Cuidado: malware escondido em vídeo no Facebook infecta mais de 800 mil pessoas

Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/facebook/Malware-escondido-em-video-de-amigos-no-Facebook-infecta-mais-de-800-mil-pessoas/

malware

Pesquisadores de uma empresa de segurança digital italiana alertaram que um software malicioso está circulando pelo Facebook disfarçado como um vídeo. O malware é capaz de invadir os navegadores e sequestrar contas de usuários.

O usuário recebe um e-mail, ou uma mensagem no próprio Facebook, dizendo que ele foi marcado em um post na rede social. A tal mensagem vem acompanhada de um link malicioso, que ao ser clicado direciona o usuário para um site que solicita o download de uma extensão ou plugin do navegador Chrome para assistir o suposto vídeo em que o usuário foi marcado.

Após o download, os criminosos terão acesso a todos os dados armazenados no navegador onde o plugin foi instalado, incluindo contas com senhas salvas. Muitas pessoas têm o hábito de salvar dados de login do e-mail, Facebook, Twitter e afins em seus navegadores para facilitar a vida, mas é exatamente aí que os golpistas conseguem as informações que desejam para acessar as contas.

Um dos pesquisadores responsáveis pela descoberta, Carlo De Micheli, disse em entrevista ao The New York Times que o software malicioso está se espalhando a uma velocidade impressionante de 40 mil ataques por hora, e até agora já afetou mais de 800 mil pessoas que utilizam o Google Chrome.

O sequestro de contas do Facebook permite que o malware se replique rapidamente, já que quando um amigo marca outro em determinado post, dificilmente existe algum tipo de desconfiança. E, para piorar, um usuário atingido tem alguma dificuldade para remover a ameaça de seu navegador, uma vez que ele bloqueia o acesso às configurações do browser infectado – que permitem que ele seja removido – e também impossibilita o acesso a muitos sites que oferecem software de remoção de vírus.

O Google, responsável pelo Chrome, foi procurado pelo NYT e disse que a empresa já estava ciente do ataque e que já havia desativado as extensões do navegador que permitiam a infecção. Veronica Navarrete, uma porta-voz do gigante da web, disse que sempre que itens contendo malware são detectados, logo são retirados da Chrome Web Store.

O Facebook também disse que seus sistemas de segurança já haviam detectado o ataque e que sua equipe estava trabalhando para limpar os links maliciosos da rede social. “Acreditamos que apenas uma pequena porcentagem de nossos usuários foi afetada por esse problema, e atualmente estamos trabalhando para garantir que eles já removeram a extensão maliciosa”, disse Michael Kirkland, porta-voz do Facebook.

Curiosidades na internet

Nova rede social Potluck estimula conversa a partir do compartilhamento de links

Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/07/1301141-nova-rede-social-potluck-estimula-conversa-a-partir-do-compartilhamento-de-links.shtml

A Branch, start-up financiada pelos cofundadores do Twitter Biz Stone e Evan Willians, lançou, no mês passado, o Potluck, rede social de compartilhamento de links.

Josh Miller, diretor de produto e cofundador da Branch, descreve o serviço como uma “festa caseira da internet”.

Ele diz que o site é voltado aos internautas que nunca escreveram um post de blog ou tuitaram. De acordo com a firma de pesquisas Pew Research, eles representam 86% de toda a internet.

O novo site segue os princípios do primeiro produto da empresa –também chamado Branch, que permite iniciar conversas e discussões com usuários convidados.

Mas, enquanto o Branch é mais usado por marcas e editores, que apostam em especialistas para realizar debates de alta qualidade sobre os mais diversos assuntos, o Potluck almeja ser o lugar em que os usuários comuns da internet se encontram para conversar sobre as coisas mais bacanas da rede com seus círculos de amigos.

Reprodução
Tela da versão web do Potluck, que deve ganhar um aplicativo para iOS em breve
Tela da versão web do Potluck, que deve ganhar um aplicativo para iOS em breve

SIMPLICIDADE

É impossível se perder no Potluck. Simples, a rede social consiste de elementos básicos onipresentes no site.

À esquerda, existe uma espécie de “linha do tempo”, que reúne os links compartilhados pelos contatos em tamanho reduzido.

Clicando nas prévias para expandi-las, o site oferece a possibilidade de mostrar o interesse por um conteúdo –através de um botão em forma de coração– ou iniciar uma conversa sobre o tema na caixa de comentários.

No texto de apresentação do Potluck, Miller explica que o site não foi pensado para medir quantos “curtir” você recebe, ou criar um álbum de “fotos de tirar o fôlego”.

“Na maioria das redes sociais, você está sob pressão constante para atender às expectativas”, escreveu.

O Potluck, Miller diz, não é sobre sua persona, sua imagem na internet, mas sobre os interesses que unem os usuários em torno de um assunto em comum.

O maior exemplo disso é que o site não identifica o autor de um post na barra lateral. Não há nomes nem fotos. Para descobrir quem são as pessoas engajadas com um link, é preciso expandi-lo.

Outro traço do Potluck é o foco na interação entre amigos e conhecidos. No início, portanto, seu público é limitado aos contatos do Twitter, do Facebook e do Gmail.

Mas isso não quer dizer que você não pode encontrar pessoas novas. Amigos de amigos podem interagir com os seus posts, dando-lhe a opção de adicioná-los.

REDDIT

Nas redes sociais e em veículos especializados, o Potluck tem sido comparado ao já consagrados Reddit, que também têm na sua essência o compartilhamento de links, imagens e vídeos interessantes encontrados pela internet.

Mas, como aponta o site especializado em tecnologia “The Next Web”, a rede social da Branch se difere por não medir os votos positivos que um link pode obter –aparece aí mais uma vez o princípio de não focar a persona, mas o conteúdo.

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