A GVT procura 489 profissionais nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Sul para ampliar seu quadro de auxiliares, instaladores, reparadores e supervisores de manutenção e instalação. Os interessados devem cadastrar o currículo no site da operadora.
“Nos concentramos em identificar potenciais e talentos humanos que hoje são considerados imprescindíveis para o sucesso e sustentabilidade do capital intelectual de uma organização”, comenta Juliana Lopes, coordenadora de RH da empresa.
As vagas são disponibilizadas em 36 cidades, mas a companhia não informa quais são elas. A pedido do Olhar Digital, a GVT listou abaixo alguns dos pré-requisitos necessários para concorrer às oportunidades.
Auxiliar
Imprescindíveis:
– Experiência e habilidades com trabalhos manuais técnicos (ferramentas, fios, tomadas, eletricidade).
– Alguma experiência de atendimento ao cliente.
Desejáveis:
– Carteira de motorista B vigente.
– Conhecimento em energia elétrica.
– Curso técnico em telecomunicações ou informática.
Instalador:
Imprescindíveis:
– Experiência na área de Elétrica, Eletrônica ou afins.
– Experiência de atendimento ao cliente.
– Experiência de trabalho em altura.
Desejáveis:
– Capacitação e experiência na tecnologia ADSL e TV por assinatura, em instalação e reparo.
– Conhecimentos técnicos de redes interna e externa.
– Conhecimento de informática (hardware e software), redes de computadores, modem e roteadores.
– Conhecimento do mercado da região.
Reparador
– Experiência com instalação de linhas telefônicas (voz e dados).
– Amplo conhecimento de redes internas.
– Habilidade com trabalho manual técnico.
– Experiência de atendimento ao cliente.
– Experiência de trabalho externo/campo.
A Telefónica é uma empresa espanhola, enquanto a Telecom Italia é obviamente de capital italiano. Ainda assim, o país mais afetado pela negociação seria definitivamente o Brasil. Isso porque a Telefónica controla as operações da Vivo, enquanto a Telecom Italia controla a TIM Brasil.
Como já explicamos aqui, o acordo deve passar por uma complexa análise antitruste no Brasil antes de ser aprovado. As regras do setor de telecomunicações no nosso país não permitem a um grupo ter o controle de duas empresas que atuam na mesma região.
Qual a solução?
A Telefónica tem algumas opções para solucionar esse problema, se realmente finalizar o acordo com a Telecom Italia.
A primeira e óbvia seria unificar as bases de clientes das duas empresas em um único espectro (em outras palavras, se tornariam uma operadora só). O problema dessa solução é que isso poderia representar uma grande queda na qualidade do serviço, já que a base de clientes que hoje usa faixas de duas operadoras seria “afunilada” na frequência de apenas uma. Sendo assim, seria muito difícil que o governo federal aprovasse a negociação nesses termos.
Outra possível solução seria a venda da TIM Brasil para outra empresa. Ela poderia ser desmembrada e vendida em partes para Claro, Oi e até a própria Vivo. A venda da TIM Brasil seria benéfica para as três operadoras, o que poderia elevar a rentabilidade de seus serviços e trazer melhorias na qualidade e infraestrutura.
GVT e Vodafone entram na história
Existe uma terceira saída, que pode causar uma mudança bem mais radical no mercado de Telecom no Brasil: a compra da TIM e da GVT, juntas, para alguma nova operadora começar a atuar no país.
Os rumores de que a GVT estaria a venda já circulam há cerca de um ano. Contudo, o grupo francês Vivendi, que comprou em 2009 a até então nacional GVT, não conseguiu uma oferta próxima dos € 7 bilhões que gostariam para fechar negócio.
A GVT possui serviços de TV, internet e telefone fixo no Brasil, mas não atua como operadora móvel – um mercado bastante fechado e difícil de entrar para competir com as quatro grandes. Mas unificando os serviços de TIM e GVT, bem como sua base de clientes, uma nova operadora poderia começar suas operações no Brasil já como uma gigante. E a maior candidata é a britânica Vodafone.
A Vodafone já teve outras oportunidades de investir em grandes operações no Brasil. Os britânicos foram sondados pela Anatel em leilões de faixas de frequência, mas a empresa nunca se interessou no passado. Contudo, recentemente, a Vodafone fechou uma das maiores negociações da história, com a venda da sua participação da Verizon Wireless para a operadora americana Verizon, pelo valor de impressionantes US$ 130 bilhões.
Com dinheiro sobrando caixa, os rumores são de que a empresa pode oferecer cerca de US$ 20 bilhões por TIM e GVT – 10 bilhões por cada uma. Essa ideia certamente agrada ao governo federal, que há tempos gostaria de ver uma nova concorrente no mercado de telecom brasileiro, com a esperança de que a qualidade dos serviços melhorasse.
Seja qual for o caminho tomado, a verdade é que muito provavelmente o setor de telecomunicações no Brasil está prestes a sofrer grandes mudanças. Resta saber quais serão.
