Tag: Pão francês

  • Pão francês: uma criação brasileira que virou instituição nacional

    Pão francês: uma criação brasileira que virou instituição nacional

    Você já parou para pensar quantos pãezinhos franceses consumiu até hoje? Apesar de não ser considerado o mais popular pão do mundo, ele é o mais querido dos brasileiros nos quatro cantos do país.
    Pão francês cresce com a gente, no café da manhã de todo dia, vai na lancheira da escola, acomoda o farto recheio do sanduba, faz par perfeito com a sopa das noites frias. Ele pode ser café da manhã, almoço e jantar — e vai bem também nos intervalos. Combina com manteiga, mel, geleia, queijos e embutidos, carnes…

    https://www.uol.com.br/nossa/reportagens-especiais/pao-frances-que-nada-ele-nasceu-no-brasil-e-virou-instituicao-nacional/#page5

  • A maioria dos alimentos tem sódio demais, diz Anvisa

    Acesse:http://veja.abril.com.br/noticia/saude/a-maioria-dos-alimentos-tem-sodio-demais-diz-anvisa

    A maioria dos alimentos tem sódio demais, diz Anvisa

    Alimentos como queijo parmesão, macarrão instantâneo e biscoitos são um dos que apresentam os maiores níveis de sódio

    Queijo parmesãoQueijo parmesão: 100 gramas do alimento têm quase a mesma quantidade de sódio que a OMS recomenda como o limite para ingestão diária (Thinkstock)

     

    Uma pesquisa feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) identificou alto teor de sódio em grande parte dos alimentos vendidos no país. O trabalho foi feito com base na análise de 26 tipos de produtos, como bolachas e frios — dos grupos analisados, apenas cinco apresentaram níveis do ingrediente considerados adequados.

    O produto campeão em teor de sódio, de acordo com o levantamento, é o queijo parmesão ralado: uma média de 1.981 miligramas por 100 gramas do produto. Em seguida está o macarrão instantâneo, com 1.798 miligramas por 100 gramas do produto (confira os principais “campeões do sódio”). Segundo recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), a ingestão máxima de sódio deve ser de dois gramas diários, o equivalente a cinco gramas de sal. O brasileiro consome 12 gramas de sal por dia, mais do que o dobro do recomendado pela OMS. “O que nos preocupa é que boa parte dos alimentos com alto nível de sal é muito consumido por crianças”, diz Denise de Oliveira Resende, gerente-geral de alimentos da Anvisa.

    Os campeões de sódio

    Queijo parmesão

    O queijo parmesão ralado apresentou uma média de 1.981 miligramas de sódio por 100 gramas de alimento. Já o queijo em pedaços teve uma média de 1.402 miligramas de sódio por 100 gramas de alimento. A pesquisa da Anvisa chegou a encontrar produtos com 3.052 miligramas de sódio em 100 gramas do queijo.

    Macarrão instantâneo

    O produto tem, em média, 1.798 miligramas de sódio a cada 100 gramas de macarrão. A pesquisa da Anvisa chegou a encontrar produtos com 2.160 miligramas de sódio em 100 gramas do macarrão.

    Mortadela

    A mortadela normal apresentou uma média de 1.303 miligramas de sódio por 100 gramas de alimento. O teor de sódio da mortadela de frango também foi alto: 1.232 miligramas por 100 gramas do produto.

    Maionese

    Na maionese, a média de sódio por 100 gramas de produto é de 1.096 miligramas.

    Bolachas

    Bolachas e biscoitos de vários tipos apresentaram altos níveis de sódio. A média do nutriente em biscoitos de polvilho foi de  1.092 miligramas a cada 100 gramas do produto e, em biscoitos de água e sal, 741 miligramas por 100 gramas de bolacha. O programa de redução de sódio da Anvisa estabeleceu que os biscoitos salgados atinjam, no máximo, 699 miligramas por 100 gramas do alimento.

    Salgadinho de milho

    O produto apresentou uma média de 779 miligramas de sódio por 100 gramas de salgadinho. O programa de redução de sódio da Anvisa estabeleceu que os salgadinhos atinjam, no máximo, 747 miligramas por 100 gramas do alimento.

