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  • Oracle anuncia seu primeiro banco de dados desenvolvido para a nuvem

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    A Oracle anunciou que seu primeiro banco de dados desenvolvido para a nuvem já está disponível no mercado. O  download do Oracle Database 12c pode ser feito no site da Oracle Technology Network (OTN).

    Na semana passada, a empresa anunciou uma série de alianças com empresas-chave, incluindo a Microsoft, para aumentar seus esforços de competir com outras companhias no mercado de computação na nuvem.

    O Oracle 12c promete um aumento na qualidade e no desempenho de aplicativos, redução no tempo gasto com a gestão de armazenamento e a obtenção da máxima disponibilidade. Confira as principais características do novo banco de dados.

    Nova arquitetura Multitenant

    O novo banco de dados conta com uma nova arquitetura Multitenant, que simplifica o processo de consolidação de bancos de dados na nuvem, permitindo que os clientes gerenciem vários bancos como um só, sem alterar seus aplicativos.

    “Essa nova arquitetura oferece outros recursos de cloud computing, como provisionamento simplificado, clonagem e priorização de recursos, sem a necessidade de grandes alterações aos aplicativos”, disse Andrew Mendelsohn, vice-presidente sênior de Tecnologias de Servidor de Banco de Dados da Oracle, por meio de um comunicado.

    O Oracle Multitenant também funciona com todos os recursos do Oracle Database.

    Otimização automática de dados

    O Oracle Database 12c traz novos recursos de otimização automática de dados. Um Heat Map monitora a atividade de leitura/gravação do banco de dados, possibilitando que os administradores identifiquem facilmente os dados hot (muito ativos), warm (somente leitura) e cold (raramente lidos) armazenados nas tabelas e partições.

    Administradores de bancos de dados (DBAs) poderão definir facilmente as políticas gerenciadas dos servidores para automatizar a compactação e a colocação de dados de OLTP, Data Warehouse e arquivamento em camadas, com base na atividade e no tempo de existência dos dados.

    “Entre os principais desafios que os gerentes de datacenters enfrentam estão o custo, a complexidade e a inflexibilidade impostos pelo grande número de bancos de dados de produção operando em configurações fixas de servidor, a maioria dos quais substancialmente subutilizada”, disse Carl Olofson, vice-presidente de Pesquisa de Software, Integração de Dados e Gestão de Bancos de Dados da IDC, por meio de comunicado.

    Eficiência na gestão de bancos de dados e simplificação das análises de Big Data

    A integração com o Oracle Enterprise Manager 12c Cloud Control auxilia os administradores a implementar e gerenciar a nova funcionalidade do Oracle Database 12c, que inclui novidades como a arquitetura Multitenant e a edição de dados.

    Ele também aprimora os recursos MapReduce residentes no banco de dados para Big Data por intermédio da correspondência de padrões de SQL, que viabiliza a descoberta imediata e escalável de sequências de eventos empresariais, como transações financeiras, logs de rede e de sequência de cliques (clickstream). Novos algoritmospreditivos residentes no banco de dados também ajudam os analistas a analisar melhor as informações empresariais.

    Segurança em camadas

    O Oracle Database 12c inclui mais inovações de segurança que as versões anteriores, ajudando os clientes a enfrentar as crescentes ameaças e cumprir as regulamentações cada vez mais exigentes em termos de privacidade dos dados.

    Os novos recursos de edição permitem que as empresas protejam dados confidenciais, como números de cartões de crédito, sem ter de fazer alterações nos aplicativos que os exibem, pois são editados de maneira simultânea a execução, baseados em políticas pré-definidas e nas informações da sessão da conta.

    O novo banco de dados da Oracle inclui ainda o  o novo Run-Time Privilege Analysis, que permite identificar as funções e os privilégios que realmente estão sendo usados, ajudando a revogar privilégios desnecessários e aplicar o mínimo deles com a segurança de que as operações da empresa não serão prejudicadas.

    Webcast

    Quem estiver interessado em aprender mais sobre o novo banco de dados da Oracle poderá acompanhar o webcast de lançamento do Oracle Database 12c, que será apresentado por Andy Mendelsohn, vice-presidente sênior de Tecnologia de Servidores de Bancos de Dados da Oracle, e Tom Kyte, arquiteto da Oracle. O webcast está programado para o dia 10 de julho de 2013, às 13h (horário de Brasília).

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  • Falha na plataforma Java torna 1 bilhão de computadores vulneráveis

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1159467-falha-na-plataforma-java-torna-1-bilhao-de-computadores-vulneraveis.shtml

    Uma brecha de segurança do programa Java permite que pessoas mal-intencionadas instalem código malicioso, como vírus, em praticamente todos os computadores Mac e Windows em que o software está instalado –cerca de 1 bilhão de máquinas.

    Reprodução
    Logotipo do Java
    Logotipo do Java

    Têm a falha as versões Java 5, Java 6 e Java 7. Todas as versões do Windows estão sujeitas à brecha, assim como computadores com o sistema da Apple OS X 10.6 (Snow Leopard) ou mais novo.

