Nvidia anuncia cinco novas placas da série 700M

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Em nota, a Nvidia anunciou nesta segunda-feira (1º) cinco novas placas da série 700M, voltadas para notebooks.

Cinco novas placas da série 700M

Conheça as cinco novas placas da série 700M

As placas são: GT 750M, 745M, 740M, 735M e 720M. Ao contrário de boa parte das placas da série 600M, as placas 700M tem como maioria baseada na arquitetura Kepler, assim como a Geforce GTX 680 para desktops. Este segmento já contava com as placas GT 700M e GT 730M que foram lançadas em janeiro.

Aglumas das tecnologias que são implementadas na série são a GPU Boost 2.0 e a Optimus. A GPU Boost 2.0 permite o ajuste automático da voltagem da GPU em relação a carga de processamento. Com isto é possível alcançar um clock de maior e consequentemente mais desempenho.

Já o Optimus é voltado para economia de energia. Caso a placa de vídeo não esteja em uso, o sistema automaticamente a desligará para evitar gastos desnecessários.

O Site AnandTech disponibilizou algumas especificações técnicas sobre toda a linha de placas da série 700M.

A Geforce 750M terá um clock de até 967MHz, 384 processadores CUDA, banda de até 80GB/s e suportará até 2GB de RAM GDDR5 ou DDR3.

A 745M conta com especificações similares, sendo a única diferença um clock inferior de 837MHz. Por fim, a 740M possui o maior clock, de 980MHz, a mesma quantida de processadores, banda e memória suportada.

Os modelos mais simples, 735M, 730M, 720M e 710M, suportarão somente 2GB DDR3 e possui uma banda menor, de 32GB/s. No caso da 720M, ela terá apenas 96 processadores CUDA e ainda será baseada na arquitetura Fermi.

Não se sabe muito sobre o desempenho de tais placas no quesito de jogos, apenas que em qualidade média, é possível rodar Starcraft 2 a cerca de 65 quadros por segundo. Nos próximos dias, veremos o primeiros benchmarks das placas, assim como ocorreu com a Geforce GTX Titan em seu lançamento.

Para mais detalhes sobre as cinco novas placas da série 700M, acesse o seu site oficial.

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Nasa descobre primeiro sistema de dois planetas que giram ao redor de dois sóis

Acesse:http://revistaepoca.globo.com/Ciencia-e-tecnologia/noticia/2012/08/nasa-descobre-primeiro-sistema-de-dois-planetas-que-giram-ao-redor-de-dois-sois.html

O sistema, batizado de “Kepler-47”, é composto por planetas maiores que a Terra

Sistema Kepler 47, com dois planetas girando ao redor de duas estrelas (Foto: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle )Sistema Kepler 47, com dois planetas girando ao redor de duas estrelas (Foto: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle )

 

Cientistas da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos, anunciaram nesta terça-feira (28) a descoberta do primeiro sistema circumbinário e multiplanetário, no qual mais de um planeta orbita ao redor de dois sóis. A observação faz parte da missão Kepler, da agência espacial americana (Nasa), que busca novos planetas.

A última descoberta “mostra que sistemas planetários podem se formar e sobreviver inclusive no caótico meio ao redor de uma estrela binária”, diz a equipe liderada pelo astrônomo Jerome Orosz.

As duas estrelas do novo sistema, batizado de “Kepler-47”, orbitam uma ao redor da outra a cada sete dias e meio. Uma delas é similar em tamanho ao Sol, enquanto a outra tem um volume três vezes menor e uma luz 175 vezes mais fraca.

Quanto aos dois planetas, o que orbita mais próxima das duas estrelas – algo que realiza a cada 49 dias – é três vezes maior em diâmetro que a Terra, o que o transforma no menor dos que se conhece orbitando em um sistema circumbinário (aquele cujos planetas giram ao redor de duas estrelas) .

O segundo planeta é ligeiramente maior que Urano e demora 303 dias para orbitar os dois sóis de “Kepler-47”. Por isso, considera-se que ele está localizado em uma “área habitável”, ou seja, que tem condições similares à Terra e portanto poderia ter água em sua superfície.

