Os gatinhos estão entre os principais personagens de vídeos bem sucedidos no YouTube e não é difícil de entender o porquê. Quem é que não gosta de ver travessuras de animais tão fofinhos? E o mais novo hit da web que tem os gatos como os protagonistas é o “Cats can be jerks” (“Gatos podem ser idiotas”), que reúne diversas “brincadeiras” dos bichanos.
Gato andando em tartaruga é uma das cenas da
compilação (Foto: Reprodução/YouTube)
A compilação, que tem pouco mais de dois minutos de duração, mostra os gatinhos “aprontando” diversas brincadeiras, como roendo rolos de papel higiênico, provocando cachorros e outros gatos, andando em tartarugas, escalando estantes, quebrando vasos e muito mais. Para os amantes dos animais, é um prato cheio.
Publicado no último dia 4 de março, o vídeo já tem mais de 3,6 milhões de visualizações, com 17 mil “gostei” e 1,5 mil comentários. Segundo o usuário registrado como “cmtspt”, “é o melhor vídeo da história”. Já o usuário “Ak47623977″ diz: “É por isso que adoro gatos”.
No último século, houve dois marcos na fotografia narcisista. O primeiro foi a invenção do timer automático, que a Kodak começou a vender durante a Primeira Guerra Mundial. O segundo aconteceu alguns anos atrás, com as câmeras em celulares, quando adolescentes ficavam diante de espelhos tirando fotos de si mesmos e depois compartilhavam essas imagens na internet.
A câmera do celular é perfeita para a era das redes sociais. Mas mesmo os smartphones têm uma limitação: alguém precisa segurá-los. Isso não acontece com uma câmera minúscula e de altíssima resolução que decolou para a estratosfera, figurativamente e literalmente, nos últimos anos.
A câmera GoPro, que custa entre US$ 200 (cerca de R$ 400) e US$ 400 (R$ 800), testemunhou o mergulho de 39 km no ar de Felix Baumgartner. Além disso, ela já foi fixada a jatos que viajavam à velocidade Mach 5 e a pranchas de surfe que enfrentavam ondas de 30 metros.
Divulgação/GoPro
Imagens de Divulgação mostra praticante de snowboard equipado com uma câmera GoPro no capacete
A GoPro vendeu 3 milhões de câmeras em três anos. A empresa de pesquisas de mercado IDC disse que isso faz dela a câmera de vídeo mais comprada nos EUA.
Em outubro, a empresa, que começou há dez anos com uma câmera descartável que era presa aos pulsos de surfistas, lançou a Hero3 em clima de celebração.
Como isso aconteceu? Nick Woodman, 37, fundador da empresa, criou a primeira GoPro rudimentar quando foi à Indonésia para surfar. Ele queria fazer fotos de um amigo na água. Mas, só quando virou a câmera ao contrário para fazer fotos dele mesmo, foi que viu o potencial da câmera.
“A grande sacada aconteceu em 2007, quando percebemos que a maior oportunidade não se resumia a fabricar câmeras que fotógrafos podiam prender ao próprio corpo”, contou Woodman. “Era fazer câmeras que as pessoas pudessem prender ao próprio corpo para se fotografarem.”
Nessa mesma época, o Google tinha acabado de comprar o YouTube e sites como o Twitter e o Facebook chegavam ao grande público.
Woodman começou a vender suportes que permitiam que a GoPro fosse acoplada a qualquer coisa: pranchas de surfe, bicicletas, capacetes, arreios corporais e gatos -qualquer coisa mesmo.
O que aconteceu a seguir foi espantoso: as pessoas começaram a desenvolver um relacionamento afetivo com a GoPro. “Os clientes nos davam crédito em seus vídeos e fotos”, conta Woodman.
SEDENTÁRIOS TAMBÉM
Uma busca por “GoPro” feita no YouTube rende mais de meio milhão de vídeos. Milhões de fotos e vídeos lotam as redes sociais, todas assinaladas com o nome da câmera, do mesmo modo como as pessoas assinalam seus amigos.
