Cientistas criam bactéria que come o CO2 do ar

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Micro-organismo criado em laboratório pode frear o aquecimento global – ou mergulhar a humanidade numa era glacial

Fulvio314 / Creative Commons 3.0

Ironicamente, a solução para o aquecimento global pode estar numa criatura que adora calor: a bactériaPyrococcus furiosus, que vive dentro de vulcões submarinos onde a temperatura chega a 100 graus. Numa experiência feita pela Universidade da Geórgia, nos EUA, esse micróbio recebeu cinco genes de outra bactéria subaquática, a Metallosphaera sedula. E dessa mistura saiu uma criatura capaz de algo muito útil: alimentar-se de CO2.

Exatamente como as plantas (que absorvem luz e CO2), mas com uma vantagem: a bactéria é mais eficiente, ou seja, se multiplica mais rápido e absorve mais CO2 do ar. “Agora podemos retirar o gás diretamente da atmosfera, sem ter de esperar as plantas crescerem”, diz o bioquímico Michael Adams, autor do estudo. Seria possível criar usinas de absorção de CO2, que cultivariam o micróbio em grande escala, para frear o aquecimento global. Depois de comer o gás, ele excreta ácido 3-hidroxipropiônico – que serve para fazer acrílico e é um dos compostos mais usados na indústria química.

Se a bactéria transgênica escapar e se reproduzir de forma descontrolada, poderia consumir CO2 em excesso e esfriar demais a atmosfera. Existe um mecanismo de segurança natural contra isso: ela só consegue comer o gás se a temperatura for de 70 graus (que seria mantida artificialmente nas usinas). Mas sempre existe a possibilidade de que a bactéria sofra uma mutação, supere esse bloqueio – e mergulhe a Terra numa nova era glacial. Talvez seja melhor deixar as plantas cuidando do CO2.

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Elon Musk cria o laboratório do Homem de Ferro na vida real

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Elon Musk mostra seu laboratório futurista

Sabe aquela sensação de quando você assistiu Homem de Ferro pela primeira vez, viu aqueles hologramas em 3D sendo manipulados por Tony Stark e pensou “uau, será que essa tecnologia já existe”? Bom, parte dela pelo menos agora existe.

Elon Musk, investidor e co-fundador do PayPal e Space X, chairman da Tesla Motors e SolarCity (sim, o curriculum é grande!), demonstrou uma versão 1.0 do seu laboratório com tecnologia ao melhor estilo “Homem de Ferro”.

Em um vídeo no YouTube da SpaceX, Musk mostra como ele criou um ambiente com um controle Leap Motion para manipular designs em 3D com gestos. O magnata demonstra como configurar uma peça de um foguete apenas com as mãos. Abrindo as palmas, a figura se amplia, enquanto fechando ela diminui. Ele “joga” a imagem de lá pra cá e de cá pra lá apenas com os gestos e rotaciona em 360° com o movimento das mãos.

“É uma maneira mais natural de interagir com o desenho”, afirma. Mais natural e mais futurista, com certeza. Ele conta que tudo foi feito com um Leap Motion, o software Siemens NX e algumas linhas de código para integrar os dois.

Musk também adaptou a ideia para usá-la com o software CAD, projeções em 3D usando óculos especiais e finalmente a realidade aumentada usando um Oculus Rift. Para ele, o Oculus é a melhor opção, pois é capaz de rastrear a posição da sua cabeça, como se você estivesse realmente se movendo em torno do objeto.

Não bastasse toda essa cena de filmes de ficção, Musk ainda criar um projeto de impressão 3D com a peça e a imprimi com uma impressora de metal, camada por camada.

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Cientistas conseguem criar mini-cérebro humano em laboratório

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(Foto: Reprodução)
Cientistas do Instituto de Biotecnologia Molecular de Viena realizaram um feito interessante. Em uma placa de Petri, eles conseguiram criar um cérebro em miniatura em laboratório utilizando células-tronco.
Segundo o artigo da revista científica Nature, os biólogos foram capazes de recriar pequenos pedaços 3D de tecido que se assemelham ao cérebro de um feto de 9 semanas de idade. Seu tamanho fica entre 3 e 4 milímetros.Embora não esteja completamente desenvolvido, o modelo do cérebro já apresenta regiões claras do órgão verdadeiro, como o cortex dorsal e uma retina ainda não amadurecida.

