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  • Brasil terá o Xbox One mais caro do mundo; console custará R$ 2.199 no país

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/07/1303355-brasil-tera-o-xbox-one-mais-caro-do-mundo-console-custara-r-2199-no-pais.shtml

    Ei você, que quer comprar um Xbox One no Brasil: sabia que o preço do console por aqui é o mais alto do mundo?

    O valor de R$ 2.199 bate com folga o segundo país no ranking, a Dinamarca, onde a nova geração do Xbox sairá pela bagatela de R$ 1.487.

    Os vilões são os impostos, como estão acostumados os compradores de eletroeletrônicos importados.

    Sobre os consoles (e também sobre os jogos) incidem impostos de importação e taxas federais e estaduais –todos seguem o princípio da essencialidade.

    “Produtos considerados mais importantes pela legislação têm tributação menor. Alimentos, materiais de educação ou peças de vestuário, por exemplo, são menos taxados do que telefones celulares ou games”, diz João Eloi Olenike, presidente do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário).

    São 21 os países que receberão o Xbox One no lançamento mundial (nenhum deles é asiático). O país onde o console é mais barato é o Canadá, onde o console custará 499 dólares canadenses, o equivalente a R$ 1.040. Depois vem os EUA, com o preço de US$ 499 (ou R$ 1.090).

    Editoria de Arte/Folhapress

    XBOX 360

    Lançado em 2005, o Xbox 360 chegou por aqui mais de um ano depois, por R$ 2.999 –com três jogos no pacote. O preço lá fora era de US$ 399.

    Pouco depois, o valor do pacote caiu para R$ 2.499 e desde 2011 o Xbox 360 (sem jogos), em sua versão mais simples, custa R$ 799.

    A fabricação local extinguiu o imposto de importação, o que permitiu a prática de um preço mais amigável por parte da Microsoft, estratégia também adotada pela Sony desde o início deste ano.

    O mesmo pode acontecer com o Xbox One, que deve ter a primeira leva de consoles importada para cá, em vez de fabricada localmente.

    A Microsoft, porém, não comenta. Procurada pela Folha, a empresa americana apenas disse que “mais detalhes sobre o Brasil serão compartilhados futuramente”.

    CONCORRÊNCIA

    O PlayStation 4, da japonesa Sony, custa US$ 399 nos EUA –US$ 100 a menos do que o Xbox One, que inclui o Kinect. O console ainda não tem preço definido para chegar ao Brasil.

    A nova geração está prevista para chegar por aqui ainda em 2013 –o Xbox One em novembro, e o PlayStation 4, em algum momento “durante as festas de fim de ano

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  • Reatech: novidades tecnológicas inundam maior feira de acessibilidade do Brasil

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/eventos/Reatech-Veja-novidades-tecnologicas-da-maior-feira-de-acessibilidade-do-Brasil/

    reatech

    Começou nesta quinta-feira a 12ª edição da Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech), a maior do setor no país. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui atualmente cerca de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida.

    Com foco nas principais inovações tecnológicas do setor, o evento também traz novos produtos, serviços, palestras, seminários, desfiles e shows.  Participam empresas dos setores automobilístico, financeiro, indústria, turismo, lazer, animais treinados, equipamentos especiais e até agências de emprego, que reúnem mais de sete mil vagas voltadas às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

    A primeira impressão ao se entrar na feira é a de chegar a um evento como o conhecido Salão do Automóvel, em São Paulo, com grandes stands de montadoras como Fiat, Ford, Honda e Nissan mostrando seus modelos adaptáveis de veículos. No setor de adaptação veicular para pessoas com mobilidade reduzida, como cadeirantes, a Cavenaghi apresentou novidades como o Chair Topper, uma espécie de braço e maleiro robótico que pode ser colocado sobre o teto de qualquer carro de passeio e é capaz de pegar e guardar uma cadeira de rodas dobrada sozinho e de forma automática.

