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  • Escova, tesoura e navalha podem transmitir hepatite e até Aids

    Acesse:http://www.midiams.com.br/noticia/saude/escova-tesoura-e-navalha-podem-transmitir-hepatite-e-ate-aids/71964

    Uso de lâminas sem a devida higienização pode trazer problemas de saúde como hepatite C, infecções bacterianas e até mesmo Aids

    Salões de beleza parecem ser inofensivos, mas podem ser uma fonte de riscos à saúde. Usar escovas de cabelo, tesouras, navalhas e alicate para unhas sem à devida higienização pode transmitir hepatite e até HIV, de acordo com especialistas.

    De acordo com a dermatologista Fernanda Carrilho de Menezes, se a escova ou o pente estiver contaminado, poderá transmitir micose.

    “Escovas, pentes e prendedores de cabelo, se não higienizados de maneira correta, podem transmitir doenças, como micoses, piolhos e sarna”.

    O uso de lâminas sem a devida higienização pode trazer problemas de saúde como hepatite C, infecções bacterianas e até mesmo Aids para o cliente, explica a dermatologista.

    Isso acontece porque o corte do objeto pode provocar feridas com sangue. As lâminas e agulhas são de uso único, sem possibilidade de reutilização, por isso, devem ser colocadas em recipiente apropriado, de paredes rígidas, devidamente identificado como resíduo infectante.

    A terapeuta capilar ainda alerta que os homens que fazem a barba devem checar atentamente sobre a higienização do material que será utilizado.

    Os objetos cortantes ou perfurantes contaminados com sangue podem ser um risco. Isso acontece se o aparelho for utilizado em um soropositivo que fez um corte e, logo em seguir, for usado em outra pessoa que também sofrer um corte acidental.

    Qualquer tipo de escova, seja ela metálica,de  porcelana, de plástico ou almofadada, deve ser higienizada corretamente, principalmente quando usada de forma compartilhada, explica a terapeuta capilar.

    Segundo a terapeuta capilar Sandra de Assis Maia, é recomendado que a limpeza seja feita por meio da lavagem com água e detergente, tanto nas escovas quanto nos pentes.

    Só é possível pegar doenças capilares quando há contato direto com o couro cabeludo. No caso do lavabo, a pessoa está mais propícia a ter uma doença de pele, segundo Sandra.

    De acordo com a terapeuta, algumas pessoas vão de bermudas para o salão e, com isso, o contato da pele com cadeiras e lavabos pode ocasionar doenças de pele. O correto é sempre o profissional passar um pano com álcool após o uso do lavabo.

    A inalação do produto pode causar câncer no aparelho respiratório, dor de garganta, irritação do nariz, tosse, diminuição da frequência respiratória, irritação e sensibilização do trato respiratório, conforme explica a terapeuta capilar.

    A progressiva também pode causar graves ferimentos nas vias respiratórias, levando ao edema pulmonar e pneumonia. O contato com a pele (couro cabeludo) causa irritação, dor e queimaduras.

    De acordo com a dermatologista, as pessoas poderão contrair micoses.

    Ao fazer as unhas, a utilização da bacia, sem que haja proteção de um saco plástico, pode acarretar micoses, também conhecidas como frieiras. Além da bacia, é fundamental que haja cuidado quanto à toalha. Cada cliente deve ter a sua. Para que as pessoas se protejam destes perigos é interessante que cada pessoa tenha o seu kit de manicure/pedicure.

    Piolhos não passam com pentes e escovas, mas podem ser pegos no compartilhamento de vestimentas, ou seja, as capas utilizadas na hora de cortar o cabelo, explica a especialista Sandra.

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  • Química de esmaltes não mata fungos, diz pesquisa em Rio Preto

    Acesse:http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2013/05/quimica-de-esmaltes-nao-mata-fungos-diz-pesquisa-em-rio-preto.html

    Pesquisa foi realizada por microbióloga de Faculdade Estadual de Medicina.
    20% das amostras recolhidas em salões apresentavam contaminação

    Uma pesquisa inédita feita em São José do Rio Preto (SP) chamou atenção de médicos de todo o mundo em um congresso internacional realizado em Berlim, na Alemanha. Pela primeira vez, pesquisadores conseguiram provar que a química presente nos esmaltes não é capaz de matar fungos que transmitem doenças para as unhas. A pesquisa será publicada em breve em revistas científicas internacionais.

