A empresa de arquitetura Yuko Nagayama & Associates, com sede em Tóquio, construiu uma série de cabanas transparentes em forma de lágrima dentro de uma floresta na cidade de Hokuto, província de Yamanashi, Japão…
Escolher a planta perfeita para sua casa é sempre uma dúvida cruel. Se você está nessa situação, a dica é uma planta pendente! As plantas pendentes vêm em todas as formas, tamanhos e temperamentos – da jibóia ao delicado colar de pérolas – existe realmente uma planta para cada tipo de cantinho…
O gigantesco ecossistema da floresta Amazônia abriga uma fauna ao mesmo tempo diversificada quando hostil, em que inúmeras espécies de animais se desenvolvem de maneira sofisticada e feroz. Este é o caso do Candiru, um animal tão ou mais temido do que as jiboias, sucuris, piranhas carnívoras ou os jacarés. Seu temor é desproporcional ao seu tamanho, já que este animal em torno de 12 centímetros e é facilmente confundido com outros peixes.
Também chamado de carneiro ou peixe-vampiro, seu nome científico é Vandellia Cirrhosa, um peixe de água doce, pertencente à família dos bagres, especialmente conhecido e temido por seus hábitos alimentares. Na realidade, ele é um parasita que se alimenta de outros peixes, ainda que inclua em seu cardápio animais maiores e, ocasionalmente, seres humanos.
Geralmente, o Candiru habita o fundo dos rios da Bacia Amazônica, onde encontra suas presas por causa do odor da ureia e do amoníaco que os peixes exalam durante a respiração. Assim que encontra sua vítima, o Candiru dispara e penetra pelas guelras do peixe, onde ele se retorce e abre um tipo de guarda-chuva de espinhos para se prender à sua vítima. Imediatamente, ele usa as suas poderosas mandíbulas para abrir um orifício na artéria sanguínea mais próxima, de onde começa a sugar o sangue da sua presa.
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O principal problema para os seres humanos está no fato de que uma pessoas pode ser atacada por causa do odor similar que atrai o Candiru. Este peixe pode penetrar nos orifícios de um banhista que estiver urinando imerso no rio. Assim, o peixe pode entrar tanto pela pele, como pela uretra, ânus ou vagina. Ele prende seus espinhos e começa sugar o sangue dentro do corpo da vítima. A única alternativa para a pessoa que é atacada pelo peixe é a intervenção cirúrgica. No ano passado, ao menos quatro pessoas foram atacadas na Praia do Cacau, no Rio Tocantins.
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