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  • Anatel quer oferecer 300 mil orelhões com wifi no país

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/08/1328625-anatel-quer-oferecer-300-mil-orelhoes-com-wifi-no-pais.shtml

    O presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), João Rezende, afirmou nesta segunda-feira (19) que 300 mil orelhões serão modernizados no país e deverão oferecer wifi.

    Além disso, 400 mil serão desativados –40% do existente atualmente.

    Anatel quer antecipar massificação da internet 3G e 4G no país

    “Nós temos hoje 1 milhão de orelhões e a maioria deles é subutilizada. A ideia é modernizarmos 300 mil”, afirmou em evento na Associação Comercial do Rio de Janeiro.

    Ele afirmou que uma parte dos orelhões será mantida como hoje, para atender a regiões onde ainda são muito utilizados.

    A estimativa é que 300 mil sejam mantidos, 300 mil modernizados e 400 mil possam ser desativados.

    A mudança ocorrerá na revisão do contrato de concessão. A consulta pública começa em março de 2014.

    ORELHÃO COM WIFI

    Há, atualmente, um projeto piloto de orelhão com wifi no Rio de Janeiro. Segundo Rezende, ainda é preciso estudar um método de tarifação, o formato de utilização do sistema e, também, decidir quem vai instalar o wifi.

    A desativação dos 400 mil ocorrerá, pois será preciso fazer uma troca do contrato de concessão. “A empresa, para fazer investimento no wifi, precisa baixar o custo dos orelhões. O contrato de concessão prevê equilíbrio econômico-financeiro deste investimento.”

    A previsão é que os novos orelhões entrem em funcionamento entre 2015 e 2016.

    Curiosidades na internet

  • Vírus de celular é igual a vírus de computador? Entenda as diferenças

    Acesse:http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/05/virus-de-celular-e-igual-virus-de-computador-entenda-diferencas.html

    Vírus e outros tipos de malwares já são problemas conhecidos por quem utiliza os computadores. Porém, as ameaças, antes restritas aos desktops e notebooks, têm agora um novo alvo: o seu smartphone. Em número crescente, esses aplicativos atrapalham o desempenho dos gadgets e tentam roubar dados pessoais dos usuários. Mas será que os vírus de celular agem igual aos de computadores? O TechTudo foi atrás da resposta.

    Smartphones estão cada vez mais expostos à vírus (Foto: Elson de Souza/TechTudo)Smartphones estão cada vez mais expostos à vírus (Foto: Elson de Souza/TechTudo)

    Diferenças entre infecções de computadores e de smartphones

    Nos computadores, os programas são executados em diferentes níveis de seguranças dentro de camadas de atividades. Os mais importantes rodam em ambientes mais seguros e menos acessíveis do sistema operacional, já os menos essenciais ficam em um local mais exposto e sujeito à alterações.

    É justamente na camada mais vulnerável que grande parte dos malwares começam a ser executados, podendo enviar cópias e estender suas ações a outros aplicativos, também situados neste grau de segurança. Já os programas mais agressivos conseguem burlar os níveis de segurança do sistema e se enraizar nas camadas importantes podendo comprometer o desempenho do computador e colocar em risco todo o seu funcionamento.

    Enquanto isso, o processo de infecção é bastante diferente nos smartphones. Os sistemas Android e iOS possuem arquitetura com somente duas camadas: uma mais restrita, com as principais execuções e os apps nativos do sistema, e outra onde estão as informações, arquivos e programas baixados pelo usuário.

    Quando um malware infecta um smartphone, suas ações irão se restringir ao nível mais exposto, limitando-se aos dados dos usuários e, raramente, tendo acesso às funções vitais do sistema. Porém, aparelhos desbloqueados via jailbreak ou root aumentam o risco de que malwares, mesmo inofensivos, comprometam as funções essenciais do sistema.

    O malware atinge e-mails e pode comprometer contas de usuários (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)Infecções ocorrem através da troca de dados
    (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)

    Como acontecem as infecções?

    Atualmente, para contaminar seu smartphone com estas “pragas digitais” basta estar conectado a internet ou receber arquivos maliciosos por transmissões via bluetooth, SMS e MMS. Qualquer método que receba dados de outro aparelho é uma porta de entrada para estes programas danosos. A maneira mais segura para se utilizar o celular ainda é no “Modo Offline”.

    Grande parte dos malwares para celulares encontram-se nas próprias lojas oficiais de aplicativos, como a Google Play. No entanto, um relatório recente mostrou que essas ameaças começaram a circular via spams. Alguns desses programas, uma vez baixados, roubam seus dados e alteram configurações do sistema, com a possibilidade de enviar cópias de si mesmo ou de outros malwares por diferentes meios de transmissão de dados.

