
O governador Rui Costa informou, nesta terça-feira (28), que vários municípios do sul da Bahia perderam todas as medicações e vacinas durante as enchentes e alagamentos que atingem a região, desde o mês de novembro. Uma dessas cidades é Jucuruçu…

O governador Rui Costa informou, nesta terça-feira (28), que vários municípios do sul da Bahia perderam todas as medicações e vacinas durante as enchentes e alagamentos que atingem a região, desde o mês de novembro. Uma dessas cidades é Jucuruçu…
Acesse:http://www.mundodastribos.com/venda-de-cha-verde-injetavel-e-proibida-pela-anvisa.html
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tomou a decisão de proibir a venda de chá verde injetável. Desta forma, o medicamento não poderá ser comercializado, distribuído e tão pouco fabricado no Brasil. A resolução foi publicada oficialmente na última segunda-feira (8) no “Diário Oficial da União”.

O EXTRATO INJETÁVEL DE CHÁ VERDE ESTÁ PROIBIDO
A fabricação e o comércio de extratos injetáveis a base de chá verde foram suspensos após a agência descobrir que o uso da substância é tido como um método para emagrecer e acabar com as gorduras localizadas.
De acordo com a Anvisa, não há estudos que comprovam a segurança da aplicação do medicamento, por isso a sua formulação subcutânea pode representar um perigo para a saúde do paciente.
Os benefícios do chá verde injetável começaram a ser divulgados na internet, o que chamou a atenção da (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Os sites indicam tratamentos estéticos para emagrecimento que fazem uso da substância, sem garantir que os extratos vegetais são seguros para o organismo humano.

Com a medida da Anvisa, a injeção que tenha o chá verde como componente isolado ou associado a outros extratos vegetais está banida. Por outro lado, a agência não estabeleceu qualquer restrição para o consumo oral de chá verde, ou seja, através de capsulas.
Curiosidades na internet
Mais de 3 milhões de medicamentos fabricados entre dezembro de 2011 e novembro de 2012 devem ser recolhidos. O problema está no gotejador que pode causar uma superdosagem. Saiba mais

