
Os metroviários decidiram, em assembleia na noite de hoje, que não farão greve no Metrô de São Paulo a partir das 0h de quarta-feira (13)…
Greve no Metrô de SP: metroviários descartam paralisação nesta quarta após assembleia

Os metroviários decidiram, em assembleia na noite de hoje, que não farão greve no Metrô de São Paulo a partir das 0h de quarta-feira (13)…
Greve no Metrô de SP: metroviários descartam paralisação nesta quarta após assembleia
Em ano de desaceleração da economia, os bancos já decidiram: não haverá aumento acima da inflação para os bancários, que entram hoje no nono dia de greve.
Se não cederem de fato, será a primeira vez desde 2003 que a categoria, uma das mais fortes nas negociações salariais, receberá só a reposição da inflação (6,1%).
As negociações dos bancários serve de modelo para os acordos salariais de todo o setor de serviços, segmento de maior pressão para inflação.
Nos últimos nove anos, a categoria teve 22,2% de aumento real, de acordo com a Contraf-CUT (confederação nacional dos bancários).
“Ninguém está falando em cortar benefícios e conceder zero de reajuste, o que seria um mau acordo. Ao repor o poder de compra, os bancários continuarão com os melhores salários do mercado, os melhores benefícios e a participação de lucros [PLR] garantida em convenção coletiva”, diz Magnus Apostólico, diretor de relações trabalhistas da Fenaban (federação dos bancos).
O salário médio dos bancários é hoje de R$ 4.740, sendo que o piso salarial é de R$ 1.519. A PLR paga aos caixas de bancos, segundo o diretor, varia entre 3,5 e 4 salários adicionais.
“Isso corresponde a quase 30% a mais no salário, se dividirmos o valor da PLR por mês”, diz o diretor.
Ainda segundo os bancos, a inflação pelo INPC acumulada nos últimos sete anos foi de 42%, enquanto a correção no piso do setor foi de 80%, e a dos salários, 60%.
“A proposta de conceder só a reposição da inflação é indecente. A greve continuará até que haja proposta melhor”, diz Juvândia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo e Região (CUT) e uma das coordenadoras da negociação.
Um dos motivos alegados para não conceder aumento real é o fato de o lucro obtido pelos bancos ter sido menor do que a inflação no primeiro semestre, em relação ao mesmo período de 2012.
Na média, os bancos lucraram 3,7% a mais, enquanto a inflação está em 6%.
“Um setor que lucrou R$ 59 bilhões não pode dar aumento real? Mesmo que o lucro não tivesse crescido, ainda seria altíssimo. Não tem cabimento”, diz a sindicalista.
“A economia está girando mais devagar, com resultados inferiores aos de anos anteriores. O cenário é de indefinição neste ano e no primeiro semestre de 2014. É preciso cautela”, afirma o diretor.
AUMENTO REAL
Neste ano, os bancários pedem reajuste salarial de 11,93%, sendo 5% de aumento real, além de PLR no valor de três salários mais R$ 5.553,15 fixos, entre outros.
No ano passado, foram nove dias de paralisação, que resultaram em reajuste de 7,5%, sendo 2% de aumento real. Em 2011, os bancários cruzaram os braços por 21 dias e voltaram ao trabalho com reajuste de 9% (1,5% acima da inflação). Foi a maior paralisação desde 2004.
Patrões e empregados não sentam para negociar há três semanas. Cada um dos lados espera uma contraproposta.
Segundo os bancários, 10.586 agências e centros administrativos nos 26 Estados e Distrito Federal foram fechados devido à greve. A Fenaban não divulga a adesão.
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Acesse:http://noticias.r7.com/sao-paulo/metroviarios-decidem-hoje-como-sera-a-paralisacao-10072013
Categoria é uma das que devem aderir à greve geral desta quinta-feira
Além das passeatas que devem fechar rodovias e trechos de cinco das principais avenidas de São Paulo, está prevista ainda a paralisação do metrô, ainda que parcial.