    Hamburguer bovino

    A Anvisa identificou que o produto tem, em média, 701 miligramas de sódio por 100 gramas de hamburguer.

    Batata frita

    Cada 100 gramas do alimento leva, em média, 624 miligramas de sódio.

    Redução — O macarrão, assim como bolachas e salgados de milho, integram o programa de redução de sódio de produtos processados no país, feito pelo Ministério da Saúde e Associação Brasileira de Indústrias de Alimentação. O acordo, anunciado em 2011, prevê a retirada gradual do sódio de alimentos processados. Até agora foram anunciadas reduções para 13 classes de alimentos. A meta é retirar até 20 mil toneladas de sódio até 2020.

    A redução programada, porém, é considerada tímida por nutricionistas e entidades ligadas ao direito do consumidor. “Mesmo com a mudança, produtos vão continuar com alto teor de sódio. Em outras palavras: o brasileiro continuará consumindo muito mais do que o recomendado”, diz o gerente do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Carlos Tadeu de Oliveira. Ele cita como exemplo o macarrão: “A meta é 1.920 miligramas de sódio. Quase a necessidade de um adulto para o dia todo.”

     Redução de sódio

    Pão francês
    Teor atual: 648mg/100g
    Meta: 586mg/ 100g
    Redução: 2,5% ao ano até 2014


    Batata palha ou frita
    Teor atual: 720mg/100g
    Meta: 529mg/ 100g
    Redução: 5% ao ano até 2016


    Salgadinhos de milho
    Teor atual: 1.288mg/100g
    Meta: 747mg/ 100g
    Redução: 8,5% ao ano até 2016


    Bolos prontos
    Teor atual: 463mg/100g
    Meta: Entre 204mg/100g e 332g/100g (varia conforme o tipo de bolo)
    Redução: De 7,5% a 8% ao ano até 2014


    Misturas para bolo
    Teor atual: 568mg/100g
    Meta: 334mg/100g (aerados) e 250mg/100g (cremosos)
    Redução: De 8% a 8,5% ao ano até 2016


    Biscoitos
    Teor atual:1.220mg/100g (salgados), 490mg/100g (doces) e 600mg/100g (doces recheados)
    Meta: 699mg/100g (salgados), 359mg/100g (doces) e 265mg/100g (doces recheados)
    Redução:  7,5% a 19,5% ao ano até 2014


    Maionese
    Teor atual: 1.567mg/100g
    Meta: 1.052mg/100g
    Redução: 9,5% ao ano até 2014

    Denise afirma que uma redução drástica traria problemas para empresas e afastaria o consumidor. “As pessoas poderiam estranhar o sabor. Além disso, há um problema técnico: o sódio é importante para conservar os alimentos.” Pelo cronograma, a partir de 2013 alguns produtos já devem ser comercializados com menos sódio em sua composição. “Pelas análises que fizemos, alguns produtos já apresentam uma média menor do que a foi acordada, como a maionese”, afirma Denise. A meta é que o produto tenha, no máximo, 1.283 mg/100g. A média encontrada pela Anvisa está em 1.096.

    Fiscalização — A gerente diz que o controle sobre o cumprimento do acordo começará a ser feito a partir de 2013. “Se números revelarem que a adesão está baixa, não está descartada a possibilidade de criar metas obrigatórias.” Para Oliveira, no entanto, medidas mais ousadas poderiam ser adotadas rapidamente. “O acordo tentou abrandar as discussões sobre uma regulamentação mais severa. Autorregulamentação pode ser benéfica, mas os padrões têm de ser adequados.””

    Denise destaca que várias amostras de um mesmo produto apresentam teores diferentes de sódio, como o queijo parmesão: a diferença entre produtos chega a ser de 13,7 vezes. “Daí a importância de a população chegar nos rótulos a composição.” Denise afirmou que foram encontrados produtos com teores de sódio distintos da embalagem. As empresas, diz, foram autuadas. Procurada, a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) afirmou não conhecer os dados, o que a impedia de fazer uma avaliação do trabalho

    Curiosidades na internet