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  • Google lança loja online de acessórios para Glass

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    Depois de anunciar a segunda geração do Glass, o Google lançou uma loja online de acessórios para seus óculos.

    Pela loja virtual, será possível adquirir acessórios como carregador adicional, bolsa de microfibra, lentes protetoras e o novo fone de ouvido mono – que foi anunciado com a segunda geração do Glass.

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    Os acessórios não serão baratos: o fone de ouvido mono, a bolsa de microfibra e o carregador custarão US$ 50 cada, e a lente protetora, US$ 75.

    Além disso, a loja de acessórios não está disponível para todos – apenas os “exploradores” que possuem o Glass Explorer Edition conseguem acessar o site; o restante dos usuários é reconhecido pelo Google como não sendo dono dos óculos e é redirecionado para a página de apresentação do dispositivo.

    Com informações de Info

    Curiosidades na internet

  • Hacker desenvolve sistema de reconhecimento facial para Glass

    Acesse:http://codigofonte.uol.com.br/noticias/hacker-desenvolve-sistema-de-reconhecimento-facial-para-glass

    Enviada por Fabio Maia Vital

    Um jovem hacker de 24 anos conseguiu o que uma equipe inteira do Google teve resultados negativos: Stephen Balaban está desenvolvendo um sistema de reconhecimento facial para o Glass, novo gadget da gigante de buscas.

    Balaban afirmou que está desenvolvendo um sistema operacional para controlar o GoogleGlass: “Basicamente, o que eu estou construindo é um sistema operacional alternativo que funciona com os óculos, mas não é controlado pelo Google”, explicou.

    Google usa hackers para descobrir falhas do Glass

    Google usa hackers para descobrir falhas do Glass

    Quando Balaban anunciou pela primeira vez que havia construído um aplicativo que deixa pessoas usarem o Glass a partir de reconhecimento facial, o Google não reagiu muito bem: preocupado com o tipo de tecnologia usada para o recurso, a empresa disse que não iria apoiar programas que fizessem isso e mudou seus termos de serviço para bani-los. “Eu estaria mentindo se eu dissesse que fiquei surpreso”, disse o jovem.

    Para o pesquisador de segurança Marc Rogers, embora a gigante venha banindo e criticando novos programas que estão sendo criados para o Glass, vender os primeiros protótipos dos óculos para hackers foi uma decisão inteligente: “Isso significa que todas as vulnerabilidades, ou pelo menos a maioria delas, serão encontradas e reparadas muito antes do Glass chegar no mercado”, explicou.

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  • Óculos de realidade aumentada: Google registra patente

    Acesse:http://www.vocesabia.net/tecnologia/oculos-de-realidade-aumentada-google-registra-patente/

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    A gigante de buscas Google patenteou a tecnologia dos seus óculos de realidade aumentada, conhecida como “Glass Project”.

    O que é RA?

    Realidade Aumentada (RA) é a integração de informações virtuais a visualizações do mundo real, como, por exemplo, através de uma câmera. Atualmente, a maior parte das pesquisas em RA está ligada ao uso de vídeos transmitidos ao vivo, digitalmente processados e ampliados pela adição de gráficos criados pelo computador. Pesquisas avançadas incluem o uso de rastreamento de dados em movimento, reconhecimento de marcadores confiáveis, utilizando mecanismos de visão, e a construção de ambientes controlados, contendo qualquer número de sensores e atuadores.

    A definição de Realidade Aumentada, dada por Ronald Azuma, é a mais aceita. A definição ignora um subconjunto do objetivo inicial da RA, mas é entendida como uma representação de todo o domínio da RA: Realidade Aumentada é um ambiente que envolve tanto a realidade virtual quanto elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real. Por exemplo, um usuário da RA pode utilizar óculos translúcidos e, através destes, poderia ver o mundo real, bem como imagens geradas por computador projetadas no mundo. Azuma define a Realidade Aumentada como um sistema que:

    • Combina elementos virtuais com o ambiente real.
    •  É interativa e tem processamento em tempo real.
    • É concebida em três dimensões.

    Esta definição é utilizada em algumas partes da literatura de pesquisa em RA (Azuma, 1997). Já existem vários sistemas de manipulação da Realidade Aumentada, disponíveis gratuitamente. Existem aplicações educacionais, jogos e aplicações de RA nas mais variadas áreas, como: bioengenharia, física e geologia.

    Mudando a visão da realidade
    Óculos para realidade aumentada poderão ser colocados à venda até o fim do ano. Há muito tempo se fala de RA, que nada mais é do que acrescentar camadas de informação, extraídas da Internet, à realidade ao nosso redor. Segundo os especialistas, esta tecnologia pode ter, no futuro, uma infinidade de utilidades – desde ensinar a consertar o motor de um avião, até ver legendas em tempo real, se alguém falar conosco em chinês, por exemplo. Mas, ainda que a proliferação dos smartphones, nos últimos anos, nos tenha permitido vislumbrar o que é a RA, ainda não apareceu uma tecnologia que a faça deixar de ser uma simples curiosidade para entretenimento e que não nos obrigue a tirar o aparelho do bolso a todo momento.

