APÓS 50 ANOS, A HISTÓRICA KOMBI DEIXA DE SER FABRICADA

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Após 50 anos, emblemática Kombi deixa de ser fabricada

Depois de mais de 50 anos de produção ininterrupta e mais de um milhão e meio de unidades vendidas, a Volkswagen vai parar de fabricar a sua clássica Kombi, que se tornou uma “marca” registrada da empresa pelo mundo.

O anúncio partiu do Brasil, o único país que ainda fabricava a Kombi e que exportava o carro para o resto do mundo. Desde os anos 70, o carro era importado, principalmente, por países como Argentina, Chile, Peru, México, Nigéria, Venezuela, Argélia e Uruguai.

Acompanhe hoje à noite o programa Top Gear, no HISTORY, a partir de 23h.

De acordo com informações da montadora, o modelo começou a ser fabricado na Alemanha em 1950 e é o carro mais “longevo” da história do mundo do automobilismo. A partir de 1957, a Kombi começou a ser vendida na América Latina, onde obteve grande popularidade ao ponto de, em alguns lugares, seu nome significar, genericamente, microônibus para transporte em países como a Argentina. Contudo, suas vendas diminuíram nos últimos anos.

O nome Kombi vem da abreviação da palavra alemã Kombinationsfahrzeug que significa veículo adaptado tanto para carga quanto para passeio. Como despedida do célebre carro, a Volkswagen anunciou uma edição limitada de 600 unidades da Kombi, que serão numeradas e incluirão uma placa alusiva.

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Futurecom: Telefônica lança hoje, oficialmente, Firefox OS no Brasil

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Futurecom

A Telefônica Vivo começou oficialmente a venda dos smartphones carregados com o sistema operacional móvel Firefox OS no Brasil nesta terça-feira (22). O anúncio foi realizado pelo presidente do grupo Telefônica do Brasil, Antônio Carlos Valente, durante uma coletiva de imprensa realizada na Futurecom 2013, no Rio de Janeiro. Os dispositivos já estavam disponíveis nas lojas da Vivo a partir de hoje e, segundo Valente, cerca de 25 aparelhos já foram vendidos só no período da manhã.

Os primeiros smartphones com o sitema móvel da Mozilla foram lançados em julho deste ano, na Espanha, e já estão em países como Venezuela, Colômbia e Alemanha. No Brasil, o Firefox OS chegará em dois dispositivos diferentes: o já conhecido LG Fireweb D300, que terá produção local em Taubaté, e o novo Alcatel OneTouch Fire – cujas primeiras unidades serão importadas, mas a produção local em Manaus não é descartada.

Os aparelhos serão vendidos em diferentes combinações de planos pela Vivo, com preços a partir de R$ 29 para o Alcatel OT Fire e R$ 99 para o LG Fireweb, ambos no pacote Vivo Smartphone Ilimitado 60 Completo. Segundo Valente, os o preço dos dispositivos receberam um pequeno subsídio da Vivo, mas os números não são revelados. Apesar de ser comercializado com exclusividade pela Vivo, os usuários podem colocar o chip de qualquer outra operadora no smartphone.

Os aparelhos terão pacote de dados básico 3G de 100 MB, que poderá ser somado a qualquer pacote que o cliente escolher. O produto deverá ter uma campanha de Natal especial e é considerado uma “chave” para a empresa. A Vivo, no entanto, não revela suas expectativas de venda.

O LG Fireweb é o primeiro aparelho da sul-coreana equipado com o Firefox 1.1 e possui tela de 4 polegadas, câmera traseira de 5 MP e frontal VGA, 4 GB de memória interna, Bluetooth 4.0 e processador de um núcleo de 1.0 GHz. O preço sugerido é de R$ 449. Já o OneTouch Fire da Alcatel vem com display de 3,5 polegadas, 256 MBde memória RAM, e processador de um núcleo de 1 GHz.

“Acreditamos que estamos fazendo uma coisa boa para usuários, para o desenvolvimento e para o ecossistema como um todo”, afirmou Jay Sullivan, Chief Operating Officer da Mozilla, também presente no evento. Segundo ele, o Firefox OS é um sistema ideal para mercados como o brasileiro, que passam por uma migração de usuários dos chamados feature phones para os smartphones, e reúne capacidades de navegação e de interatividade como redes sociais e games, mas com design simples, baseado em HTML5.