    A descoberta foi feita pela firma polonesa de antivírus Security Explorations e inicialmente divulgada pelo site “Computerworld” nesta quarta (26).

    A Oracle, dona do Java, disse à empresa de segurança que eliminará a falha em uma atualização (“update”) futura, mas não disse a data. Segundo o “Computerworld”, a próxima atualização trimestral do Java está marcada para o dia 16 de outubro.

    Usuários do Java para celulares e tablets não estão expostos a esse erro.

    Por meio da brecha seria possível a instalação de programas como vírus para o roubo de informações privadas, incluindo números de cartão de crédito.

    O Java é uma plataforma utilizada para aplicações de segurança de bancos, por exemplo, funcionando como uma espécie de programa satélite do navegador. Também é empregado em jogos e outros tipos de interface (não confundir com a linguagem de desenvolvimento web Javascript).

    Tornou-se propriedade da Oracle quando esta adquiriu a empresa que o fornecia, a Sun Microsystems, em 2009.

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  • Juiz de caso entre Google e Oracle procura nomes de jornalistas pagos pelas empresas

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1134155-juiz-de-caso-entre-google-e-oracle-procura-nomes-de-jornalistas-pagos-pelas-empresas.shtml

    A batalha judicial entre Google e Oracle sofreu uma reviravolta na terça-feira (7), quando um juiz pediu que as empresas revelem o nome de jornalistas, blogueiros e comentaristas que podem constar das folhas de pagamento das companhias.

    O juiz William Alsup disse que estava preocupado com a possibilidade de que o Google e a Oracle, ou membros de seus conselhos de administração, tenham pagado pessoas que possam ter publicado comentários sobre o caso.

    A ordem, anunciada meses após um júri decidir que o Google não violou patentes da Oracle, levanta a hipótese da existência de um oculto mundo de cobertura jornalística paga e injeta incerteza sobre o caso.

    Na decisão de uma página, o juiz não dá mais detalhes sobre as preocupações do tribunal.

    “O tribunal está preocupado que as partes ou conselhos possam ter retido ou pagado autores de veículos impressos ou de internet, jornalistas, comentaristas ou blogueiros que podem ter publicado comentários sobre os assuntos do caso”, disse Alsup na ordem emitida na terça-feira (7).

    As empresas devem divulgar as informações até 17 de agosto.

    A Oracle processou o Google em tribunal federal dos Estados Unidos, afirmando que o sistema operacional Android violou patentes e direitos autorais do Java. A companhia busca uma indenização de cerca de US$ 1 bilhão.

    Mas o júri decidiu em favor do Google, e o juiz decidiu que a Oracle não pode reclamar proteção de direito autoral na maior parte do material relacionado ao Java apresentado no tribunal. A Oracle afirmou que vai recorrer da decisão.

    O julgamento atraiu grande atenção da imprensa e de blogs especializados em tecnologia.

    Um dos mais conhecidos blogueiros sobre questões de propriedade intelectual e sobre o caso, Florian Mueller, revelou que recentemente que a Oracle tornou-se cliente de consultoria dele.

    Especialistas legais afirmam que o impacto da decisão de terça-feira não é claro. “Nunca tinha visto algo como isso antes”, afirmou Eric Goldman, professor na Escola de Direito da Universidade de Santa Clara.

    Segundo ele, as razões potenciais para a preocupação do juiz devem ser determinar se há evidência de que o júri foi influenciado pela intensa cobertura da imprensa sobre o caso ou se o júri baseou-se em evidência tendenciosa, como artigos jornalísticos pagos.

    Goldman, que escreveu sobre o caso, disse que provavelmente deve aparecer na listagem, uma vez que seu blog tem anúncios distribuídos pela rede de publicidade do Google.

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  • Por que o Google não está preocupado com a receita Android

    Acesse:http://gigaom.com/mobile/why-google-isnt-worried-about-androids-revenue/


    Nem todos os investimentos são feitos com a expectativa de que uma grande recompensa está ao virar da esquina. A decisão do Google para bancar o desenvolvimento do Android era apenas um investimento desta natureza, o que torna a semana passada para trás e para frente sobre o quanto de dinheiro do Google já recebeu desse investimento muito bobo.

    Por alguma razão, o Guardian (um investidor parcial em GigaOM, você mente) publicou uma reportagem de quinta-feira passada supostamente ter descoberto o quanto de receita do Google ganhou a partir Android desde o seu lançamento em 2008: US $ 550 milhões. É derivado que o número de documentos apresentados como parte da batalha legal do Google com a Oracle sobre alegação da Oracle que o Android viola patentes relacionadas ao Java, tendo os pagamentos de royalties propostas do Google para o Oracle deveria perder o caso como uma linha de base. Google se recusou a comentar os números e Danny Sullivan na Terra de Marketing rapidamente desafiado o raciocínio por trás figuras do Guardião, mas ele admitiu que não há maneira de saber com certeza quando o Google se recusa a fornecer os seus próprios números.