    Chair Topper é capaz de pegar e dobrar uma cadeira de rodas sozinho O Turnout + Carony transforma o carona em uma verdadeira cadeira de rodas Observer é uma cadeira 4x4 que se locomove em terrenos "off-road" Adaptador LG2004 permite que cadeiras de rodas subam até escadas Lyric: aparelho de audição fica invisível dentro do ouvido da pessoa Linha Cronos se conecta a qualquer aparelho eletrônico via Bluetooth Braille Brailliant BI: teclados sobem e descem de acordo com o conteúdo Braille Brailliant BI: teclados sobem e descem de acordo com o conteúdo
    Chair Topper é capaz de pegar e dobrar uma cadeira de rodas sozinho O Turnout + Carony transforma o carona em uma verdadeira cadeira de rodas Observer é uma cadeira 4x4 que se locomove em terrenos "off-road" Adaptador LG2004 permite que cadeiras de rodas subam até escadas Lyric: aparelho de audição fica invisível dentro do ouvido da pessoa Linha Cronos se conecta a qualquer aparelho eletrônico via Bluetooth Braille Brailliant BI: teclados sobem e descem de acordo com o conteúdo Braille Brailliant BI: teclados sobem e descem de acordo com o conteúdo

    Chair Topper é capaz de pegar e dobrar uma cadeira de rodas sozinho slideshow lupa

    “Além de liberar espaço no carro, ele garante autonomia, porque muitas vezes o cadeirante consegue se transferir sozinho de sua cadeira para o carro sem ajuda, mas para guardar a cadeira no carro, muitos passam por um problema”, explica Carlos Cavenaghi, desenvolvedor da solução. Segundo ele, o sistema aumenta a altura do carro em 60 centímetros, mas não influencia na largura. Outra novidade é o Turnout + Carony, uma espécie de banco de carro adaptado, que funciona como um banco de passageiros comum que pode ser transformado em uma cadeira de rodas sobre uma base móvel com pneus e motor com autonomia própria.

    Inovações no setor e cadeiras de rodas para todos os tipos de necessidades é o que não falta na feira. Para pessoas que desejam se locomover em terrenos “off-road”, como areia e terra, a importadora Performance apresentou o Observer Unlimited, uma verdadeira cadeira de rodas 4×4, com quatro pneus, motor com autonomia de 35 km e capacidade de andar sobre qualquer tipo de terreno. Desenvolvido na Rússia, o equipamento pode ser ainda conectado via Bluetooth a smartphones para comandar a direção pelo aparelho.

    A empresa também expôs o adaptador LG 2004, que permite que qualquer cadeira de rodas comum seja montada com travas de segurança sobre ele e, utilizando duas lagartas semelhantes às de tanques de guerra, suba lances de escada sem problemas. “Os dentes da esteira prendem no degrau e, com o atrito da borracha, sobem e descem tranquilamente e com toda segurança”, afirma o representante Giovanni Segantin.

    Outro setor que não ficou sem novidades foi o de aparelhos auditivos para pessoas com perda de audição. Apelidado de “lentes de contato para o ouvido”, o Lyric, do centro auditivo Phonak, é um novo dispositivo trazido da Suíça que fica completamente inserido dentro do canal auditivo da pessoa, a quatro milímetros do tímpano, completamente invisível para quem olha a orelha do usuário. O aparelho também é o primeiro do país com uso prolongado, possui vida útil de quatro meses e pode ser utilizado 24 horas por dia, sem a necessidade de retirar, por exemplo, no banho. “A vantagem dele ficar tão próximo do tímpano é que ele aproveita toda a anatomia da orelha. Então todas as características acústicas que normalmente os aparelhos auditivos externos convencionais perdem, ele não perde”, explica a fonoaudióloga Ana Luiza Cavalieri.

    Ao comprar o serviço, que é vendido em pacotes anuais, o usuário ganha direito de até sete trocas do Lyric. As únicas restrições de uso são ao pular de pára-quedas ou realizar mergulhos de profundidade, já que a mudança brusca de pressão pode deslocar o aparelho no ouvido. Pacientes com diabetes ou que passaram por tratamentos radioterápicos também têm restrição.

    Se a preferência é por conectividade, a empresa brasileira Oto-Sonic apresentou a linha Chronos de aparelhos auditivos, capazes de se conectarem em qualquer dispositivo via Bluetooth, como celulares, televisores (através de um conector especial), MP3, GPS, notebooks e até tablets, entregando o som diretamente no ouvido do usuários. “Você faz o pareamento. Quando escuta seu telefone tocar, por exemplo, basta apertar um botão no dispositivo para começar a falar, sem ter que pegar o telefone, saber onde ele está na bolsa. Você ouve, claramente, a voz dentro do seu ouvido”, afirma Elisabetta Radini, fonoaudióloga e coordenadora do departamento de audição da Oto-Sonic.

    Todas as funções podem ser controladas através de um pequeno controle remoto, que pode ficar pendurado no pescoço do usuário, e traz opções para aumentar e diminuir o volume, por exemplo. Cada aparelho Chronos permite o pareamento com até oito dispositivos diferentes, e funciona a uma distância de até dez metros do emissor do som.

