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  • Ministério Público faz operação contra adulteração de leite no RS

    Acesse:http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/05/ministerio-publico-faz-operacao-contra-adulteracao-de-leite-no-rs.html

    Mandados são cumpridos nesta quarta (8) em três regiões do estado.
    Investigação começou após denúncia ao Ministério da Agricultura.

    Ministério Público faz operação na manhã desta quarta-feira no RS (Foto: Giovani Grizotti/RBS TV)Ministério Público faz operação na manhã desta quarta-feira no RS (Foto: Giovani Grizotti/RBS TV)

    O Ministério Público do Rio Grande do Sul faz na manhã desta quarta-feira (8) uma operação contra a adulteração de leite no estado. De acordo com a investigação, para aumentar o lucro, os fraudadores misturavam água e até ureia ao leite. Cinco empresas de transporte de leite adulteraram o produto cru entregue para a indústria. São cumpridos nove mandados de prisão. Foram pedidos 10 mandados, mas um foi negado pela Justiça. Oito pessoas foram presas pela manhã. A força-tarefa também reúne a Receita Estadual, além de policiais civis e militares.

    Conforme o MP, a simples adição de água com o objetivo de aumentar o volume acarreta perda nutricional, que é compensada pela adição da ureia, produto que contém formol em sua composição e é considerado cancerígeno pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer e pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A fraude foi comprovada através de análises químicas do leite cru, onde foi possível identificar a presença do formol. Mesmo depois dos processos de pasteurização, ele persiste no produto final.

    Investigação apontou que a fraude ocorria no caminho entre o produtor e a indústria (Foto: Giovani Grizotti/RBS TV)Investigação apontou que a fraude ocorria no caminho entre
    o produtor e a indústria (Foto: Giovani Grizotti/RBS TV)

    As ordens de prisão estão sendo cumpridas ao mesmo tempo em três regiões do Rio Grande do Sul: emHorizontina, no Noroeste, emIbirubá, no Norte, e em Guaporé, na Serra. O MP suspeita que o esquema possa ter adulterado até 100 milhões de litros nos últimos 12 meses. A investigação começou depois de uma denúncia ao Ministério da Agricultura.

    Após a descoberta do esquema, o Ministério da Agricultura determinou o recolhimento de lotes de quatro marcas nas prateleiras dos supermercados: Latvida, Italac, Líder e Mumu (veja lista abaixo). A investigação mostra que as indústrias não sabiam da fraude. No entanto, segundo o MP, teriam falhado ao não detectar o esquema no controle de qualidade. A orientação dos promotores é que os consumidores deixem de consumir o leite de lotes específicos de fabricação.

    O diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Pagliarini, disse em entrevista à Rádio Gaúcha que recebeu informações sobre a adulteração ainda em janeiro, e informou ao Ministério da Agricultura.

    “As empresas são vítimas desse processo. O sindicato tentou agir para coibir essa fraude. Já foi feito o recall desses produtos, e não existem mais os lotes nos supermercados. Quanto à quantidade de formol, nem o ministério tem a resposta”, disse Pagliarini.

    Fiscalização periódica detectou primeiras alterações
    O Ministério da Agricultura emitiu nota técnica para explicar como foi detectada a fraude. De acordo com o Ministério, desde 2007, há fiscalização periódica por parte do Serviço de Inspeção Federal (SIF) para atestar a qualidade do produto. A partir de junho de 2012, o SIF começou a detectar a presença de formaldeído nas amostas de leite cru em alguns postos de refrigeração no estado.

    No início deste ano, o laboratório do Ministério em Pedro Leopoldo (MG) confirmou a presença da substância em seis lotes da marca Italac pertencente à Goias Minas, em Passo Fundo. A partir deste resultado, foram coletadas amostras de todos os leites UHT produzidos no Rio Grande do Sul. Foi encontrada adulteração em lotes das marcas Líder e Mumu.

    As investigações apontam para adição de ureia agrícola no leite cru, com o formaldeído acrescido por fazer parte da composição do produto. A adulteração tinha como objetivo aumentar o volume com água e tentar manter os padrões do leite. A Superintendência Federal de Agricultura no RS concluiu que a fraude não ocorria nas indústrias, mas nos transportadores, que só podem ser fiscalizados quando estão nas indústrias ou nos postos de resfriamento de leite.

