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O vídeo futurista foi divulgado hoje pela Samsung. Assista abaixo e depois deixe a sua opinião: será que o mundo um dia será tão tecnológico assim?
Via: Mashable
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O vídeo futurista foi divulgado hoje pela Samsung. Assista abaixo e depois deixe a sua opinião: será que o mundo um dia será tão tecnológico assim?
Via: Mashable
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A Apple não confirma o “iWatch”, uma pulseira ou relógio inteligente, mas tudo indica que, sim, ele está sendo desenvolvido. O mistério sobre o gadget, no entanto, só dá asas à imaginação de designers pelo mundo todo, que ficam imaginando a aparência do dispositivo, como acontece com todos os grandes lançamentos.
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.mundodastribos.com/smartband-a-pulseira-inteligente-da-sony.html
De olho na crescente demanda pela “tecnologia de vestir”, representada por gadgets cheios de recursos, como os relógios inteligentes e os óculos inteligentes, entre outros, a Sony também resolveu investir no segmento.
No estande da fabricante japonesa na CES 2014, famosa feira de tecnologia que acontece em Las Vegas (EUA), a marca mostrou a sua revolucionária pulseira inteligente, que pode ser o primeiro de muitos dispositivos “vestíveis” da companhia.
Batizada de SmartBand, a pulseira inteligente da Sony possui diversos tipos de funções, podendo, por exemplo, guardar e analisar os dados referentes à prática de uma atividade física, mostrando as calorias perdidas com o esforço, a distância percorrida em uma caminhada e os batimentos cardíacos, entre outras informações.
Curiosidades na tribos
Você põe no pulso um dispositivo pequeno, relativamente discreto, e vive um dia normal. Ao final dele, você pega o smartphone e, em um gráfico, vê quantos passos deu e quantas calorias gastou –inclusive se atingiu ou não a meta calórica que havia proposto para si.
Sem tirar o aparelho do braço, vai dormir. Pela manhã, por meio de vibrações, a própria pulseira o acorda, de maneira silenciosa e “inteligente” –em teoria, ela consegue detectar o momento em que o sono é mais leve, durante o qual o despertar causa menos sofrimento.
| Silva Junior/Folhapress | ||
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| A blogueira Taina Frisso e sua Jawbone UP, pulseira inteligente em seu pulso |
Esse tipo de dispositivo, cujo melhor exemplo é provavelmente o Fitbit Flex (vendido por US$ 100 nos EUA) faz parte de uma tendência chamada de quantified self (algo como “eu quantificado”), cujos adeptos se valem não só dos dados que são gerados automaticamente, mas também os que eles mesmos anotam: humor, disposição e capacidade de concentração momentâneos. Isso a fim de, dizem, se conhecer melhor.
A adesão em massa a esse movimento pode transformar profundamente pesquisas científicas, em especial a biológica, e setores da indústria, como o de celulares, segundo a pesquisadora Melanie Swan, que publicou em junho um artigo sobre quantified self no jornal acadêmico “Big Data”.
Para isso, é preciso que os que costumam levar a vida “sob medidas” compartilhem seus conhecimentos. “Somente com dados em grande escala e agregados poderemos ver verdadeiros progressos na medicina preventiva, por exemplo”, disse em entrevista por e-mail à Folha.
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Dárlinton Barbosa Feres Carvalho, 32, pesquisador cujo doutorado na PUC-Rio versa sobre informações de comunidades on-line, é um dos responsáveis pelo grupo brasileiroQuantified Self Rio.
Ele diz que, desde que começou a quantificar seu cotidiano, passou a ter mais controle sobre sua rotina, em especial sobre o sono. “Percebi que precisava me organizar melhor. Agora, posso saber se consigo mudar ou criar um hábito para ficar melhor.”
Uma pesquisa publicada pelo Pew Research em janeiro diz que 69% dos americanos acompanham regularmente ao menos um indicador de saúde, dos quais 30% usam um eletrônico para essa tarefa.
ESFORÇO
Taina Frisso Hildebrand, 33, escreve um blog de moda e diz que o fato de usar o tempo inteiro um aparelho do tipo (no caso, uma pulseira Jawbone UP, que comprou por US$ 100 no site americano eBay ) não incomoda. “Estou acostumada a usar pulseira ou relógio, então não cheguei a sentir diferença.”
Hildebrand diz que não tem paciência para inserir informações sobre seus hábitos no app, mas que o aparelho a ajudou mesmo assim. “Sempre esqueço de levantar do computador, então programei para a pulseira me lembrar disso a cada meia hora.”
Rachel Ellyn, 52, escritora, conta que perdeu 2,3 kg em dois meses após comprar um aparelho do tipo, sem mudar a alimentação, cumprindo metas de subir escadas. “Minha vida estava cada vez mais sedentária, então busquei algo que me motivasse nesse sentido. Estou gostando.”
Uma startup de Pittsgurgh, na Pensilvânia (EUA), criou um dispositivo que obtém energia da caminhada e, assim, consegue recarregar aparelhos portáteis como celulares, tocadores de música e GPS.
Trata-se de uma palmilha à prova d’água que é colocada dentro do calçado e gera energia suficiente para abastecer um iPhone com uma caminhada entre 4 e 8 quilômetros. Um fio leva a energia a uma pulseira, que depois é ligada ao aparelho que se quer carregar.
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Anéis com LEDs que se acedem existem aos montes por aí, mas este aí de cima é diferente porque não se acende por qualquer motivo, só quando “aquela pessoa especial” está por perto, bem perto aliás. Quem teve a ideia de criá-lo é o engenheiro e joalheiro Ben Kokes. O anel criado por ele foi dado para sua noiva Julie.
Além de contar com sua experiência e dom em criar jóias, ele precisou aplicar em seu projeto também conceitos de eletrônica. Apesar de parecer ser algo simples de ser feito, o projeto não foi tão fácil assim de sair do papel. Para que os LEDs se acendam, o anel precisa literalmente de um “sensor de presença”.

Daí então pensamos: Em um objeto tão pequeno, onde fica a bateria? É aí onde está o segredo, o anel criado por Kokes não tem bateria, ele se acende por indutividade. Os LEDs ficam presos em uma bobina e a um condensador e precisam de uma fonte externa de magnetismo para que se acendam, é aí que entra o “player 2″ no jogo.
Kokes construiu um bracelete (esta parafernália aí da imagem de cima) capaz de gerar este campo magnético. Então quando sua mão (com o bracelete) se aproxima da mão de sua noiva (com o anel) os LEDs se acendem. Veja a seguir um vídeo com uma demonstração dos LEDs se acendendo quando o anel se aproxima do campo magnético da pulseira.
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