Tag: New York Times

  • Twitter planeja criar ‘seu próprio Instagram’

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/twitter/Twitter-planeja-adicionar-filtros-para-fotos-para-concorrer-com-o-Instagram/

    Filtros Twitter

    Nos próximos meses, os usuários da versão móvel do Twitter terão acesso a novas ferramentas e também a filtros fotográficos para as imagens que postam no microblog – algo parecido com o Instagram.

    A empresa ainda não confirmou o rumor, mas fontes ligadas ao Twitter, que não quiseram ser identificadas, afirmaram ao jornal The New York Times que a capacidade de aplicar filtros retrô a imagens estará disponível para todos os usuários nos próximos meses.

    Filtros TwitterReprodução: The New York Times

    Mesmo com o seu foco não sendo a publicação de imagens, o Twitter começou a perceber que muitos de seus usuários utilizavam os 140 caracteres disponíveis também para publicar fotos, principalmente as postadas no Instagram.

    E além dos filtros, as fontes consultadas pela reportagem afirmam que a empresa ainda planeja acrescentar ao seu serviço ferramentas de postagem e edição de vídeos, permitindo que os usuários os postem no Twitter sem precisar usar outros serviços, como é o caso do YouTube.

    Curiosidades na internet

  • Em 2050 o Japão terá um elevador espacial

    Acesse:http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI295985-17770,00-EM+O+JAPAO+TERA+UM+ELEVADOR+ESPACIAL.html

    Passageiros do elevador serão transportados para 36mil km acima da Terra
    Editora Globo
    Conceito do elevador espacial – além de receber turistas, a estação terá painéis solares que irão gerar energia // Crédito: Divulgação

    Parece até coisa de ficção científica, mas a empresa japonesa Obayashi Corp. anunciou a construção de um elevador espacial, que deverá estar funcionando em 2050. A máquina conseguiria transportar 30 pessoas por vez, com uma velocidade de 200 km por hora para uma altura de 36mil km acima do nível do mar. Ou seja: cada viagem até o espaço irá durar sete dias. No topo, haverá uma estação para receber os passageiros.

    A Obayashi pretende usar nanotubos de carbono, 20 vezes mais fortes do que aço, para sustentar o elevador. Apesar do projeto estar em andamento, até agora a empresa não sabe estimar os custos do empreendimento.

    A companhia japonesa não seria a única a desenvolver essa ideia. No ano passado, o New York Times lançou boatos de que o Google X (laboratório de inovações da gigante da internet) também estaria projetando um elevador espacial.

    Curiosidades na internet

  • Os 9 maiores roubos de dados da internet

    Acesse:http://www.tecmundo.com.br/seguranca/26476-os-9-maiores-roubos-de-dados-da-internet.htm

    É bom tomar cuidado antes de armazenar informações confidenciais online, pois nem mesmo empresas grandes e de segurança escapam dos crackers.

    Até mesmo grandes empresas estão vulneráveis ao vazamento de informações.

    Muitos imaginam que a segurança de sistemas computacionais evolui à medida que outros avanços tecnológicos acontecem. Infelizmente, não é bem assim. Não são raros, por exemplo, sistemas online com graves falhas de segurança. Apenas para citar um caso recente, mais de 6 milhões de senhas do LinkedIn foram roubadas.

    Muitas vezes, descuidos básicos, como a falta de atualização da plataforma em que funciona o site, torna qualquer rede um alvo fácil para os script kiddies, por exemplo, crackers inexperientes que baixam programas da internet voltados para a invasão de computadores. Em outras situações, razões ideológicas podem levar verdadeiros gênios a quebrar a segurança de empresas.

    Não faltam motivações para invadir sistemas. Seja qual for o caso, o fato é que isso gera muita dor de cabeça para administradores de redes e técnicos especializados em segurança. E, como milhões de senhas de serviços foram “roubadas” nos últimos meses, a CNN preparou uma lista com os piores vazamentos de dados dos últimos dez anos. Quer saber quem está na relação? Confira!

    1. PlayStation Network: 77 milhões de pessoas sem acesso

    Em abril de 2011, jogadores do mundo todo quase tiveram um ataque de nervos ao saber que a PlayStation Network — serviço da Sony que fornece conteúdo digital e partidas multiplayer — estava fora do ar. Porém, a frustação se transformou em empolgação quando grupos de hackativismo assumiram a autoria do ataque que levou a rede a ficar offline

    A operação foi motivada pelo processo que a Sony moveu contra o jovem George Hotz (Geohot), responsável pelo desbloqueio do Playstation 3. Na ocasião, 77 milhões de pessoas ficaram sem acesso ao serviço da empresa. Além disso, os dados de mais de 24 milhões de contas foram roubados, contendo informações valiosas e que não estavam protegidas por criptografia, como números de cartões de crédito, senhas e histórico de compras. O prejuízo para a Sony foi de US$ 24 bilhões.

    2. Epsilon: 60 milhões de emails vazados

    A Epsilon é uma das maiores empresas do mundo a trabalhar com banco de endereços de emails, que são vendidos para empresas que pretendem divulgar seus produtos para possíveis clientes por meio da internet. Obviamente, essas bases de dados são feitas com a permissão dos detentores das contas, caso contrário, a prática poderia ser considerada como spam.

    Vazamento de dados é sinônimo de prejuízo

    De qualquer forma, o fato é que, em março do ano passado, muitos clientes da Epsilon receberam emails falsos e que faziam parte de um golpe para capturar dados particulares e presentes no serviço. Na ocasião, esse ataque do tipo  capturou cerca de 60 milhões de emails usados por mais de 100 clientes da Epsilon. Agora, sim, é possível que essas pessoas tenham começado a receber propagandas não solicitadas.

    3. Nem a RSA escapa de ataques

    Para quem não conhece, a RSA é uma empresa especializada em segurança e criptografia fundada por três professores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts: Ron Rivest, Adi Shamir e Len Adleman. Pois saiba que nem essa companhia, tida como referência no assunto, ficou livre do vazamento de dados. Em março de 2011, foi a vez da RSA gastar tempo e dinheiro para corrigir falhas de segurança.

    Na ocasião, crackers invadiram os servidores da RSA e obtiveram acesso a mais de 40 milhões de chaves de autenticação usadas por funcionários para acessar redes corporativas e governamentais. Desde então, a empresa já gastou mais de US$ 66 milhões (cerca de R$ 134 milhões) para monitorar e aumentar a segurança das informações de clientes.