O Ministério da Justiça anunciou nesta quarta (22) o recall de mais de 3 milhões de embalagens do analgésico TYLENOL® em gotas. Dezenove lotes do medicamento versão gotas de 15 ml – de uso adulto e pediátrico – serão recolhidos das farmácias e distribuidores a partir de segunda (27).
Eles foram fabricados entre dezembro de 2011 e novembro de 2012 e a numeração dos lotes vai de PPL055 até RJL123 (veja tabela abaixo). O defeito de fabricação está no gotejador. Ao retirar a tampa do produto, o bico pode se desprender e ficar frouxo. Então, ao apertar o frasco para pingar as gotas na boca da criança, ele pode se soltar e acontecer uma superdosagem.
Como todo medicamento, TYLENOL® apresenta um limite de dosagem. Uma superdosagem traz riscos de danos graves ao fígado, náusea, outros sintomas gastrointestinais e elevação das enzimas hepáticas. Os primeiros sintomas que surgem são sonolência e enjoos.
Em nota oficial, a Janssen-Cilag Farmacêutica, fabricante do produto, afirmou que consumidores que já tiverem adquirido o remédio “não devem administrá-lo diretamente na boca” — o mais indicado é gotejá-lo antes em um copo ou uma colher. Aliás, isso deve ser feito sempre na hora de dar o medicamento ao seu filho.
A empresa disse ainda que essa ação não afeta os outros produtos da linha TYLENOL®, que continuam a ser vendidos normalmente. O TYLENOL® (paracetamol) gotas de 15 ml, uso adulto e pediátrico, é fabricado e distribuído apenas no Brasil.
Para mais informações, ligue para 0800 7286767 ou pelo site www.tylenol.com.br.
| Lotes afetados pelo Recall (o número do lote pode ser localizado na parte traseira do frasco do produto e na parte superior da caixa do produto): |
|---|
|
PPL055 |
| PPL056 |
| PPL057 |
| RAL030 |
| RCL088 |
| RFL095 |
| RFL096 |
| RGL052 |
| RHL047 |
| RKL037 |
| RLL015 |
| RLL087 |
| RML007 |
| RML125 |
| RML135 |
| RML175 |
| RNL049 |
| REL036 |
| RJL123 |
Uma nova opção de tratamento contra o câncer de mama avançado deve ficar mais ao alcance das brasileiras.
Na semana passada, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estendeu para essa doença a indicação do everolimo –droga já usada no país para outros fins.
A expectativa é que o remédio possa ser usado por 15% das pacientes com câncer de mama, doença que, segundo estimativas, atingiu 52 mil mulheres em 2012 no Brasil.
A Anvisa segue o entendimento de agências nos EUA e na Europa, que aprovaram em 2012 o uso do everolimo para pacientes na pós-menopausa com câncer de mama avançado, desde que o tumor seja hormonodependente –característica de até 70% do total dos casos.
Segundo Maira Caleffi, presidente da Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama), a droga é uma opção para quem teve metástase, fez tratamento com terapias hormonais, mas se tornou resistente às drogas.
“É uma grande arma e é uma droga oral”, diz ela.
Álvaro Caldas, gerente médico do Afinitor (única marca do everolimo, da Novartis), diz que um estudo com 724 mulheres identificou o impacto contra a doença.
“O everolimo mais que dobra a sobrevida livre de progressão da doença, e a paciente chega a ter uma redução do risco de recorrência da ordem de 55%.”
O medicamento e o tratamento hormonal que o acompanha custam R$ 8.000 por mês. Algumas mulheres vinham tendo acesso ao remédio por alguns planos de saúde e pela via da Justiça.
Esse foi o caso da advogada Laís Barbosa, 60, que ganhou liminar contra o Estado do Rio Grande do Sul na semana passada. Depois da primeira aparição do câncer, em 2003, a doença voltou em 2012 duas vezes em locais diferentes. Da segunda vez, começou a tomar o everolimo, obtido por doação.
“Em dezembro, fiz uma ressonância magnética do crânio e a melhora foi gritante. Daí saiu toda a vontade de lutar e pedir o remédio na Justiça”, conta ela.
Patrick Eckert, gerente-geral de oncologia no Brasil da Novartis, diz que a empresa deve encaminhar ao Ministério da Saúde, nos próximos dias, um pedido para que o uso do remédio seja
incorporado à rede pública.
Curiosidades na internet
Acesse:http://veja.abril.com.br/noticia/saude/planos-devem-dar-remedios-a-pacientes-cronicos-diz-ans
Planos individuais passariam a oferecer medicamentos para doenças como diabetes, asma brônquica, DPOC, hipertensão e insuficiências coronariana e cardíaca congestiva
A nova medida da ANS deve favorecer o tratamento de doenças que mais atingem a população, como diabetes, asma brônquica e hipertensão (Jupiterimages/Thinkstock)
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta quarta-feira a abertura de consulta pública para receber propostas sobre medida que vai incentivar os planos de saúde a fornecer medicamentos para pacientes com doenças crônicas. Por lei, a agência não pode obrigar os planos a oferecerem medicamento domiciliar. A medida deve favorecer o tratamento de condições que mais atingem a população, como diabetes, asma brônquica e hipertensão, e evitar agravamentos provocados pela falta dos remédios ou pela interrupção da medicação. As operadoras poderão repassar os custos para as mensalidades.
Além de oferecer medicamentos, a agência quer criar mecanismo de acompanhamento do paciente depois de intercorrência ou internação. “É preciso fazer com que a pessoa tome a medicação de maneira correta. É uma medida extremamente eficaz para diminuir complicações e para que tenham vida mais longa e com mais saúde”, diz Martha Oliveira, gerente geral de Regulação Assistencial da ANS.
Os planos individuais teriam de oferecer, ao menos, medicamentos para seis doenças: diabetes, asma brônquica, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), hipertensão, insuficiência coronariana e insuficiência cardíaca congestiva. Já para os planos coletivos vale a livre negociação. Durante 30 dias, entre 4 de setembro a 3 de outubro, a agência recebe sugestões para a consulta pública. Para participar, é só acessar o site da ANS (www. ans.gov.br), em “Participação da Sociedade/Consulta Pública”.
Câncer — A proposta da ANS não abrange a quimioterapia domiciliar. A obrigatoriedade do fornecimento desse tipo de medicamento já está sendo tratada em projeto de lei, que tramita no Congresso. “A ANS concorda totalmente com a lógica da medicação oral para câncer ser fornecida pelo plano de saúde. A medicação para câncer vem evoluindo e a quimioterapia vem deixando de ser venosa para ser ora”, diz Martha. O fornecimento de quimioterapia oral pelos planos tem sido conquistado na Justiça.
Planos — A Federação Nacional de Saúde Suplementar, que representa 15 grupos empresariais, responsáveis por 36,6% dos beneficiários, lembrou em nota que “o oferecimento e formatação desse produto é uma decisão estratégia e comercial de cada empresa”. “Experiências internacionais, conforme análise feita pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) baseada em artigos científicos publicados em revistas especializadas dos EUA, apontam tendência de crescimento na despesa com medicamentos. Até porque esses estudos não são conclusivos quanto aos benefícios sobre a saúde de contratantes de planos de saúde”, diz a nota divulgada.
Curiosidades na internet
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