Tag: Memória

  • Sony lança Cybershot DSC-TF1, câmera à prova de água, queda e poeira

    Acesse:http://www.techtudo.com.br/lancamentos/noticia/2013/04/sony-lanca-cybershot-dsc-tf1-camera-a-prova-de-agua-queda-e-poeira.html

    Sony acaba de lançar a DSC-TF1, uma câmera ultra resistente à prova d’água, quedas, poeira e grandes variações de temperatura. Assim como as outras da família Cybershot, esta compacta é destinada ao público que se preocupa principalmente com a portabilidade do equipamento. Leve, ela pesa aproximadamente 109 g e mede 102,4 x 62 x 22,7 mm.A

    Câmeras Sony DSC-TF1 chegam nas cores vermelha, preta e azul (Foto: Divulgação)Câmeras Sony DSC-TF1 chegam nas cores vermelha, preta e azul (Foto: Divulgação)

    Disponível nas cores vermelha, azul e preta, o produto chega ao mercado brasileiro pelo custo de R$ 699, acompanhando cartão de memória de 8 GB. Embora não se compare a equipamentos profissionais, a nova Cybershot não deixa a desejar em termos de qualidade de imagem. Ela tem resolução de 16,1 megapixels, visor LCD de 2,7 polegadas e zoom óptico de 4x, além de ser capaz de gravar vídeos em HD.

    Cybershot é à prova de água, queda e poeira (Foto: Divulgação)Cybershot TF1 é à prova de água, queda e poeira
    (Foto: Divulgação)

    A durabilidade da DSC-TF1 a torna ideal para quem pratica esportes ou carrega câmera fotográfica para todo canto, como praia e piscina. Você pode derrubá-la de uma altura de até 1,5 m, mergulhá-la em água a até 10 m de profundiodado ou usá-la em temperaturas entre -10 ºC a 40 ºC; ela vai aguentar o tranco.

    Graças à tecnologia Stead Shot, ela é capaz de capturar fotografias nítidas mesmo com tremulação das mãos ou equipamentos esportivos. A DSC-TF1 ainda conta com recurso de foto panorâmica em 360º e de edição de imagem. O menu diversão possui 12 modos de seleção de cena e quatro opções de efeitos diferentes, que permitem alterar as fotos antes mesmo de compartilhá-las com os amigos.

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  • Motorola apresenta Razr HD, primeiro celular com 4G no Brasil, por R$ 1.999

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1151648-motorola-apresenta-razr-hd-primeiro-celular-com-4g-no-brasil-por-r-1999.shtml

    O Razr HD, um dos novos celulares que a Motorola apresentou na semana passada, chegará ao Brasil no quatro trimestre deste ano por R$ 1.999, revelou a empresa durante evento nesta terça-feira (11).

    Ele será o primeiro aparelho com acesso a redes 4G vendido no país. A tecnologia que permite transmissão de dados mais rápida do que as atuais 3G.

    Motorola Razr HD

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    Divulgação

    Motorola Razr HD, celular com sistema Android, do Google, e acesso a redes 4G

    Fabricado no Brasil, o Razr HD virá com sistema Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) e deve ganhar atualização para a versão 4.1 (Jelly Bean) ainda neste ano, segundo a empresa.

    Ele será lançado em todas as operadoras, disse a Motorola. Pela Claro, deve ser vendido por R$ 1.999 (pré-pago) e R$ 999 (plano ilimitado 400).

    A Motorola espera que o aparelho chegue ao mercado brasileiro na primeira semana de outubro, mas essa data não é garantida.

    Veja abaixo as especificações do Razr HD:

    • Sistema operacional: Android 4.0 (Ice Cream Sandwich); atualizável para 4.1 (Jelly Bean)
    • Tela: 4,7 polegadas, 1.280 x 720 pixels
    • Processador: 1,5 GHz, duplo núcleo
    • Memória: 1 Gbyte
    • Armazenamento: 16 Gbytes (12 Gbytes disponíveis); entrada para cartão microSD
    • Câmera: 8 Mpixels, vídeo 1.080p
    • Dimensões: 131,9 x 67,9 x 8,4 mm
    • Peso: 146 g

    A empresa declarou estar avaliando o lançamento no Brasil do modelo Razr Maxx HD, que oferece maior capacidade de armazenamento e uma bateria com duração mais longa.

    4G

    Quem decidir comprar um Razr HD deve ter em mente que não conseguirá usufruir de seu grande diferencial, pois a rede 4G ainda não é oferecida comercialmente no Brasil.

    Por enquanto, a Claro oferece o acesso a redes 4G apenas em caráter experimental, nas cidades de Paraty (RJ), Búzios (RJ) e Campos do Jordão (SP).

    A apresentação do Razr HD contou com uma estrutura de rede 4G montada especialmente para o evento. Com isso, os convidados puderam experimentar um pouco da nova tecnologia.