Depois de anunciar seus planos para a criação de uma rede Wi-Fi pública até junho deste ano, a operadora GVT anunciou que planeja levar os recursos do telefone fixo para o celular por meio de um aplicativo em 2013. Com isso, os clientes da operadora poderão usar sua linha residencial diretamente no seu aparelho móvel e em qualquer lugar.
Ricardo Sanfelice, diretor de marketing e produtos da GVT, afirmou em entrevista ao site Telesíntese que todos os clientes da empresa poderão utilizar o recurso, que permitirá que os usuários realizem e recebam ligações com telefone fixo no seu celular em redes 3G e Wi-Fi.
“O telefone fixo da GVT poderá ser levado para qualquer lugar. Qualquer cliente da GVT poderá entrar em uma app store, baixar o aplicativo, no qual ele vai acessar o telefone fixo. Por exemplo: se ele estiver usando uma rede 3G ou uma rede Wi-Fi, quando for fazer uma ligação telefônica o aplicativo pergunta se quer fazer via rede móvel ou via a linha fixa da GVT”, explicou Sanfelice.
A empresa planeja lançar o aplicativo ainda este ano
A empresa acredita que seus usuários irão economizar nas chamadas, pois não precisarão utilizar a rede convencional de sua operadora móvel para realizar ligações para números fixos, por exemplo. No entanto, especialistas acreditam que se o plano da GVT vingar, quem não vai ficar muito contente com o aplicativo serão as outras operadoras.
A Telecom Itália deverá decidir nas próximas semanas o rumo dos seus negócios tanto na Itália como no Brasil e deverá anunciar se irá ou não realizar uma proposta de compra da operadora GVT, da empresa francesa Vivendi. As informações são da Reuters.
Fontes ligadas à companhia afirmaram que as mudanças e a discussão de novos negócios visam ajudar a empresa a sair do endividamento e fortalecer as ações da TIM no Brasil, sua principal fonte de rendimentos nos últimos anos.
A compra da GVT está estimada em 7 bilhões de euros
O presidente do conselho, Franco Barnabe, deverá convencer os acionistas – que inclui a Telefonica – de que a compra da GVT pode ser extremamente lucrativa para a companhia, mesmo com seu valor de compra estimado em sete bilhões de euros (R$ 18,8 bilhões). “A opção da GVT veio do nada e a direção precisa deixá-la mais clara”, afirmou uma das fontes consultadas pela reportagem.
Nesta quinta-feira (1), começaram a valer as novas regras para a TV a cabo, fazendo com que operadoras brasileiras mudem seus pacotes oferecendo canais com mais produções nacionais independentes, com base na regulamentação da Agência Nacional do Cinema (Ancine).
Pela lei 12.485/2011, ficou determinado que a partir do primeiro dia de novembro todas as operadoras deveriam mudar seus pacotes e incluir canais brasileiros. Ainda segundo as normas, os canais deverão oferecer 12 horas diárias de produção nacional independente ou disponibilizar ao menos três horas de conteúdo brasileiro em suas programações.
Algumas das principais empresas do setor como Claro TV, Oi TV, Vivo TV e GVT não comentaram sobre a nova regulamentação. A NET, por meio de uma nota oficial, afirmou que estará incluindo em seus planos canais como Curta! O Canal Independente, BandNews, +Globosat, Off e Bis.
O presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista, criticou a decisão da Ancine durante a apresentação da nova parceria da empresa com a companhia aérea Azul. “Tem canal que está há 20 anos no mercado e não foi qualificado. Outros que nem existem foram incluídos”, ressaltou.
Também foi determinada a veiculação de 3h30 diárias de produção nacional em canais estrangeiros
Baptista ainda afirmou que a data é considerada um marco inicial para as mudanças estipuladas, e que seria muita ingenuidade acreditar que as operadoras já teriam novos pacotes com canais nacionais e produção independente disponíveis nesse dia.
“Houve uma intensa movimentação por parte das empacotadoras (operadoras a cabo) para ajustar seus planos de acordo com a lei aos assinantes. E isso ocorreu de forma positiva, vale ressaltar”, afirmou à Folha de S. Paulo Manoel Rangel, diretor-presidente da Ancine.
Além disso, a nova lei estipulou a veiculação de três horas e meia diárias de produção nacional em canais estrangeiros e a entrada de empresas telefônicas no setor de TV a cabo
Depois da chegada do Netflix e do lançamento de TVs por assinatura como o NOW e o muu, é hora da GVT também investir no mercado. A GVT TV, como é chamada, vai contar com vários canais em alta definição e conteúdos interativos, como o acesso a redes sociais e filmes sob demanda.
A companhia afirmou já ter fechado o contrato com vários canais, como Disney, Fox e Discovery, e pretende ter um total de 140 canais, de acordo com o site Valor Econômico. Todos eles poderão ser acessados e controlados tanto pela TV quanto por qualquer dispositivo com conexão Wi-Fi, como celulares, notebooks e tablets, através de um aparelho especial que o cliente receberá ao fazer a assinatura com a empresa.