    4. Gawker, punida por ser “arrogante”

    Em dezembro de 2001, a Gawker Media, grupo responsável por muitos sites de sucesso na internet, acabou sendo alvo de um grupo hacker conhecido como Gnosis. Na data, os crackers liberaram um arquivo de 500 MB com login, senha e email de mais de 1,3 milhões de pessoas que se cadastraram nas páginas mantidas pela empresa. A razão? “Fomos atrás da Gawker por causa da sua arrogância absoluta”, explicou o grupo.

    5. O caso AOL

    Em 2006, a AOL liberou um arquivo com informações das pesquisas respondidas por mais de 650 mil usuários do seu sistema de busca. A divulgação desses dados foi intencional e realizada com o nobre propósito de servir como base de dados para fins diversos, como estudos acadêmicos.

    Para manter o anonimato das pesquisas, dados de login foram substituídos por números randômicos. Porém, a empresa não se deu conta de que muitas dessas buscas continham números de documentos que poderiam levar à identificação de seus donos. Na ocasião, o jornal The New York Times foi capaz de identificar uma pessoa dessa lista facilmente, com a ajuda de um catálogo telefônico, e a CNN Money chegou a classificar essa mancada como um dos 101 momentos mais estúpidos do mundo dos negócios.

    6. Vazamento monstro de informações

    Monster.com é o maior banco de empregos da internet.  Por isso, é de se esperar que esse serviço tenha uma grande preocupação com a segurança dos dados que hospeda, já que muitas pessoas cadastram seus currículos diariamente nesse sistema online. Porém, não vivemos em um mundo perfeito.

    Mais de um ataque já comprometeu a privacidade dos dados armazenados pelo Monster.com. Em agosto de 2007, o site passou por diversos vazamentos de dados, perdendo informações de milhões de contas. Isso levou o Monster.com a adotar uma nova política de segurança. Porém, não adiantou muito: em 2009, crackers obtiveram informações de 4,5 milhões de pessoas por meio de um ataque aos servidores da empresa.

    7. Prejuízo de US$ 68 milhões para a Visa

    A TJX Companies é um grupo varejista que está por trás de 2 mil lojas de marcas, como TJ Maxx e Marshalls. Mas todo esse tamanho não foi o suficiente para livrar a companhia de um dos maiores vazamentos de dados de todos os tempos: em dezembro de 2006, informações de 94 milhões de clientes foram parar nas mãos de desconhecidos. Entre as vítimas estavam, inclusive, contas internacionais, contendo dados como números de cartões de crédito e de débito.

    Quase um ano depois, a operadora de crédito Visa calculou que o prejuízo causado pela divulgação desses dados chegou à casa de US$ 68 milhões (cerca de R$ 138 milhões).

    8. Até tu, Google?

    Em dezembro de 2009, a Google informou que foi vítima de um ataque virtual que partiu da China. Na verdade, ela não foi a única empresa a ter sua segurança quebrada. Na mesma ocasião, empresas como Adobe, Yahoo, Symantec e outras passaram pelo mesmo problema. No total, foram pelo menos 20 companhias do Vale do Silício visadas pelos crackers, e o ataque foi realizado com sucesso na maioria delas.

    Na época, a Google afirmou que propriedades intelectuais foram roubadas (códigos-fonte), mas não chegou a dar detalhes sobre o assunto. Além disso, a empresa também disse que informações limitadas de duas contas de usuário também foram acessadas pelos criminosos.

    9. Cartões de crédito, os preferidos dos crackers

    A empresa de processamento de cartões de crédito CardSystems Solution cometeu um erro gravíssimo: a maioria das operações passava sem criptografia alguma pelos seus servidores. Assim, depois de invadir e monitorar os computadores da empresa, criminosos tiveram acesso a mais de 40 milhões de números de cartões da Visa e Mastercard, com direito a nomes de seus proprietários e os respectivos dígitos verificadores de todos eles.

    Depois de tanta exposição, empresas como Visa e American Express cancelaram seus contratos com a CardSystems Solution, que acabou sendo comprada pela Pay By Touch e, posteriormente, fechou as portas de vez. Pelo menos, com essa empresa, ninguém precisa se preocupar mais.

    Curiosidades na internet

  • Twitter está construindo um negócio de mídia usando conteúdo de outras pessoas

    Acesse:http://gigaom.com/2012/07/11/twitter-is-building-a-media-busin

    Como o Twitter continua a construir novos recursos, como tweets “ampliados e curadoria de serviços baseados em como a sua oferta editorial NASCAR, tornou-se óbvio que a empresa é dirigida: temdesistido de ser um utilitário construído sobre APIs abertas e é tornando-se uma empresa de mídia, alimentado por um rápido crescimento plataforma de publicidade . Twitter também tem uma grande vantagem que as companhias de outros meios de comunicação não: o facto de ele não tem para produzir qualquer um dos conteúdos, mas simplesmente actua como um filtro para a informação a partir de outras fontes. O seu sucesso será determinado pela maneira como ela estabelece um equilíbrio entre ajudar outras entidades de mídia e competem com eles.

    CEO do Twitter, Dick Costolo tem repetidamente resistiu sugestões que o Twitter é uma entidade de mídia, talvez em parte porque a empresa quer ser visto como um parceiro para as empresas tradicionais de mídia, como jornais e redes de TV. Mas como seu negócio de publicidade cresce – em parte graças a relatórios de anunciantes de “estarrecedor” níveis de engajamento com características anúncio como os tweets promovidos – e isso continua a apertar as regras de sua API para espremer desenvolvedores de terceiros, torna-se mais e mais claro que o futuro do Twitter é baseado em controlar o acesso à informação que flui através da rede, tanto quanto possível.

    Futuro do Twitter reside em captar a atenção do usuário mais

    O “expandido tweets” característica, que é usado atualmente por uma série de empresas de mídia, como os New York Times (e GigaOM), é um vislumbre do que esse futuro parece : se um tweet contém um link para um artigo ou página da web que utiliza tags especiais, os usuários podem expandir o tweet para mostrar um trecho do original – ou um vídeo ou foto ou outros conteúdos – dentro do aplicativo Twitter ou em uma aba no Twitter.com. Em uma entrevista esta semana com o Los Angeles Times sobre os planos da empresa, Costolo disse algo interessante sobre como o Twitter vê o seu papel. Segundo o jornal, ele disse:

    Twitter está caminhando em uma direção onde os seus 140 caracteres de mensagens não são tanto a atração principal, mas sim a legenda para outras formas de conteúdo.

    Então, ao invés de ser um utilitário de informação simples que distribui mensagens de 140 caracteres, muitos dos quais contêm links para outros tipos de conteúdo, o Twitter quer se tornar algo mais como um destino. Em vez de enviar pessoas que clicam os links para longe para outros sites e meios de comunicação, a empresa quer pendurar usuários um pouco mais , mostrando-lhes trechos de que o conteúdo dentro de seu próprio quadro – e que quer fazer isso principalmente para que ele possa capturar mais de sua atenção, já que é o que os jogadores de publicidade baseados em mídia fazem. Mas, então, que finalmente começa a reter o valor de que a atenção, Twitter ou seus parceiros de mídia?