    A pesquisa que durou três anos  analisou esmaltes de vinte marcas diferentes. O resultado surpreendeu: 20% das amostras recolhidas em salões de beleza apresentavam contaminação por fungos, os causadores das micoses nas unhas.

    Esmaltes coloridos são os maiores poluidores. (Foto: Reprodução/EPTV)Esmaltes escuros estão mais sujeitos a
    contaminações (Foto: Reprodução)

    “Os produtos que estão dentro dos esmaltes podem ter ação inibitória sobre bactérias, fungos, vírus e conseguimos provar com esta pesquisa que os fungos sobrevivem mesmo com tantos componentes químicos. Até então, imaginava-se que qualquer célula bacteriana, fúngica ou viral pudesse morrer com toda essa química. Nós testamos os fungos e provamos que eles continuam vivos” , conta a doutora em microbiologia Margarete Gottardo, uma das responsáveis pela pesquisa.

    Em uma segunda etapa, a pesquisadora  da Famerp, a Faculdade Estadual de Medicina de Rio Preto, colocou  fungos nos esmaltes e comprovou que eles sobrevivem por até oito horas no vidrinho. Durante este período o esmalte se torna um agente transmissor de doenças nas unhas das mãos e dos pés. “Quando o esmalte é novo a sobrevivência é menor,  mas quando o esmalte já é mais aberto, mais tempo, o risco de permanência dos fungos no esmalte é fato”, explica Margarete.

    A pesquisa comprovou também que os tons mais escuros, como os vermelhos, estão mais sujeitos a contaminação do que os claros. Conclusão: o kit salão, que normalmente é composto de inclui alicate e materiais descartáveis para evitar a transmissão de doenças como a hepatite C deve ser reforçado com esmalte e óleo secante, tudo para ficar longe de micoses.

    As manicures prometem ajudar na prevenção. “Vou recomendar às minhas clientes que tragam seus esmaltes, assim o risco é bem menor”, comenta a manicure Alessandra Mara Zanini.

    E as clientes não se opõem. O preço dos esmaltes varia de R$ 1 até R$ 20 os mais sofisticados, um investimento que pode fazer a diferença. “Não custa caro e posso trazer o kit de casa quando for utilizar no dia. Melhor prevenir né?”, concorda a bancária Cássia Capriolli.

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  • As principais doenças transmitidas na praia

    Acesse:http://www.mundodastribos.com/as-principais-doencas-transmitidas-na-praia.html

    Micoses, queimaduras, dores no ouvido e desidratação, o que você pode levar para casa depois da praia.
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    Os amantes da boa praia precisam ter cuidados, a água do mar que traz diversão e alegria junto com o sol do verão, também pode deixar doenças que acabam com a festinha logo cedo. É bem verdade que a água do mar não é a única vilã da história, as doenças transmitidas na praia podem ser adquiridas através da areia e também daquilo que é ingerido no local.Nas férias ou na rotina do dia a dia fique atento junto com o bronzeado você pode voltar para casa com as doenças de praia.

    .Micose – a umidade é a grande responsável pelo aparecimento das micoses, doença causada pelos fungos que adoram uma região úmida e o calor do verão para se desenvolver. Em praias ou piscinas é possível adquirir a micose, que pode ser chamada também de pano branco por causar manchas brancas na pele, faz coçar a região e atinge qualquer parte do corpo (quando aparece entre dos dedos dos pés é conhecida como frieira). E os perigos estão onde a gente menos espera, a cadeira de praia que pode ser alugada e serve para as mulheres se bronzearem pode ser um proliferador de micoses, a sugestão é cobrir com uma toalha antes de deixar, a fim de que o corpo não fique em contato com a cadeira.

    285119 micose na praia As principais doenças transmitidas na praia

    Bicho geográfico- a areia da praia é caminho para muitas pessoas e até animais (cães e gatos) que ao depositarem fezes deixam livre um parasita e as larvas penetram na pele humana (com maior frequência os pés, mas pode atingir mãos e outras partes do corpo), causando a doença. O cuidado com as crianças deve ser redobrado já que elas adoram brincar na areia, construindo piscinas naturais ou castelos e tendo contato direto com a areia que pode estar contaminada.

    285119 filtro solar As principais doenças transmitidas na praia

    Queimaduras – o filtro solar não aplicado corretamente pode deixar marcas não muito boas à saúde da pele. Queimaduras feitas pelo sol nas praias podem se tornar câncer de pele mais tarde. Usar pó descolorante e ficar exposto ao sol pode trazer complicações como alergias e queimaduras nas peles mais sensíveis.

