
Durante o DC FanDome foi revelado um teaser inédito do longa Adão Negro estrelado por The Rock! Confira abaixo: […]
Adão Negro | Longa ganha teaser durante o DC FanDome
Animação chega ao Brasil em junho
Como Treinar o Seu Dragão 2, continuação da animação da DreamWorks de 2010, ganhou o seu primeiro pôster [atualizado com um novo pôster e uma imagem da personagem de Cate Blanchett]:
A trama se passa cinco anos depois dos acontecimentos do primeiro filme. Enquanto Astrid, Snotface e o resto da turma competem uns com os outros em corridas de dragão (o novo esporte da ilha), Soluço e Banguela voam pelos céus, descobrindo territórios fora dos mapas e explorando novos mundos. Quando uma de suas aventuras os leva a descobrir uma caverna gelada secreta, que serve de casa a centenas de dragões e a um misterioso Domador de Dragões, os dois amigos acabam no meio de uma batalha pela paz.
Dean DeBlois, que comandou o primeiro filme com Chris Sanders, agora assina sozinho adireção. Como Treinar o Seu Dragão 2 chega ao Brasil em 19 de junho de 2014.
Previsão é que tecnologia esteja disponível para compra no segundo trimestre de 2014

A câmera panorâmica Panono agora tem capacidade de tirar fotos ainda mais precisas. De acordo com empresa, o objeto que vem chamando a atenção tanto do mercado quanto do fabricantes de drones agora é capaz de obter imagens de 108 megapixels.
A panono, cujo tamanho se iguala ao de uma laranja, conta com 36 câmeras, que disparam simultaneamente quando lançada ao ar. As imagens são unidas em uma só, que pode ser explorada em todos os ângulos.
Contudo, os idealizadores ainda esperam levantar mais fundos, e o projeto está disponível para financiamento coletivo no site Indiegogo, com dois terços da meta de R$ 2,1 milhões (R$ 900 mil) atingidos. Se lançada, a bola sairá por R$ 1.186 (US$ 500) fora do País.
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A previsão é que a tecnologia esteja disponível para compra no segundo trimestre de 2014.
Os produtores acreditam que os drones representem uma demanda já existente para a compra do equipamento, mas que fotógrafos profissionais e amadores também se interessem pela unicidade das imagens
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.codigofonte.net/noticias/2557_avenida-paulista-ganha-pontos-de-onibus-quot-high-tech-quot
A Avenida Paulista, em São Paulo, ganhou dois modernos pontos de ônibus com estrutura de metal, teto espelhado e telas sensíveis ao toque.
O projeto, conhecido como “High Tech”, faz parte do trabalho do design Guto Indio da Costa e até ganhou o prêmio Idea Brasil 2013, na categoria Design de Impacto Social.
Ao todo, serão instalados, pela concessionária Ótima, 12 pontos na avenida. Mas, só a partir de fevereiro que os passageiros poderão utilizar os recursos dos modernos pontos de ônibus
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/06/130604_adocante_stevia_jp.shtml
Tom Heyden
Da BBC News
Adoçante à base de estévia está ganhando popularidade nos EUA e na EuropaAdoçantes extraídos da estévia estão rapidamente se tornando uma sensação especialmente nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, países onde ainda são uma novidade, apesar de a planta ser usada há séculos na região do Brasil.
Apenas em 2008 o governo americano deu seu aval para a venda de produtos com o adoçante. Na União Europeia, a autorização foi concedida em 2011.
Refletindo isso, entre 2008 e 2012 houve um aumento global de 400% na venda de novos produtos à base de estévia, com uma elevação de 158% apenas entre 2011 e 2012, segundo a Mintel, consultoria internacional do setor de alimentos.
A rede britânica de lojas de vitaminas e suplementos alimentares Holland & Barrett diz ter detectado um aumento de 50% nas vendas de produtos com o adoçante no último mês, em comparação com o mesmo período do ano passado.
A Coca-Cola chegou a alterar a receita do refrigerante Sprite na Grã-Bretanha, relançando uma versão com stevia que supostamente teria uma redução de 30% de calorias.
Segundo os fabricantes, o “adoçante milagroso” não tem calorias nem carboidratos e não aumenta os níveis de glicose. Mas será que isso é bom demais para ser verdade?
Produto ‘natural’
David Turner, da analista de alimentos e bebidas da consultoria Mintel, diz que atualmente pode-se encontrar no mercado uma variedade de iogurtes, chocolates e até cervejas adoçadas com estévia e que a mídia tem cada vez mais ligado o açúcar refinado à obesidade, que é descrita atualmente como uma epidemia mundial.
Somente no Brasil, mais de 65 milhões de pessoas estão com excesso de peso, enquanto que dez milhões são tidos como obesos.
O que é estévia?