    Como argumentei antes, esse não é tudo diferente do que os New York Times e outros estabelecimentos tradicionais de mídia estão tentando fazer: ou seja, andar na corda bamba entre a empurrar as pessoas para longe, dando-lhes links para conteúdo em outro lugar, e tentando para prendê-los o tempo suficiente para mostrar-lhes anúncios. Até mesmo o Google está lutando com esse dilema – a empresa costumava ser conhecido pela rapidez com que enviou usuários em outros lugares, mas ao longo dos últimos anos foi gastar mais e mais tempo tentando capturar a atenção dos usuários e prendê-los para mais com serviços como Google + e seu Search Plus Sua característica Mundial. Facebook também está tentando ser um parceiro para as empresas de mídia, mas em certa medida é um concorrente de dólares de atenção e de anúncios também.

    Enviar os usuários de distância, ou tentar mantê-los dentro de seu aplicativo?

    Em uma entrevista recente com o Om como parte de PaidContent 2012, em Nova York , Betaworks CEO John Borthwick fez um bom ponto sobre a tensão entre a empurrar as pessoas para longe e mantê-los dentro Como ele mesmo disse:

    O grão de movimentos do Twitter com o grão da web, é semelhante ao do Google em que é uma plataforma de descoberta de que o empurra para fora. Agora eles disseram “Nós vamos ser uma empresa de mídia” -, mas o grão de que se move na direção oposta, para tentar manter as pessoas em um só lugar, a quase criar um jardim murado.

    O grande desafio para o Twitter, então, é de alguma forma administrar essa transição de forma adequada. Como é capturar – e controlam em certa medida – mais e mais conteúdo de fontes externas, para que ele possa pendurar os usuários por mais tempo e mostrar-lhes anúncios, sem que as empresas irritantes os meios de comunicação e outras entidades que depende para que o conteúdo? É por isso que os críticos como os blogs pioneiro Dave Winer argumentam que o Twitter é mais um concorrente para as empresas de mídia do que um parceiro , porque ele está tentando fazer fundamentalmente a mesma coisa que os meios de comunicação estão tentando fazer, e ele está fazendo isso usando conteúdo que pertence aos outros.

    Isto não é tudo diferente do que serviços como Flipboard e Zite fazer: eles também ter o conteúdo de outras fontes e agregados e filtrá-la, e eles também andar uma linha fina, mostrando trechos de uma fonte original, ou em alguns casos que mostram a tudo dentro do seu próprio quadro (Zite algo foi ameaçada com um processo sobre o início de sua carreira, antes de ser adquirida pela CNN). Algumas empresas de mídia estão vendo as empresas como parceiras – como o New York Times tem com Flipboard e do Wall Street Journal tem com Pulse – mas eles também poderiam ser vistos como concorrentes de várias maneiras.

    É o Twitter de um amigo e auxiliar para as empresas de mídia, ou um rival cada vez maior de atenção e verbas de publicidade? É mais focado no envio de usuários fora ou em mantê-los dentro de seu jardim murado? Essas são as perguntas que qualquer pessoa interessada no futuro do Twitter – seja como um serviço ou como um negócio – precisa pensar.

    Post e imagens em miniatura de cortesia do Flickr usuários George Kelly e jphilip.

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

    Curiosidades na internet

  • Twitter enfrenta o mesmo dilema como o New York Times

    Acesse:http://gigaom.com/2012/07/03/twitter-faces-the-same-dilemma-as-the-new-york-times/

    Houve muita coisa escrita recentemente sobre o Twitter e as escolhas que parece estar a fazer sobre o futuro da rede , embora a natureza exata dessas escolhas permanece envolta em mistério. Alguns dizem que o Twitter fez a escolha errada quando decidiu se concentrar em publicidade como um modelo de negócio, ao invés de expandir o seu estatuto como uma plataforma aberta para os outros a construir, enquanto outros argumentam que fazer isso era a única jogada possível a empresa poderia fazer se ele queria construir um negócio. De muitas maneiras, este dilema é o mesmo que enfrenta muitas empresas de mídia (que não é surpreendente, uma vez que temosargumentado que o Twitter é uma forma eficaz ) – ou seja, quanto você deve ser uma plataforma, e quanto você deve ser um destino?

    Como empresário Dalton Caldwell observou, em algum momento durante os últimos dois anos, o Twitter fez uma decisão deliberada de não enfatizar a sua natureza como uma plataforma com uma API totalmente aberto que permitia aos desenvolvedores adicionar funcionalidade para o serviço. É fascinante olhar agora para um post que agora CEO Dick Costolo escreveu no blog do Twitter em 2010, no qual ele descreve o que parece ser um futuro muito diferente do Twitter uma exerceu – um em que um novo recurso chamado “Anotações “permitiria que a rede funcione como um utilitário de informação em tempo real, que outros serviços poderiam construir em suas ofertas :

    Nós continuaremos a avançar o mais rapidamente possível para entregar a capacidade de Anotações ao mercado para que os desenvolvedores podem criar em todos os lugares inovadores novas soluções de negócios na plataforma Twitter crescendo.

    Twitter escolheu publicidade sobre o ser uma plataforma

    Embora o Twitter tem implementado algumas funções agregado que permitem oferecer coisas como os novos tweets expandidas “apresentam -se actualmente a implantar-se, Anotações, como era originalmente descrito nunca veio a ser. Em vez disso, a empresa optou por concentrar todos os seus esforços em tornar-se uma plataforma de publicidade, com recursos como “tweets promovidos” e “Tendências promovida”, e parcerias com grandes marcas e players de mídia como a Coca-Cola e MTV. E quanto mais ele se concentrou em publicidade, mais ela confrontou os tipos de desafios que as empresas de mídia de todos os tipos são enfrentados.

    Não é só a publicidade como um modelo de negócio que é o desafio central para o Twitter, no entanto, como é para outras empresas de mídia tradicional como o New York Times . É a tensão inerente entre os dois potenciais futuros que Caldwell menciona em sua mensagem : a de que o Twitter é uma plataforma aberta com um API robusto que permite que outros jogadores de todos os tipos de construir em cima da rede – transformando-o em uma espécie de em tempo real utilidade de distribuição de notícias e informações ou provedor de encanamento – e aquele onde a empresa torna-se um player de mídia em seu próprio direito, controlando o acesso a essa informação tão firmemente quanto possível , e monetizar a atenção em torno de que a informação através da publicidade.

