivalente a R$ 80 mil.

    Entretanto, a primeira tentativa acabou não vingando. “O ciclo falhou completamente, e eu produzi apenas um óvulo, o que foi realmente devastador”, disse Nicola. Não obstante, uma segunda tentativa acabaria por gerar 14 óvulos, sendo que oito deles acabaram fecundados, dos quais dois foram devolvidos ao útero — restando, portanto, seis óvulos fecundados no freezer da clínica.

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  • Mulher de 60 anos dá à luz filhas gêmeas na China

    Acesse:http://noticias.r7.com/saude/mulher-de-60-anos-da-a-luz-filhas-gemeas-na-china-25122013

    Sheng Hailin, 63 anos, recebeu o tratamento de fertilização in vitro

    Sexagenária tornou-se a mulher mais idosa da China a dar à luzReprodução / Site news.com.au

    Uma sexagenária tornou-se a mulher mais idosa da China a dar à luz, após trazer ao mundo, aos 60 anos, duas gêmeas concebidas mediante fertilização in vitro, noticiou nesta terça-feira (24) um jornal oficial.

    O caso é extremamente incomum na China, que manteve por muitos anos a política do filho único, devido à idade da mulher. No resto do mundo, muitos países e clínicas impõem limites a tratamentos de fertilização in vitro, que se torna menos eficaz com a idade e devido a preocupações com o bem-estar da criança.

    Segundo o jornal China Daily, Sheng Hailin, que hoje tem 63 anos, perdeu a primeira filha por envenenamento acidental com gás há mais de quarenta anos.

    — Para sobreviver e me libertar da solidão, eu decidi ter outro filho, apesar da minha idade avançada.

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    Um hospital militar na cidade de Hefei (leste) concordou em dar a ela e ao marido fertilização in vitro, acrescentou o periódico. O China Daily não explicou porque Sheng foi aceita para receber o tratamento.

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    A mulher, então, deu à luz a Zhizhi, que nasceu com 1,85 kg, e Huihui, com 1,45 kg, em 25 de maio de 2010 no Hospital Nº 105 do Exército de Libertação Popular, continuou o jornal.

    Segundo o Livro Guinness dos Recordes, a mulher de mais idade a dar à luz no mundo foi a espanhola Maria del Carmen Bousada de Lara, que teve gêmeos por cesariana em 2006, quando tinha 66 anos e 358 dias. A mulher faleceu de câncer três anos depois.

    Por mais de trinta anos, a China implementou sua lei de planejamento familiar, algumas vezes recorrendo à brutalidade, restringindo a maior parte dos casais a ter um único filho, com algumas exceções em algumas famílias rurais cujo primeiro filho era uma menina, minorias étnicas e casais em que os dois eram filhos únicos.

    Estima-se que um milhão de famílias em todo o país tenham perdido o único descendente desde que a medida entrou em vigor nos anos 1970 e outros quatro a sete milhões devem passar por isto nos próximos 20 a 30 anos.

    Estas famílias enfrentam incertezas no futuro, sem ninguém para ajudá-los com as fragilidades ou os altos custos médicos trazidos pela idade avançada, e diante do sentimento de perda em uma cultura que enfatiza a família.

    A notícia foi divulgada em um momento em que o alto comitê legislativo da China prepara-se para formalizar uma exceção mais ampla ao limite do filho único e permitir a casais em que apenas um dos membros é filho único terem dois filhos.

    Sheng, uma funcionária de serviços médicos aposentada, e seu marido recebem boas pensões, segundo a mídia chinesa.

    Mas Sheng voltou a trabalhar, viajando por todo o país para dar palestras sobre saúde para ganhar dinheiro extra para poder sustentar as crianças, inclusive mais de R$ 3.200 (US$ 1.600) por mês para pagar duas babás, uma vez que ela não consegue mais executar tarefas que demandam esforço físico, como dar banho nas pequenas.

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  • Novo método promete baratear fertilização in vitro

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/07/130708_novo_metodo_fertilizacao_invitro_an.shtml

    James Gallagher

    Repórter de Ciência e Saúde da BBC News

    BBCOs pais de Connor Levy tentavam há 4 anos engravidar naturalmente.

    Um novo método de fertilização in vitro, no qual é feita uma triagem de embriões durante o processo, pode reduzir drasticamente os custos desse tipo de tratamento, segundo pesquisadores.

    Connor Levy, o primeiro bebê fruto do novo método, nasceu em maio nos Estados Unidos.

    A triagem, elaborada na Universidade de Oxford, ajudou os médicos a escolherem um embrião com a melhor chance de sucesso.

    Apenas uma em cada três tentativas de fertilização in vitro resulta em um bebê, já que anormalidades no DNA de um embrião são comuns.

    Especialistas dizem que testes mais elaborados são necessários para comprovar a eficácia do método.

    Se houver anormalidades com os cromossomos, as sequências de DNA, no embrião, ele não vai conseguir se implantar no útero, e se ele conseguir, o feto não vai se desenvolver.

    É um problema que aumenta rapidamente com a idade. Um quarto dos embriões são anormais nos 30 e poucos anos de uma mulher, mas este número sobe para três quartos quando uma mulher atinge os 40 anos.

    Algumas clínicas já oferecem alguma forma de triagem de cromossomo, mas isso pode adicionar entre 2 mil e 3 mil libras (cerca de R$ 7 mil) ao custo da fertilização in vitro no Reino Unido. A mãe de Connor, Marybeth Scheidts, disse que o teste teria custado US$ 6 mil (cerca de R$ 13 mil) na Pensilvânia.