    De acordo com a nota, alguns transportadores atuam de forma independente e negociam o volume e o preço do leite entre os produtores e as indústrias. A remuneração ocorre por volume e não por quilômetro rodado.  A investigação mostra que as indústrias não sabiam da fraude. No entanto, segundo o MP, teriam falhado ao não detectar o esquema no controle de qualidade.

    A orientação dos promotores é que os consumidores deixem de beber o leite de lotes específicos de fabricação. Quem tiver o produto em casa ou identificar a presença do produto no comércio pode informar o MPRS por e-mail , destacando marca, número do lote e data de fabricação.

    O que dizem as empresas

    O que diz a Mu-Mu
    Em nota, a empresa afirmou que “atende a todos os requisitos e protocolos de testes de matéria prima exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”. No texto constam outros esclarecimentos: “A investigação do Ministério Público está concentrada no transporte entre o produtor leiteiro e os postos de resfriamento, onde o produto fica armazenado antes da entrada em nossa fábrica. A empresa permanece à disposição do MP e MAPA, no que for solicitado”. A Mu-Mu também informa aos consumidores que tenham produtos do lote citado ou que tenham dúvidas entrem em contato com o SAC, pelo número 0800 51 7542, de segunda a sexta, das 7h30 às 18h30 e, aos sábados, das 7h30 às 13h30.

    O que diz a Latvida
    Em contato com o G1 por telefone, a empresa Latvida informou que está operando normalmente. Segundo a assessoria de comunicação, a ação é direcionada exclusivamente aos transportadores do leite no estado. Em relação a esse aspecto, a marca disse que “está sendo eficiente até o momento”.  A Latvida ainda afirmou que o problema ocorreu no lote 196 do leite UHT desnatado e que todos os outros estão liberados para o consumo. “Estamos vendo essa ação do MP com naturalidade. Nossos laboratórios funcionam 24 horas por dia e temos um laboratório móvel que percorre as regiões dos 1,6 mil produtores que temos no estado”, disse o assessor de comunicação da empresa, Paulo Pereira.

    O que diz a Italac
    Em e-mail enviado no início da tarde, a Italac informou que “o problema foi pontual, ocorrido no Rio Grande do Sul, e aconteceu no transporte do leite cru, entre a fazenda e o laticínio, antes de ser industrializado”. Ainda segundo a nota, “os lotes identificados com problema foram retirados do mercado e não se encontram mais à disposição do consumidor. Todo o leite Italac encontra-se em perfeitas condições de consumo com total segurança e qualidade”.

    Líder
    A empresa diz ter retirado do mercado ainda em fevereiro deste ano o lote não recomendado para o consumo, “tão logo a companhia tomou conhecimento da possibilidade de existir um problema de qualidade”. A nota diz que cinco transportadoras de leite cru foram descredenciadas e um dos postos de resfriamento no estado foi fechado “por causa da ação de fraudadores”. “Além disso, a Líder faz dupla checagem, nos postos de resfriamento e na fábrica, e desde janeiro não detectou nenhuma adulteração no leite destinado à produção. O leite Líder disponível no mercado está apto, portanto, para ser consumido com segurança”, diz a empresa.

    Confira os lotes não recomendados para consumo pelo Ministério Público

    Leite Líder – UHT Integral
    SIF 4182 – Fabricação: 17/12/12
    Lote: TAP 1 MB

    Leite Italac – UHT Integral
    Goiás Minas – SIF 1369
    Fabricação: 30/10/12 – Lote: L05 KM3
    Fabricação: 5/11/12 – Lote: L13 KM3
    Fabricação: 7/11/12 – Lote: L18 KM3
    Fabricação: 8/11/12 – Lote: L22 KM4
    Fabricação: 9/11/12 – Lote: L23 KM1

    Leite Italac – UHT semidesnatado
    Goiás Minas – SIF 1369
    Fabricação: 5/11/12 – Lote: L12 KM1

    Leite Mumu – UHT Integral
    Vonpar – SIF 1792
    Fabricação: 18/01/13
    Lote: 3 ARC

    Leite Latvida – UHT Desnatado
    VRS – Latvida – CISPOA 661
    Fabricação: 16/2/2013 Validade: 16/6/2013
    O MP não divulgou o número do lote