    Fizemos alguns testes rápidos, e a experiência agradou. É impossível afirmar, porém, que as redes 4G apresentarão o mesmo desempenho assim que forem lançadas comercialmente. De qualquer maneira, as primeiras impressões foram boas.

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  • Super Interessante – Esquecer para lembrar

    Acesse:http://super.abril.com.br/ciencia/esquecer-lembrar-617874.shtml

    A sua cabeça está cada vez mais cheia de coisas. Mas por que esquecemos o que queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta – e vai contra tudo o que se pensava.

    Você conhece uma pessoa e logo depois esquece o nome dela? Nunca sabe onde largou as chaves de casa, a carteira, os óculos? Vai ao supermercado e sempre deixa de comprar alguma coisa porque não se lembra? E de vez em quando, bem no meio de uma conversa, para e se pergunta sobre o que é que estava falando mesmo? Você não é o único. Bem-vindo ao mundo moderno. Devem existir uns 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. No meio de tudo o que escolhemos e temos para fazer é difícil se lembrar de alguma coisa. Isso você já sabe. O que você não sabe é que a sua memória tem uma capacidade incrível, muito maior do que jamais imaginou. E a chave para dominá-la não é tentar se lembrar de cada vez mais coisas: é aprender a esquecer.

    Mas o que está acontecendo, afinal, com a memória das pessoas? Tudo bem que recebemos cada vez mais estímulos, que acabam gerando uma sobrecarga mental. Mas isso não explica tudo. Afinal, se as informações competem por espaço na nossa cabeça, deveríamos nos lembrar do que é mais importante e esquecer o menos importante, certo?

    Só que, na prática, geralmente acontece o contrário. Você é capaz de esquecer o seu aniversário de namoro, mas certamente se lembra que “pra dançar créu tem que ter habilidade”, ou o refrão de qualquer outra música que tenha grudado na sua cabeça. Por que esquecemos o que queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta, e vai contra tudo o que sempre se pensou sobre memória. A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras.

    Em muitos casos, isso é verdade (é por isso que, quando você se lembra de uma palavra que aprendeu na aula de inglês, por exemplo, logo em seguida outras palavras vêm à cabeça). Mas um estudo revolucionário, que foi publicado por cientistas ingleses e está causando polêmica entre os especialistas, descobriu o oposto. Quando você se lembra de algo, isso pode gerar uma consequência negativa – enfraquecer as outras memórias armazenadas no cérebro. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, explica o psicólogo James Stone, da Universidade de Sheffield. Vamos explicar.

    As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre os neurônios. Suponha que você pegue um papelzinho onde está escrito um endereço de rua. O seu cérebro usa um grupo de neurônios para processar essa informação. Para memorizá-la, fortalece as ligações entre eles – e aí, quando você quiser se lembrar do endereço, ativa esses mesmos neurônios. Beleza. Só que nesse processo parte do cérebro age como se a tal informação (o endereço de rua) fosse uma coisa inteiramente nova, que deve ser aprendida. E esse pseudoaprendizado acaba alterando, ainda que só um pouquinho, as conexões entre os neurônios. Isso interfere com outros grupos de neurônios, que guardavam outras memórias, e chegamos ao resultado: ao se lembrar de uma coisa, você esquece outras. O pior é que esse processo não distingue as recordações úteis das inúteis.

    Ou seja, ficar se lembrando de besteiras prejudica as lembranças que realmente importam. O simples ato de ouvir rádio pode ser suficiente para disparar esse processo (acredita-se que determinadas músicas possam “travar” o córtex auditivo, causando aquelas incessantes repetições de uma melodia dentro da sua cabeça). Conclusão: estamos esquecendo cada vez mais as coisas importantes porque lembramos cada vez mais das coisas sem importância. Mas isso não é o fim do mundo.

    “Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos ou minutos depois. Isso é um mecanismo de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber onde você estacionou o carro na semana passada?

    O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também é um trunfo da evolução. Imagine se as mulheres pudessem se lembrar exatamente, nos mínimos e mais arrepiantes detalhes, da dor que sentiram durante o parto? Provavelmente não teriam outros filhos. Aliás, recordar-se de tudo pode ter efeitos psicológicos graves. É o caso da americana Jill Price, de 44 anos, cuja história contamos na SUPER de agosto.

    Você não se lembra? Vamos resumir: ela sabe tudo o que aconteceu, comeu e fez em cada dia dos últimos 29 anos. Por causa disso, tem problemas psiquiátricos e sofre para levar uma vida normal. “Imagine se você conseguisse se lembrar de todos os erros que já cometeu”, explica. Seria horrível. Para evitar que a memória se torne um pesadelo, o cérebro possui um mecanismo de defesa. E ele fica numa das profundezas mais misteriosas da mente humana.

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