    The New York Times tem experimentado com APIs abertas , que dão acesso desenvolvedores fora a seus dados para uso em serviços de terceiros ou recursos, e por isso têm uma série de outros jornais e empresas de mídia, tais como EUA Hoje e Rádio Pública Nacional. Mas o jogador de mídia tradicional que teve essa idéia o mais distante é The Guardian jornal na Grã-Bretanha (ver divulgação abaixo) – que lançou uma “plataforma aberta” projeto em 2010 , oferecendo todos os seus dados para desenvolvedores externos através de uma API. Fazendo isso tem sido uma parte fundamental do conceito de editor-chefe Alan Rusbridger de “jornalismo livre”.

    Pode uma empresa de mídia sobreviver como uma plataforma aberta?

    Em poucas palavras, o The Guardian ‘s projeto de plataforma aberta oferece aos desenvolvedores e serviços de terceiros pleno acesso a histórias do jornal e outros dados , e eles podem pagar para que o acesso de duas maneiras: eles podem pagar uma taxa de licenciamento para a dados, ou eles podem permitir que o Guardião para inserir publicidade no fluxo de conteúdo que eles recebem. Isto é muito semelhante à visão de futuro do Twitter que empresário Nova Spivack detalhado após Twitter deu seu aviso , um que envolveria o serviço, quer através da cobrança de usuários e serviços diretamente para o acesso ao “firehose” de dados da rede, ou monetizar isso inserção de anúncios no feed.

    Twitter não pode criar conteúdo em si, mas os movimentos recentes que fez – se é o lançamento de “curadoria” de serviços com base na sua aquisição de Summify, ou a criação de serviços editoriais novos construídos em torno de experiências como a corrida da NASCAR recente, ou o foco em novos recursos, como tweets expandidos “- são movidos pelo mesmo impulso como qualquer coisa que os New York Times ou qualquer outra empresa de mídia faz: isto é, um desejo de comandar (e / ou seduzir) a atenção dos usuários e encaminhá-los para o plataforma da empresa, se isso é um jornal impresso ou um site como o Twitter.com. E o objetivo fundamental de fazer isso é para rentabilizar o que a atenção ao vendê-lo para os anunciantes.

    É possível que uma entidade de mídia ao mesmo tempo, ser uma plataforma aberta e um destino? The Guardian teve algum sucesso com a sua plataforma aberta, mas o quanto não é muito conhecido, e certamente não é o suficiente para parar os enormes prejuízos financeiros o papel está passando – o que não vai preencher uma empresa como o Twitter com confiança, especialmente quando se está tentando justificar uma valorização de quase US $ 10 bilhões. E assim o futuro da rede parece cada vez mais como a de uma entidade de mídia tradicional, perseguindo os mesmos olhos que todos, desde Facebook para Google também estão buscando.

    Divulgação : Guardian News and Media Ltd., empresa controladora do jornal The Guardian, é um investidor na empresa-mãe deste blog, Giga Omni Media.

    Post e imagens em miniatura de cortesia do Flickr usuários Fabio Venni e jphilipg.

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

    Curiosidades na internet

  • Qual é o papel de Cingapura no Ecossistema asiática Tech?

    Acesse:http://pandodaily.com/2012/06/21/what-is-singapores-role-in-the-asian-tech-ecosystem/

    Evitei Cingapura por tantos anos. Eu sempre vi isso como uma sonolenta cidade com leis ridículas de goma . Eu sentia que não havia necessidade de um centro regional para a Ásia, quando os países da região tiveram essas diferentes dinâmicas de mercado e cultura. Ao mesmo tempo, eu passei muitos anos estudando e trabalhando na China e na Ásia viajar, e eu cansei de ver os empreendedores usam a cultura chinesa como um proxy para um modelo de negócio, onde traduzindo um serviço Web para a China foi mais importante do que começar do zero e inovando ao usuário uma experiência nova.

    Na semana passada, quando estava me preparando para minha primeira viagem para Cingapura, encontrei-me aquecendo a localização estratégica de Singapura, ea idéia de ser um lugar para os empresários para desbloquear oportunidades em seus super-crescimento nos países vizinhos. Eu não tinha idéia de como eu iria testar essa hipótese, mas ao invés de vasculhar revistas de economia, antes de deixar Nova York eu assisti episódio de Anthony Bourdain de Cingapura no Netflix (obrigado pela rec Michael Hynd ).

    Esse episódio  me deu uma olhada em uma bem-sucedida, se low-tech plataforma chamado de “centros de alimentação Hawker.” centros de Cingapura ambulantes são grandes un-ar-condicionado, áreas de propriedade da cidade dedicado real, onde alta qualidade dos alimentos, mais barato é servido a partir de um unbelievablly bem-embalados barracas. Tipos de alimentos servidos incluem indiana, chinesa, malaio, tailandês e vietnamita. Cingapurianos não têm escrúpulos utilizam especiarias e molhos de diferentes culturas em seus pratos, e os pratos que dão suporte a mais experimentação, arroz de galinha, por exemplo, são os grandes vencedores. Esse traço simples da criatividade na mistura de culturas em um espaço público foi a minha primeira dica que, apesar de sua natureza babá-ist, Cingapura pode ter o tipo de aspirações agnóstico culturalmente que são fundamentais para as sociedades empresariais.

    A maioria das pessoas pensa sobre Cingapura, em comparação com Hong Kong.Americanos zombaram Cingapura, porque não é economicamente  laissez faire  como Hong Kong. Os modelos da cidade de Singapura vs Hong Kong será discutido por muitos anos, e eu até fiz uma aula de comparar as cidades de Booth, mas as comparações diretas pode ser perigoso.

    Em particular demasiado centrada nas estatísticas de população em cada cidade não é a maneira de medir a potência de um hub empreendedorismo. Hamish mencionou em seupost sobre Hong Kong que há 1,8 celulares por pessoa na cidade. Da mesma forma, Cingapura teve o maior número de iPhones per capita desde 2010. Numa região como a APAC, onde há países flyover em vez de viaduto estados (sim, eu olhar para a Ásia como um nova-iorquino, e estou arrependido Camboja), as cidades assumem um papel muito mais forte no ecossistema de inicialização na medida em que mais influenciam comportamento nos territórios vizinhos. Ao invés de olhar para o acesso aos recursos naturais ou se uma cidade é um centro financeiro, as cidades de hoje são olhados como se eles são lugares onde as melhores ideias vêm, e se essas idéias podem se tornar quente o suficiente para gerar um novo comportamento em outros lugares.