A estévia tem o potencial de ajudar a controlar do peso, a manter a saúde dos dentes e combater o diabetes, diz a nutricionista Laura Wyness, da Fundação Britânica de Nutrição.
Esses possíveis benefícios médicos já seriam válidos para os adoçantes artificiais de baixa caloria que estão no mercado há muitos anos, como o aspartame e a sacarina, mas a estévia tem uma vantagem.
“A grande questão da estévia é que ela tem uma fonte natural”, diz Stefan Gates, apresentador de TV e autor de livros sobre gastronomia e alimentos. “Isso não significa que ela já não esteja altamente processada quando chega à sua comida ou bebida… mas é isso (produtos ‘naturais’) que todos querem agora.”
Margaret Ashwell, cientista membro do Instituto Global da Estévia, explica que “o processo de extração inclui deixar as folhas secas imersas em água, como se faria com chá, e então separar ou purificar os compostos de melhor sabor adocicado, que são conhecidos como glicosídeos de esteviol.”
Ashwell diz que os glicosídeos de esteviol permanecem quimicamente intactos durante todo o processo – o que lhe daria uma vantagem a mais comparado com outros adoçantes.
Segundo cientistas, os extratos concentrados são cerca de 300 vezes mais doces do que o açúcar. Já o gosto “tem sido descrito como semelhante a sementes de anis”, disse David Turner.
Controvérsias
Mas ainda não se sabe ao certo os efeitos a longo prazo dos adoçantes como a estévia, o que faz com que surjam temores. Um deles é de que o adoçante afete hormônios relacionados à atividade cerebral.
Em comparação com a estévia, os adoçantes artificiais sintéticos, como o aspartame ─ usado em bebidas como a Coca-Cola Diet ─ têm sido alvo de controvérsias há muito tempo.
O aspartame já foi ligado ao câncer, e embora não tenha havido provas conclusivas, as pessoas se mantêm receosas quanto à palavra “artificial” em questão de alimentos, diz o apresentador e escritor Stefan Gates.
Além disso, “há uma anseio na indústria alimentícia por produtos que ‘não contenham x’ (componente, ou substância)’”, diz Gates. “Se você puder listar que seu produto é ‘livre’ de alguma coisa, tem uma grande vantagem no mercado porque as pessoas são influenciadas por reportagens que alimentam a paranoia sobre os alimentos”.
A Associação Dietética Britânica e a organização não-governamental Diabetes UK (que faz campanhas para frear o avanço da doença e congrega mais de 5 mil voluntários) não fazem distinção entre seus aconselhamentos para adoçantes tradicionais e a estévia.
A planta estévia
“Como nutricionista, eu apoio e promovo o uso de adoçantes na cozinha e nas dietas”, diz Sioned Quirke, porta-voz da Associação Dietética Britânica.
“Não há indícios que sugerem que os adoçantes de baixas caloria, como a sacarina, o aspartame e a sucralose, sejam ruins para as pessoas”, complementa, dizendo que ela aconselha o uso da estévia somente como adoçante e acredita que as indícios sobre os supostos benefícios à saúde são insuficientes.
Robert Lustig, autor do livro Fat Chance: The Bitter Truth about Sugar(ou “A Amarga Verdade sobre o Açúcar”, em tradução livre), é um ativista antiaçúcar, mas se recusa a defender os adoçantes alternativos justamente pela falta de estudos científicos.
Ele diz que ainda não se sabe se tais compostos afetam as funções cerebrais ou os hormônios e nem os efeitos sobre o organismo, que é “enganado” ao se preparar para receber uma quantidade de açúcar que nunca chega.
“Pode ser que isto faça com que o cérebro libere mais insulina”, diz, acrescentando que não há provas sobre possíveis benefícios para a perda de peso.
Curiosidades na internet

Um homem chamado Lee Beaumont cansou de atender as inconvenientes ligações de telemarketing e resolveu fazer algo a respeito. Mas ele não xingou, brigou, processou, nada do tipo. Ele simplesmente arrumou um jeito de ganhar dinheiro a cada ligação recebida.
Em novembro de 2011, Beaumont pagou um valor equivalente a cerca de R$ 36 para converter seu telefone fixo em uma linha premium. Ele configurou um novo número por meio do Phonepay Plus, responsável por regular o serviço de tarifas de telefones pagos ou premium no Reino Unido, e desde então sempre que alguma loja, banco, ou algo do tipo, lhe pede um número de telefone para colocar em seu cadastro, ele não hesita em passar o dessa linha.
Agora, os operadores de telemarketing que ligam para o telefone de Beaumont tem que pagar 16 centavos de dólar por minuto para ter o privilégio de falar com ele. Desde que instalou sua nova linha, ele já conseguiu embolsar cerca de US$ 450 (quase R$ 1 mil), de acordo com a BBC.