    Fraude em 2007 foi investigada pela Polícia Federal
    Em outubro de 2007, a Polícia Federal desencadeou uma operação chamada Ouro Branco, que investigava cooperativas por adulteração de leite. Cerca de 200 policiais federais realizaram a operação na Copervale, em Uberaba e na Casmil, em Passos, ambas em Minas Gerais. Na ocasião, galões e sacos de peróxido de hidrogênio (água oxigenada) e citrato de sódio, foram apreendidos. Segundo o Ministério Público, as substâncias eram adicionadas ao leite com o objetivo de aumentar o tempo de conservação do produto e disfarçar a adição de soro usado para dar mais volume à bebida.

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  • Unhas tenshi – o que é, como fazer

    Acesse:http://www.mundodastribos.com/unhas-tenshi-o-que-e-como-fazer.html

    Confira o que é, como fazer, e onde comprar essa nova tendência das unhas tenshis, que são modernas, praticas e fáceis na hora de decorar as unhas. Veja!

    Pintar e decorar as unhas a mão durante muito tempo foi a única maneira das mulheres ficarem com as unhas bonitas, mas hoje surgem cada vez mais novidades para fazê-las de modo prático e menos trabalhoso. Nos salões e até por mulheres que gostam de fazer as unhas já se deve ter ouvido falar em tenshis, e esse post tem como objetivo esclarecer o que é e como colocá-los nas unhas. Veja!

    O que é tenshi?

    Tenshi é um adesivo completamente pronto para as unhas; tem de várias cores, tamanhos e modelos e é super moderno. Há pouco tempo ele foi lançado no Brasil pela marca PasseNat e tem duas coleções, sendo uma da Eliana Super Pérola Tenshi e Clubes Tenshi – que tem de dois times, Corinthians e Palmeiras.

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    Modelos, onde comprá-los e preços: existem diversos modelos de tenshis: xadrez, listrados, de bolinhas, floridos, rendados, coloridos, com brilhos, bichinhos e vários outros desenhos, até de times como citado acima. Os tenshis podem ser encontrados nas perfumarias. O custo do tenshi Eliana Super Pérola é de R$14,00 a cartela com 24 adesivos para as mãos e os pés acompanhado de uma lixa para remover as pontas do adesivo que sobrar. O preço do Clubes Tenshi é em média R$ 14,90.

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    O tenshi vem facilitando muito na hora das mulheres fazerem as unhas, ele é completo e muito fácil de ser aplicado, para fixá-lo basta fazer alguns processos simples, passar uma base finalizadora (se quiser) e está pronto; além disso, ele tem um bom período de durabilidade, não sai com água nem acetona e pode durar de uma semana a quinze dias. Bom não é mesmo? 

    Aprenda como aplicar o tenshi nas unhas:

    – primeiro tire a cutícula e lixe as unhas do tamanho que quiser;

    – em seguida, destaque um adesivo tenshi com o palito e cole sem deixar enrugar (o adesivo tem que ser do tamanho das unhas);

    -pegue uma espátula e pressione bem nos cantos para ele ficar bem colocado e para finalizar acerte as pontas com a lixa (que vem com o kit).

    Suas unhas já estão prontas! Se quiser que os tenshis durem mais, passe uma base finalizadora Tenshi por cima.

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    Como tirar: para removê-los das unhas puxe as pontas (ele sai inteiro).

    Alergia a esmaltes?

    Quem tem alergia a esmaltes usar tenshis é uma boa opção, pois ele não tem substâncias ligadas a produtos que compõe os esmaltes. Usar base finalizadora depois de colocá-los na unha fica a critério da pessoa, então sem problemas! 

    Agora as mulheres têm uma maneira bem fácil de andar com as unhas bonitas, basta querer!

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  • Identificada mudança chave no cérebro que leva ao consumo excessivo de alimentos

    Acesse:http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34684/geral/identificada-mudanca-chave-no-cerebro-que-leva-ao-consumo-excessivo-de-alimentos

    Descoberta pode explicar tendência do corpo a manter níveis de peso indesejáveis e identificar novos alvos para tratar a obesidade

    Foto: Divulgação/Mens Health

    Consumo de alimentos é regulado por vários sistemas neuroquímicos, incluindo o sistema endocanabinóide
    Consumo de alimentos é regulado por vários sistemas neuroquímicos, incluindo o sistema endocanabinóide

    Uma equipe de neurocientistas americanos e italianos identificou uma mudança celular no cérebro que acompanha a obesidade.

