
Motoristas e cobradores de ônibus da capital paulista decidiram paralisar o trabalho a partir da 0h desta quarta-feira (3). A previsão é a de que a greve dure 24 horas…

Motoristas e cobradores de ônibus da capital paulista decidiram paralisar o trabalho a partir da 0h desta quarta-feira (3). A previsão é a de que a greve dure 24 horas…

A cidade de São Paulo registrou congestionamento acima da média na manhã desta terça-feira (28), dia de paralisação nas linhas do Metrô e da CPTM.
Segundo a CET, o pico ocorreu às 8h30, quando foram registrados 587 km de lentidão. A média para o horário é de 570 km…

O filme live-action de Como Treinar o Seu Dragão, que promete adaptar a aclamada trilogia de animação da DreamWorks para o formato de atores reais, sofreu um atraso em sua data de lançamento por causa da greve dos atores de Hollywood. O longa, que estava previsto para chegar aos cinemas em 14 de março de 2025, agora só será lançado em 13 de junho de 2025, três meses depois do planejado…
Greve de atores atrasa o lançamento do live-action de Como Treinar o Seu Dragão

O filme Missão: Impossível 8, a continuação de Missão: Impossível 7, teve sua estreia adiada em quase um ano por causa da greve dos atores de Hollywood. O longa, que traz Tom Cruise no papel do agente Ethan Hunt, agora está previsto para chegar aos cinemas em 23 de maio de 2025…
Missão: Impossível 8 | Filme com Tom Cruise é adiado para 2025 por causa da greve dos atores

