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  • Em resposta ao “rato na garrafa”, Coca-Cola abre fábricas para visitação

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/09/1348392-em-resposta-ao-rato-na-garrafa-coca-cola-abre-fabricas-para-visitacao.shtml

    Em resposta aos danos de imagem provocados por um consumidor que alega ter encontrado pedaços de rato nas garrafas de Coca-Cola em 2000, a marca de refrigerantes resolveu abrir as fábricas para visita.

    Em um vídeo postado em sua página no Facebook, a marca mostra imagens do seu processo de fabricação e diz que o “segredo” para se manter como a marca mais famosa de bebida do mundo é o “rigoroso controle de qualidade” em seu processo de produção.

    Segundo a Coca-Cola, cada garrafa é conferida por sensores de alta precisão “eliminando a possibilidade de que uma garrafa saia das fábricas sem estar em perfeita condição”.

    Sem citar nominalmente o caso do consumidor Wilson Batista Rezende, o vídeo “Conheça a verdade sobre a Coca-cola” termina convidando os consumidores a fazer uma visita às fábricas.

    Rezende afirma ter ingerido o refrigerante com pedaços de rato em dezembro de 2000. Ele já fez greve de fome em frente ao Fórum João Mendes e, na semana passada, teve sua história contada pela TV Record.

    A reportagem da TV Record repercutiu nas redes sociais e a marca passou a ser alvo de piadas. Uma delas traz a imagem de uma lata de refrigerante com os dizeres “Quanto mais RATO melhor”.

    Na quarta-feira da semana passada (18), após a repercussão da reportagem da Record, a Coca-Cola emitiu um comunicado em que lamenta do estado de saúde do consumidor, mas diz não reconhecer a responsabilidade pelo dano alegado por ele. O processo de Rezende contra a Coca está no Tribunal de Justiça de São Paulo.

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  • Start-up israelense cria câmera que lê para deficientes visuais

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/07/1313623-start-up-israelense-cria-camera-que-le-para-deficientes-visuais.shtml

    The New York TimesA israelense Liat Negrin, deficiente visual desde a infância, entrou recentemente em uma mercearia, pegou uma lata de legumes e leu seu rótulo usando uma câmera simples e discreta acoplada aos seus óculos.

    Negrin, que tem coloboma, má-formação de nascença que perfura a estrutura do olho e afeta cerca de uma em cada 10 mil pessoas, é funcionária da OrCam, start-up israelense que desenvolveu um sistema com câmera destinado a permitir que deficientes visuais se desloquem livremente e “leiam” com facilidade.

    O aparelho da OrCam consiste em uma pequena câmera usada de forma semelhante ao Google Glass, conectada por um fino cabo a um computador portátil projetado para caber no bolso do usuário. O sistema fica preso com a ajuda de um pequeno ímã aos óculos do usuário e emprega um alto-falante de condução óssea para descrever em alto e bom som as palavras ou objetos apontados.

    Para reconhecer um objeto ou texto, o usuário simplesmente aponta para ele com o dedo, e o aparelho interpreta a cena.

    O sistema reconhece um conjunto pré-definido de objetos e permite que o usuário amplie seu acervo –incluindo, por exemplo, o texto de um rótulo ou outdoor, um semáforo ou uma placa de rua– simplesmente acenando com a mão, ou com o próprio objeto, no campo de visão da câmera.

    Até agora, assistentes de leitura para cegos e outros deficientes visuais eram aparelhos desajeitados, capazes de reconhecer textos só em ambientes restritos, ou, mais recentemente, aplicativos para smartphones, com capacidade limitada.

    Divulgação
    OrCam faz óculos que interpretam texto e o vocalizam para pessoas que não podem enxgergar
    OrCam faz óculos que interpretam texto e o vocalizam para pessoas que não podem enxgergar

    O sistema foi concebido para reconhecer e descrever textos em geral –de jornais a números de ônibus–, além de objetos tão diversos quanto marcos da paisagem, semáforos e rostos de amigos. Ele reconhece textos em inglês.

    O aparelho é vendido no site da empresa por US$ 2.500, o preço de um aparelho auditivo mediano.

    Ele é diferente de outras tecnologias desenvolvidas para permitir alguma forma de visão a cegos, como o sistema de retina artificial chamado Argus II, fabricado pela Second Sight Medical Products. Esse sistema, aprovado em fevereiro pela FDA (Administração de Alimentos e Drogas dos EUA), permite que sinais visuais contornem a retina danificada e sejam transmitidos para o cérebro.

    O dispositivo da OrCam é ainda vastamente diferente do Google Glass, que também oferece uma câmera ao usuário, mas foi concebido para pessoas com visão normal e tem limitações em termos de reconhecimento visual e poder local de computação.

    A OrCam foi criada há vários anos por Amnon Shashua, pesquisador e professor de ciência da computação na Universidade Hebraica. A tecnologia se baseia nos algoritmos de visão computadorizada que ele desenvolveu com outro docente, Shai Shalev-Shwartz, e com um ex-aluno dele na pós-graduação, Yonatan Wexler.

    O avanço é resultado da rápida melhora dos computadores, que agora podem ser carregados no bolso, e do algoritmo de visão computadorizada desenvolvido pelos cientistas. O sistema OrCam é representativo também das melhorias em sistemas de visão que empregam a inteligência artificial.

    A técnica da OrCam, chamada Shareboost, se distingue pelo fato de que, à medida que cresce o número de objetos que ele precisa reconhecer, o sistema minimiza o poder de processamento adicional que é exigido.