A categoria definiria nesta quarta-feira (10), à noite, como seria a adesão ao movimento. Motoristas e cobradores de ônibus devem fazer pequenos atos de apoio, mas ainda nas garagens das empresas.
Motoboys
Já os motoboys se concentraram por volta das 10h na sede do Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas (Sindimoto), no Brooklin, zona sul de São Paulo.
De lá, os motoqueiros sairiam em direção às marginais do Pinheiros e do Tietê. Outras avenidas devem entrar no roteiro da categoria.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Paralisação estava marcada para esta terça-feira, dia 4; aumento da categoria foi de 8%
O Metrô aceitou conceder um aumento de 8% aos metroviários para evitar a greve da categoria, que poderia ocorrer nesta terça-feira, dia 4. Em assembleia na noite desta segunda-feira (3), os metroviários decidiram cancelar a paralisação.
O porcentual de reajuste foi sugerido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região (TRT2), em audiência de conciliação, e a liderança do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários de São Paulo concordou.
A primeira proposta da companhia, de 6,95% de aumento, havia sido rejeitada pelos metroviários. Nesta terça, porém, ainda haverá a definição sbre uma possível greve dos funcionários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
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O Tribunal Superior de Trabalho fixou em 6,5% o reajuste dos salários depois de oito dias de paralisação
Greve dos Correios: após uma greve à qual se somaram 11.825 empregados, 90% dos 120 mil funcionários trabalhava normalmente nesta sexta-feira
Rio de Janeiro – Os funcionários da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) do Brasil retornaram nesta sexta-feira ao trabalho após uma greve de oito dias na qual reivindicaram melhoras salariais e depois que o Tribunal Superior de Trabalho (TST) fixou em 6,5% o reajuste de seus salários.
O fim da paralisação foi ordenado pelo TST, que, faltando acordo entre a estatal e seus funcionários, determinou na quinta-feira o reajuste salarial que a empresa terá que aplicar retroativo a agosto passado.
Na mesma percentagem (6,5%) serão reajustados todos os benefícios oferecidos pelos Correios a seus funcionários, como salário mínimo e subsídios para transporte e alimentação, segundo a decisão dos juízes.
O aumento salarial determinado pela justiça permitirá um reajuste real dos salários dos carteiros já que a inflação acumulou nos últimos 12 meses até agosto alta de 5,2%, que era o percentual de reajuste proposto pela empresa.
Os sindicatos representados pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), no entanto, pediam aumento de 43,7%.
Segundo um comunicado divulgado pela ECT, após uma greve à qual se somaram 11.825 empregados, 90% dos 120 mil funcionários trabalhava normalmente nesta sexta-feira.
O tribunal também determinou que os funcionários compensem com horas extras o tempo que deixaram de trabalhar.
Em caso de os grevistas não aceitarem trabalhar este final de semana para normalizar a entrega das correspondências, a empresa terá direito de descontar em seus salários os dias que não compareceram ao trabalho.
A empresa calcula que uma força-tarefa no sábado e no domingo garantirá a normalização das entregas, já que, apesar da greve, conseguiu entregar 89,8% das 191,3 milhões de cartas e encomendas recebidas nos dias da paralisação.
Os funcionários também reivindicavam um bônus mensal de cerca de R$ 200 que não foi concedido e a contratação imediata de 30 mil novos trabalhadores que supostamente fazem falta à empresa para cumprir com suas funções.
Segundo a empresa, as reivindicações dos sindicatos, no caso de serem atendidas, teriam um custo apenas este ano de R$ 25 bilhões, acima da receita prevista pela empresa em 2012 de R$ 15 bilhões.
Os funcionários dos Correios retornaram ao trabalho um dia depois que os dos bancos privados e estatais igualmente suspenderam uma greve de nove dias, após receber um reajuste salarial de 7,5%.
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