Preços, extras e incentivos
Quem estiver interessado em realizar a assinatura do GVT TV poderá escolher entre três pacotes diferentes, de R$ 59,90, R$ 89,90 e R$ 129,90 por mês, cujas diferenças ainda não foram anunciadas. Mas há uma má notícia para quem estiver interessado em gravar o conteúdo para assistir mais tarde: essa função deve ser alugada, ao preço adicional de R$ 29,90 por mês.
Mesmo assim, Alcides Troller, vice-presidente de marketing da operadora, afirma que suas ofertas ainda são melhores que a dos concorrentes. “Nossos pacotes são de 25% a 50% mais econômicos e vão oferecer muito mais”, declarou. E se isso não for suficiente, a empresa ainda está oferecendo seu pacote de banda larga de 35 Mbps pela metade do preço (R$ 99,90) para quem fizer uma assinatura da TV.
A GVT TV só será oficialmente lançada na metade de Outubro, mas já mostra estar fazendo sucesso: desde que o site da TV por assinatura foi aberto, em agosto, foram registrados mais de 40 mil interessados no serviço
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o vice-presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Jarbas Valente, apresentaram nesta semana em entrevista coletiva à imprensa detalhes do projeto de medição da qualidade da banda larga fixa no Brasil.
O projeto depende da participação da sociedade para ser implementado, uma vez que os equipamentos de medição da internet serão instalados nas conexões de voluntários.
A medição, que começa no mês de outubro, está prevista no Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGQ-SCM – aprovado pela Resolução Anatel 574/2011). Os primeiros resultados devem ser divulgados, pela Agência, em dezembro deste ano.
De acordo com o conselheiro Jarbas Valente, o objetivo do projeto é reunir informações suficientes para a adoção de medidas que permitam a progressiva melhoria do serviço. “Trata-se de uma medição em todo o território nacional que fornecerá dados importantes para as ações da Anatel”, avaliou.
Espera-se, em todo o Brasil, a mobilização de cerca de 12 mil usuários do serviço. Jarbas Valente informou que a adesão ao projeto não exige conhecimentos avançados de informática dos voluntários. “Basta ligar o equipamento de medição ao modem ou ao roteador e deixá-lo funcionando. O usuário não precisa fazer nada além disso”, explicou.
Segundo o ministro Paulo Bernardo, a medição contribuirá de forma decisiva para a elevação da competição da banda larga fixa no país, pois o consumidor terá parâmetros objetivos para comparar os serviços das diversas prestadoras. Na sua avaliação, a comparação estimulará as empresas a investir mais para assegurar a qualidade dos serviços e a reduzir preços para ampliar sua base de clientes. “Esse regulamento de qualidade aprovado no ano passado é mais avançado do que de outros países”, disse Paulo Bernardo.
Jarbas Valente e Paulo Bernardo anunciaram ainda a criação do perfil específico da Anatel no Facebook para divulgação do programa de medição da qualidade da banda larga no Brasil.
O processo de medição da qualidade da banda larga será coordenado pela Anatel por meio da Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ). No Brasil, será adotada a mesma tecnologia usada e aprovada em mais de 35 países, como Estados Unidos e Reino Unido, em iniciativas semelhantes. Os resultados dessas medições permitirão à Anatel conhecer com maior precisão a qualidade do serviço em todo o País e, assim, adotar as medidas necessárias para que sejam cumpridas as metas estabelecidas na regulamentação da Agência.
O superintendente de Serviços Privados, Bruno Ramos, informou que, para a medição da qualidade da banda larga fixa, o projeto abrangerá usuários das prestadoras do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) com mais de 50 mil acessos: Oi. NET, Telefônica/Vivo, GVT, Algar (CTBC), Embratel, Sercomtel e Cabo Telecom.
Podem ser voluntários do programa todos os usuários que tenham contrato de prestação de serviço de banda larga fixa em seu nome. Para se candidatar, é necessário informar os dados pessoais e os do serviço contratado, por meio do cadastro disponível no portal http://www.brasilbandalarga.com.br. Funcionários das empresas analisadas não poderão ser voluntários.
Após análises das características dos consumidores e dos serviços por eles contratados, será feita uma seleção para garantir que a amostragem represente os diferentes perfis de consumidores da banda larga fixa no Brasil. Serão acompanhados indicadores como velocidades de upload e download, latência, variação da latência (ou jitter) e perda de pacotes.
Os selecionados pela EAQ não terão qualquer ônus para instalação dos equipamentos e também não serão remunerados. Os voluntários receberão um aparelho batizado de whitebox, que fará a medição ao ser conectado ao modem/roteador de cada residência ou empresa. A aferição nos equipamentos instalados nos computadores será diária e ininterrupta. O equipamento não coleta qualquer informação pessoal, nem interfere ou monitora a navegação do usuário.
Além de colaborar para aferição da qualidade da banda larga, cada voluntário receberá relatório mensal com dados relativos à qualidade do serviço em sua residência ou empresa.
A metodologia e procedimentos referentes às medições foram definidos pelo Grupo de Implantação de Processos de Aferição da Qualidade (GIPAQ), grupo de trabalho coordenado pela Anatel, com participação de representantes das Prestadoras, da Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ) e de entidades convidas, como o CGI.Br e o Inmetro. Whitebox, o aparelho usado para medir a qualidade da banda larga: