Fenômeno acontece a cada 26 meses e deixará o planeta vermelho mais perto do nosso
Nessa terça-feira (8) astrônomos puderam observar a oposição de Marte, um evento que ocorre uma vez a cada 26 meses
Foto: Divulgação
Fenômeno acontece a cada 26 meses e deixará o planeta vermelho mais perto do nosso
Nessa terça-feira (8) astrônomos puderam observar a oposição de Marte, um evento que ocorre uma vez a cada 26 meses
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Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/40165/40165
A máquina coletará punhados de terra lunar e os aquecerá a tal ponto que hidrogênio, oxigênio e vapor de água sejam expelidos. Os dois componentes, então, podem ser combinados para a formação da água, conforme explicado pela Wired.
De acordo com a revista, um experimento assim também será feito em Marte, mas só em 2020. Lá o robô extrairá dióxido de carbono, filtrando o pó para depois processar o CO2 em oxigênio.
Será a primeira vez que se tenta converter lugares fora da Terra em habitáveis sem a ajuda de equipamento especializado. Se der certo, missões futuras poderão tentar industrializar o método para, quem sabe, um dia os humanos possam morar fora de seu próprio planeta.
Curiosidades na internet
Serão enviadas 24 pessoas para “colonizar” o planeta vermelho
Uma missão que pretende levar humanos a Marte e que atraiu 200 mil inscrições selecionou mais de mil pessoas que serão testadas para se chegar a uma lista final de 24 candidatos a morar naquele planeta.
O projeto Mars One foi lançado em 2011 por dois holandeses com o objetivo de estabelecer uma vida humana permanente no planeta em 2025. Eles esperam que o projeto seja financiado por investidores e pelos direitos de transmissão de documentários sobre os testes, o treinamento e a seleção final. O projeto promete uma colônia no planeta vermelho até 2023.
Descoberta de vida em Marte está cada vez mais próxima, afirma especialista
Os 1.058 candidatos que estão nesta primeira rodada são do mundo inteiro. De longe, o maior número de concorrentes – 297 – é de norte-americanos, seguidos de 75 canadenses e 62 indianos.
Eles precisam se submeter a testes rigorosos, incluindo simulações da vida em Marte e lidar com o isolamento, disse um dos fundadores da missão, Bas Lansdorp.
— O desafio com os 200 mil inscritos é separar aqueles que sentimos estar física e mentalmente preparados para serem embaixadores humanos em Marte daqueles que obviamente estão levando a missão muito menos a sério
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Acesse:http://noticias.seuhistory.com/viagem-tripulada-marte-ja-pode-ter-data-certa-para-acontecer


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Sonda registra região de cânions com mais de 4 mil km no planeta vermelho
NASA/JPL/University of Arizona
O ferro das dunas marcianas é derivado de minerais contidos em rochas vulcânicas. Para motivo de comparação, as dunas de areia da Terra são feitas de quartzo. A Mars Reconnaissance Orbiter orbita Marte desde 2006 e tem como principal missão buscar evidências de que existiu água no planeta.
O equipamento usado na captação da imagem é operado pela equipe da Universidade do Arizona, em Tucson (EUA). A imagem mostra a interação dos sedimentos trazidos pelo vento na superfície de Marte.
A foto mostra o chamado de “Labirinto da Noite”, que fica na região vulcânica de Tharis Rise. O local tem mais de 4 mil km de extensão, cerca de 200 km de largura e 7 km de profundidade.
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Acesse:http://noticias.seuhistory.com/imagens-ineditas-de-um-eclipse-das-luas-em-marte

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Mais de 100 mil pessoas se inscreveram para uma viagem sem volta à Marte, dentro de um projeto que pretende colonizar o planeta a partir de 2023.
As inscrições online, que ainda estão abertas até o dia 31 de agosto, fazem parte do Mars One, iniciativa liderada pelo cientista holandês Bas Lansdorp, que participou de uma conferência no último dia 9 por meio do Twitter, para responder perguntas dos candidatos e jornalistas.
Lansdorp, que confirmou o número de inscritos aos principais jornais americanos esta semana, disse que a quantidade de candidatos tende a crescer ainda mais nas próximas semanas.
“Existe um grande número de pessoas que ainda está trabalhando nos próprios perfis, decidindo se pagam ou não pela inscrição ou continuam preparando os vídeos de apresentação, preenchendo os formulários e seus currículos”, explicou Bas em entrevista à rede de TV CNN.
Os candidatos que decidem se inscrever pagam uma taxa que, de acordo com os organizadores do Mars One, ajudará a financiar o custo do projeto, orçado em Us$ 6 bilhões (ou quase R$ 14 bilhões).
O valor da inscrição, que só pode ser feita por quem tem 18 anos ou mais, varia de acordo com o país. Nos EUA a taxa é de US$ 38 (ou cerca de R$ 86), sendo que no México o valor é menor –US$ 15 (ou aproximadamente R$ 34).
| Mars One | ||
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| Ilustração do que seria a colônia em Marte |
Patrocínio
O site oficial do Mars One iniciou no começo do mês a exibição de um documentário –o One Way Astronaut (Astrounata sem volta)– que explica o projeto em detalhes para aqueles que se dispuserem a morar em Marte. No entanto, para assistir ao filme, o internauta também precisa pagar –US$ 2,95 (R$ 6,79) para visualização online ou US$ 4,95 (R$ 11,32) para download.
Todos os valores são justificados como doações para financiar os quase R$ 14 bilhões descritos como necessários para construir as estações para habitação em Marte, além de financiar o custo da própria viagem, que de acordo com o site da missão, levará sete meses e será “o próximo grande passo da humanidade”.
Em janeiro, o Mars One divulgou em anúncio oficial do próprio site que o Interplanetary Media Group –empresa que gerencia todos os investimentos de propriedade intelectual e mídia do projeto– também recebeu os primeiros investimentos privados cujo valor não foi divulgado. De acordo com o site da missão, o fundo irá financiar os custos de pesquisa e o processo de seleção do Mars One.
Seleção
Até agora, o site do projeto confirma ter recebido inscrições de mais de 120 países, incluindo o Brasil, EUA, China, Rússia, México,, Canadá, Colômbia, Argentina e Índia.
“O Mars One é uma missão representando toda a humanidade e seu verdadeiro espírito será justificado apenas se pessoas de todo o mundo estiverem representadas. Eu me orgulho de ver exatamente isso acontecendo”, disse Lansdorp em artigo publicado no site do Mars One.
Os futuros astronautas da missão serão escolhidos em 4 etapas.
Na primeira, a seleção é feita com base no currículo, carta de intenção e vídeo enviado pelo candidato. Na segunda fase, os candidatos devem apresentar atestado médico e físico e se encontrarão com comitês regionais da missão para entrevistas.
Na terceira etapa, o processo passa para o nível nacional, de onde sairá um candidato por país selecionado. Essa etapa será transmitida pela TV e internet em cada país participante e o público desses países decidirá o próprio representante dentre um grupo de 20 a 40 candidatos por nação.
Na etapa final, os candidatos restantes, que precisam se comunicar bem em inglês, participarão de um evento transmitido pela TV em todos os países participantes para selecionar apenas 24 astronautas.
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Enviado por Fabio Maia Vital
Essa é a história mais plausível para a infância do planeta, de acordo com as descobertas mais recentes do jipe-robô Curiosity.
A conclusão está em dois estudos publicados hoje na revista “Science”, que revelam com precisão inédita a composição do ar em Marte.
Já se desconfiava que o planeta tinha perdido ar no passado, mas ao analisar detalhes na composição de diferentes gases, cientistas se deram conta de que a erosão atmosférica inicial foi muito mais brusca do que se pensava, e só depois se amainou.
Após nascer com uma atmosfera espessa, com pressão centenas de vezes maior que a da Terra, Marte rapidamente perdeu quase todo seu ar e se tornou, talvez, parecido com nosso planeta. A erosão continuou, porém, e hoje o ar marciano é tão rarefeito que sua pressão é de menos de um centésimo daquela na superfície terrestre.
Os cientistas conseguiram deduzir esse histórico de perda de atmosfera porque os átomos mais leves de um gás se concentram no alto da atmosfera, e o vento solar os empurra para fora do planeta com mais facilidade. A proporção de gás argônio com pesoatômico 36 para o argônio com peso atômico 40, por exemplo, era maior antes de a atmosfera sofrer erosão.