Segundo Juergen Knoblich, coordenador do estudo, as partes do cérebro estão corretamente organizadas, mas não estão conectadas. Ele compara o experimento a “um carro com motor e rodas, mas o motor está no teto. O carro nunca andaria, mas você ainda poderia ver como funciona este motor”, explica ele.

O estudo, segundo os cientistas, é usar estes cérebros criados em laboratório para estudar doenças como a esquizofrenia e o autismo. Cérebros de animais não levaram a estudos conclusivos por serem muito pouco similares aos dos humanos.

Como nota o CNET, cientistas já criaram outras partes do corpo a partir de células-tronco, como um rim e tecido cardíaco, mas nunca algo tão complexo como o cérebro humano. Segundo a Popular Science, a criação é a mais complexa criação in vitro da história.

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Mulher inventa “câmera” que capta cheiros

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Ideia é criar uma nova forma de salvar lembranças que não use modo visual.

Uma mulher britânica criou uma espécie de câmera capaz de reter odores. A invenção foi batizada de “Madeleine”, em homenagem ao tipo de bolo francês que pelo odor desperta recordações no personagem principal do livro “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust.

O dispositivo foi feito como trabalho de conclusão de mestrado de Amy Radcliffe, na universidade Central Saint Martins, em Londres. Segundo ela, a ideia era criar uma nova forma de salvar lembranças de modo não visual.

A Madeleine conta com uma cúpula de vidro conectada a um recipiente de cerâmica por meio de dutos. O sensor de odor fica localizado no corpo da câmera, tendo uma resina especial capaz de reter o aroma.

Mulher inventa câmera que capta cheiros

Este é transportado a um laboratório de análise, o qual realiza a reconstituição sintética do mesmo modo que uma foto ampliada. Dessa forma, o cheiro pode ser armazenado em um pequeno frasco.

A ideia é que o frasco seja usado uma única vez, já que os aromas têm menor resistência que outros tipos de memórias

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Anvisa proíbe venda de chá e emagrecedores

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As medidas valem em todo o território nacional

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e venda do chá misto solúvel Funchinane, por conter substâncias não permitidas para chás. A decisão foi divulgada hoje (12) no Diário Oficial da União.

Produzido pela empresa Naturelife, o chá contém maltodextrina (carboidrato que aumenta energia muscular), sucralose (adoçante) e dióxido de silício – todas substâncias proibidas para chás.

A comercialização dos emagrecedores Bio Waist Spirulina em cápsula e Bio Waist – Quitosana e Spirulina em cápsulas da empresa La Mata Laboratório Botânico também está proibida em todo o país. Os produtos não têm registro, segundo a agência reguladora.

As medidas valem em todo o território nacional.

A Agência Brasil tentou entrar em contato com as empresas por telefone. O número informado no site da empresa Naturelife não existe e a empresa La Mata não atendeu às ligações.

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Robôs policiais entrarão em ação ainda este ano nas ruas da Flórida

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Robocop

Um robô utilizando um distintivo poderá patrulhar as ruas das cidades, escrever multas e correr atrás de bandidos em um futuro bastante próximo. Mas não se preocupe: eles serão inteligentes e, além do cérebro, terão os olhos e ouvidos de policiais treinados que os controlarão.

“Eles serão operados remotamente por profissionais. O robô não irá atirar aleatoriamente e cometer o engano de acertar a pessoa errada”, disse Nagarajan Prabakar, um cientista da computação da Florida International University à BBC News nesta terça (2).

O conceito combina duas tecnologias: robótica e telepresença, o que deu ao projeto o apelido de “telebot”. Ele pretende oferecer a oficiais deficientes e veteranos militares uma oportunidade de servir novamente. Os pesquisadores da Universidade estão utilizando dois robôs customizados do Institute for Human Machine Cognition, que foram construídos para guerra. O protótipo do robô-policial custará aproximadamente US$ 500.000 (cerca de R$ 1 milhão).