    As consequências de um smartphone infectado

    Um dos primeiros sintomas da presença de um malware, tanto em smartphones quanto computadores, é o comprometimento do desempenho do sistema. Devido às operações desses aplicativos nocivos, o processamento de dados do sistema passa a ter um maior gasto de memória, o que acaba por deixar o sistema mais lento, propenso a erros e congelamentos.

    Outro indício de “contágio” é o aumento significativo da transmissão de dados pela rede, além do envio de SMS, MMS, e-mails e outras mensagens pela internet sem o conhecimento dos usuários.

    Essas duas características são comportamentos padrões de malwares. Como foram desenvolvidos para roubar e transmitir dados, sejam eles imagens, contatos, relatórios de navegação na web e até informações bancárias, esses softwares acabam comprometendo o funcionamento de seu smartphone.

    Malware mais nocivos, no entanto, podem atrapalhar a performance do seu celular, interromper ou impedir ligações, podendo ainda contaminar outros aparelhos. Esses apps maliciosos são capazes também de transmitir mensagens, executar aplicativos, destruir o sistema operacional, aumentar o consumo da bateria de seu aparelho e até danificar o hardware.

    O Android, uma das plataformas mais utilizadas no mundo, é também uma das mais vulneráveis a malwares (Foto: Reprodução/ TechTudo)O Android é uma das plataformas mais vulneráveis
    a malwares (Foto: TechTudo)

    Como se prevenir?

    A primeira coisa a ser feita para manter o celular a salvo de aplicativos nocivos é estar atento aos dados enviados e recebidos pelo aparelho. Procure se assegurar sempre se os downloads tem uma procedência segura, observando comentários sobre comportamentos suspeitos e reclamações.

    Os malwares também pode estar camuflado em vídeos, músicas, aplicativos e fotos enviadas por e-mails, SMS, MMS e em transmissões via Bluetooth. Portanto, confirme o conteúdo com a pessoa que lhe enviou o arquivo, antes de abri-lo.

    Além desses cuidados, é bom ter em seu smartphone um bom antivírus para garantir que seu sistema está seguro e evitar futuras infecções. Nas lojas de aplicativos online, há uma boa quantidade de diferentes antivírus gratuitos, que poderão ser muito uteis na proteção de seu aparelho.

    Fique atento aos sites que visita, pois, caso seu celular não tenha um antivírus ou firewall, você estará mais sujeito a infecções por pequenos malwares que poderão abri portas para softwares mais perigosos. Lembre-se de agendar varreduras periódicas com os antivírus instalados em seu aparelho. Isso pode evitar o aparecimento de pequenos erros e impedir instalações que possam camuflar infecções mais sérias.

    Como os smartphones são dispositivos desenvolvidos para transmitir e receber informações de forma intensa, estes aparelhos se tornaram ambientes muito mais vulneráveis a vírus e malwares do que os computadores. Por isso, mantenha-se informado a respeito de novos tipos de infecções e sobre o funcionamento de seu smartphone. Caso seu celular esteja apresentando algum comportamento suspeito, instale ou troque seu antivírus e, se o problema continuar, leve-o a assistência técnica.

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  • Trombose: o que é, risco, tratamento

    Acesse:http://www.mundodastribos.com/trombose-o-que-e-risco-tratamento.html

    A formação de coágulos no sangue, pode ocasionar graves consequências à saúde do indivíduo. Conheça mais sobre o que é trombose, suas manifestações clínicas e seu tratamento.

    Algumas pessoas já sofreram consequências em relação à hipercoagulação sanguínea. O principal problema é a trombose que, quando não devidamente diagnosticada e tratada pode ser fatal. Conheça abaixo algumas informações sobre a trombose, incluindo seu significado, os fatores de risco e o tratamento.

    Saiba o que é trombose cerebral.

     589707 O tabagismo favorece o desenvolviemnto de trombose. Foto divulgação Trombose: o que é, risco, tratamento

    O tabagismo favorece o desenvolvimento de trombose. (Foto: divulgação)

    Definição de trombose

    A trombose é a formação de um coágulo sanguíneo em uma veia ou artéria do corpo e que comumente vem acompanhada de dor local. O local mais comum de ocorrer o problema, é nos membros inferiores, necessitando grande atenção por parte dos indivíduos.

