iOS 7 ganha jailbreak completo, mas é bom ter cuidado

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(Foto: Reprodução)
 Saiu o primeiro jailbreak completo para iOS 7. Divulgado nesse domingo pelo grupo evasiOn7, o passo a passo permite baixar aplicativos não aprovados pela Apple e rodá-los em iPhones, iPads e iPods Touch que usem as versões 7.0 a 7.0.4.
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O grupo promete que o desbloqueio pode ser feito em apenas cinco minutos, mas é aconselhável ter cautela: Jay Freeman, criador da loja de apps Cydia, que vem instalada no sistema, afirmou que a versão disponível não é oficial nem foi testada. Então, optar pelo backup dos dados pode ser uma boa opção.
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Além disso, entre outros defeitos, usuários da Apple indicam que o jailbreak traz também a loja chinesa pirata Taig, que, segundo o grupo que anunciou o desbloqueio, trabalhou em parceria durante o procedimento.
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No entanto, devido às acusações de pirataria, a instalação da loja foi desabilitada por tempo indeterminado.
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Se quiser avançar no jailbreak, clique aqui. É preciso ter o iTunes instalado na máquina.
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Curiosidades na internet

Para combater pirataria, músicas vendidas na internet terão isenção de impostos

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pec da musica

O Senado aprovou na noite da última terça-feira (24/09) a PEC da Música, que isenta autores brasileiros de impostos sobre as músicas vendidas na internet, bem como CDs e DVDs. A medida pode baratear o valor dos produtos culturais. A emenda constitucional, que agora segue para promulgação, teve forte pressão de músicos e artistas para a aprovação, que contou com 61 votos a favor e 4 contra.

A proposta tem o objetivo de conter a pirataria e a imunidade tributária é a mesma já vigente atualmente para jornais, revistas e outros produtos culturais. A medida também inclui ringtones para celulares.

Segundo a ABPD (Associação Brasileira de Produtores de Discos), no Brasil, a venda de música digital representou 28,3% do mercado total de música em 2012, e a venda de CDs correspondeu por 43,9%. Já DVDs e Blu-Rays representaram 27,7% sobre o mercado de música no Brasil no ano passado, que faturou, no total, R$ 392,8 milhões em 2012, de acordo com a associação.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) acredita que a presença maciça de cantores no Senado ao longo das duas últimas semanas foi determinante para a posição dos colegas. “Muitos senadores votaram muito mais na simbologia da proposta do que no conteúdo”, afirmou Vanessa.

Liderados pela ministra da Cultura Marta Suplicy (PT), cantores e artistas lotaram a tribuna, entre eles Marisa Monte, Ivan Lins, Sandra de Sá, Léo Jaime, Fagner, entre outros, segundo a “Folha de S. Paulo”.

No entanto, o benefício não se estende à replicação de mídias, para preservar a Zona Franca de Manaus, onde o processo acontece – mais de 90% dos CDs e DVDs brasileiros são fabricados no Amazonas com isenção fiscal.

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Sony finalmente mostra design do PlayStation 4

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Novo console da Sony será vendido por US$ 399 nos EUA.
PlayStation 4 não cobrará taxa por jogos usados, segundo a Sony.

Em fevereiro, a Sony fez uma conferência para anunciar o PlayStation 4 e falar de alguns de seus recursos, especificações e tudo que o controle permitia fazer além de jogar. Ficou faltando mostrar o console: até agora só tínhamos um vídeo que não mostrava praticamente nada além de muitas saídas de ar.

Nenhuma foto havia vazado antes da conferência da Sony na E3. Mas aqui está ele! Senhoras e senhores, conheçam o PlayStation 4:

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As especificações de hardware incluem processador de oito núcleos da AMD, com arquitetura x86, além de 8 GB de memória GDDR5 e leitor de Blu-ray. O Eye, periférico que detecta movimentos, possui duas câmeras e quatro microfones. O controle é o DualShock 4, com área sensível ao toque e botão Share, que servirá inclusive para transmitir gameplays ao vivo.

A Sony anunciou que o PlayStation 4 não exigirá conexão com a internet. Numa clara indireta ao Xbox One, que faz verificações periódicas para evitar pirataria, o presidente da Sony Computer Entertainment of America, Jack Tretton, afirmou que o console “não vai parar de funcionar se você não tiver autenticado por 24 horas”.

Não haverá taxas para games usados, segundo a Sony. Caso tenha comprado o jogo em mídia física, você poderá vendê-lo ou emprestá-lo para quem quiser, sem restrições. E como funciona o empréstimo de games aos amigos? A Sony gravou um tutorial em vídeo para explicar:

O serviço PlayStation Plus custará US$ 49,99 por ano. Ele permitirá que você compre jogos com desconto, salve o progresso na nuvem e acesse um “multiplayer online imersivo”. Ainda não está claro se a assinatura será obrigatória para jogar online, mas é provável que sim. Na conta oficial do PlayStation no Twitter, há a informação de que gamers sem PlayStation Plus ainda poderão jogar no single player gratuitamente.

