
Antonio Fernández, professor da Universidade de Las Palmas, investigava o corpo de uma baleia cachalote quando encontrou uma pedra de âmbar, uma substância rara e valiosa também conhecida como “vômito de baleia”, no intestino do animal…

Antonio Fernández, professor da Universidade de Las Palmas, investigava o corpo de uma baleia cachalote quando encontrou uma pedra de âmbar, uma substância rara e valiosa também conhecida como “vômito de baleia”, no intestino do animal…

Motivado a resgatar e salvar animais de estimação de lugares perigosos, um tailandês decidiu criar ambientes agradáveis para mantê-los seguros e mais, construí-las a mão com habilidades antigas.
E querendo mostrar para o mundo que os bichinhos devem ser respeitados e defendidos pelos humanos, em 2017, criou um canal do YouTube chamado Wilderness TV, onde já conquistou mais de 6,46 milhões de inscritos…
Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/03/140304_virus_bg.shtml
Rebecca Morelle
Repórter de Ciência, Serviço Mundial da BBC
Os cientistas afirmam que não há risco de o contágio representar qualquer perigo para humanos ou animaisUm vírus que estava adormecido há 30 mil anos teria ”ganhado vida” novamente, segundo cientistas da Universidade de Aix-Marseille, na França.
Ele foi encontrado na Sibéria, em uma camada profunda de permafrost, o solo encontrado na região do Ártico formado por terra, gelo e rochas permanentemente congelados. Após ter sido descongelado, o vírus voltou a se tornar contagioso.
Os cientistas afirmam que não há risco de o contágio representar algum perigo para humanos ou animais, mas alertaram para o possível risco para humanos de outros vírus infecciosos que podem ser liberados com o eventual descongelamento do permafrost.
O estudo foi divulgado na publicação especializadaProceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
”Essa é a primeira vez que vemos um vírus permanecer contagioso após tanto tempo”, disse o professor Jean-Michel Claverie, da Centro Nacional de Pequisa Científica (CNRS, na sgila orginal em francês), da Universidade de Aix-Marseile.
Enterrado
O antigo vírus foi descoberto enterrado a trinta metros do solo congelado.
Chamado Pithovirus sibericum, ele pertence a uma categoria de vírus descoberta há dez anos.
Eles são tão grandes que, diferentemente de outros vírus, podem ser vistos ao microscópio. E este, que mede 1,5 micrômetros de comprimento, é o maior já encontrado.
Cientistas advertem que expor camadas profundas de solo poderá gerar riscos de novos vírusA última vez que ele infectou um organismo foi há mais de 30 mil anos, mas no laboratório ele foi “reativado”.
Os testes mostraram que o vírus ataca amebas, que são organismos monocelulares, mas não infecta humanos ou animais.
”Ele entra na célula, se multiplica e, por fim, mata a célula. Ele é capaz de matar a ameba, mas não infecta uma célula humana”, afirmou Chantal Abergel, co-autora do estudo e também integrante do CNRS.
Mas os pesquisadores acreditam que outros agentes patogênicos mortais possam ter ficado presos no permafrost da Sibéria.
”Estamos estudando isso por meio de sequenciamento do DNA que está presente nessas camadas. Essa é a melhor maneira de descobrir o que existe de perigoso nessas camadas”, afirmou Abergel.
Ameaça
Os pesquisadores dizem dizem que essa região está ameaçada. Desde a década de 70, o permafrost vem perdendo sua espessura e projeções de mudanças climáticas sugerem que ele irá recuar ainda mais.
Como ele vem se tornando mais acessível, o permafrost já está sendo, inclusive, visado como fonte de recursos, devido aos ricos recursos naturais que possui.
Mas o professor Claverie adverte que expor camadas profundads poderá criar novas ameaças de vírus.
”É uma receita para o desastre”, afirmou. Segundo ele, a mineração e a perfuração farão com que as antigas camadas sejam penetradas ”e é daí que vem o perigo”.
Ele disse à BBC que antigas variantes de varíola, que foi erradicada há 30 anos, poderiam se tornar ativas novamente.
”Se for verdade que esses vírus sobrevivem da mesma maneira que vírus da ameba sobrevivem, então a varíola pode não ter sido erradicada do planeta, apenas de sua superfície”, afirmou Claverie.
Mas ainda não está claro se todos os vírus podem se tornar ativos novamente, após terem permanecido congelados por milhares ou mesmo milhões de anos.
Curiosidades na internet
Acesse:http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/fossil-de-jabuti-de-8-milhoes-de-anos-e-apresentado
Fragmentos do animal, que media 1,65 metro de comprimento, serão guardados na Universidade Federal do Acre
Segundo os pesquisadores, jabuti gigante pode ser o ancestral de animais que hoje habitam as Ilhas Galápagos, no Oceano Pacífico (Allen Ferraz/Assessoria Ufac)Pesquisadores da Universidade Federal do Acre (Ufac) apresentaram nesta terça-feira um novo fóssil de sua coleção: um jabuti gigante, medindo aproximadamente 1,65 metro de comprimento, 90 centímetros de largura de carapaça e um metro de altura. O gigantesco animal, pertencente ao gênero Chelonoidis, viveu na região da Amazônia há cerca de oito milhões de anos.
Seus fragmentos fósseis foram coletados em 1995, no Alto Rio Acre, no município de Assis Brasil, e montados durante os últimos anos. “Possivelmente, esses jabutis gigantes, cujo habitat foi a América do Sul, tenham sido os ancestrais diretos dos animais também de grandes dimensões, mas não tanto, que hoje são encontrados apenas nas Ilhas Galápagos”, disse Edson Guilherme, doutor em Zoologia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e membro da equipe que remontou o jabuti.
O fóssil, apresentado durante as comemorações dos 30 anos de atividade do Laboratório de Pesquisas Paleontológicas (LPP) da Ufac, não foi encontrado completo, e teve de ser montado com a ajuda de elementos artificiais que representam as patas e a cabeça do jabuti. “Esta descoberta é muito importante, porque nos ajuda a entender como era a vida na região amazônica no passado e mostra, de certa forma, que foram da América do Sul que saíram os primeiros jabutis gigantes que colonizaram as ilhas remotas do Oceano Pacífico”.
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