    Candidíase – doença que atinge áreas da virilha e é causada pelo fungo candida albicans. Não é uma doença típica de praia, mas é frequentemente vinculada porque a infecção atinge as partes úmidas e quentes (na mulher especialmente a região genital), e em dias de praia permanecer com o biquíni ou sunga molhada ao longo do dia favorece o aparecimento da doença.

    285119 beber agua As principais doenças transmitidas na praia

    Desidratação – a exposição excessiva ao sol leva a perda de água pelo organismo e na praia o calor faz necessária a reposição do líquido perdido. O ideal é beber bastante água (que pode ser também água de coco).

    Otite – ouvido inflamado pode acontecer em qualquer circunstância, mas na praia há maior chance de uma grande quantidade de água entrar no ouvido e causar a inflamação (dor muito forte, febre e perda de apetite) que também pode ter origem causada por fungo, vírus ou bactéria.

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  • Natural, óleo de melaleuca combate acne e reforça hidratação

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    Óleo de melaleuca combate a formação de acne no rosto, controla a oleosidade da pele e ainda reforça a hidratação Foto: Shutterstock Óleo de melaleuca combate a formação de acne no rosto, controla a oleosidade da pele e ainda reforça a acneFoto: Shutterstock

    Com poderosa ação antibactericida e antifúngica, o óleo de melaleuca é um dos extratos medicinais mais versáteis e famosos por sua capacidade de combater a formação de acne no rosto, controlar a oleosidade da pele e ainda reforçar a hidratação. Os benefícios da substância, derivada de uma planta australiana, devem-se à sua composição complexa, formada por mais de 40 componentes, que juntos ajudam a tratar inflamações cutâneas de forma simples e natural.

    O óleo de melaleuca tem ação secativa sobre a pele e, principalmente, sobre as espinhas. “Por isso, funciona como um eficaz adstringente natural”, explica Valcinir Bedin, dermatologista e diretor do Centro Integrado de Prevenção do Envelhecimento (CIPE). Graças ao seu poder cicatrizante, antisséptico e anti-inflamatório, o ativo ainda pode ser utilizado para acabar com outros problemas cutâneos, como micoses, picadas de insetos, queimaduras, brotoejas, dermatites, herpes e verrugas.

    Apesar de ainda ser pouco conhecido pelo grande público, o óleo de melaleuca já é bastante utilizado pela indústria cosmética brasileira. De forma geral, o ativo é incorporado a cremes, sabonetes líquidos e géis para o tratamento da acne e da pele oleosa (a substância também pode ser usada pura sobre as espinhas) e em xampus e loções capilares para prevenção da caspa e seborreia.

    No Brasil, a linha PCAcne da Mezzo Dermocosméticos usa óleo de melaleuca em sua composição. Os produtos são compostos por uma associação de ativos (óleo de melaleuca, microesferas de bambu, ácido láctico e ácido salicílico, além de zinco, cobre e potássio) para cuidar da pele que apresenta cravos e espinhas. A coleção conta com gel esfoliante (R$87,14), gel hidratante (R$52,29), espuma de limpeza (R$ 66) e sabonete vegetal (R$11,10).

    O óleo de melaleuca ainda pode ser usado sozinho na forma tópica. O tratamento pode ser feito diariamente, uma vez ao dia. “Como todo óleo, ele forma um filme sobre a cútis, impedindo a evaporação da água da superfície da pele, evitando a oleosidade e aumentando a hidratação de ambos”, resume Valcinir.

    Resultados e contraindicações
    Os inúmeros benefícios provocados pelos produtos feitos à base da substância e pelo próprio óleo de melaleuca em si podem ser percebidos depois de uma a duas semanas de uso. Para intensificar os resultados, o ativo pode ser associado a antibióticos e outros anti-inflamatórios.

    Geralmente, os cosméticos feitos com o óleo de melaleuca não apresentam restrições de uso, mas, em alguns casos raros, o contato direto da substância com a pele pode desencadear dermatite de contato alérgica em pessoas sensíveis ao produto. “Por isso, recomenda-se testar o ativo antes de aplicá-lo completamente sobre a pele, assim como uma consulta prévia ao dermatologista para evitar dermatites”, ressalta Jefferson Alfredo de Barros, dermatologista e professor de Dermatologia da Faculdade de Medicina do ABC (UFABC).

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