    Para pessoas com deficiência visual, e usuários de computadores e smartphones com softwares de voz, o Instituto Laramara lançou os novos assistentes para leitura em braile Braille Brailliant BI, que funcionam como teclados com sinais em braile que sobem e descem de acordo com o conteúdo escrito na tela do computador ou celular. Os teclados estão disponíveis em três versões, de 80, 40 e 32 centímetros, sendo que as duas últimas também possuem um teclado para digitação em braile e podem se conectar a celulares com Android e iOS via Bluetooth. “Eles são indicados para empresas bancárias que tenham funcionários como programadores cegos, para usuários surdo-cegos ou até para quem viaja muito e queira escrever algo em braile”, explica o técnico em tecnologia assistiva da Laratec, Leonardo Gleison.

    Localizado na Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, a Reatech conta com 300 expositores do setor público e privado em uma área de 35 mil km². A expectativa é que mais de 50 mil visitantes circulem pelo local até o próximo domingo (21), quando o evento se encerra. A entrada é gratuita. Mais informações podem ser obtidas no site oficial do evento.

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  • App brasileiro traduz a voz para língua de sinais

    Acesse:http://www.oficinadanet.com.br/post/10311-app-brasileiro-traduz-a-voz-para-lingua-de-sinais

    Um aplicativo que promete colaborar na comunicação de pessoas com deficiência auditiva foi lançado oficialmente nesta terça-feira.

    App brasileiro traduz a voz para língua de sinais

    Nesta terça-feira (2), foi lançado um aplicativo que promete colaborar na comunicação de pessoas com deficiência auditiva. O aplicativo chamado de Prodeaf Móvel  foi desenvolvido através da ideia de alunos da Universidade Federal de Pernambuco. O objetivo do aplicativo é ajudar os surdos a se comunicar via celular.

    O aplicativo conta com um dicionário de português para libras (Língua Brasileira de Sinais) e, através de reconhecimento de voz, um avatar fica responsável por fazer a tradução para libras. Também é possível digitar uma sentença e a tradução irá surgir em libras.

    O aplicativo, que está disponível pra dispositivos Android,  pode ser baixado gratuitamente na loja de aplicativos Google Play. Nos próximos meses o app deverá estar disponível também para iOS.

    A solução foi desenvolvida pela ProDeaf  (Empresa especializada no  desenvolvimento de inovações de acessibilidade no ambiente digital) com suporte operacional e também patrocínio do Grupo Bradesco Seguros.

    De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem atualmente no Brasil 10 milhões de surdos. Do total, 2,7 milhões não conhecem a língua portuguesa.

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  • ONG brasileira processa Apple por lançar iPad 4 cedo demais

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1235016-ong-brasileira-processa-apple-por-lancar-ipad-4-cedo-demais.shtml

    A Apple está sofrendo uma ação na Justiça do DF por haver substituído no Brasil o iPad 3 pela quarta geração do tablet em apenas cinco meses –em vez dos 12 meses de praxe– e por não interromper a venda do produto lançado anteriormente. O autor é o IBDI(Instituto Brasileiro de Direito da Informática).

    A associação sediada em Recife diz que o início do processo, ocorrido no último dia 6, deu-se por conta de clamor público. “O IBDI percebeu que havia diversas queixas por parte dos consumidores, que estavam profundamente incomodados com aquela situação [o ‘envelhecimento precoce’ de seus aparelhos]”, diz à Folha Sérgio Palomares, advogado do instituto e um dos responsáveis pela ação.

    Outro problema, para a ONG, é que a venda do iPad 3 não foi interrompida, levando alguns consumidores a crer erroneamente que estavam comprando um tablet de última geração. Cessar a venda do dispositivo é o objetivo da ação judicial, segundo Palomares.

    Simon Plestenjak – 21.mar.12/Folhapress
    Consumidor testa iPad 3 em loja de São Paulo; substituição pelo iPad 4 está custando um processo para a Apple
    Consumidor testa iPad 3 em loja de São Paulo; substituição pelo iPad 4 está custando um processo para a Apple

    Procurada, a representação da Apple no país disse que a empresa não comentará o caso.

    Palomares diz que escolheu mover uma ação coletiva, como é classificado o tipo do recurso iniciado, por haver um “dano homogêneo” para todos os consumidores.

