
A articulação é extremamente importante para a realização de atividades cotidianas, por exemplo, caminhar, sentar e levantar…
Sente dores no joelho? Faça esses exercícios para fortalecê-los

A articulação é extremamente importante para a realização de atividades cotidianas, por exemplo, caminhar, sentar e levantar…
Sente dores no joelho? Faça esses exercícios para fortalecê-los

Você praticou exercícios físicos e percebeu que o seu joelho ficou doendo? Então, saiba que isso é algo comum e que, geralmente, não indica nenhum problema mais grave. Inclusive, estimativas mostram que 25% dos adultos sentem dores no joelho após correr, pular, alongar, dobrar ou carregar peso. Entretanto, se persistir por muito tempo, é importante acender um sinal de alerta…
8 causas mais comuns de dores no joelho após a atividade física
Se a bateria do seu smartphone é um problema, este acessório pode ser valioso: chamado de “Activ”, ele promete carregar a bateria dos celulares com a energia produzida pelo próprio corpo. A novidade parece ter saído direto de um filme de ficção-científica: o gadget é colocado no joelho e armazena uma carga a cada passo dado. Na falta de tomada por perto, é possivel conectar o aparelho via USB em qualquer celular.
Activ é ideal para quem pratica esportes (Foto: Reprodução/Yankodesign)O gadget funciona de forma bem simples: atrelado a perna, ele aproveita a energia cinética do usuário, criada ao caminhar, para recarregar uma bateria interna. Ainda é possível ver quanta carga tem com as luzes de LED instaladas.
Projetado pelo design Ben Azzam, da Universidade de Auburn, o Activ tem uma estrutura ajustável por velcros, revestimento com neoprene e promete ser confortável no uso diário.
Activ carrega bateria usando energia do corpo (Foto: Reprodução/Yankodesign)O visual do Activ lembra as joelheiras utilizadas pelos fãs de esportes, e se cumprir a função com bom desempenho poderá ser uma opção de energia renovável útil no dia a dia, principalmente para aqueles que gostam de fazer exercícios aeróbicos ouvindo música. O dispositivo inovador ainda não tem data para entrar no mercado.
Curiosidades na internet
Há um prognóstico na medicina ortopédica que nenhum especialista pode contrariar: a cartilagem humana, quando lesada, nunca poderá ser restabelecida exatamente igual ao antigo tecido sadio – não há procedimento ou receita, até hoje, que faça isso ocorrer.
A raiz dessa dificuldade está nas próprias características do tecido, que não tem capacidade regenerativa. “A cartilagem não tem vascularização, por isso não consegue formar um novo material”, explica o ortopedista Moisés Cohen, um dos maiores especialistas no assunto.
A cartilagem é um tecido elástico, encontrado nas articulações, que serve de sustentação e dá mobilidade aos membros do corpo. Flexível, ela permite o deslizamento suave dos ossos e absorve o impacto sobre eles, impedindo que se desgastem e provoquem dores. Como se trata de um tecido muito sensível, é facilmente lesado por trauma (devido a queda ou fratura) que afete as articulações ou por desgaste natural.
Conforme explica o dr. Moisés Cohen, 75% do material que compõe a cartilagem é água e, ao longo da vida, a tendência é o tecido ficar desidratado e perder a elasticidade, levando a doenças como a artrose. No caso de traumatismos, os joelhos costumam ser o maior alvo, devido à exposição que sofrem durante atividades físicas. Estima-se que em cerca de 40% das lesões do joelho a cartilagem seja atingida.
Cartilagem cultivada em laboratório
A cartilagem não tem vascularização, por isso não consegue formar um novo material
Diante desse quadro, diversas técnicas e tratamentos voltados para a recuperação da cartilagem vêm sendo desenvolvidos ao longo dos últimos anos. Alguns especialistas alegam que a maioria não tem efeito duradouro. A exceção, hoje, é o transplante de cartilagem realizado, na maior parte dos casos, nos traumas de joelho.
O primeiro transplante desse tipo, no Brasil, foi realizado no Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), há quatro anos. Foi coordenado pelo ortopedista Moisés Cohen e sua equipe e, desde então, continua sendo considerado um dos tratamentos mais eficazes para o problema.
A técnica consiste em retirar células de cartilagem de uma região do joelho do paciente que não sofra sobrecarga de peso e multiplicá-las em laboratório. O próprio sangue do paciente é usado como meio de cultura para as células – ou seja, sua fonte de nutrientes para crescer – e também para pesquisa de material genético.
Após aproximadamente um mês, o dr. Moisés Cohen afirma que pode existir quantidade suficiente de células novas para serem enxertadas. Uma nova cirurgia é marcada e essas células são injetadas na região afetada. Em geral, cerca de seis meses após a operação, o novo tecido deverá estar integrado à cartilagem ao redor da lesão. A grande vantagem desse tratamento, segundo o ortopedista, é que a cartilagem a ser formada será praticamente igual à do tecido anterior.
Quando fazer o transplante de cartilagem
Apesar de inovador e eficiente, o transplante de cartilagem ainda não é praticado com frequência no Brasil. Entre as razões está o fato de que o procedimento só é indicado no caso de lesões causadas por traumas, que sejam pequenas e bem delimitadas e para pessoas de até 50 anos.
O transplante não funciona nos casos em que a lesão esteja muito disseminada ou quando o tecido circundante for muito fino, o que ocorre nos pacientes que sofrem de artrose e osteoporose. “Além disso, é um tratamento mais trabalhoso porque envolve duas cirurgias e, consequentemente, demanda maiores custos”, diz o ortopedista.
O procedimento só é indicado no caso de lesões causadas por traumas, que sejam pequenas e bem delimitadas e para pessoas de até 50 anos
O dr. Moisés Cohen estima que, desde o primeiro transplante, ocorrido em 2003, foram realizadas apenas outras 15 operações no Brasil até o momento. “É preciso considerar também que o pós-operatório é mais demorado e requer mais cuidados em relação a outros procedimentos para a recuperação da cartilagem.”
O paciente volta às atividades normais em oito meses, período em que deverá recorrer ao uso de muletas e terá que se dedicar a sessões rigorosas de fisioterapia. O esforço, porém, vale a pena: os resultados indicam que entre 80% e 90% da função da articulação será restabelecida.
Curiosidades na internet
Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/geek/Novo-traje-espacial-da-NASA-parece-com-o-de-Buzz-Lightyear/

A NASA divulgou em seu Flickr o modelo da sua próxima geração de traje espacial, mas a pergunta que não quer calar é: ele foi desenhado por um fã de Toy Story? Basta comparar a nova roupa dos astronautas da Agência e o uniforme do famoso boneco Buzz Lightyear para notar as semelhanças.

E convenhamos que as semelhanças do uniforme não são poucas. Além das cores branco e verde, até mesmo a cúpula transparente que protege a cabeça de quem usa o traje é muito semelhante com a do patrulheiro espacial de Toy story.
Segundo informações do DailyMail, a nova roupa da NASA vai facilitar a vida dos astronautas, que não vão demorar horas para vesti-la, já que o novo equipamento possui uma abertura na parte de trás que ajuda bastante.
Rolamentos nas articulações como tornozelo, joelho e cintura vão ajudar os astronautas a se moverem com mais naturalidade, enquanto um nylon revestido de uretano e camadas de poliéster controla a pressão interna de forma mais eficiente.
Quem aí ficou com vontade de usar a roupa do Buzz, ops, da NASA? Ao infinito e além!


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