Jay afirma ainda que espera que, com o início das vendas dos dispositivos no Brasil, a comunidade local de desenvolvedores aumente a oferta de aplicativos para o Firefox OS. Atualmente, o sistema operacional já conta com apps para serviços como Facebook e Twitter, mas ainda não possui equivalentes a outros populares apps móveis, como o Skype. Em sua versão mais recente, o Firefox OS recebeu um protocolo de notificações, o que deve aumentar o interesse de grandes desenvolvedores no sistema, segundo Jay.

Ainda não há datas confirmadas, mas os smartphones com o Firefox OS também serão lançados pela Telefônica nos próximos dias no Peru, Uruguai e México. Países do leste europeu também receberão o dispositivo ainda em 2013.

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Grupo de hackers produz ataques direcionados a empresas de jogos online

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hacker

Especialistas da Kaspersky Lab estão realizando uma investigação desde 2011 para estudar ataques direcionados contra empresas privadas em todo o mundo. No percurso, eles se depararam com uma campanha de espionagem virtual focada em empresas do setor de games online.

De acordo com o relatório divulgado pela equipe da empresa de segurança, os responsáveis por essas atividades são hackers de um grupo chinês chamado ‘Winnti’. Essa organização cibercriminosa ataca empresas da indústria de jogos desde 2009, e continua em atividade. O principal objetivo do grupo é roubar códigos fonte para projetos de jogos online, bem como certificados digitais de fornecedores de software. Como se não bastasse, o trabalho de espionagem do Winnti ainda visa descobrir como a infraestrutura de rede (incluindo a produção de servidores de jogos) está configurada, além de conhecer os novos desenvolvimentos, ideias conceituais, design, etc.

Em 2011, um cavalo de Troia atingiu um grande número de usuários finais em todo o mundo, e um ponto em comum entre eles era o fato de todos serem jogadores online. Depois que a infecção se alastrou, empresas de segurança descobriram que a fonte do malware era o servidor oficial da empresa de jogos, e houve até uma desconfiança de que a ideia era espionar seus clientes. Puro engano. Mais tarde, uma investigação mostrou que o programa malicioso foi distribuído para os clientes por acidente, pois na verdade os cibercriminosos queriam mesmo espionar a própria empresa de games.

A partir dessa investigação, a Kaspersky conseguiu descobrir a atividade do grupo Winnti e acompanhá-la mais de perto. O que a empresa de segurança descobriu foi que eles tinham como foco infectar empresas de desenvolvimento de softwares que produziam jogos online no sudeste da Ásia. Porém, ao aprofundar as pesquisas, foram descobertos ataques nos Estados Unidos, Alemanha, Japão, China, Rússia, Peru e até mesmo no Brasil.

A investigação continua em andamento, e, apesar de o foco do grupo de hackers ser a espionagem industrial, os especialistas também conseguiram identificar três esquemas de monetização usados pelos cibercriminosos:

  1. A manipulação da acumulação de pontos em jogo, como “moedas” ou “ouro”, que são usados pelos jogadores para converter o dinheiro virtual em dinheiro real;
  2. O uso do código fonte roubado dos servidores de jogos online para buscar vulnerabilidades nos games, com o intuito de facilitar e acelerar a manipulação das moedas de jogo e de sua acumulação sem levantar suspeitas;
  3. O uso do código fonte roubado dos servidores de jogos online conhecidos para implementar seus próprios servidores piratas.

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Outdoor transforma ar do deserto em água potável no Peru

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Outdoor transforma ar

No Peru, um outdoor instalado estrategicamente em uma das estradas que circundam a capital Lima é capaz de transformar o ar do deserto em água potável e abastecer muitas casas da região. As informações são da NBC News.

A campanha foi criada pela agência de publicidade Mayo DraftFCB para ajudar a Universidade de Engenharia e Tecnologia do país a conquistar novos alunos. Mas, como Lima está localizada no meio do deserto e acumula menos de 30 mm de chuva por ano, a proposta do outdoor que transforma o ar em água tem ajudado muitas pessoas.

Outdoor água potávelFoto: Divulgação

O outdoor armazena geradores que são responsáveis por captar a umidade do ar e enviá-la através de um sistema de osmose reversa (processo que separa um solvente de um soluto, lembra das aulas de química?) que irá gerar a água. O líquido produzido é tratado, filtrado e armazenado em galões localizados na base do outdoor, gerando aproximadamente 90 litros de água por dia e abastecendo as casas de centenas de famílias.

