O micro-ondas se tornou um eletrodoméstico indispensável nas cozinhas. Além de aquecer as refeições de maneira rápida e eficiente, o aparelho ainda pode oferecer outras funcionalidades, por exemplo, descongelar e até grelhar alimentos. No entanto, ele também já foi motivo de muitas controvérsias e receios, principalmente sobre os riscos à saúde. E uma das principais dúvidas que surgiram ao longo do tempo é se esquentar comida no micro-ondas causa câncer. A seguir, descubra se isso é realmente verdade!…
Opção para quem prefere a praticidade do dia a dia, a utilização de micro-ondas já levantou questões polêmicas quanto à qualidade dos alimentos e a garantia de saúde dos usuários. Isso porque, o funcionamento do aparelho ocorre por meio da emissão de ondas eletromagnéticas que penetram nos alimentos, superfície adentro, aquecendo conforme as moléculas de água se agitam intensamente no interior do produto que sai quentinho, pronto para o consumo.
Érica Caroline Feitoza, nutricionista e professora do curso de Nutrição da Uniderp, esclarece que há medidas que permitem o uso do aparelho conservando a qualidade e a segurança dos alimentos…
Não há como negar que é uma delícia fazer pipoca de micro-ondas para comer enquanto assistimos a um filme em casa. Contudo, durante um momento de prazer como esse, raramente paramos para pensar nos malefícios que um simples petisco como esse pode causar à saúde.
Por mais que realmente seja gostosa – isso sem falar na facilidade de preparar! –, essa versão de pipoca carrega consigo uma série de ingredientes que não são tão bons para o organismo.
Para esclarecer melhor quais malefícios a pipoca de micro-ondas pode oferecer e quais são as diferenças entre ela e a feita em casa, consultamos a nutricionista Tatiane Schallitz, do Rio de Janeiro…
Sem sombra de dúvidas, o micro-ondas é um dos eletrodomésticos mais fantásticos que existem. Em poucos segundos, ondas eletromagnéticas dentro do aparelho fazem um agito nas moléculas de água da comida, aquecendo-a de forma quase uniforme e de fora para dentro. Incrível, não é? Todavia, mesmo com toda essa agilidade, existem alguns alimentos que explodem e que devemos evitar colocá-los lá dentro. Veja!…
A batata está presente na mesa de muitos brasileiros que estão sempre reinventando receitas maravilhosas e o seu modo de preparo, como por exemplo batatas cozinhadas no micro-ondas…
Se o forno de micro-ondas deu mais agilidade ao esquentar almoços, lanches e jantares em minutos, o que dizer de um aparelho que faz exatamente o oposto, só que com bebidas, deixando-as geladas em apenas segundos?
Uma empresa britânica chamada V-Tex desenvolveu a tecnologia, chamada rapid cooling, e ela foi tão bem creditada que a União Europeia colocou dinheiro na ideia.
O “micro-ondas ao contrário” deixa latas e garrafas a 5 ºC em 45 segundos, mas o protótipo doméstico da V-Tex vem com outras opções de temperatura. Ele consegue isso envolvendo a embalagem da bebida em um líquido bem gelado, que se chacoalha rapidamente mas de uma forma que não deixar a cerveja ficar choca.
A ideia é colocar a máquina não só nos lares, mas também em estabelecimentos que mantêm geladeiras ligadas o tempo todo – como bares e supermercados. Segundo a V-Tex, sua tecnologia consome até 80% menos energia que outros aparelhos.
Em tempos em que dependemos tanto de computadores para as mais diversas tarefas, uma arma capaz de inutilizar equipamentos eletrônicos pode fazer um grande estrago. Com isso em mente, pesquisadores da empresa Boeing desenvolveram um avião equipado com um canhão que dispara micro-ondas para “queimar” câmeras, computadores, bases de dados e aparelhos similares.
Testado recentemente, o avião não tripulado CHAMP (sigla em inglês para “Projeto de Míssil Avançado Contra-eletrônico de Alto Poder”) conseguiu desligar até mesmo as câmeras usadas para gravar os testes. “Essa tecnologia marca uma nova era nas guerras modernas”, diz Keith Coleman, gerente do projeto. “No futuro próximo, essa tecnologia poderá ser usada para inutilizar sistemas eletrônicos e bases de dados de exércitos inimigos antes mesmo de as primeiras tropas avançarem”.
À primeira vista, o CHAMP parece uma arma “limpa e não letal” mas, dependendo do uso, pode ser tão perigoso quanto um míssil ou outras armas convencionais: inutilizar os aparelhos de um hospital ou os sistemas de um veículo controlado por computador pode, sim, ser fatal. Décadas de pesquisas armazenadas em um banco de dados poderão simplesmente ser apagadas com um disparo do CHAMP – dependendo da situação, os dados podem se perder para sempre, e as consequências podem perdurar por décadas.
No fim das contas, talvez o CHAMP seja melhor representado pelo termo “arma letal indireta”.
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