    O ponto supostamente condenável é que a receita do Google no Android empalidece em comparação com sua receita móveis em geral, que está em um ritmo anual de 2,5 bilhões dólares impulsionado principalmente por buscas móveis em dispositivos iOS e em app de publicidade através da subsidiária do Google AdMob. Isso, no entanto, deve vir como nenhuma surpresa para quem acompanhou o mercado de telefonia móvel: ao longo dos últimos anos, os usuários iOS tenha visualizado os aplicativos baixados da Web, e ocupado de outra forma com seus celulares a uma taxa muito maior do que os usuários do Android até recentemente .

    O erro está assumindo que o Google vê isso como um grande problema, como se o Android tem sido um desperdício de dinheiro porque o Google ganha mais dinheiro com o seu concorrente. Será que o Google gosta de gerar mais receita com Android? Claro. Dinheiro é bom. Mas o Android foi um movimento defensivo por parte do Google, e que não foi motivada principalmente pelo desejo de receita ou lucro.

    Back Where It All Begins

    Vamos lembrar de 2007, que um dia vamos provavelmente considerar um ano fundamental na história da indústria de tecnologia. Em janeiro, a Apple lançou o iPhone, deixando claro ( para todos, mas a Research in Motion, de qualquer maneira ) que a empresa surgiu com um conceito de computação móvel muito além de qualquer outra coisa no radar. Em novembro, o Google e seus parceiros revelado Android ea Open Handset Alliance , comprometendo-se a dar outros fabricantes de celulares e operadoras um sistema operacional moderno celular para competir com o iPhone.

    Cinco anos mais tarde, o Android é a única coisa que impediu a Apple de assumir completamente o mercado de telefonia móvel. Tudo Google nunca esperava fazer era oferecer uma indústria em estado de choque smartphone com as ferramentas para construir uma alternativa credível para o iPhone que não veio com o controle da Apple tacanha. A vantagem potencial é que os parceiros podem expandir o pool total de pessoas com acesso à Web móvel, garantindo que o Google poderia competir para pesquisas móveis sem a necessidade de se prostrar diante de Apple.

    Como CEO da Apple, Tim Cook lembra a todos as vezes que ele pode, ainda estamos na infância desta revolução da computação móvel. Há bilhões de pessoas ao redor do mundo que ainda têm de demitir o seu primeiro smartphone, e sobre o resto da década, podemos ter certeza de que essas pessoas terão pelo menos duas opções: iOS e Android.

    Sem Android, onde estaríamos? É bastante discutível que o Android machucar o resto da indústria de telefonia móvel mais do que dói Apple (novamente, ver RIM), mas seu sucesso assegurou que o mundo terá acesso a um sistema operacional móvel moderno governado por princípios diferentes dos da Apple. Claro, o Android não é tão “aberto” como o Google pode ter uma vez que prometeu, mas na maioria das vezes, o Android é uma plataforma para o desenvolvimento freewheeling melhor ou pior.

    Não há dúvida de que o Android pode frustrar aqueles que querem a melhor experiência que podem começar na computação móvel. Embora tenha ficado muito melhor, ele ainda parece que foi projetado por robôs em vez de seres humanos, e sua adoção por grosso de operadoras de telefonia móvel – o saco de pancadas preferido do consumidor moderno celular – coloca em uma posição desconfortável entre aqueles que podem normalmente ser solidário com seus objetivos.

    Mas o Android representa uma concorrência móvel. Nenhuma outra empresa móvel tem sido capaz de proporcionar uma concorrência credível para a Apple: RIM é sobre as rochas, a HP desistiu de WebOS, e Microsoft e Nokia continuam a ser uma reflexão tardia entre os consumidores, apesar de ter construído produtos decentes. Presidente do Google Eric Schmidt, tendo passado a maior parte de sua carreira pré-Google antes atrito sob o polegar de uma indústria de computadores dominados por uma única empresa, percebeu há muito tempo que o Google estava em posição para se certificar de que não aconteça novamente.

    Nenhum Proprietários, gastadores Apenas

    Mesmo que o Google fez gerar mais receita móvel do Android do que fez o iPhone, a receita móvel do Google ($ 2,5 bilhões) é uma parte muito pequena de seu quadro financeiro global ($ 38 bilhões em receita total durante 2011). E enquanto ela parece uma notícia muito velha, o Android tem realmente sido apenas um fenômeno móvel desde o final de 2010 e em 2011. Google pode dar ao luxo de tomar a visão de longo prazo nas receitas Android dada a sua imagem financeira global e (como mencionado acima) o fato de que o crescimento móvel tem um longo caminho a percorrer.

    Isto não é como Microsoft despejando dinheiro no ralo Bing em uma tentativa infrutífera de dominância dente de busca do Google: Android é realmente sistema operacional do mundo móvel líder, eo próprio mercado está crescendo fortemente. E mesmo se o Google deriva mais de sua receita móvel de iOS, seria difícil para a Apple a cair Google: a participação do Google de buscas móveis é ainda maior do que a sua quota de buscas na Web desktop e quando a Apple começou a fazer barulho sobre restrição AdMob do iPhone , o governo federal levantou uma sobrancelha. Enquanto isso, o Android uso da Web está crescendo.

    Google tem um monte de coisas para se preocupar em 2012, mas quando se olha para as suas finanças, sua estratégia Android não é uma delas.

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

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