    Identidade única de Cingapura é como uma cidade, e cidades como centros de empreendedorismo são a tendência. Por exemplo, eles dizem que o Vale do Silício está “avançando para SF”. Mayor de Nova Iorque de Prefeitos, Michael Bloomberg foi trotando em volta de lugares como Cingapura de tarde  enquanto ele tenta criar uma ‘web’ de prefeitos supermetropolis para capacitar as cidades a trocar idéias. O mundo da tecnologia tem seus próprios prefeitos e para a Ásia em particular, eu estou falando deRichard Robinson  de Pequim e Joffe Ben  de Cingapura.

    Vi Ben última segunda-feira no Echelon  logo após ele julgou rodadas de inicialização noarranque da Ásia Jacarta . Notei também que Richard Robinson foi moderadora no arranque da Ásia, o mesmo papel que teve no TechCrunch Disrupt Pequim no final do ano passado. Esses prefeitos tecnologia estão apresentando ao mundo novos inovadores em lugares improváveis. No Echelon, Startup Ásia, e TechCrunch Disrupt Pequim havia um bom número de idéias copycat. Mas para ser justo, há ainda alguns de vez em quando no Tech NY meetup. Se Singapura vai ser o hub para a Ásia, as suas tendências babá de estado pode realmente ajudar, como há uma necessidade de cobertura blog de tecnologia regionais para acabar com entusiasmo sobre startups copycat em cada mercado asiático.

    Historicamente, Cingapura construiu a sua posição no mundo em ventos alísios. Quando os ventos sopraram a partir da China, a cidade iria ser preenchido com o chinês, e da mesma forma quando as monções mudou os ventos vêm do Oceano Índico, os índios eram o evento principal. Hoje, Cingapura ainda se beneficia com essas mudanças no mercado. Se você conversar com os estrangeiros em Cingapura agora eles dizem que eles usavam para se concentrar muito na China. Agora eles dizem que você pode esquecer China, todo o negócio novo está vindo de Jacarta, onde é muito mais fácil para começar negócios feito, onde o crescimento da Web móvel e é espetacular. Eles lamentam que eles geralmente não estão gastando bastante tempo cultivando negócios na Índia. O crescimento inversamente proporcional em cada mercado significa que é sempre quente, em Cingapura.

    Claro que a esperança pode virar um romance, e posição de Cingapura pode ser exagerada. No meu caminho de casa, eu li um artigo do New York Times sobre o ativismo de Cingapura que implicava Cingapura está se tornando uma sociedade politicamente mais aberto, mas a verdade é que eu não tenho idéia se isso é realmente o caso. The New York Times é famoso por explodir pequenas histórias que mostram uma visão esperançosa da democracia em um bolso de outra forma não democrática do mundo. Da mesma forma, apenas porque Cingapura tem uma comunidade de capital de risco mercantilista que está sempre tentando empurrar o ecossistema para a frente, pode não ser o caso que está fazendo Cingapura no vale da Ásia.

    Na Singapore passado olhou para os mercados do primeiro mundo para investimentos, e tem investido em muitas partidas dos EUA e da UE, o meu incluído. Mas agora está atingindo os três grandes “locais” dos mercados a que tem laços culturais, Índia, Indonésia e China. Por exemplo, uma sociedade empresarial com sede em Cingapura chamado ACE abriu um capítulo em Pequim na semana passada. O que seria interessante para mim é ver que os novos prefeitos de tecnologia são a partir de Singapura e se eles estão tendo alguma sorte exportar uma marca de Cingapura de empreendedorismo, assim como Golden Gate Ventures ‘ Vinnie Lauria  foi capaz de trazer o brilho do Vale do Silício para Cingapura.

    Para qualquer cidade que se considera parte do mundo do empreendedorismo, a questão fundamental é saber se pode transformar o calor de tal forma que o novo comportamento suas empresas criar influencia o resto do mundo. Se há uma cidade que sabe como lidar com o calor, é um presente.

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

    Curiosidades na internet

  • A Internet está tornando-nos mais ou menos solitária solitário? Sim.

    Acesse:http://gigaom.com/2012/04/23/is-the-internet-making-us-more-lonely-or-less-lonely-yes/

    Vimos uma onda de ensaios e artigos na imprensa recentemente que tomar um tom um tanto alarmismo para redes sociais e comunicação digital de vários tipos: um pedaço no Atlântico levantou a questão de saber se o Facebook está fazendo-nos sós , e um New York Times op-ed por professor do MIT Sherry Turkle há poucos dias argumenta que todas as mensagens de texto e uso da mídia social que está se envolver em é ruim para nós, como sociedade, porque é que nos impede de ter “reais” conversas e conectar-se com outros seres humanos . Mas isso é um problema real ou apenas outro exemplo de como as novas tecnologias muitas vezes ser culpado por comportamento que já existia muito antes que eles foram inventados?

    O cerne do argumento de Turkle é que, enquanto mensagens de texto, atualizações de status do Facebook e mensagens do Twitter pode nos fazer sentir como se estivéssemos ligados aos nossos amigos e familiares em pequenas formas, estas “goles” de conectividade on-line não somam muito . É semelhante ao caso que ela fez em seu livro Alone Together: Why We Expect More da tecnologia e menos um do outro , no qual ela falou sobre como as redes sociais como o Facebook são realmente nos mantendo a uma distância um do outro,em vez de ajudar a nos conectar . Como ela mesma diz em seu NYT peça:

    Vivemos em um universo tecnológico no qual estamos sempre nos comunicando. E ainda temos sacrificado conversa para conexão simples.E-mail, Twitter, Facebook, todos estes têm os seus lugares – em política, comércio, romance e amizade. Mas não importa o quão valioso, eles não substituem a conversa.

    Mas isso é realmente verdade? Não há dúvida de que um Facebook ou Twitter bate-papo não podem substituir uma conversa face-a-cara com alguém que você gosta. Mas se alguém realmente dizendo que deveria? Ela se sente como se Turkle propõe uma falsa dicotomia, como se toda a comunicação on-line nos envolvemos em alguma forma toma o lugar do “mundo real” conversa. É como uma versão atualizada da antiga imagem de jovens sentados sozinhos em seus porões jogando videogame em vez de ir ao encontro de seus amigos no mundo “real”. ( Susannah Fox tem um apanhado legal de algumas reações à peça Turkle).

    Aqueles que são social on-line tendem a estar offline sociais

    Este argumento tem uma série de falhas, no entanto, incluindo o fato de que a pesquisa mostra pessoas – em especial os utilizadores da Internet jovens – que são mais sociais no uso de redes on-line e ferramentas também são mais social no mundo offline. Sociólogo Zeynep Tufekci tem escrito sobre esta dicotomia vezes falsas muitos, inclusive durante uma troca com o ex- New York Times , Bill Keller, editor executivo , que ecoou medo Turkle que as conexões on-line são uma pálida imitação de “real” conexões humanas. Tufekci argumenta o mundo online eo chamado mundo real são quase indistinguíveis agora, e em muitos casos, eles tendem a apoiar uns aos outros e não o contrário.