O PlayStation 4 será lançado até o fim do ano por US$ 399. O preço no Brasil ainda não foi anunciado. Este valor é 100 dólares menor que o cobrado pela Microsoft no Xbox One, que chegará às lojas por US$ 499 nos EUA e R$ 2.199 no Brasil.

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Principais provedores americanos estreiam sistema de combate à pirataria

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internet

Cinco dos principais provedores de internet dos Estados Unidos (Verizon, ComCast, AT&T, Cablevision e Time Warner) anunciaram nesta segunda-feira (25) que todos os seus usuários receberão alertas em caso de compartilhamento de arquivos protegidos por direitos autorais. O sistema foi batizado de Copyright Alert System (CAS – Sistema de Alerta de Direitos Autorais, em tradução livre).

Os usuários de serviços como, por exemplo, o uTorrent, poderão receber um alerta do sistema assim que realizarem o download de algum conteúdo protegido. O sistema visa alertar os internautas sobre os riscos e as consequências do consumo de arquivos piratas. Quem irá realizar o monitoramento sobre os conteúdos compartilhados serão gravadoras, canais de televisão, produtores de cinema e estúdios que deverão repassar esses dados para o sistema criado pelos provedores.

Os provedores, por sua vez, serão responsáveis por enviar um e-mail para o usuário que for detectado compartilhando conteúdo ilegal, e caso ele se negue a retirar o arquivo do ar, o CAS enviará ao usuário documentos educativos sobre a prática da pirataria. E se mesmo assim ele se recusar a deletar o conteúdo, os provedores poderão reduzir a velocidade da sua internet banda larga.

Além de educar e conscientizar os internautas, o projeto colaborativo planeja promover e se tornar peça importante na discussão de outros termos sobre segurança e pirataria na internet. Confira abaixo um vídeo demonstrativo, em inglês, do CAS:

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Google pode criar sistema de rádio online em breve

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O Google está negociando com grandes gravadoras para criar um serviço de streaming musical. A ideia é entrar no mercado para competir com produtos como Spotify e Deezer, e posteriormente, brigar com a Amazon e a Apple.
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A ação do Google faz parte da tentativa em aumentar a receita com outros serviços além da publicidade, que atualmente é responsável por 95% do faturamento da gigante de buscas da internet.
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No final de 2011 o Google lançou uma loja para download de músicas nos Estados Unidos, e posteriormente colocou o empreendimento em mais cinco países europeus.
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Ainda não temos informações sobre quando o sistema começará a funcionar, mas, se realmente isso acontecer, será algo inimaginável, já que motores de busca na web são, de certa forma, “facilitadores de pirataria” online.
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Google promove ação para conter sites de pirataria

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O Google declarou que vai buscar meios de cortar o financiamento de sites que compartilham arquivos ilegais. A ação tenta combater a pirataria virtual.
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No dia 11 de fevereiro a companhia decidiu prejudicar sites com notificações de pirataria em suas buscas, medida que pode até mesmo afetar os vídeos do YouTube que forem classificados com conteúdo ilegal.
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“É bom para nós que o Google rebaixe nossos links. Agora teremos mais tráfego direto quando as pessoas souberem que não vão nos encontrar utilizando o buscador”, informou o Pirate Bay através de nota publicada em um blog.
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Alguns executivos da gigante de buscas da internet conversam com empresas como Visa, Mastercard e PayPal para propor bloqueio econômico a sites com pirataria.
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Nova busca social do Facebook expõe usuário, afirma ativista

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Campus Party 2013Especializada em privacidade nas redes sociais, a americana Rainey Reitman, da EFF (Electronic Frontier Foundation), vai falar na Campus Party sobre como governos e empresas “usam a tecnologia de formas prejudiciais aos direitos humanos”.

Diretora de ativismo da organização de defesa dos direitos civis e da liberdade de expressão no mundo digital, a americana fará uma palestra na Campus Party nesta quarta-feira, às 13h.

Bogdan Pencea/Das Cloud
Rainey Reitman, diretora de ativismo da Electronic Frontier Foundation, durante conferência na Romênia
Rainey Reitman, diretora de ativismo da Electronic Frontier Foundation, durante conferência na Romênia

“Precisamos achar formas de ensinar as pessoas a se importarem com privacidade na rede antes que elas sejam expostas a qualquer tipo de dano”, afirma Reitman à Folha.
A ativista prevê novos problemas de privacidade com a chegada da Busca Social do Facebook, lançada em fase de testes neste mês.

