Acesse:http://www.techmestre.com/irmas-gemeas-se-tornam-maes-no-mesmo-dia-uma-da-outra.html
Descoberta da gravidez também foi no mesmo dia – probabilidade era de uma em 400 mil.

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Descoberta da gravidez também foi no mesmo dia – probabilidade era de uma em 400 mil.

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Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/11/131112_maes_amamentacao_dg.shtml
Projeto de estímulo à amamentação será só em áreas pobres do norte da Inglaterra
Um programa do governo britânico vai oferecer uma recompensa no valor de mais de R$ 700 para mães que amamentem seus bebês.
O esquema piloto – custeado pelo governo britânico e por uma associação de pesquisa médica – está sendo implementado em áreas pobres de South Yorkshire e Derbyshire, no norte da Inglaterra.
As mães receberão cupons para serem gastos em lojas e supermercados.
O esquema será testado com 130 mães até março. Caso seja bem-sucedido em estimular a amamentação, ele pode se transformar em um programa de escala nacional.
Essa não é a primeira vez que estímulos deste tipo são usados pelo NHS – o sistema nacional de saúde pública da Grã-Bretanha. Um programa semelhante já foi usado para combater o cigarro e estimular a perda de peso.
As regiões de South Yorkshire e Derbyshire foram escolhidas por apresentarem baixos índices de amamentação. Em média, apenas cerca de 25% das mães amamentam entre a sexta e oitava semana após o nascimento. A média nacional é de 55%.
Uma parte do dinheiro – 120 libras (cerca de R$ 430) – estará disponível antes mesmo de elas começarem a amamentar. O restante é desembolsado depois. Todas as mães terão acompanhamento de agentes de saúde.
Pesquisas sugerem que amamentação ajuda no desenvolvimento da saúde dos bebês e a prevenir problemas estomacais e infecções.
Clare Relton, uma especialista da Universidade de Sheffield, universidade que participa do esquema piloto, disse que o programa pode ajudar a tornar a amamentação em um padrão normal, e não na exceção.
Mas Janet Fyle, do Royal College of Midwives, uma entidade de representação de parteiras, questiona o programa.
“O motivo para a amamentação não pode ser baseado em recompensa financeira. Ele precisa ser algo que a mãe quer fazer, que seja do interesse da sua saúde e do bem-estar do filho.”
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Bebês prematuros ou com complicações apresentadas após o seu nascimento são diretamente encaminhados para a UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) neo-natal e acabam ficando longe de suas mães. O hospital Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles, Estados Unidos, começou a usar iPads para manter as mães em contato com seus bebês e médicos no centro intensivo. A notícia saiu no Tuaw.
A condição pós-parto de muitas mães pode impedí-las de se dirigir até a UTI para visitar seu bebê devido a infecções, complicações pós-cirúrgicas ou dificuldades para se levantar da cama – para ter uma ideia, segundo o Cedars-Sinai, de 20% a 30% das mães que passaram por uma cesariana não se sentiram bem ou conseguiram sair de suas camas nas 24 ou 48 horas após a operação. Com os iPads, essas mães podem ver seus bebês de perto, interagir com eles e com a equipe médica da UTI neo-natal.
“O BabyTime (como está sendo chamado o projeto) servirá como uma ponte de comunicação entre a família e a equipe médica do bebê, e é um excelente uso da tecnologia para ajudar as novas mães a manterem vínculos com seus bebês mesmo quando não podem estar juntos fisicamente. Quando os médicos e enfermeiros estiverem tratando o bebê na UTI, a mãe pode estar virtualmente presente, fazer perguntas e ter novidades sobre o quadro do seu filho”, afirmou em nota oficial Charles F. Simmons Jr., chefe do departamento de pediatria do Cedars-Sinai.
Foto: Divulgação
Assim que um bebê recém-nascido é encaminhado para a UTI, um iPad é instalado próximo à sua encubadora e outro posicionado ao lado do leito materno, permitindo que as mães acessem as imagens em tempo real do berço do seu filho e conversem com os médicos até duas vezes ao dia. O hospital também é um dos primeiros a adotar iPhones para sua equipe médica, facilitando assim a comunicação entre médicos e enfermeiros.
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