Outdoor água potávelFoto: Divulgação

Confira abaixo um vídeo explicativo, em inglês, sobre o projeto do outdoor gerador de água:

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VW comemora 55 anos de Kombi no Brasil

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Enviado por J A C A N I E L L O

Utilitário fabricado em São Bernardo do Campo (SP) também ultrapassou a marca de 1,5 milhão de unidades produzida

Foto: Divulgação Veja mais fotos

Introdução do motor 1.4 Total Flex acompanhou leves mudanças na frente

Quem diria… No próximo dia 2 de setembro, a Volkswagen comemora 55 anos de produção da Kombi no Brasil. De acordo com a marca, desde que foi lançada, em 1957, já foram montados mais de 1,5 milhão de unidades do modelo no País.

A Kombi nunca perdeu a liderança de sua categoria. No acumulado de janeiro a julho deste ano, por exemplo, registrou 14.905 unidades emplacadas (detendo 39,4% do segmento), o que representa crescimento de mais de 4% em relação ao mesmo período de 2011 – bom resultado no cenário da indústria de comerciais leves, que registrou queda de 1,4% no acumulado dos sete primeiros meses de 2012 contra o mesmo período de 2011. O furgão é o  quinto carro mais vendido da Volkswagen em 2012 e o oitavo entre os comerciais leves.

História

A Kombi foi idealizada pelo holandês Ben Pon na década de 1940, que pretendia incluir o confiável conjunto mecânico do Fusca em um veículo leve de carga. A produção do modelo começou na Alemanha em 1950. O destaque era a carroceria monobloco, a suspensão reforçada e o motor traseiro, refrigerado a ar, de 25 cv.

Primeira unidade da Kombi produzida no Brasil Uma versão mais moderna chegou em 1997 com o nome de Kombi Carat Volkswagen Kombi nacional em testes antes do lançamento Reestilização feita no furgão em 1976 Introdução do motor 1.4 Total Flex acompanhou leves mudanças na frente Versão picape com cabine dupla Versão de luxo da picape com cabine dupla

 Em 1957 foram fabricadas as primeiras unidades no Brasil. Com índice de nacionalização de 50%, a Kombi tinha motor de 1.200 cm³ de cilindrada. Menos de quatro anos mais tarde chegou ao mercado o modelo de seis portas, nas versões luxo e standard, com transmissão sincronizada e índice de nacionalização de 95%. A versão picape surgiu em 1967, já com motor de 1.500 cm³ e sistema elétrico de 12 volts.

A trajetória internacional da Kombi brasileira se iniciou com as exportações da Volkswagen do Brasil nos anos 1970 para mais de 100 países. Os principais mercados externos da Kombi foram Argélia, Argentina, Chile, Peru, México, Nigéria, Venezuela e Uruguai.

No Brasil, em 1975, a Kombi passou a ser equipada com o motor 1.6 e, três anos mais tarde, o modelo ganhou dupla carburação. O motor diesel 1.6, refrigerado a água, surgiu em 1981, mesmo ano do lançamento das versões furgão e picape com cabine dupla. No ano seguinte surgiu o modelo a etanol e, em 1983, a Kombi apresentou painel e volante novos, além da alavanca do freio de mão, que saiu do assoalho e passou para debaixo do painel.

Uma versão mais moderna chegou em 1997 com o nome de Kombi Carat, apresentando novas soluções, como teto mais alto, porta lateral corrediça e a ausência da parede divisória atrás do banco dianteiro. No final de 2005, a Kombi passou a ser equipada com o motor 1.4 Total Flex (arrefecido a água), até 34% mais potente e cerca de 30% mais econômico do que o antecessor refrigerado a ar.

Desde janeiro de 2006 até julho de 2012, o utilitário teve mais de 170 mil unidades produzidas. Com o novo motor, a Kombi desenvolve potência de 78 cv quando abastecido com gasolina e 80 cv, com etanol.

Atualmente, a linha de produção da Kombi emprega 792 colaboradores e funciona em dois turnos, tudo para entregar 90 exemplares por dia.  No entanto, o veículo tem futuro incerto a partir de 2014. Isso porque entrará em vigor a lei que torna obrigatória a instalação do duplo airbag dianteiro e dos freios ABS de fábrica. Será que ela terá uma substituta?

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