‘Tsunami’ varre superfície solar a 400 quilômetros por segundo

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Dois satélites registraram um “tsunami” se espalhando pela superfície do Sol depois de uma descarga de matéria chamada Ejeção de Massa Coronal – erupções de gás em alta temperatura.

Esse “tsunami” é gerado após a erupção solar e caracteriza-se por um campo magnético em suspensão e gás ionizado em alta temperatura, que varre a superfície solar a uma velocidade de 400km por segundo.

A análise deste fenômeno permitirá aos cientistas prever qual o impacto das ejeções de massa coronal para a Terra.

Se direcionadas a nosso planeta, as partículas geradas na erupção solar podem afetar sistemas de comunicação, redes de transmissão de energia e gerar intensas auroras no céu.

Estes lançamentos enormes de energia magnética – conhecidos como “super flares” (super chamas, na tradução literal) – podem danificar a atmosfera de um planeta em órbita nas proximidades, colocando em risco as formas de vida que eventualmente residam ali.

Felizmente as “super flares” são muito menos frequentes em estrelas de baixa rotação, como nosso Sol.

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Índia coloca em órbita primeiro satélite próprio de ‘GPS’

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A Índia lançou o primeiro satélite de um sistema de navegação próprio semelhante ao GPS (Sistema de Posicionamento Global) dos Estados Unidos, que entrará em funcionamento em 2015, informou nesta terça-feira (2) a agência espacial indiana.

O foguete decolou ontem à noite às 23h41 locais (15h11 de Brasília) em Sriharikota, uma base situada em uma região litorânea do sul do país, disse a ISRO (Organização Indiana de Pesquisa Espacial) em comunicado em seu site.

“A Índia entrou em uma nova era das aplicações espaciais”, afirmou o presidente da ISRO, K. Radhakrishnan, à agência local “Ians”.

Trata-se do primeiro de sete satélites que formarão o IRNSS (Sistema de Navegação por Satélite Regional da Índia), e que o país lançará a cada seis meses até 2015.

“Assim que o sistema estiver em funcionamento, a Índia não vai mais depender de outros países”, assegurou Radhakrishnan após o lançamento do satélite, que tem uma vida útil de 10 anos e ficará em orbita a uma distância de cerca de 36 mil quilômetros da Terra.

O IRNSS desempenhará funções civis e militares, e seu custo aproximado é de US$ 230 milhões.

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Com isso, a Índia entra para o seleto grupo de países que dispõem de um sistema de navegação por satélite, como Estados Unidos (GPS) e Rússia (GLONASS), enquanto a China e a União Europeia estão desenvolvendo também seus próprios sistemas.

A Índia, que já realizou mais de 100 missões espaciais até o momento, lançou em 2008 sua primeira sonda lunar, prepara uma missão espacial para Marte este ano e tem planos de lançar em 2016 sua primeira missão espacial tripulada.

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