    A Apple não vende o iPad 3 desde o lançamento local do iPad 4. À época, o aparelho era vendido por R$ 1.549 em sua versão mais barata (16 Gbytes de memória interna).

    Em uma rápida busca pela internet, contudo, é possível encontrar diversas lojas que ainda comercializam o modelo antigo.

    OBSOLESCÊNCIA

    A quarta versão do iPad é a mais recente. É vendida pela denominação “iPad”, a mesma que a Apple dava a seu antecessor (às vezes chamado de “Novo iPad”), que foi lançadono Brasil descontinuado em outubro.

    O iPad 4 carrega muitas das mesmas características que a terceira geração do tablet. Ele tem um processador mais recente e conector de tecnologia Lightning, menor e mais rápido.

    Em uma pesquisa realizada on-line nos EUA em outubro, mês de lançamento do iPad 4, 45% dos donos de iPad mostraram-se desgostosos com a decisão da Apple de atualizar o tablet precocemente.

    A mesma enquete mostrou que 46% dos consumidores americanos já possuidores de um iPad pretendiam comprar o tablet novo.

    O iPad 2 segue sendo produzido e vendido.

    Abaixo, as datas de disponibilidade do iPad no Brasil (entre parêntesis a diferença em relação a seu lançamento nos EUA).

    • iPad 1: dezembro de 2010 (atraso de seis meses)
    • iPad 2: maio de 2011 (atraso de dois meses)
    • iPad 3: maio de 2012 (atraso de dois meses)
    • iPad 4: dezembro de 2012 (atraso de dois meses)

    Colaborou MARINA LANG

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  • SP aprova limites para publicidade infantil

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1204599-sp-aprova-limites-para-publicidade-infantil.shtml

    Dois projetos de lei aprovados na Assembleia Legislativa de São Paulo podem proibir a venda de alimentos acompanhados de brinquedos e restringir a publicidade de junk food dirigida a crianças no Estado.

    Os projetos ainda aguardam sanção do governador Geraldo Alckmin.

    O PL 1.096/2011, do deputado estadual Alex Manente (PPS), que proíbe a venda de alimentos com brindes, prevê a aplicação de multa em caso de descumprimento, com base no Código de Defesa do Consumidor (de R$ 400 a R$ 6 milhões).

    Segundo a justificativa do deputado, o alvo da lei são as refeições infantis com brinquedos das redes de fast food.

    Já o PL 193/2008, do deputado Rui Falcão (PT), prevê a proibição da veiculação de anúncios de alimentos “pobres em nutrientes e com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio no rádio e na TV”, entre as 6h e as 21h.

    No horário permitido, o anúncio deverá ser seguindo de avisos sobre os males da obesidade. O texto não especifica quais alimentos seriam atingidos pelas regras.

    A aprovação dos projetos vem dois anos depois da publicação de uma regulamentação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que previa a exigência de alertas em anúncios de alimentos com muito sódio, gordura e açúcar.

    A regra foi contestada na Justiça e não entrou em vigor.

    Para Mariana Ferraz, advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), as empresas devem contestar esses projetos na Justiça caso sejam sancionados, ainda que, para o instituto, os textos sigam o Código de Defesa do Consumidor.

    “Toda publicidade que tem como interlocutor a criança é abusiva. Mas é necessária uma regulamentação, dizer quais alimentos são considerados não saudáveis.”

    Um dos pontos que podem ser questionados pelas empresas é o fato de que as leis estão na esfera estadual e não federal.

    Mas, segundo André Ramos Tavares, professor de direito público da PUC-SP, como a restrição prevista para a publicidade é só de horário e não há proibição, isso não interfere na competência federal de legislar sobre o tema.

    Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana (ONG de defesa dos direitos da criança), diz acreditar que os projetos vão entrar em vigor.

    “Toda a discussão sobre o tema mostra um interesse da sociedade para uma regulação mais forte quanto à publicidade infantil e a venda de alimentos com brindes.”

    Segundo Henriques, a proibição total da publicidade reduziria o número de crianças obesas em 14% a 33%. O dado é de um estudo publicado na revista médica “European Journal of Public Health”.

    OUTRO LADO

    Em nota, a ANR (Associação Nacional de Restaurantes) afirmou estar acompanhando o andamento dos projetos e que estuda possíveis medidas.

    A Burger King afirma que, se os projetos foram sancionados, vai cumprir suas determinações.

    A Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação) preferiu não se manifestar.

    O McDonald’s diz que cumpre a legislação.

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