
Confira formas de preparo japoneses que ficam prontos em até dez minutos que são populares para dias corridos…
5 formas de preparo japoneses para quem não quer cozinhar

Confira formas de preparo japoneses que ficam prontos em até dez minutos que são populares para dias corridos…
5 formas de preparo japoneses para quem não quer cozinhar

A felicidade é um objetivo muito importante na vida das pessoas. Inclusive, é tão importante que existem filósofos, como Kant, que a relacionam com o desejo. Os japoneses, sendo um povo bastante tradicional, possuem alguns hábitos que contribuem para a felicidade…
Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/bbc/2013/11/1366555-japoneses-criam-robo-invencivel-no-joquempo.shtml
Cientistas japoneses desenvolveram um robô que joga joquempô (ou pedra-papel-tesoura) tão rápido que sempre vence os humanos.
O robô Janken, batizado a partir do nome original do jogo em japonês, janken, é uma versão mais rápida de um outro robô mostrado pela Universidade de Tóquio em junho de 2012.
A versão dois do robô jogador apresenta a escolha feita quase que ao mesmo tempo que a mão humana.
Ao invés de usar previsão, o robô usa reconhecimento e reação em alta velocidade.
Tecnicamente, o robô trapaceia pois reage extremamente rápido ao que a mão humana está fazendo ao invés de realizar uma ação simultânea premeditada, como dita a regra do jogo.
Levando apenas um milissegundo (0,001 segundo ou um milésimo de segundo) para reconhecer qual forma a mão humana está fazendo, o robô então escolhe a forma vencedora e reage em alta velocidade, quase simultâneamente.
Em comparação, a versão um deste robô completava a forma em 20 milissegundos depois que a mão humana.
Os cientistas do Laboratório Ishikawa Oky, parte da Universidade de Tóquio, é especializado em uma série de tecnologias, incluindo o “sensor de fusão”, que visa replicar e melhorar os sentidos humanos usando robôs inteligentes de alta velocidade.
“Estes robôs são realmente rápidos na reação, mas há cenários em que até mesmo um atraso de apenas um milissegundo não é aceitável, como na prevenção de acidentes ou mercados de ações virtuais”, disse à BBC Sethu Vijayakumar, professor de robótica da Universidade de Edimburgo, na Escócia.
“Nestes casos, precisamos combinar a reação em alta velocidade com a previsão em alta velocidade, usando teoria de jogos e padrões de comportamento”, acrescentou.
Curiosidades na internet
Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/38600/38600
Os responsáveis pelo projeto conversam com fabricantes para avaliar a possibilidade de colocá-lo à venda nos próximos anos com preço estimado em US$ 508, acima de R$ 1 mil. Segundo o professor Kitayama, o objetivo futuro do grupo é desenvolver um robô que ajude deficientes físicos a realizar tarefas básicas do dia a dia por meio da respiração.
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.megacurioso.com.br/oriente-bizarro/39453-japoneses-criam-arte-com-palha-de-arroz.htm

O Japão é um dos lugares mais cheios de coisas diferentes, estranhas, curiosas, bizarras e incríveis. A terrinha das pessoas de olhos puxados está no outono e, após a colheita do arroz, sobra muita palha – esse material passa, então, por processos de secagem e vira o famoso feno.
Algumas regiões rurais costumam aproveitar essas pilhas de feno que sobram das colheitas para algo completamente inusitado: fazer arte. Se a ideia é estranha demais para você, confira as imagens a seguir, feitas nas cidades de Kagawa e Niigata, as quais promovem festivais de exposição de esculturas feitas com feno. E aí, o que você achou da ideia?
1 – Tartaruga
Fonte da imagem: Reprodução/Kotaku
Curiosidades na internet

Pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), em parceria com a Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia da Terra e do Mar (Jamstec), realizaram a primeira expedição ao fundo do Atlântico Sul e encontraram uma formação rochosa de origem vulcânica, que pode indicar a existência de um ‘continente perdido’ a pouco mais de 1.500 quilômetros do litoral do Brasil.
A expedição, que utilizou o único submarino tripulado do mundo capaz de atingir 6.500 quilômetros de profundidade, coletou algumas amostras da montanha submersa, também conhecida como Elevação do Rio Grande. “A Elevação do Rio Grande sempre foi considerada uma montanha submersa de origem vulcânica semelhante às que existem em frente à costa da África, mas vimos agora que suas rochas não são vulcânicas mas continentais”, explicou durante coletiva de imprensa Roberto Ventura, presidente da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais do Brasil.
Os geólogos afirmam que a porção de terra submersa identificada nesta expedição pode ter se desprendido do continente sul-americano e afundado durante o processo que o separou do continente africano na era Paleozoica, gerando os continentes como os conhecemos hoje. A expedição permitiu a visualização completa da Elevação do Rio Grande, que é um complexo montanhoso submerso com alturas que podem chegar a 3.200 metros a partir do leito do oceano Atlântico. As montanhas separam a margem continental pertencente ao Brasil das águas mais profundas da região.
O CPRM deverá abrir uma licitação para determinar qual empresa especializada em perfurações irá trabalhar em parceria com o órgão para coletar mais amostras das montanhas, que ajudarão os cientistas a determinar com precisão sua origem e identificar os minerais que compõem a região. A montanha foi analisada como parte do projeto Iatá-Piuna, com cientistas brasileiros e japoneses a bordo do navio de pesquisa oceanográfica Yokosuka, que está percorrendo a margem continental brasileira.
A expedição ainda faz parte de um projeto de pesquisa mais extenso, intitulado ‘Busca pelos Limites da Vida’, no qual a Jamstec está explorando as regiões mais profundas do oceano, principalmente no hemisfério sul. O navio Yokosuka já percorreu regiões do Oceano Índico e, após o fim de sua jornada no Atlântico Sul, seguirá para o Mar do Caribe e para o Oceano Pacífico.
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.techmestre.com/japoneses-criam-tv-que-emite-cheiro-pela-tela.html
Equipamento pode receber cartuchos de recarga para alternar entre diferentes aromas mais facilmente
Pode até parecer mais uma brincadeira sobre o 1º de abril, mas não é. Depois da pegadinha do Google sobre a possibilidade de sentir cheiro na tela do PC, uma equipe de cientistas da Universidade de Agricultura e Tecnologia de Tóquio provou que é sim possível chegar a essa tecnologia.
O equipamento foi exibido na conferência IEEE de realidade virtual, em Orlando, no estado norte-americano da Flórida. Trata-se de uma TV capaz de emitir o aroma a partir do exato ponto da tela em que o objeto em questão está sendo exibido.
A tecnologia inicialmente é capaz de liberar um único cheiro. Apesar disso, o líder do projeto, Haruka Matsukura afirma que a equipe planeja incorporar uma espécie de cartucho ao televisor, o qual permitiria a alternância de forma rápida entre aromas diferentes.
Resta aguardar para ver quando a novidade chegará ao mercado. O TechMestre ficará atento e traz novidades sobre o assunto em breve.
Curiosidades na internet
Você precisa fazer login para comentar.