Cientistas ainda debatem o que pode ter causado essa perda de atmosfera tão brusca, e isso deve ter a ver com o campo magnético do planeta, que dependia de um fluxo de magma em seu interior. Caso esse magma tenha se solidificado, o magnetismo se esvaiu e deixou o planeta exposto ao vento solar, que era mais forte naquela época. Outra hipótese é a de uma grande colisão ter desestabilizado o fluxo de magma.
Para Paul Mahaffy, líder de um dos estudos, impactos com asteroides e cometas podem ter dado conta de afinar a antiga atmosfera marciana.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
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CONDIÇÕES AMENAS
A missão do Curiosity é investigar a possibilidade de Marte ter tido condições favoráveis à vida no passado, mas ainda não está claro se a história da perda precoce da atmosfera do planeta é notícia boa ou ruim para isso.
Certamente, não é um impeditivo, pois ao menos durante algum tempo a pressão atmosférica do planeta foi adequada para manter água líquida, cujo fluxo deixou sinais em rochas. “A questão é quanto tempo essa água durou”, disse Mahaffy à Folha. “É plausível que ela tenha persistido bastante tempo sob uma atmosfera não tão pesada quanto a inicial.”
Chris Webster, líder do outro estudo da Nasa que sai hoje, se diz otimista. Mesmo que a atmosfera de Marte tenha sido reduzida a um décimo do tamanho original logo no início, diz, ela ainda teria um valor razoável, e só ao longo do tempo teria sido encolhida para o valor atual.
“Houve um período em que a atmosfera de Marte era similar à nossa, e havia água líquida”, diz. “É preciso levar em conta, claro, que a superfície de Marte é muito cruel, com muita radiação ultravioleta, mas abaixo da superfície há a possibilidade de ter havido um monte de ingredientes necessários à vida.”
Essas condições amenas, porém, estariam com os dias contados, pois o fim do campo magnético de Marte o levaria a continuar a perder atmosfera e pressão.
Em novembro, a Nasa enviará a Marte a sonda Maven, que vai investigar a atual taxa de perda atmosférica.
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Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/lego/LEGO-ira-lancar-kit-de-montagem-da-sonda-Curiosity/

A sonda Curiosity, enviada a Marte no ano passado, está se tornando um personagem muito popular, tanto que a LEGO decidiu lançar uma versão para montar do veículo espacial, dentro do projeto LEGO CUUSOO. A empresa escolheu um modelo criado por um fã dos tijolinhos depois que sua criação recebeu a maior quantidade de votos na página do CUUSOO. As informações são da NBC News.
“Nós entendemos que este produto tem um forte apelo e demanda pelas comunidades especiais e educacionais”, afirmou Tim Courtney, Community Manager da LEGO. “O produto se alinha perfeitamente com a missão do Grupo LEGO de ‘inspirar e desenvolver os construtores de amanhã’, incluindo aqueles que irão construir nosso futuro no espaço”. O projeto CUUSOO convida os fãs da marca a desenvolverem novos modelos que, se forem bem votados, poderão ser lançados comercialmente.
A Curiosity de LEGO foi desenvolvida por Stephen Pakbaz, que atende no site CUUSOO pelo apelido de ‘Perijove’, e ele apresentou seu protótipo da sonda em novembro de 2011, quando ainda trabalhava como engenheiro mecânico no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia, Estados Unidos. “Minha esperança era ter um set produzido enquanto a sonda real ainda estivesse viva em Marte, de modo que o modelo poderia ajudar as crianças a aprender sobre as verdadeiras descobertas da sonda enquanto elas aconteciam”, explicou Pakbaz.
O criador do modelo também teve muito cuidado na hora de colocar todos os detalhes possíveis da sonda Curiosity em seu modelo de montar, incluindo suspensão nas rodas, que são ideiais para a navegação da sonda sobre o solo de Marte, câmera principal e até um pequeno trecho do ‘solo’ do Planeta Vermelho com uma elevação, indicando a entrada da sonda nas crateras marcianas.
Por enquanto, a Curiosity da LEGO ainda está em desenvolvimento e não tem data prevista para seu lançamento no mercado.
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