    Talvez por isso, a Google está aplicando grande parte da sua criatividade para o desenvolvimento dos óculos de RA. O produto final ainda é um mistério, mas já está gerando uma onda de rumores no mundo tecnológico. A última informação sobre o produto foi publicada em um blog do jornal americano The New York Times, no qual se afirma que os óculos poderiam ser colocados à venda até o final do ano, a um preço entre US$ 250 e US$ 600.

    Ainda segundo o blog, funcionários da empresa informaram, anonimamente, que o dispositivo terá uma câmera de baixa resolução, para coletar imagens que seriam comparadas com dados online. Também seriam incorporados sensores de movimento e sistemas de posicionamento global (GPS). Outra mídia americana também publicou que a Google teria investido US$ 120 milhões em instalações para testar a “precisão de uma tecnologia ótica”. O projeto está sendo desenvolvido em total segredo pelo Google X, o laboratório para assuntos “top secret”, localizado na sede da companhia.

    A Apple está no jogo

    Comenta-se também a respeito de outro dispositivo portátil de RA em desenvolvimento pela Apple. Neste caso, seria algo parecido com o iPod Nano de pulseira, mas feito com cristal flexível. O usuário se comunicaria com o aparelho por meio do assistente virtual da Apple, o software Siri. Até agora, porém, a empresa não confirmou (nem desmentiu) nenhum dos rumores sobre esse dispositivo.

    Aplicações da tecnologia

    Desde 2008, os usuários já contam com aplicações de smartphones que permitem vislumbrar as possibilidades que a RA oferece. Com a aparição da computação de nuvem e o aumento das velocidades de transmissão de dados, os especialistas preveem um futuro brilhante para a RA, que poderá ter uso em âmbitos diversos, como educação, arquitetura, engenharia, indústria, publicidade e medicina. “Colocar camadas de informação adicionais sobre a realidade é incrivelmente útil”, afirmou Claudio Feijoo, subdiretor de investigação do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Universidade Politécnica de Madrid. “Imagine que alguém tenha que reparar o motor de um avião. Com a realidade aumentada, poderá saber como se chama cada peça, qual a sua função exata e o seu lugar exato no conjunto. Não seria a mesma coisa se ensinassem a você numa lousa”, ele comentou. “Numa cidade, alguém perdido pode colocar os óculos e eles indicarão como se chamam as ruas e qual o rumo correto a seguir”, acrescenta ele.

    RA auditiva

    Os pesquisadores já apontam para além da realidade aumentada visual e já falam da realidade aumentada auditiva. O cientista Jordi Janer explora o modo de incorporar elementos sonoros de RA na Universidade Pompeu Fabra, de Barcelona, na Espanha, e explica: “Nós estamos tentando desenvolver sistemas de áudio com realidade aumentada. Escutar mais coisas do que já escutamos. Isso criaria, por exemplo, a possibilidade de ir a um concerto e poder escutar mais um instrumento do que outro, ou estar em um ambiente com música alta e poder ‘aumentar o volume’ de alguém que fala conosco. Também se estuda incorporar sons a elementos reais armazenados na Internet. Isso permitiria, por exemplo, um Google Street View no qual se pudesse escutar o barulho dos carros e das pessoas ao passar.

    Três patentes

    Três patentes de um dispositivo de exibição para usar no rosto, com características dos tão falados óculos, foram submetidas a autoridades, pela Google, no último outono, no Hemisfério Norte. As patentes fazem referência a funções como a exibição de dados diante dos olhos do utilizador e reprodução de áudio. Em abril, a Google revelou detalhes de sua pesquisa sobre os óculos e mostrou um vídeo demonstrativo do protótipo. As patentes mostram imagens de diferentes versões de óculos de RA, alguns com lentes e outros sem elas. Os protótipos estão sendo testados por executivos da empresa, como Sergey Brin, co-fundador da empresa, e Gundotra Vic, executivo encarregado de redes sociais. O vídeo demonstrou uma simulação da visão dos óculos equipados com um microfone e uma pequena tela transparente sobre o olho direito do usuário. Além de exibirem informações sobre os arredores, os óculos possibilitariam a comunicação com outras pessoas, a navegação na web, a audição de músicas e a obtenção de fotos.

    Outras empresas

    Há outras empresas que pesquisam os óculos de RA, como, por exemplo, a californiana Oakley, que desenvolve óculos destinados a atletas. Outras empresas tentaram ser pioneiras do conceito, mas não foram muito longe porque, segundo analistas, as suas versões exigiam que os usuários carregassem uma bateria separada. Existem grandes oportunidades para a publicidade com os sistemas de realidade aumentada, principalmente se eles tiverem, embutido, o rastreio de localização GPS. As oportunidades de obter lucro seriam enormes, mas ainda há muitas questões envolvidas, como a diminuição das dimensões do aparelho e fazer com que o computador que recebe e processa os dados seja realmente portátil.

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