    “Os desafios são enormes”, disse Wexler, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da OrCam. “As pessoas que têm baixa visão vão continuar a ter baixa visão, mas queremos aproveitar a informática para ajudá-las.”

    Um dos principais desafios, segundo Shashua, é permitir um rápido reconhecimento óptico de caracteres sob condições de luz muito diversas e também sobre superfícies flexíveis.

    “Os leitores ópticos profissionais de caracteres hoje funcionam muito bem quando a imagem é boa, mas temos desafios adicionais –precisamos ler o texto sobre superfícies flexíveis, como um jornal na mão”, disse ele.

    Embora o sistema possa ser utilizado por cegos, a OrCam planeja inicialmente vender o aparelho nos Estados Unidos a pessoas com deficiências visuais impossíveis de serem adequadamente corrigidas com o uso de óculos.

    A OrCam disse que mundialmente há 342 milhões de adultos com deficiência visual significativa, sendo 52 milhões deles com renda de classe média.

    Tomaso Poggio, cientista da computação no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), com quem Shashua estudou, ficou impressionado com o aparelho da OrCam. “O que é notável é que o aparelho aprende com o usuário a reconhecer um novo produto”, disse ele. “Isso é mais complexo do que parece, e, como especialista, acho realmente impressionante.

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  • Oito alimentos que parecem saudáveis, mas não são

    Acesse:http://veja.abril.com.br/noticia/saude/oito-alimentos-que-parecem-saudaveis-mas-nao-sao

    Nem todos os alimentos tidos como saudáveis são uma boa opção para emagrecer ou evitar doenças relacionadas à alimentação

    Juliana Santos
    Barrinhas de cerealBarrinhas de cereais estão entre os alimentos que não são tão saudáveis quanto parecem (Thinkstock)
    “Devemos tomar muito cuidado com aquilo que precisamos abrir a tampa ou tirar do pacote” — Luciano Giacaglia, endocrinologista

    Trocar uma lata de refrigerante por uma de chá é mais saudável? Depende. Ao contrário do que pode parecer, os chás de lata podem ter tanto açúcar quanto refrigerantes. Esse é apenas um exemplo de como alguns produtos “enganam”. Muitos deles, associados não só à perda de peso, mas a uma alimentação saudável, possuem diversas substâncias que podem causar doenças, como açúcar, gordura ou sal em excesso.

    A principal culpada pela presença de substâncias “indesejáveis” em alimentos supostamente saudáveis é a industrialização dos alimentos. “Devemos tomar muito cuidado com aquilo que precisamos abrir a tampa ou tirar do pacote”, é o que costuma dizer a seus pacientes o endocrinologista Luciano Giacaglia, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).

    No processo de industrialização, além de sal, açúcar e gordura, são adicionadas diversas substâncias químicas para realçar sabor e fazer o produto durar mais tempo, muitas das quais ainda não se sabe bem que efeito podem ter a longo prazo no organismo. “Todo alimento industrializado, por mais que pareça natural, sofreu processos que promovem modificações e acarretam perda de nutrientes”, explica Celso Cukier, nutrólogo do hospital Albert Einstein.

    Não é necessário, porém, ser radical e retirar da dieta todos os alimentos industrializados. “O problema é tornar isso um hábito e substituir todos os produtos naturais por industrializados”, explica Cláudia Cozer, endocrinologista e coordenadora do Núcleo Avançado de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês. Conheça alguns desses alimentos que parecem saudáveis, mas não são as melhores opções para perder peso ou mesmo cuidar da saúde.

    8 alimentos que parecem sau

    Sucos de caixinha

    Trocar o refrigerante por suco é um hábito que muita gente busca seguir, mas nem todos os sucos são assim tão saudáveis. Os sucos de caixinha contêm uma quantidade grande de açúcar, e mesmo as versões light ainda apresenta muitos conservantes (que podem prejudicar o funcionamento do intestino) e, em alguns casos, grandes quantidades de sódio. Muitas vitaminas presentes nas frutas são perdidas durante o processo de industrialização. Alguns fabricantes fazem a adição de vitaminas depois, mas mesmo assim a proporção não é a mesma dos sucos naturais. Sucos de polpa são um pouco mais interessantes nesse sentido, porque o processo de congelamento da fruta gera uma perda menor de vitaminas.

    Os sucos naturais são a melhor opção, mas também é preciso ter cuidado. A principal perda na hora de fazer o suco de fruta são as fibras, que são importantes para a função intestinal. “Se for tomado rapidamente, de 30 a 60 minutos depois de ser feito, o suco natural preserva grande parte das vitaminas”, explica Celso Cukier, nutrólogo do hospital Albert Einstein. Fazer o suco de manhã para servir no almoço, portanto, não é o ideal. Apesar de ser natural, o suco de frutas ainda pode apresentar um alto índice glicêmico (capacidade do alimento de promover aumento da glicose sanguínea). “Diabéticos, principalmente, devem tomar cuidado com sucos, como de melancia e laranja, que elevam a glicemia”, afirma Cukier.

    Além disso, para fazer um suco é comum utilizar uma grande quantidade de frutas, o que pode gerar um aporte calórico alto na dieta. “Se a pessoa não tiver a ingestão diária de frutas adequada (4 a 5 porções), o suco pode ser uma opção, mas não em excesso”, explica Maysa Guimarães, nutróloga dos Hospitais São Luiz, Leforte e Albert Einstein

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