“Embora o (segundo) planeta seja provavelmente um ‘gigante de gás’ e, portanto, não adequado para a vida, seu descobrimento mostra que os planetas circumbinários podem existir, e existem, em zonas habitáveis”, assinalou a universidade.

Até agora haviam sido encontrados quatro sistemas de planetas girando ao redor de duas estrelas (os Kepler-16, 34, 35 e 38), mas este é o primeiro com mais de um planeta.

“Aprendemos que os planetas circumbinários podem ser como os de nosso Sistema Solar, mas com dois sóis”, comentou Joshua Carter, co-autor do estudo e analista do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics.

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Sistemas planetários super interessantes que você precisa conhecer

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Enviado por J A C A N I E L L O

O Universo é repleto de elementos e esquisitices que ainda precisam ser muito estudados para que o ser humano possa compreendê-los, mesmo que parcialmente. Porém, às vezes entender esses fenômenos faz com que eles se tornem ainda mais peculiares. Dois sóis, uma estrela orbitando outra e planetas anões vermelhos são apenas alguns exemplos do que o espaço pode abrigar.

E se você acha que o Sistema Solar é algo comum, saiba que ele também entra em uma das excentricidades da imensidão que está à nossa volta. Conheça agora alguns desses fenômenos espetaculares que intrigam e maravilham profissionais ou amadores da Astronomia.

Os fenômenos abaixo estão listados de forma totalmente aleatória, sem qualquer preferência de estilo ou esquisitice.

Quatro estrelas e poeira

O HD 98800 é um sistema estelar que abriga quatro estrelas anãs laranjas (também conhecidas como T Tauri). Os quatro astros formam dois sistemas binários, nos quais uma estrela orbita outra. O HD 98800 por si só já é bem peculiar, mas a nuvem de poeira que envolve um dos pares é o que mais intriga os astrônomos.

 (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

O chamado disco protoplanetário foi descoberto com a ajuda do Telescópio Espacial Spitzer e está presente em apenas um dos sistemas binários. Existe a especulação de que um planeta extrassolar seja responsável pela formação dessa nuvem de poeira, mas os cientistas acreditam que apenas a força gravitacional das estrelas seja suficiente para garantir a existência dos “anéis” de HD 98800.

Sistema de três planetas

A estrela Kepler-18 é semelhante ao nosso Sol, diferindo apenas no tamanho (cerca de 10% maior) e na massa (3% menor que a estrela do Sistema Solar). Recentemente, uma equipe de astrônomos da Universidade do Texas, com a ajuda de dados coletados pela sonda Kepler, descobriu que existem três planetas orbitando Kepler-18. O sistema contém uma “super-Terra” (chamada de Kepler-18b) e dois astros com o tamanho de Netuno (Kepler-18c e -18d).

Os planetas do sistema orbitam muito mais próximos de Kepler-18 do que Mercúrio do Sol. O astro “b” completa uma volta em torno da estrela em apenas 3.5 dias, enquanto os dois Netunos, “c” e “d”, levam 7.6 e 14.9 dias terrestres, respectivamente. Acredita-se que existam outros planetas em volta dessa estrela, mas ainda não foi possível detectar sua existência.

Ampliar (Fonte da imagem: Tim Jones/McDonald Obs./UT-Austin)

Planetas “caroneiros”

No Universo, não é incomum encontrar objetos pegando “carona” na órbita de planetas, luas e outros objetos. Batizados de Trojans, esses astros “caroneiros” podem ter os mais variados tamanhos e aspectos. A Terra, por exemplo, possui um asteroide Trojan, chamado 2010 TK7.

Janus, uma das luas de Saturno, é considerada um Trojan, pois sua órbita é tão próxima à de Epimethus (outra lua do planeta dos anéis)que por muitos anos pensou-se se tratar do mesmo objeto.

O que fez com que os cientistas percebessem o equívoco é que ninguém chegava a um acordo em relação ao período orbital do objeto, já que cada um observava a lua em épocas diferentes. Para você ter uma ideia de quão próximas são as órbitas das luas, Janus e Epimetheus chegam a trocar de lugar quando se aproximam.

