O modelador de cachos (ou babyliss) é uma ferramenta ideal para aqueles dias em que você acorda com vontade de testar novos visuais, deixando o liso de lado e criando ondas poderosas.
Dependendo do tamanho do cilindro do modelo, é possível fazer desde espirais mais fechadas e definidas até as mais soltas e naturais. Além disso, ainda existem algumas opções que contam com tecnologias que tornam o processo de estilização menos prejudicial à saúde das madeixas.
A seguir, Boa Forma selecionou 10 modeladores de cachos de marcas como Revlon, Philco, Britânia e GA.MA Italy para você escolher o que mais tem a ver com as suas preferências. Confira!…
Já tentou ouvir músicas para se livrar de uma tristeza, mas a playlist do seu iPhone te deixou no fundo do poço? Uma empresa japonesa pretende acabar com esse problema. A Nerowear desenvolveu um fone de ouvido que seleciona as canções de acordo com o humor de usuário. A tecnologia capta as ondas cerebrais por meio de um sistema chamado EEG.
Fone de ouvido escolhe músicas de acordo com humor do usuário (Foto: Reprodução/ufunk)
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A novidade funciona de forma bem simples. As informações captadas pelos fones são enviadas, via Bluetooth, para o iPhone através do aplicativo Mico. Em seguida, o programa faz a “mágica seleção”, baseado em três tags pré-definidas: com sono, estressado e concentrado. Para refinar a escolha, o sistema registra o estado de espírito em que determinada música foi ouvida.
Apesar de tudo parecer fantástico demais, esse não é a primeira invenção da empresa Neurowear no mundo da música. A companhia japonesa é dona do serviço Pandora-like, que auxilia o usuário a descobrir novas canções pelo mundo e pode servir de complemento ao novo app Mico.
O australiano Mark Tipple usa uma câmera especial para fotografar as reações dos banhistas logo após a passagem de ondas nas praias de Sydney. O trabalho, chamado “The Underwater Project” (“O Projeto debaixo d’água” em tradução livre), começou em 2009, depois que Mark experimentou fotografar pequenas ondas na praia de Coogee. Por acaso, ele captou a expressão de um rapaz que passava embaixo da onda e achou a imagem muito interessante.
Ondas em praia de Sydney, na Austrália (Foto: Mark Tipple)
O equipamento de Mark pesa cerca de 11 kg e ele se esforça para mantê-lo o mais firme possível durante a passagem das ondas. “A fotografia de surfe sempre existiu. Eu queria fazer algo diferente”, explica o fotógrafo em seu site. Para ele, a primeira imagem do projeto, tirada ainda em 2009, mudou sua percepção sobre a fotografia aquática.
Mark conta que estava entediado fotografando apenas ondas e o mar vazio. Retratar a reação das pessoas era algo muito mais interessante. A primeira fotografia, de um rapaz fugindo da onda, ganhou o nome de “Escape” (“Fuga”) e é considerada por Tipple como um marco em sua carreira.
“Escape”, a imagem que iniciou o projeto, mostra rapaz tentando escapar de onda (Foto: Mark Tipple)
Banhista embaixo d’água (Foto: Mark Tipple)
Reações durante a passagem de uma onda (Foto: Mark Tipple)
Rapaz embaixo d’água em praia de Sydney (Foto: Mark Tipple)
Quem disse que ouro precisa ser necessariamente dourado? Depois de fazer modificações em escala nanométrica (1 nanômetro = a bilionésima parte de 1 metro), cientistas da Universidade de Southampton (Reino Unido) alteraram a cor de amostras de ouro.
A técnica envolve fazer pequenas saliências para mudar a forma como o material reflete a luz, e pode ser aplicada em outros metais, como prata e alumínio. “É a primeira vez que a cor visível de um metal é alterada dessa forma”, destaca o pesquisador Nikolay Zheludev.
A luz branca é composta por diversas ondas eletromagnéticas, cada uma com uma cor. Quando um objeto é atingido, ele absorve determinadas ondas e reflete outras, que são percebidas por nós. Por exemplo, se um tecido reflete luz azul e absorve as outras, nós o enxergamos azul.
“Este é o princípio fundamental que exploramos neste projeto. Ao criar em metais saliências com dimensões de cerca de 100 nanômetros, nós percebemos que é possível controlar quais comprimentos de onda de luz o metal absorve e quais ele reflete”, explica.
Zheludev e sua equipe pretendem vender a técnica, que poderia ser usada na confecção de joias, por exemplo. Outra possibilidade seria incorporar em documentos amostras de metal com cor modificada, dificultando a falsificação.
A WaveJet tem propulsor elétrico que ajuda você a atingir até 32 km/h sobre as ondas
Foto: Divulgação Prancha com propulsor elétrico acoplado atinge 32 km/h e custa até US$ 4.795, dependendo do tamanho
Além de se equilibrar em cima da prancha, um dos grandes desafios do surf é atingir, no momento certo, literalmente, a crista da onda. Para isso é preciso gastar uma boa dose de energia remando (com os braços) para pegar uma “carona” na onda e só depois deslizar sobre ela. Porém para os proprietários da WaveJet esta missão ficará mais fácil.
Trata-se de uma prancha motorizada, que possui um propulsor elétrico acoplado em seu casco. Com esse sistema, ela pode atingir até 32 km/h. Para pilotar a WaveJet, o surfista conta com uma espécie de controle remoto que fica no bracelete.
O motor é alimentado por uma bateria de lítio e tem autonomia de 30 minutos. Para recarregá-la basta conectar a prancha em qualquer tomada. O equipamento pesa 9 kg, mas, para minimizar esse aumento de peso, a WaveJet é feita em fibra de carbono, material conhecido por seu alto nível de resistência e leveza. Ainda sim, é possível remover o propulsor e surfar da maneira convencional a hora se que desejar.
É possível comprar apenas o propulsor elétrico e instalar em qualquer prancha . Foto: Divulgação
A WaveJet foi criada pelo surfista americano Mike Railey, que patenteou a ideia e a marca “WaveJet” em 2007. Os primeiros protótipos, contudo, só foram para água no início de 2011. A novidade poderá ser usada para resgate em campeonatos e, no caso, das competições de ondas gigantes dispensará a ajuda dos jet skis, que normalmente, têm a função de rebocar os surfistas para os locais mais distantes da praia. Além disso, a WaveJet abre novas oportunidades para deficientes físicos praticarem surf.
As pranchas começarão a ser vendidas em maio deste ano. Serão seis modelos disponíveis com preços que variam de US$ 4.150 a US$ 4.795, dependendo do tamanho.
Caso o cliente não queira adquirir as pranchas, existe a possibilidade de ele comprar apenas o propulsor elétrico, que pode ser instalado em qualquer prancha. Neste caso o valor é de US$ 2.500.