Cerca de 15 minutos de pedalada proporciona um vale-refeição de aproximadamente 60 reais.
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Hotel fornece refeição grátis aos clientes que gerarem energia pedalando
O hotel Crowne Plaza, situado em Copenhague na Dinamarca, resolveu inovar e colocou bicicletas ligadas a um gerador para que os próprios hóspedes consigam produzir energia enquanto se exercitam.Como incentivo o hotel troca 10 Watts/hora de eletricidade por refeições grátis dentro de seu restaurante. Para se ter uma ideia, um adulto saudável consegue atingir esse número em cerca 15 minutos de pedalada. Assim ele adquire um vale-refeição de aproximadamente 60 reais para ser usado no hotel.Curiosidades na internet -
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Imagine-se pedalando pelos Alpes, onde são realizadas etapas da Volta da França, no mesmo momento em que os melhores ciclistas do mundo competem entre si. Isso já é possível –pelo menos virtualmente.
Novos sistemas de ciclismo indoor, como o Realaxiom (R$ 6.200), da Elite, permitem que o usuário acople sua bicicleta a um rolo de treinamento que dificulta a pedalada automaticamente, conforme o trecho reproduzido.
Bike high-tech






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CAPACETE INVISÍVEL O Hövding tem cara daqueles protótipos que nunca saem do papel. Mas ele saiu. É um cachecol que funciona como um air bag: infla-se, envolvendo a cabeça de seu usuário no caso de uma colisão, que detecta por meio de sensores de movimento QUANTO 399 euros ONDEhovding.comEm outras palavras, quando o ciclista vê, na tela do computador ou na TV, uma subida se aproximar, sente nas pernas a inclinação do relevo –e o mesmo acontece durante as descidas. O aparelho ainda registra o esforço realizado (em watts), o ritmo da pedalada e, com um acessório, a frequência cardíaca.
“Por não ter momentos de descanso, como descidas, ou a possibilidade de você pegar roda [aproveitar a zona de baixa pressão deixada por outro ciclista], cerca de 40 minutos [pedalando] no rolo de treinamento equivalem a mais ou menos duas horas na estrada”, diz Roberto Vitório, 38, professor de educação física.
Vitório ganhou uma competição realizada por uma loja carioca usando o sistema, durante a qual os competidores “percorreram” montanhas nos Pireneus franceses e na Sardenha, ilha italiana.
O sistema funciona com vídeos feitos pela própria fabricante ou por marcas especializadas em programas de treinamento, tal qual a Sufferfest. Também dá para criar percursos virtuais usando o programa Google Earth.
Ciclismo indoor
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O professor de educação física e instrutor de “spinning” Roberto Vitório, 38, pedala em sistema altamente tecnológico de ciclismo indoor na loja carioca Gran CiclismoA ESTRADA DO PRATICANTE
Alternativa mais acessível (US$ 10 por mês), o software TrainerRoad permite o uso de rolos de treinamento mais baratos, que custam de R$ 1.000 a R$ 3.000, também com vídeos. “É um ótimo treino, feito no seu limite. Ao final de uma hora você sai vomitando [de tamanho esforço]”, diz o consultor de tecnologia Arthur Soares, 26.
“Às vezes treino enquanto assisto a um vídeo aleatório, como um seriado. As informações do treino ficam sobre a imagem do filme”, conta.
Soares usa um rolo da marca Kinetic, pelo qual pagou US$ 400 (R$ 810) nos EUA.
“Acho que é bom para quem já está mais avançado [no ciclismo], já treina umas seis horas por semana, e quer evoluir mais ainda.
METAMORFOSE
Para o ciclista Claudio Clarindo, 35, conhecido por ter completado várias vezes a prova Race Across America (que tem cerca de 4.800 km de distância) a tecnologia está transformando a modalidade.
“O uso de GPS foi um divisor de águas, mas também tem o câmbio eletrônico”, diz, referindo-se aos novos sistemas de troca de marcha que usam motor elétrico e radiotransmissores, como os feitos pela italiana Campagnolo e pela japonesa Shimano.
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