A tal linha premium de Beaumont é conhecida no Reino Unido como 0871, e é o equivalente ao nosso 0300, uma opção muito utilizada por empresas que prestam suporte ou assistência técnica. Ao contrário dos 0800, em que o custo da ligação é da empresa que recebe o telefonema, no 0300 (e 0871 no Reino Unido) quem paga é o consumidor, e o valor costuma ser bem maior do que o de uma ligação comum.
A Phonepay Plus ficou sabendo da pequena travessura de seu cliente por meio da BBC, e logo desencorajou fortemente os ouvintes da rádio britânica a adotar a ideia, uma vez que isso pode resultar em multas devido a infrações do código do regulamento. Mas Beaumont ressalta que cada operador de telemarketing que insiste em ligar para o seu telefone sabe de antemão que eles estão sendo cobrados para perturbá-lo, afinal, basta olhar os primeiro dígitos do número.
Curiosidades na internet

Patrick Kane perdeu braço esquerdo ao contrair meningite quando bebê
Um adolescente britânico tornou-se a primeira pessoa no Reino Unido a receber um braço biônico que pode ser controlado por meio de um aplicativo de celular.
Natural de Londres, Patrick Kane, de 16 anos, perdeu o braço esquerdo e a perna direita ao contrair meningite quando ainda era bebê.
Segundo ele, não há “dinheiro que pague” o seu “i-braço”.
O aplicativo permite aos usuários do braço biônico a programar as posições dele durante as 24 horas do dia.
Assim, os movimentos podem ser controlados ora por meio da escolha das posições da mão usando o aplicativo, ora pela contração dos músculos.
Patrick já vinha usando uma versão anterior do braço biônico, que foi desenvolvido pela empresa de tecnologia Touch Bionics, desde 2010.
Segundo ele, a nova versão lhe dá maiores movimentos com o polegar.
Ao visitar a sede da companhia em Livingston, na Escócia, Patrick disse que, antigamente, tinha de pedir as pessoas para amarrar os seus sapatos.
“Eu ainda me viro bem quando eu não estou usando o braço biônico, mas é inegável que ele me dá maior flexibilidade. Hoje posso fazer tudo o que quiser com ele”.
“O braço também me permitirá fazer coisas de forma bem mais rápida”.
O novo membro foi acoplado ao braço de Patrick e possui dois sensores, que, localizado sobre os músculos, identifica quando os tecidos se contraem.
Isso permite que Patrick controle o movimento do braço e de seu polegar, o que, antigamente, não era possível sem a ajuda do seu braço direito.
A rotação do polegar também possibilita que o dedo se vire automaticamente quando direcionado pelo aplicativo do celular ou pela contração muscular.
Patrick afirma que ele não conseguiu se adaptar ao braço protético, mas ressalva que com o biônico é diferente.
“Adoro falar sobre isso com as pessoas. Tenho muito orgulho do meu braço biônico”.
Ian Stevens, CEO da Touch Bionics, diz que a tecnologia dá aos usuários “controle e destreza sem paralelo”.
Ele acrescentou que o braço biônico também torna as atividades diárias “menos difíceis, o que aumenta a qualidade de vida” daqueles que o usam.
Curiosidades na internet
Samsung Galaxy S4 comemora dois meses de vida, mais de 10 milhões de unidades vendidas mundialmente e como presente ganha o seu primeiro clone: o Nº 1 S6. O xing-ling chinês criado pela empresa Nº 1 possui design idêntico ao top sul-coreano e traz ainda recursos como Smart Pause, Hover Touch e reconhecimento de gestos.
O S6 é “idêntico” ao Galaxy S4 e traz ainda os recursos Smart Pause, Hover Touch e reconhecimento de gestos (Foto: Reprodução/GizChina)
De acordo com o blog chinês “GizChina” o recurso de reconhecimento de gestos do S6 está limitado para atender, rejeitar ou silenciar ligações indesejadas. No quesito hardware não há inovações: o modelo traz um processador MKT6589 quad-core de 1 GHz, característico dos clones chineses, com 1 GB de RAM e 4 GB de espaço para dados.
O display não é um Super Amoled Full HD, mas sim um painel IPS de resolução 720p com 5 polegadas e promessa de belas imagens e ângulos visão oblíquos. O modelo traz ainda uma câmera digital traseira de 13 megapixels e outra frontal de 3 megapixels, com selo xing-ling de qualidade.
O S6 poderá ser encontrado nas cores azul e branca, entretanto ainda não há previsão de início das vendas do aparelho. O preço? Especula-se que o modelo será vendido a cerca de 800 yuan ou R$ 260, em conversão direta. Vale lembrar que com a decisão da Anatel de coibir o uso de modelos não certificados, é bem provável que o aparelho não vá funcionar em território nacional.
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