    Em seu artigo recente no Atlântico , o autor Stephen Marche perguntou se o Facebook foi tornando-nos mais sós, em vez de menos , e, finalmente, ele parecia descer sobre o “mais solitário” lado da equação, dizendo:

    Em um mundo consumido por novos modos de socialização cada vez mais, temos a sociedade cada vez menos real. Vivemos em uma contradição de aceleração: quanto mais conectada nos tornamos, mais solitário que somos. Prometeram-nos uma aldeia global, em vez disso que habitamos o monótono cul-de-sacos e estradas intermináveis de um subúrbio de informação vasta.

    Como poético como os sons, no entanto, ela simplesmente não parece ser o caso. Mesmo “especialista em solidão”, o que é citado por Marche no Atlântico peças não concorda estamos nos tornando mais solitário , e não há nenhuma evidência real para sugerir Facebook está ajudando ou prejudicando a esse respeito. Tal como acontece com a análise de Turkle, Marche parece convencido de que as redes sociais, mensagens de texto ou várias outras formas de conexão on-line estão substituindo a verdadeira comunicação entre as pessoas, mas pelo menos na minha experiência – e também na pesquisa de outros, como Tufekci – que não é realmente o que está acontecendo.

    Conexões on-line podem facilmente provocar conexões off-line

    Se alguma coisa, as conexões on-line tendem a provocar ou promover conexões do mundo real. Eu encontrei dezenas e possivelmente centenas de pessoas que eu não saberia, exceto para o Twitter, teve reuniões espontâneas de café graças a Quadrangular check-ins, e fez inúmeras outras ligações entre o mundo online e offline. Será que todo mundo faz isso? Claro que não.Eu tenho certeza que existem pessoas que se tornam mais sozinha ou mais solitário como eles usam a Internet, assim como há pessoas solitárias que assistem muita televisão tarde da noite. Mas isso não significa que a televisão causas da solidão.

    Como acontece com qualquer tipo de atividade, muito do que pode ser prejudicial para sua saúde – mas que vai para a abundância de “real” as atividades mundiais também.Alexandra Samuel, diretor do Social + Interactive Media Centre, Emily Carr University,escreveu em resposta a Turkle que :

    [W] orrying sobre as crianças que escolhem viver online é tão equivocada como se preocupar com os idosos que escolhem viver fora de linha. É o resultado de olhar para um estilo de vida emergente digital através de um prisma de gerações, que assume as conversas só são significativos quando eles se parecem com as conversas que cresceram tendo.

    Para mim, isso parece muito com o debate que estava girando em torno da Web em 2010sobre se a Internet estava nos tornando estúpidos – uma teoria avançada em parte pelo autor Nick Carr em seu livro The Shallows . Como várias pessoas, incluindo teórico mídia Clay Shirky e psicólogo de Harvard Steven Pinker salientou , a internet realmente não faz nada para nós, além de hábitos de reforço ou padrões de comportamento que possa ter. A Internet pode ser usada de maneiras que nos fazem estúpido, ou pelo menos fazer-nos parecer que maneira? Claro que pode. E isso pode praticamente todos os homens outra invenção surgiu com desde a roda.

    Pinker aponta que praticamente todo o desenvolvimento tecnológico relacionado à mídia, dos jornais e livros para a televisão ea Internet  fica demonizado em algum momento as pessoas tentam colocar a culpa para a natureza humana de alguma força externa. Mas em cada caso, é como escolhemos utilizar estas novas ferramentas que importa, e isso é algo que todos nós temos em nosso poder para mudar, para melhor, bem como para o pior.

    Post e imagens em miniatura de cortesia do Flickr usuários Jinterwas e Rufino.

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

    Curiosidades na internet

  • Nick Denton quer transformar o mundo da mídia on-line em sua cabeça

    Acesse:http://gigaom.com/2012/04/20/nick-denton-wants-to-turn-the-online-media-world-upside-down/

    Nos últimos dois meses, Gawker Media fundador Nick Denton deixou claro que ele não gosta de comentários do blog muito, e que inclui os em seus próprios sites, como Gizmodo e Jezebel. Ele disse isso durante uma entrevista no South by Southwest , onde chamou a idéia de longa data que os comentários poderiam de alguma forma capturar a inteligência dos leitores de um site “uma piada”. Então Gawker está refazendo comentários a partir do zero, Denton disse GigaOM em um entrevista em seu escritório SoHo na quarta-feira – e da visão por trás das mudanças que estarão rolando em breve nada mais é do que uma reinvenção do que a empresa é de cerca de, e também uma tentativa de literalmente virar o mundo de conteúdo on-line em sua cabeça.

    Esta não é a primeira vez Gawker tentou corrigir comentando: o site tem um monte de atenção há vários anos para lançar um novo sistema ambicioso comentando que era para oferecer aos leitores um sistema de incentivos para encorajar bom comportamento – um pouco como a adesão modelo que outros sites, incluindo os New York Times , adotaram, que concede benefícios leitores para postar comentários bons. Mas Denton diz agora que este sistema realmente acabou por ser um erro enorme, e que tudo o que fez foi incentivar a mídia social gurus e comentadores profissionais para burlar o sistema, a fim de obter recompensas:

    Foi um erro terrível. Isso não funciona porque as pessoas jogo – e as pessoas que jogo que são as pessoas com tempo e social-media expertise, e os que não são as pessoas com informações ou insight. Que pessoa que realmente tem um trabalho e uma reputação … iria dar um f *** sobre a obtenção de algum crachá pouco como eles estão na escola?É condescendente.

    Todo mundo se torna um moderador de seus próprios comentários

    Então, o que é a solução do Gawker? O novo sistema de comentários, que deu a entender sobre Denton, mas não revelou os detalhes , é projetado para dar a todos a sua própria plataforma para comentários e discussão, em que eles controlam quem ouvir ou quem demitir. E isso inclui as fontes envolvidas em uma história em Gawker ou Gizmodo ou qualquer um dos outros sites. Isso, Denton espera, vai apelar para as pessoas que atualmente não comentar em blogs, pois isso se sente como “pedir a alguém para ir para baixo para ocupar Wall Street e mergulhar na multidão e começar a gritar. Nenhuma pessoa razoável vai fazer isso. “

    Em particular, Denton espera que lidar com comentários, desta forma, incentivar os temas de histórias para se envolverem em refutar estes relatórios diretamente no site, em vez de chamá-lo para reclamar com ele sobre eles. “Eu quero levar todas essas pessoas e quero tê-los na discussão”, diz ele. “Eu quero ver a história evoluir e ver a réplica ea réplica à contestação.” Não só esse drama produto – algo Denton admite que tem uma predileção por – mas ele acredita que também poderia ajudar a chegar à verdade, de um modo geral.