O recurso permite aos usuários fazerem pesquisas bastante refinadas não só sobre seus próprios amigos (“colegas de faculdade mais velhos do que eu”) como também sobre pessoas desconhecidas -“mulheres solteiras de 18 a 20 anos que moram em São Paulo”, por exemplo.

“Às vezes, sem se darem conta, as pessoas compartilham informações públicas sobre si mesmas no Facebook. Até então, muitos desses dados eram difíceis de achar”, afirma. “A Busca Social é particularmente problemática porque torna todo esse conteúdo muito mais fácil de ser descoberto e acessado.”

Reitman diz esperar que campuseiros ajudem a reconstruir um projeto da EFF atualmente estacionado, o TOSBack, que monitora os termos de serviço de sites como Google e Facebook e avisa os usuários quando há alterações.

Recentemente, o criador do extinto site de armazenamento de arquivos Megaupload, Kim Dotcom, afirmou no Twitter que a EFF está colaborando com ele na Justiça dos EUA para que usuários do serviço voltem a ter acesso aos seus arquivos.

Reitnam confirma a parceria. “Muitas pessoas que armazenavam conteúdo absolutamente legal no Megaupload foram prejudicadas.”

A ativista diz que os usuários de internet devem se manter atentos a iniciativas dos governos que, segundo ela, ameaçam a liberdade de expressão com o pretexto de combater a pirataria.

“Não sei se isso vai ocorrer já neste ano, mas o Sopa e o Pipa vão voltar”, prevê ela, sobre os projetos antipirataria cuja aprovação foi adiada nos EUA no início do ano passado após fortes movimentos de oposição.

Quando Aaron Swartz, acusado de baixar documentos em um repositório pago de artigos acadêmicos com a intenção de distribuí-los gratuitamente, foi encontrado morto, neste mês, Reitman publicou um desabafo sobre o suicídio do ativista.

“Swartz cometeu um suposto crime que não teve vítimas.”

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Kim Dotcom lança Mega e promete muitos serviços gratuitos na web

Acesse:http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/01/kim-dotcom-lanca-mega-e-promete-muitos-servicos-gratuitos-na-web.html

Acabou o mistério. Neste domingo (20), foi lançado o Mega, novo site de Kim Dotcom, fundador do extinto Megaupload, com serviços premium e muitos outros gratuitos. O portal entrou em serviço às 6h48 (horário local, 15h48 do sábado em Brasília), exatamente um ano após as forças de segurança da Nova Zelândia invadirem a mansão de Dotcom em Auckland, obedecendo a um comando do FBI.

Novo Mega, site de Kim Dotcom, promete revolucionar armazenamento em nuvem (Foto: Reprodução / Mega)Mega, site de Kim Dotcom, promete revolucionar o
armazenamento em nuvem (Foto: Reprodução)

Com 50GB iniciais de armazenamento online grátis, o Mega vai muito além dos 5GB gratuitos oferecidos pelo Drive (Google), ou dos 7GB do SkyDrive (Microsoft). O Dropbox, outro concorrente, oferece apenas 2GB. O Mega conta ainda com três opções de assinatura mensal: Pro I, por €9,99 (para 500GB), Pro II, por €19,99 (para 2TB), e Pro III por €29,99 (para até 4TB). Em reais os valores são R$ 27, R$ 54 e R$ 81.

Parecido com os concorrentes no modelo de negócio, o Mega chama a atenção em vários outros aspectos e promete revolucionar o setor de nuvem. Sua interface é simples e oferece uma ferramenta de arrastar e soltar para fazer o upload de arquivos. Extremamente rápidos, o upload e o download são processados diretamente na plataforma online do Mega, pelo próprio site, sem o uso de softwares adicionais.

É possível ainda compartilhar pastas inteiras, gerar links de download e enviar para os contatos, entre outras ações, em poucos cliques, num simples gerenciador de nuvem.

Ainda em versão beta, o Mega tem muito a melhorar. Na lista de atualizações pós-lançamento se encontram ambições como acesso móvel, ferramentas de processamento de texto e planilhas estilo Office, mensagens instantâneas, calendário e muito mais. Está previsto também para o Mega o suporte a outras línguas além do inglês.

Mais seguro e mais rápido

Baseado em criptografia, o serviço ficou também mais seguro e à prova de disputas de por direitos autorais. O objetivo é não repetir os erros do Megaupload.com, fechado em janeiro de 2012 pelo governo americano, numa caça às bruxas contra a pirataria digital.

O usuário terá seus arquivos criptografados de forma local antes que sejam enviados aos servidores do serviço. Isso quer dizer que o Mega não é responsável pelo que armazena já que não sabe do que se tratam os pacotes enviados pelos usuários – sejam eles fotos e arquivos pessoais ou músicas, filmes, livros ou conteúdo protegido por direitos autorais.

