Por mais que as temperaturas elevadas tenham implicações para todos, você sabia que as mulheres grávidas são mais suscetíveis a elas e precisam ter cuidados especiais durante essa temporada?
Segundo a médica, gestantes têm maiores chances de dar à luz um bebê prematuro ao enfrentarem ondas repetidas de calor. Saiba mais!…
Ministério da Saúde anunciou nesta semana o aumento da faixa etária que pode receber gratuitamente a vacina. Medida deve beneficiar mais de 150 milhões de brasileiros
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O Ministério da Saúde anunciou nesta semana a ampliação da faixa etária que tem direito a vacinação gratuita contra a hepatite B pelo SUS, o Sistema Único de Saúde. A partir de agora, mulheres com até 49 anos podem se vacinar gratuitamente em toda a rede pública de saúde.
O processo de vacinação é bem simples. “São aplicadas três doses, a segunda entre 30 a 60 dias depois da primeira e, a última, 180 dias depois. Esse reforço é importante porque nem sempre o primeiro estímulo é suficiente para provocar a imunidade”, revela a médica hepatologista do Hospital 9 de julho, Dra. Marta Deguti.
A vacinação ainda é o método mais eficaz para evitar a contaminação pelo vírus. No Brasil, a principal forma de transmissão é a prática de relações sexuais sem preservativo. “Pessoas que tenham realizado procedimentos dentários recentemente, que usam seringas compartilhadas, ou que são hemofílicos ou fazem hemodiálise devem ser investigadas”, afirma a médica.
Vale lembrar que a vacina também é oferecida aos chamados “grupos de risco”, independentemente da faixa etária, como gestantes, manicures, pedicures, podólogos, caminhoneiros, bombeiros, policiais civis, militares, rodoviários, doadores de sangue, profissionais do sexo e coletores de lixo domiciliar e hospitalar.
A doença
A hepatite é uma doença grave que ataca o fígado, órgão essencial ao bom funcionamento do organismo. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 2,3 milhões de brasileiros são portadores da doença – a maioria (1,5 milhão) do tipo B. O diagnóstico da doença nem sempre é fácil, podendo levar anos até os primeiros sintomas aparecerem. Por isso, é importantíssimo que todos os que estejam dentro dos grupos de risco façam regularmente os testes. “Também é importante fazer o teste para a Hepatite B antes de tomar a vacina para evitar a falsa sensação de imunização, porque se a pessoa já estiver infectada, a vacina não terá efeito”, alerta a Dr. Marta Deguti.
Para mais informações, procure o posto de saúde mais próximo ou entre em contato com o Disk Saúde pelo telefone 136.
Perdi o prazo da campanha de vacinação contra a gripe. Ainda vale a pena vacinar minha filha para o inverno? Malu Favaratto
A vacina contra a gripe oferece proteção contra os tipos de vírus que devem circular no inverno.
Segundo Renato Kfouri, presidente da Sociedade Brasileira de Imunização, o melhor é que as pessoas sejam imunizadas até maio para que estejam protegidas no fim do outono, já que a vacina demora de três a quatro semanas para fazer efeito. Essa proteção pode durar de seis meses a um ano.
“Tomar a vacina nessa época vai fazer com que a criança só fique protegida do meio do inverno para frente. Não é o ideal, mas ainda é importante.”
Após o fim da campanha, a disponibilidade das vacinas varia em cada município. O alvo são crianças de seis meses a dois anos de idade, gestantes, idosos, profissionais de saúde e doentes crônicos. Pessoas fora do grupo prioritário devem procurar a imunização no serviço privado.
Imunização foi prorrogada porque Estado registrou neste ano 90% de todos os óbitos registrados por gripe H1N1 no Brasil
A campanha de vacinação contra a gripe foi prorrogada até quarta-feira em todo o Estado de São Paulo. Dessa forma, quem pertence ao grupo prioritário – gestantes, pessoas com 60 anos ou mais, mulheres até 45 dias após o parto, indígenas, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, profissionais de saúde, além dos doentes crônicos e pessoas privadas de liberdade – ainda pode procurar os postos.
A Campanha Nacional de Vacinação contra gripe começou em 15 de abril e terminou no dia 10 nos outros Estados do País. Em São Paulo, a imunização foi prorrogada até o dia 29 porque o Estado registrou somente neste ano pelo menos 55 mortes por gripe H1N1, o equivalente a 90% de todos os óbitos registrados no Brasil. Até 12 de maio, dos 388 casos confirmados, 328 foram em cidades paulistas. No ano passado todo, foram 74.