    Agora posso dizer: a sua refutação será dado como destaque tanto quanto a peça original – vamos respeitá-lo, vamos protegê-lo da máfia e vamos deixá-lo dizer o seu pedaço. É ótimo porque acrescenta drama, e mantém os nossos escritores honestos.

    Denton quer reinventar o modo como funciona a mídia online

    Mas Denton não só quer reinventar comentando, ele quer que estas alterações são parte de reinventar o jornalismo online em si, transformando o modelo de história tradicional em sua cabeça. Enquanto muitas lojas tratar comentários ea discussão em torno de uma história como uma reflexão tardia, algo que é pregado em uma vez a história termina, Denton disse que vê-lo não só como como o início da história – mas como a parte mais importante. Ele disse que ainda quer levar a discussão em torno de uma história que editores da Gawker se envolver em via mensagens instantâneas e chats privados e tornar tudo isso público, como forma de provocar discussão.

    Esta foi realmente a visão original por trás Gawker: Denton disse ter notado a discussão e fofoca em torno de uma história na redação ou no bar quando ele trabalhou no Financial Times foi muitas vezes mais interessante do que a própria história – e ele queria transformar essa discussão em sua própria forma de mídia. De forma semelhante, comentando as mudanças são projetadas para tornar a discussão entre os escritores (que ele disse será incentivada a gastar muito mais tempo na seção de comentários) e os leitores e fontes muito mais proeminentes, em alguns casos, até o ponto onde eles se tornam o história.

    O que é interessante sobre a visão de Denton é que muitos dos sites de mídia tradicionais e digitais só falar sobre como a “conversa” é o mais importante, e como envolver o leitor é uma ferramenta valiosa para descobrir a verdade, algo que foi aceite sabedoria desde O Manifesto Cluetrain foi publicado mais de uma década atrás -, mas muito poucos sites realmente seguir com esta promessa.

    Pode Nick Denton conseguem fazer Gawker em uma criança do poster para que o princípio, e não apenas salvar comentários e discursos internet, mas pavimentar o caminho para o futuro da mídia on-line? E será que alguém realmente levá-lo até em sua oferta para passar o dia no Gawker moderar sua própria discussão? Fique atento.

    Post e imagens em miniatura de cortesia do usuário do Flickr Jeremy Rei.

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

    Curiosidades na internet

  • Microsoft e Justiça dos EUA unem-se contra rede de computadores escravos

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1077580-microsoft-e-justica-dos-eua-unem-se-contra-rede-de-computadores-escravos.shtml

    Como se fosse um herói de gibi, que atua paralelamente à lei, a Microsoft está tentando fazer justiça com as próprias mãos.

    Por meio da sua Unidade de Crimes Digitais, a empresa se esforça para combater cibercriminosos que, normalmente, passam despercebidos pelos radares de agentes da lei.

    No último dia 23, membros da unidade se uniram a oficiais de Justiça dos EUA na busca e na apreensão de equipamentos usados por criminosos para comandar uma gigantesca rede de computadores escravos (ou “botnet”) conhecida como Zeus.

    Michael Sisak/The New York Times
    Os inspetores digitais forenses J-Michael Roberts e Ashim Kapur coletam evidências em Scranton (Pensilvânia)
    Os inspetores digitais forenses J-Michael Roberts e Ashim Kapur coletam evidências em Scranton (Pensilvânia)

    Desde 2007, mais de 13 milhões de computadores em todo o mundo já foram infectados e se tornaram parte da Zeus, causando um prejuízo de US$ 100 milhões às suas vítimas.

    A desarticulação da rede foi o resultado de uma investigação da unidade que durou “meses”, segundo um dos blogs da empresa. E não foi a primeira ação do tipo. Desde 2010, outras três botnets (Rustock, Waledac e Kelihos) foram desativadas pelo time.

    Tudo isso, claro, não acontece na ilegalidade -todo herói que se preza colabora e recebe a ajuda de órgãos da Justiça. Para apreender os equipamentos, a Microsoft move processos civis contra donos de redes de PCs zumbis.

    “O cibercrime cruza fronteiras, jurisdições e plataformas, e, portanto, nenhuma agência ou ação pode combatê-lo sozinha com eficiência. Acreditamos que parcerias público-privadas são essenciais para tratar das complexidades dos cibercrimes”, disse a assessoria da Unidade de Crimes Digitais à Folha.

    A equipe, que tem sua base no campus da Microsoft em Redmond, Washington, é comandada por Richard Boscovich, advogado e ex-promotor federal nos EUA. O resto do time conta com advogados, investigadores e analistas técnicos espalhados pelo mundo.

    Editoria de Arte/Folhapress

    DEFESA PRÓPRIA

    “A Microsoft está defendendo o próprio peixe”, diz Wanderson Castilho, especialista e autor de livros sobre crimes digitais. Ele entende que o fato de o Windows ser o sistema operacional mais usado e atacado força a empresa a defendê-lo para preservar sua marca.

    Segundo uma pesquisa feita pela própria Microsoft em julho do ano passado, 10 milhões de máquinas infectadas foram encontradas só nos EUA. No Brasil, o número era de 3,8 milhões.

    E esses dados podem ser ainda maiores, pois correspondem apenas a usuários que rodaram o Malicious Software Removal Tool, uma ferramenta da empresa para detecção de pragas virtuais.

    “Qualquer pessoa pode entrar com uma ação civil e fazer investigações paralelas sobre crimes virtuais”, diz Leandro Bissoli, advogado especialista em direito digital.

    A diferença é que a Microsoft tem recursos para fazer isso -chegou a oferecer US$ 250 mil de recompensa por pistas de hackers. O que seria, afinal, de Batman sem a grana de Bruce Wayne?

    Curiosidades na internet

  • É hora de parar de falar sobre a morte da Grande Mídia

    Acesse:http://pandodaily.com/2012/04/11/its-time-to-stop-talking-about-the-death-of-big-media/

    Na semana passada um dos nossos escritores convidados, Francisco Dao, publicou um post intitulado “O que acontece depois de matar a grande mídia?”  Nela, ele supôs levianamente que a mídia grande do “queda é inevitável” e passou a pesar por sua morte.

    “A Internet acabará por vencer”, disse Dao “, e podemos ter consolo em saber que não há que parar a marcha rumo a esse futuro. Então, ao invés de simplesmente atacar a grande mídia por ser o inimigo, devemos considerar que o nosso mundo seria se eles falham. “

    Segurem-se – o quê?