A câmera está atraindo não apenas os entusiastas dos esportes radicais, mas também as pessoas sedentárias que gostam de assistir a vídeos feitos com a GoPro.
As grandes empresas estão tentando passar à frente da GoPro, mas é possível que tenham chegado com um atraso de dez anos.
“Nos últimos 50 anos, empresas como Nikon e Canon investiram na precisão, que tem seus benefícios, mas também suas limitações”, comentou o fotógrafo Chase Jarvis. “A GoPro é incrivelmente incômoda para esses fabricantes de câmeras de grande nome, e garanto a você que as festas de lançamento de produtos deles têm um clima diferente. A GoPro faz parte de uma outra cultura.”
Só quem sofre de alergias sabe o quanto elas são incômodas e desnecessárias na vida de um ser humano. Mas o problema vai muito além da inconveniência, afinal, casos mais sérios podem até mesmo levar à morte.
Já existem diversos medicamentos no mercado capazes de tratar os sintomas da alergia. Mas uma nova molécula, chamada DARPin E2-79, promete fazer isso em apenas alguns segundos.
Conforme os pesquisadores da Escola de Medicina de Stanford explicam no estudo, a IgE (ou imunoglobulina E) é um tipo de anticorpo que o nosso sistema imunológico cria em resposta a determinados tipos de alérgenos. Se você é alérgico a gatos, por exemplo, você tem um monte de “IgE-gatos” circulando pelo seu corpo.
Esses “IgE-gatos” continuam correndo descontroladamente dentro de seu corpo mesmo quando você não está perto de nenhum bichano, e é isso que faz com que as reações alérgicas se desencadeiem tão rapidamente. Graças aos IgE, o seu sistema imunológico está sempre preparado para dar uma “surtada”.
Então, o verdadeiro culpado pelas reações desagradáveis causadas pelas alergias é uma combinação entre IgEs específicos e algumas células chamadas mastócitos. Os mastócitos liberam histaminas e outros produtos químicos desagradáveis que causam os sintomas de uma crise alérgica. A conexão entre os IgEs e os mastócitos é a causa de todo o problema.
Essa tal molécula sintética que está sendo desenvolvida é um novo inibidor para essas reações. Mas como ela funciona? Fazendo com que o IgE e os mastócitos se desconectem em apenas alguns segundos. Ela se aproveita de um rápido momento de fraqueza na relação entre os dois agentes.
A DARPin E2-79 é, infelizmente, uma molécula que ainda custa muito caro para as empresas farmacêuticas produzirem. A esperança é que agora que uma fraqueza foi identificada, outras moléculas mais simples e mais baratas possam ser descobertas e disponibilizadas em forma de pílulas para acabar com as alergias de vez.
Reprodução/Facebook Boo, que tem mais de 5 milhões de “curtir” (e é de um funcionário do Facebook), também vai sumir?
‘Nossa plataforma é baseada em pessoas que usam suas identidades reais’, justifica chefe de segurança da rede social
O gigante das redes sociais está prestes a fechar mais de 83 milhões de contas falsas, além de perfis criados para cães, gatos e bebês, informou o site Examiner.
Quase 9% dos 955 milhões de usuários ativos no mundo são perfis fake ou dupliacados.
O chefe de segurança do Facebook, Joe Sullivan, explicou resumindamente à CNN porque a rede vai tomar essa atitude radical:
— Nossa plataforma é baseada em pessoas que usam suas identidades reais.
Ele explicou ainda que a melhor opção nestes casos é criar uma página, e não um perfil. Estes tipos de contas serão deletadas e os donos não poderão mais acessá-las.
Estes perfis ainda vão ficar numa espécie de arquivo morto do Facebook, e usuários ficarão sujeitos a uma autorização para criar uma nova conta.