O início do projeto só foi possível depois de ganhar uma ajuda de custo de US$ 20.000 (cerca de R$ 40.000) de Jeremy Robins, tenente comandante das Reservas Armadas dos Estados Unidos, que queria oferecer aos veteranos uma chance de se reconectarem com o trabalho.

Robô PolicialProtótipo inicial de um telebot sendo desenvolvido no Discovery Lab, da Florida International University

(Foto: Florida International Univeristy)

A tecnologia de telepresença permitirá uma comunicação em duas vias, através de vídeo e de uma interface intuitiva entre o oficial e o robô. Assim, tudo que o oficial desejar fazer, o robô responderá em tempo real. Por exemplo: quando o oficial virar para a esquerda, o robô obedecerá ao comando e fará o mesmo. Em sua primeira interação, o robô se moverá sobre rodas e suas funções serão básicas, como vigiar as ruas da cidade e se comunicar com pessoas como turistas perdidos ou criminosos tentando arrombar uma fechadura.

“Muita gente está interessada no filme Robocop, esperando modelos com mãos e andando por aí como verdadeiros policiais, mas um robô bípede é muito difícil de construir”, disse Jong-Hoon Kim, diretor do laboratório de pesquisa da Universidade. A equipe foca em criar um protótipo até o final deste ano para conduzir seus primeiros testes de campo. Os principais desafios do projeto incluem a compreensão das limitações de um robô de duas rodas (uma perseguição de criminosos em escadarias seria impossível, por exemplo) e a duração aproximada das baterias instaladas.

Futuras versões pretendem incluir um braço e uma espécie de pegador que poderá, por exemplo, colocar uma multa em um parabrisas. Os pesquisadores também pretendem incluir uma arma, como um taser, dentro do corpo do robô, para que ele possa render os bandidos pelas ruas.

“Eles podem ser deficientes” disse Prabakar, se referindo aos oficiais que controlarão os robôs policiais. “Mas podem monitorar a situação e tomar decisões corretas em uma operação”.

Será que esses robôs policiais seriam eficientes para combater o crime aqui no Brasil?

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Bactéria é capaz de produzir ouro puro 24 quilates em laboratório

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Pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, Estados Unidos, conseguiram criar ouro puro de 24 quilates em laboratório. A ‘mágica’ acontece graças a um processo conhecido como alquimia bacteriana, que permite aos cientistas transformar uma substância sem valor em um metal precioso.

De acordo com o Techeblog, a equipe descobriu que a Cupriavidus metallidurans – uma espécie de bactéria típica de água doce e que tem chamado a atenção de cientistas devido à sua capacidade de decompor metais pesados – pode crescer em concentrações maciças de cloreto de ouro. Segundo a equipe responsável pela pesquisa, a bactéria fica pelo menos 25 vezes mais forte do que era antes se colocada nesse ambiente com a substância concentrada.

Eles também combinaram sua pesquisa com uma instalação artística que utiliza uma mistura de arte, biotecnologia e alquimia para transformar ouro líquido em ouro 24 quilates. A obra possui um laboratório portátil, um biorreator de vidro e as bactérias, que produzem ouro na frente de uma plateia.

Bactéria que produz ouro

Kazem Kashefi e Adam Brown, responsáveis pelo projeto, alimentaram as bactérias com uma quantidade sem precedentes de cloreto de ouro, e dentro de uma semana as bactérias transformaram as toxinas em uma pepita de ouro.

“Esta é a neo-alquimia. Cada peça, cada detalhe do projeto, é um cruzamento entre microbiologia moderna e alquimia”, disse Brown. “A ciência tenta explicar o mundo fenomenológico. Como artista, eu estou tentando criar um fenômeno. A arte tem a capacidade de empurrar as investigações científicas”.

Mas por que não produzir ouro em larga escala utilizando essas bactérias? Simplesmente porque seria extremamente caro reproduzir o processo em uma escala maior, então, ao invés disso, Brown disse que o trabalho deve ser usado para “levantar questões sobre o impacto ambiental, a economia e a ganância”.

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