    A trombose pode dar origem à embolia

    A trombose venosa afeta, principalmente, as veias grandes das pernas e das coxas, sendo que o coágulo pode bloquear o fluxo sanguíneo. Devido a isso, o problema pode causar inchaço e dor no local afetado. Em alguns casos raros, o coágulo pode se desprender e alcançar a corrente sanguínea. Esse processo patológico recebe o nome de embolia e pode acometer o cérebro, os pulmões e o coração.

    Saiba quais são as causas envolvidas com a trombose

    Os coágulos de sangue podem se formar quando algum problema retarda ou altera o fluxo de sangue nas veias do corpo. Dentre os fatores envolvidos, podemos citar:

    • Colocação de marcapasso;
    • Repouso prolongado;
    • Tabagismo;
    • História familiar de coágulos;
    • Fratura de pelve ou nas pernas;
    • Parto nos últimos seis meses;
    • Insuficiência cardíaca;
    • Obesidade;
    • Cirurgia recente;
    • Indivíduo portador de doenças que hipercoagulam o sangue;
    • Qualquer tipo de câncer;
    • Uso de pílulas anticoncepcionais.

      589707 Dor e inchaço em apensa uma perna pode ser sinal de trombose. Foto divulgação Trombose: o que é, risco, tratamento

      Dor e inchaço em apenas uma perna, pode ser sinal de trombose. (Foto: divulgação)

    Conheça quais são os exames que auxiliam no diagnóstico

    Diante de qualquer sintoma sugestivo de trombose como perna vermelha e inchada, é ideal buscar a orientação de um especialista. Através dessa avaliação, o médico solicitará alguns exames que ajudarão no diagnóstico. Entre eles, podemos citar:

    • Exame de sangue de D-dímero;
    • Ultrassom com doppler das pernas;
    • Raio-X para mostrar as veias na área afetada (venografia).

    Além disso, outros exames de sangue também podem ser solicitados, como por exemplo:

    • Proteína C reativa;
    • Nível de antitrombina;
    • Anticorpo fosfolipídeo;
    • Anticoagulante de lúpus;
    • Níveis de proteína C e S.

    Manifestações clínicas da trombose

    Conheça abaixo alguns sinais e sintomas que estão relacionados à trombose.

    • Alterações na cor da pele, em especial, em apenas em uma perna;
    • Aumento de calor local na perna;
    • Dor em apenas uma perna;
    • Sensibilidade que afeta apenas uma perna;
    • Inchaço que acomete apenas uma perna.

    Conheça os tratamentos disponíveis para a trombose

    O tratamento para a trombose é baseado na função de “afinar” o sangue, através do uso de anticoagulantes. Isso ajuda a evitar a formação de coágulos ou que ocorra uma piora no quadro dos já existentes.

    589707 O anticoncepcional é um fator de risco para trombose. Foto divulgação Trombose: o que é, risco, tratamento

    O anticoncepcional é um fator de risco para trombose. (Foto: divulgação)

    Trombose é um problema grave e que merece atenção especial. Após conhecer um pouco mais sobre as causas, as manifestações clínicas e o tratamento do problema, é ideal buscar a orientação de um especialista para evitar qualquer futura consequência que, a depender  do quadro, pode ser fatal.

    Saiba como prevenir a trombose.

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  • Games podem melhorar a coordenação motora de crianças

    Acesse:http://hypescience.com/games-podem-melhorar-a-coordenacao-motora-de-criancas/

     Da próxima vez em que for jogar uma partida de Wii Sports (ou qualquer outro jogo com movimento), convide aquele seu primo de seis anos para se juntar a você: um estudo divulgado recentemente mostrou que esse tipo de atividade pode melhorar a coordenação motora de crianças.

    A pesquisa, feita em 2009 por cientistas da Universidade de Deakin (Austrália), reuniu 53 crianças de três a seis anos de idade. Elas realizaram diversas atividades físicas que envolviam controlar um objeto (uma bola, que deveriam chutar, conduzir, fazer quicar, etc.) e as crianças que costumavam jogar jogos de videogame “interativos” (com movimento) tiveram os melhores resultados.

    De acordo com os pesquisadores, esse melhor desempenho não tinha relação com outras atividades físicas realizadas pelos participantes. Além disso, jogos que não envolviam movimentação (como boa parte dos atuais, em que o jogador fica parado com o controle na mão) não apresentaram benefícios, ao menos no que diz respeito a coordenação motora. Quanto a atividades de locomoção (pular, andar, correr), não houve influência dos jogos.

    As conclusões causaram uma dúvida na equipe. “Nossos resultados mostram que é preciso investigar mais se esse tipo de jogo de fato melhora a coordenação motora de crianças, ou se crianças com melhor coordenação preferem eles”, ressalta a pesquisadora Lisa Barnett.

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