A Netflix pode estar preparando um novo aumento nos valores das suas assinaturas em vários mercados, incluindo o Brasil. Segundo o jornal The Wall Street Journal, a gigante do streaming pretende anunciar os novos preços alguns meses após o fim da greve dos atores de Hollywood, que está afetando a produção de novos conteúdos…
Netflix planeja reajustar preços após fim de greve em Hollywood
Acesse:http://noticias.r7.com/economia/greve-atinge-unidades-da-petrobras-em-todo-o-pais-17102013-1
A greve dos trabalhadores da Petrobras, iniciada durante a madrugada, atinge todas as refinarias, terminais, plataformas, campos de produção e unidades operacionais da empresa no país, avaliou nesta quinta-feira (17) a FUP (Federação Única dos Petroleiros), que reúne sindicatos.
Os trabalhadores pedem o cancelamento do leilão da área petrolífera de Libra, no pré-sal, marcado para segunda-feira, além de melhorias salariais.
A greve segue por tempo indeterminado, disseram os sindicatos.
Ao ser procurada, a Petrobras informou que nesse tipo de mobilização tem como prática tomar todas as medidas necessárias para garantir suas operações, “de modo a não haver qualquer prejuízo às atividades da empresa e ao abastecimento do mercado, sendo mantidas as condições de segurança dos trabalhadores e das instalações da companhia”, sem responder, contudo, quais os eventuais impactos da paralisação na sua produção.
Segundo a FUP, a operação nas unidades da maioria das regiões do país está sendo mantida pelas equipes de contingência da Petrobras, formadas por gerentes, supervisores e outros profissionais que normalmente não executam as tarefas de rotina das refinarias, plataformas e terminais.
“Coloca em risco a segurança das equipes e das próprias unidades”, disse a federação, em nota.
Na Bacia de Campos, a greve teve adesão de pelo menos 39 plataformas, que foram entregues pelos trabalhadores às equipes de contingência que a Petrobras embarcou, disse a entidade sindical.
O sindicato dos trabalhadores do norte fluminense, que reúne trabalhadores da importante Bacia de Campos, disse que 15 unidades foram entregues com a produção de petróleo parada, e outras 24 foram entregues produzindo.
Em Brasília, pouco mais de 100 trabalhadores invadiram a sede do Ministério de Minas e Energia na manhã desta quinta-feira, informou a Polícia Militar do Distrito Federal.Em Duque de Caxias, onde está a Reduc, importante refinaria do sistema da Petrobras, a adesão à greve é de 100 por cento, disse a FUP.
De acordo com a PM, a manifestação até o momento é pacífica.
O coordenador-geral da FUP, João Antônio Moraes, espera que a paralisação siga até o governo suspender o leilão.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) garante a realização do leilão, agendado para a tarde do dia 21.
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Porém, de acordo com a diretora-geral da autarquia, Magda Chambriard, não existe nenhuma possibilidade de não ter leilão, mesmo que os protestos se avolumem
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Em ano de desaceleração da economia, os bancos já decidiram: não haverá aumento acima da inflação para os bancários, que entram hoje no nono dia de greve.
Se não cederem de fato, será a primeira vez desde 2003 que a categoria, uma das mais fortes nas negociações salariais, receberá só a reposição da inflação (6,1%).
As negociações dos bancários serve de modelo para os acordos salariais de todo o setor de serviços, segmento de maior pressão para inflação.
Nos últimos nove anos, a categoria teve 22,2% de aumento real, de acordo com a Contraf-CUT (confederação nacional dos bancários).
“Ninguém está falando em cortar benefícios e conceder zero de reajuste, o que seria um mau acordo. Ao repor o poder de compra, os bancários continuarão com os melhores salários do mercado, os melhores benefícios e a participação de lucros [PLR] garantida em convenção coletiva”, diz Magnus Apostólico, diretor de relações trabalhistas da Fenaban (federação dos bancos).
O salário médio dos bancários é hoje de R$ 4.740, sendo que o piso salarial é de R$ 1.519. A PLR paga aos caixas de bancos, segundo o diretor, varia entre 3,5 e 4 salários adicionais.
“Isso corresponde a quase 30% a mais no salário, se dividirmos o valor da PLR por mês”, diz o diretor.
Ainda segundo os bancos, a inflação pelo INPC acumulada nos últimos sete anos foi de 42%, enquanto a correção no piso do setor foi de 80%, e a dos salários, 60%.
“A proposta de conceder só a reposição da inflação é indecente. A greve continuará até que haja proposta melhor”, diz Juvândia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo e Região (CUT) e uma das coordenadoras da negociação.
Um dos motivos alegados para não conceder aumento real é o fato de o lucro obtido pelos bancos ter sido menor do que a inflação no primeiro semestre, em relação ao mesmo período de 2012.
Na média, os bancos lucraram 3,7% a mais, enquanto a inflação está em 6%.
“Um setor que lucrou R$ 59 bilhões não pode dar aumento real? Mesmo que o lucro não tivesse crescido, ainda seria altíssimo. Não tem cabimento”, diz a sindicalista.
“A economia está girando mais devagar, com resultados inferiores aos de anos anteriores. O cenário é de indefinição neste ano e no primeiro semestre de 2014. É preciso cautela”, afirma o diretor.
AUMENTO REAL
Neste ano, os bancários pedem reajuste salarial de 11,93%, sendo 5% de aumento real, além de PLR no valor de três salários mais R$ 5.553,15 fixos, entre outros.
No ano passado, foram nove dias de paralisação, que resultaram em reajuste de 7,5%, sendo 2% de aumento real. Em 2011, os bancários cruzaram os braços por 21 dias e voltaram ao trabalho com reajuste de 9% (1,5% acima da inflação). Foi a maior paralisação desde 2004.
Patrões e empregados não sentam para negociar há três semanas. Cada um dos lados espera uma contraproposta.
Segundo os bancários, 10.586 agências e centros administrativos nos 26 Estados e Distrito Federal foram fechados devido à greve. A Fenaban não divulga a adesão.
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Rodízio de veículos é suspenso na capital
Para atender estes passageiros, foram colocados ônibus do Plano de Apoio entre Empresas de
Transporte em Situação de Emergência (Paese). No entanto, a quantidade de veículo não dá conta da demanda. As filas nos terminais são grandes e os paulistanos demoram até 1 hora para conseguir entram em um coletivo, que circula lotado. A falta de circulação dos trens também prejudica o trânsito na capital.
Na quarta-feira, a CPTM divulgou nota dizendo que considera “ irresponsável” a decisão de paralisar a prestação dos serviços.
Uma nova assembleia está marcada para a tarde desta quinta-feira.
A categoria reivindica reajuste de 6,77%, mais 5% de aumento real, vale-alimentação de R$ 200, vale-refeição de 24 cotas de R$ 25, e adicional de risco de vida de 30% à equipe que trabalha em estações.
Paralisação estava marcada para esta terça-feira, dia 4; aumento da categoria foi de 8%
O Metrô aceitou conceder um aumento de 8% aos metroviários para evitar a greve da categoria, que poderia ocorrer nesta terça-feira, dia 4. Em assembleia na noite desta segunda-feira (3), os metroviários decidiram cancelar a paralisação.
O porcentual de reajuste foi sugerido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região (TRT2), em audiência de conciliação, e a liderança do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários de São Paulo concordou.
A primeira proposta da companhia, de 6,95% de aumento, havia sido rejeitada pelos metroviários. Nesta terça, porém, ainda haverá a definição sbre uma possível greve dos funcionários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
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