    O novo teste tira proveito dos avanços feitos no sequenciamento do genoma humano. Em 24 horas o teste pode garantir que o número correto de cromossomos está presente.

    Dagan Wells da Universidade de Oxford, disse à BBC: “Os testes atuais encarecem significativamente um procedimento que já é caro e limitado. A maioria das pacientes tem que pagar pelo tratamento com dinheiro do próprio bolso.”

    “O que a nossa técnica faz é dar o número de cromossomos e outras informações biológicas sobre o embrião, a um custo baixo – provavelmente cerca de dois terços do preço dos atuais métodos de triagem”.

    Ele diz que os testes são necessários para ver se o método pode melhorar as taxas de sucesso da fertilização in vitro.

    Lágrimas de alegria

    BBCNovos testes devem ser realizados antes de o novo método poder ser amplamente utilizado

    O nascimento de Connor, e outra gravidez resultante desse método de triagem, serão anunciados na conferência da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia.

    Marybeth Scheidts, de 36 anos, tentou engravidar de seu marido, David Levy, de 41 anos, naturalmente por quatro anos, antes de fazer uma tentativa por inseminação artificial.

    Na triagem, três dos treze embriões produzidos eram saudáveis. Sem a triagem dos cromossomos, escolher o embrião certo teria sido uma questão de sorte.

    Marybeth disse à BBC que os anos de tentativas foram difíceis: “Houve dias em que eu só chorava e só queria me esconder no quarto e acabar com tudo.”

    “Mas depois de todo esse trabalho duro, nós finalmente temos o nosso pequeno Connor,” conta Marybeth.

    Michael Glassner, médico de fertilidade do Main Line Health System, uma rede de hospitais e centros de saúde na Filadélfia, onde a fertilização in vitro ocorreu, disse que essas técnicas se tornarão mais comuns.

    “Se você já se sentou em frente a um paciente que falhou, e você olha nos seus olhos, e ele mal consegue conter suas esperanças e sonhos – sabe que tudo o que puder mudar significativamente as taxas de gravidez vai se tornar padrão,” diz Glassner.

    “Por isso eu acho que daqui a cinco anos esse método será o padrão”, conclui Glassner.

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  • Novas regras para reprodução assistida no Brasil: saiba mais

    Acesse:http://www.mundodastribos.com/novas-regras-para-reproducao-assistida-no-brasil-saiba-mais.html

    O CFM determinou novas regras para as técnicas de reprodução assistida. Uma das novidades é o limite de idade.

    reprodução assistida é um procedimento que utiliza técnicas médicas para auxiliar a reprodução humana. Ela contribui com os casais inférteis ou que são portadores de vírus.

    620532 Novas regras para reprodução assistida no Brasil saiba mais Novas regras para reprodução assistida no Brasil: saiba mais

    Entre as técnicas mais usadas de reprodução assistida, vale ressaltar a inseminação artificial e a fertilização in vitro. Recentemente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) atualizou as regras para a realização do procedimento no Brasil.

    As novas regras começam a valer a partir desta quinta-feira (9), quando serão publicadas no Diário Oficial da União.

    A resolução, publicada nesta quarta-feira (8), efetuou algumas mudanças nas regras de reprodução assistida. Confira a seguir quais são:

    • A idade máxima para a mulher se submeter a uma técnica de fertilização é de 50 anos. Antes de a resolução ser criada, não havia um limite de idade pré-estabelecido;

    Depois dos 50 anos, a mulher possui mais risco obstétrico, pois aumentam os casos de diabetes, hipertensão e partos prematuros;

    • A doação compartilhada de óvulos passa a ser mencionada na resolução. De acordo com as novas regras, será permitido que uma mulher que não consegue ovular ajude financeiramente outra mulher capaz de produzir óvulos. Ao custear o tratamento reprodutivo, a primeira mulher recebe em troca a doação de um óvulo;

    620532 Novas regras para reprodução assistida no Brasil saiba mais 1 Novas regras para reprodução assistida no Brasil: saiba mais

    • Para garantir óvulos saudáveis, a doadora não pode ter mais de 35 anos;

    • Antigamente não existia limite de idade para a doação de espermatozoides, mas a nova resolução muda esta realidade. Somente poderão doar sêmen os homens com menos de 50 anos. Esta medida entra em vigor após estudos comprovarem que filhos de pais mais velhos possuem chances maiores de sofrer com problemas de saúde;

    • A resolução permite que mulheres solteiras ou casais homoafetivos recorram à reprodução assistida para terem filhos;

    • O útero de substituição, popularmente conhecido como barriga de aluguel, contará com novas possibilidades de uso. No entanto, o CFM continua não aceitando a comercialização da prática;

    • A nova resolução aumentou o grau de parentesco para a barriga de aluguel. Desta forma, mães e primas podem emprestar o útero;

    • As clínicas de fertilização só poderão manter embriões congelados por cinco anos. Após este período, é necessário pagar pelo armazenamento;

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    • A seleção genética dos embriões está permitida expressamente para que o bebê não corra o risco de ter uma doença hereditária;

    • A escolha do sexo do bebê em laboratório continua vetada. A seleção só está liberada para evitar algum tipo de doença;

    • O médico que desobedecer às novas regras será alvo de um processo ético, que pode resultar em punições como advertência, suspensão ou cassação.

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