Mas como o Mega não sabe? Simples: o Mega não tem a chave necessária para “descriptografar” os arquivos. Apenas o dono, que enviou os pacotes, tem o acesso. Ao Mega restam apenas pastas trancadas, e cabe ao usuário controlar o acesso a elas.

Tal medida de segurança sugere que, mesmo cooperando com a lei ou mediante ações judiciais, a empresa pouco possa fazer quando forem solicitados os dados dos usuários. Diferente de serviços rivais, o Mega não tem conhecimento dos arquivos, não consegue abri-los e, mesmo que os entregue para autoridades, haverá dificuldade para decifrá-los.

Múltiplos datacenters

A criptografia dos arquivos interfere também na velocidade de acesso ao que já foi enviado ao Mega. Antes, serviços como o Megaupload operavam com datadcenters gigantes, que costumavam ser caros. Graças à criptografia, é possível conectar um grande número de parceiros de hospedagem em todo o mundo, sem se preocupar com violações de privacidade. “Nossos servidores vão estar mais perto de nossos clientes e a transferência de dados será mais rápida”, defende o Mega, na nova página do serviço.

Novo Mega, site de Kim Dotcom, lança novo modelo de armazenamento grátis em nuvem (Foto: Reprodução / Mega)Novo Mega, site de Kim Dotcom, lança novo modelo de armazenamento grátis em nuvem (Foto: Reprodução / Mega)

A Instra Corporation, uma investidora do Mega que fornece hospedagem, disse em um comunicado que está preparada para suportar os acessos diante da forte demanda. Brian Clarkson, CEO da Instra, disse que, durante a fase de lançamento, a empresa dará o apoio técnico necessário no dia a dia as operações, até que o serviço se estabilize.

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Google começa a remover sites que oferecem arquivos piratas de sua busca

Acesse:http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/09/google-comeca-a-remover-sites-que-oferecem-arquivos-piratas-de-sua-busca.html

O Google está, cada vez mais, cooperando com as iniciativas anti-pirataria na web. De acordo com o site Torrent Freak, a mais recente vítima da “censura” do site de buscas foi o Pirate Bay. A partir de agora, quando qualquer pessoa buscar informações sobre o site de compartilhamento de arquivos, até mesmo inserindo o seu endereço, não irá mais receber nenhum tipo de resultado direto da página em sua função de autocompletar.

Pirate Bay está sendo censurado no Google (Foto: Reprodução)Pirate Bay está sendo censurado no Google
(Foto: Reprodução)

As associações pelos direitos autorais nos Estados Unidos já estão, há algum tempo, solicitando que sites de busca bloqueiem qualquer página que realize compartilhamento ilegal de arquivos na web. Segundo os responsáveis por estes grupos, caso haja uma “censura”, o número de arquivos piratas na rede pode ser diminuído.

Desde 2011 o Google vem tomando medidas para, aos poucos, ir retirando estas páginas de seu banco de dados de respostas. Em janeiro do mesmo ano, diversos tipos de site e programas que realizam este compartilhamento pararam de surgir nas opções para autocompletar palavras nas buscas. O Pirate Bay é mais um deles.

Apesar disso, a medida ainda não é muito rigorosa, já que basta o usuário completar a palavra para receber diversos tipos de conteúdo relacionados aos arquivos piratas. Porém, para as associações, e para o próprio Google, já significa bastante, uma vez que é o ponto de partida para que não exista mais um “incentivo” às visitas para sites como o Pirate Bay.

A gigante das buscas garante que se preocupa também em atender aos pedidos para remoção de sites ilegais de suas listas. Recentemente, a empresa afirmou que recebe cerca de 1,2 mil de pedidos, atendendo 97% deles

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Google vai mudar resultados de busca para punir sites que promovem pirataria

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Medida indica acordo de paz entre o site e a indústria cultural de Hollywood

O Google está alterando seu sistema de buscas para tirar o destaque de sites “piratas”— que violam os direitos autorais de filmes, músicas e outros conteúdos — e deixar os sites oficiais em evidência nos resultados da pesquisa. A medida sela um acordo de paz com Hollywood e as gravadoras americanas.

Segundo o Daily News, o Google está seguindo a legislação do governo que facilita o fechamento de sites que promovem a pirataria.

Na próxima semana, o site vai usar o critério de violação de direitos autorais para classificar os resultados da busca, de acordo com comentário postado na última sexta-feira (10) pelo vice-presidente do departamento de Engenharia de Softwares, Amit Singhal, no blog oficial do Google.

O site costuma trazer nos primeiros resultados as páginas com maior número de hiperlinks, classificando-os como mais confiáveis e úteis. Mas, neste caso, por vezes estas páginas também são as que mais têm pedido de remoção de conteúdo.

A intenção é que internautas encontrem fontes seguras de informação e que tenham direito de reproduzir ou compartilhar o material, como a própria loja virtual Google Play.

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