    Não evoluímos para além da “Internet vs grande mídia” dicotomia alguns anos atrás? Não está claro que “a Internet,” apesar da qualidade mágica aplicada a ele por alguns habitantes do vale, nada mais é do que uma rede, que pode ser usado como um canal e uma plataforma, e que é tão acessível a “grande mídia”, como é para um bando de comp-sci grads que alugou um espaço em Palo Alto?

    A idéia de que “a Internet” vai derrotar um Clueless “grande mídia” em seu próprio jogo é romântica na melhor das hipóteses, ingênua, pelo menos, e, na verdade, de uma forma, tipo de bonito. Isso me lembra de uma cena do documentário  ” Page One: Inside The New York Times ”  em que um executivo moderno besuited e insuportável de vice revista tenta dizer repórter de mídia David Carr que, enquanto o Times estava a escrever sobre surf, ele estava dizendo o mundo sobre canibalismo na Libéria.

    Carr deixa de digitação, mantém sua mão direita para cima, e diz, com um pouco de veneno: “Só um segundo. Segurem-se. Antes que você nunca foi lá, tivemos jornalistas há relatórios sobre o genocídio, após o genocídio, e só porque você colocar um capacete safari merda e você olhou para algum cocô, não lhe dá o direito de insultar o que fazemos. “

    Deixe-me deixar isso claro: a grande mídia – CNN, The New York Times, Hollywood, as grandes gravadoras (Deus, especialmente os rótulos) – têm se atrapalhou em digital repetidamente. Eles não conseguiram captar a melhor forma de usar a Internet, não só a dialogar com o público, mas também para alcançar novos públicos, oferecer novos conteúdos, reembalar conteúdo antigo, integrar redações, e qualquer merda mais é que deveriam ser fazendo (oferecer check-ins?) assim como alguns geek em um porão inventou uma mudança de paradigma Tecnologia. Muitos deles ainda não entendi. Mas eles não vão para sugar para sempre.

    Grandes meios de comunicação pode ser complicado e, ocasionalmente, entorpecido-caveira quando vem para o digital, mas eles têm bolsos profundos, e eles não são totalmente estúpido. Eles contratam jovens mentes inteligentes, que sabem o que está acontecendo. Eles percebem que o digital oferece uma enorme oportunidade e um desafio. E eles estão agindo sobre ele.

    Hoje eu estava em um evento de mídia para o lançamento do novo show de Christiane Amanpour entrevista à CNN, Amanpour . Eu aguardei em seguida para falar com o show digital do produtor Samuel Burke, que foi uma das primeiras contratações para o projeto.Alguns anos atrás, sua posição não existia.

    “Todo mundo diz que a grande mídia está morrendo”, a 26-year-old me disse. “E sim, há muitas lojas mais mídia do que antes, porque é tão fácil de entrar no mercado. Mas eles têm tais orçamentos minúsculos que eles são realmente capazes de cobrir notícias internacionais cada vez menos. “

    Startups dotcom pode ter um monte de conteúdo, mas eles não investem em cobrir tantos lugares como o fazem os gostos de CNN, Reuters, ou The New York Times.

    “De certa forma, por ter tantos lugares lá fora, tantos espaços disponíveis para o conteúdo, eles estão competindo uns contra os outros”, contada Burke. “Mas no final do dia, quase nos fortalece, porque a maioria desses lugares não estão enviando pessoas para o Afeganistão, não estão enviando pessoas para a Síria. Isso não vai acontecer. “

    Gosta deles ou detestá-los, a CNN também investe muito em seu produto. Eu assisti parte de uma gravação de ensaio para o show Amanpour, e havia nove pessoas na sala de controle se concentrar apenas em fazer a produção apenas para a direita – de áudio cueing, que fixa o teleprompter, chamando os ângulos de câmera, cravando o tempo, conversando sem parar, batendo afastado em teclados, e mostradores girando. E isso é para dizer nada sobre o cameramen, a equipe de make-up, o convidado de caça e de coordenação, o processo editorial, e cuidar da âncora. Apenas um ensaio. Não vamos nem começar no marketing.

    Quem no canto dessa entidade mítica Dao chama de “a Internet” pode corresponder a CNN em todas essas frentes? O Huffington Post? Daily Kos? Drudge Report? TV atual? O Diário?

    Sim, a ruptura digital da indústria da mídia tem sido enorme e real. Ele arrombado algumas rachaduras em que alguns excelentes excelentes propriedades novas mídias foram capazes de prosperar – Slate e do salão de beleza e o furador , só para citar alguns.Novas plataformas surgiram para desafiar a hegemonia das grandes meios de comunicação, mas à medida que amadurecem e da mídia, grandes alcança, essas plataformas – Facebook, YouTube, Twitter, Spotify – estão provando território fértil para as principais marcas de mídia. CNN, por exemplo, é uma das marcas mais seguidas no meios de comunicação social. Sua presença no Twitter centro conta com mais de 4 milhões de seguidores. O Huffington Post tem 1,8 milhões.

    E se a grande mídia está cambaleando ao seu leito de morte, as últimas descobertas deEstado da Pew da News Media relatório para fazer befuddling leitura. De acordo com o que, a audiência da noite notícia através ABC, CBS, NBC e aumentou em 1 milhão de espectadores em 2011 , enquanto a CNN e MSNBC registraram ganhos horário nobre de 16 por cento e 3 por cento, respectivamente.

    Enquanto isso, The New York Times, que é suposto ser carking-lo a qualquer minuto, lançou um plano de assinatura muito ridicularizado por seus leitores mais fiéis que em um ano já se inscreveram mais de 450.000 usuários , que pagam entre US $ 15 e $ 35 por meses. Não é uma bala de prata, mas é praticamente um caixão de pinho, também. Ao mesmo tempo, o seu tráfego Web se manteve praticamente inalterado, e em novembro o jornal anunciou que a sua circulação casa-parto aumentou pela primeira vez em cinco anos.

    Eu sou campeão do digital, e eu vi com espanto tão grande mídia tem sua maneira desajeitada tropeçou através deste espaço, nebulosa ainda emergente. (Lembre-se, estamos apenas 15 anos para este experimento Internet.) Mas o jogo ainda não acabou.Ele nem sequer começou.

    E sim, Facebook, Google, Twitter, Spotify, iTunes, YouTube, Yelp, Foursquare, Netflix, e um monte de outras, são de-final do mercado de mídia de uma maneira incrível emocionante. Mas em 20 anos, se não já, vamos dar a essas empresas um simples rótulo fácil de ridicularizar que pode ser expressa e demitido com duas simples palavras: Big.Media.

    Não luto pela morte dele ainda.

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

    Curiosidades na internet