De trás para frente

Não é incomum pensarmos que todos os objetos de um sistema planetário girem no mesmo sentido e direção em relação à sua estrela principal. Esse pensamento não está errado, já que a maioria dos objetos segue a mesma regra. Porém, sempre há um rebelde sem causa que faz tudo ao contrário.

No Sistema Solar, Vênus é o único planeta que roda no sentido horário (se fosse olhado de cima no polo Norte do Sol). Um habitante em Vênus veria o nascer e o pôr do Sol uma vez a cada 116 dias terrestres.

Ampliar (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Urano também possui uma peculiaridade que faz com que o dia dure mais em algumas regiões do planeta. Por causa de sua inclinação exagerada, um dia pode levar até 42 anos para passar no polo norte do astro. Nas demais áreas, são necessárias apenas 17 horas para que o Sol se ponha (ou nasça) novamente. E você achou que o Sistema Solar era o padrão de normalidade.

Nosso sistema

A formação de um sistema planetário como o nosso é bem raro. Ter vários planetas (um deles capaz de sustentar vida na forma que conhecemos) orbitando uma mesma estrela é um fenômeno bem incomum, que depende da ocorrência de centenas de fatores.

Um grupo de cientistas dos Estados Unidos e Canadá construiu um simulador que permite mostrar de forma mais concreta as dificuldades enfrentadas para o surgimento de outro Sistema Solar como o nosso. Segundo o que foi publicado na Science Journal, as simulações feitas pelo grupo mostraram que, na maioria das situações, ou os planetas não eram criados, ou adquiriam órbitas extremamente elípticas, criando um sistema planetário bem diferente.

Ampliar (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Quase um Tatooine

A sonda Kepler também foi a responsável pela descoberta de um sistema planetário que até então só tinha sido visto na saga Star Wars: um planeta com dois sóis. Kepler-16 agitou os cientistas ao mostrar se tratar de um sistema planetário circumbinário, ou seja, um único planeta orbita duas estrelas diferentes.

Diferente do que a série de ficção mostra, o planeta com o tamanho de Saturno é frio e gasoso, sendo impossível a existência de vida nele. As estrelas mãe do sistema são menores do que o nosso Sol e giram uma ao redor da outra a cada 41 dias. A órbita do planeta em torno de seus sóis é de 229 dias terrestres.

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Mais de 500 milhões de planetas podem ter vida

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Enviado por J A C A N I E L L O

Equipe da Nasa estima que podem existir até 50 bilhões de planetas apenas na Via Láctea

Cientistas ligados à Nasa apresentaram novas estimativas do número de planetas existentes na Via Láctea: nada menos que 50 bilhões. Destes, 500 milhões podem ter temperaturas compatíveis com a vida.

Os dados foram apresentados neste sábado (19) durante a reunião da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência (na sigla em inglês, AAAS) em Washington, Estados Unidos, e saíram dos primeiros resultados da missão Kepler, que enviou um telescópio ao espaço para descobrir a existência de planetas fora do sistema solar.

Para chegar a esse número, William Borucki, cientista-chefe da missão, levaram em conta aquantidade de candidatos a planetas já encontrados pelo Kepler (cerca de 1200, 54 deles dentro da zona habitável)  e estimaram que uma a cada duas estrelas têm pelo menos um planeta, e em uma a cada 200, esse planeta pode ser compatível com vida — pelo menos no que se refere à sua temperatura. Os números então foram extrapolados para o número de estrelas estimados na galáxia, 100 bilhões. “Mas o Kepler só consegue ver planetas que orbitem perto da estrela”, explicou. “Se ele estivesse observando o Sol, a chance dele captar a Terra, por exemplo, seria pequena”.

A missão Kepler descobre os planetas ao registrar a diferença de brilho de sua estrela quando o planeta passa entre a Terra e ela. Os resultados até agora são muito animadores, disse Sara Seager, professora de astronomia do MIT (Massachusetts Institute of Technology). “Muitos dos planetas que descobrimos desafiam as leis da Física como as conhecemos hoje. Já encontramos mais de 100 planetas com o tamanho de Júpiter, por exemplo. Não achávamos que poderiam haver tantos planetas tão grandes”, disse. “Kepler está nos mostrando que tudo é possível”.

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