    As descobertas podem explicar a tendência do corpo para manter os níveis de peso indesejável, ao invés de um peso ideal, e identificar possíveis alvos farmacológicos para o tratamento da obesidade.

    Os resultados foram publicados na revista Proceedings of National Academy of Sciences.

    A equipe identificou uma mudança que ocorre nos neurônios no hipotálamo. A mudança envolve receptores que disparam ou inibem a liberação da orexina, peptídeo que estimula o apetite, entre outros comportamentos.

    Em ratos com peso normal, a ativação desse receptor diminui a liberação de orexina. Em ratos obesos, a ativação desse receptor estimula a liberação de orexina.

    “A descoberta surpreendente é que você tem uma mudança maciça de receptores de um conjunto de terminações nervosas que incidem sobre esses neurônios para outro conjunto. Antes, a ativação desse receptor inibia a secreção de orexina, agora ela promove. Isto identifica alvos potenciais, onde uma intervenção poderia influenciar a obesidade”, afirma o pesquisador Ken Mackie.

    O trabalho faz parte de uma colaboração de longa data entre a equipe de Mackie e a equipe de Vincenzo Di Marzo. Ambas as equipas estudaram o sistema endocanabinóide, composto de receptores de sinalização e produtos químicos que ocorrem naturalmente no cérebro e têm semelhanças com os ingredientes ativos de cannabis, ou maconha. Este sistema neuroquímico está envolvido em uma variedade de processos fisiológicos, incluindo apetite, humor, dor, resposta ao stress e memória.

    O consumo alimentar é controlado em parte pelo hipotálamo, uma parte do cérebro que regula diversos comportamentos essenciais. Como outros sistemas importantes do corpo, o consumo de alimentos é regulado por vários sistemas neuroquímicos, incluindo o sistema endocanabinóide.

    Segundo Mackie, esta rede do sistema endocanabinóide é reposta durante a obesidade de modo que o consumo de alimentos corresponde à manutenção do peso atual, e não ao peso ideal de uma pessoa. Assim, uma pessoa obesa que perde peso tem dificuldade para manter o peso, conforme o cérebro sinaliza o corpo para comer mais, na tentativa de retornar ao excesso de peso.

    Usando ratos, o estudo constatou que, em animais obesos, receptores canabinóides CB1 se tornaram enriquecidos nos terminais nervosos que normalmente inibem a atividade do neurônio orexina, e os neurônios orexina produziram mais endocanabinóides para ativar esses receptores. A ativação desses receptores CB1 diminuiu a inibição dos neurônios orexina, aumentando a liberação de orexina e o consumo de alimentos.

    “Este estudo identifica um mecanismo para a tendência constante do corpo para retornar ao excesso de peso”, afirma Mackie.

    Os pesquisadores realizaram vários experimentos com camundongos para entender como essa mudança ocorre. Eles descobriram o papel da leptina, hormônio chave feito por células de gordura que influencia o metabolismo, a fome e o consumo de alimentos. A obesidade faz com que os níveis de leptina sejam cronicamente altos, tornando as células do cérebro menos sensível às suas ações, o que contribui para o interruptor molecular que leva à superprodução de orexina.

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  • Anatel multa Claro em R$ 21,7 milhões

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/telecom/Anatel-multa-Claro-em-R-217-milhoes/

    Claro

    A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aplicou nesta segunda-feira (1) uma multa de R$ 21,7 milhões sobre a operadora Claro por descumprimento de regras, de acordo com informações publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

    A operadora de telefonia móvel foi multada pelo órgão regulador por violar termos do Regulamento para Arrecadação de Receitas do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) junto com outros termos presentes no Regulamento do Serviço Móvel Pessoal (RSMP) e da Lei Geral das Telecomunicações. Segundo o DOU, a punição é decorrente de dois processos abertos contra a companhia em 2011.

    Por enquanto, a Claro não se pronunciou publicamente sobre a punição aplicada pela Anatel.

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