Gergely Dudás também conhecido como The Dudolf é um autor e artista húngaro que cria quebra-cabeças desafiadores com figuras ocultas. E a imagem da vez que está embananando os olhos dos internautas é encontrar uma cobra em meio às tartarugas.
Além de encontrar o réptil, o desafio é avistar o animal em menos de 15 segundos, pois assim quebrará o recorde mundial, de acordo com pessoas que acompanham esse tipo de jogo…
Está em desenvolvimento um novo tipo de bateria que consegue armazenar até dez vezes mais energia que os modelos convencionais. Ela foi pensada por cientistas da Universidade de Stanford, que se inspiraram em romãs para encontrar o design ideal.
Há algum tempo se tenta criar baterias de lítio que, para manter a carga, usem silício, que tem potencial dez vezes superior ao dos materiais usados atualmente. Só que o silício se quebra no momento da recarga, por causa do calor.
Foi aí que entrou a fruta, a peça que faltava no quebra-cabeças. O pessoal de Stanford uniu nanofios de silício em bolhas de carbono e os organizaram da mesma forma que as sementes da romã; assim, a eletricidade é conduzida sem que se precise expor o silício.
Os núcleos são tão pequenos que é difícil acontecer de se romperem, e há bastante espaço entre eles para que o silício se expanda sem ser rompido.
Mesmo depois de mil ciclos de recarga, essa bateria é capaz de funcionar em 97% de sua capacidade, o que a torna apta ao mercado comercial. Só que ela ainda não está totalmente pronta, deve levar algum tempo até que sejam liberadas.
Grandes nomes da tecnologia querem levar a programação para você e todos os usuários do mundo, de uma forma mais rápida e simples. É com esse objetivo que a organização não governamental Code.org se apresenta para tornar cursos de informática mais relevantes nas escolas. As informações são do site The Verge.
Entre os dias 9 e 15 de dezembro, o grupo fará uma campanha chamada “Hour of Code”, uma iniciativa em escala mundial que vai acontecer durante a Semana da Educação da Ciência da Computação. Bill Gates, da Microsoft, Mark Zuckerberg, do Facebook, Jack Dorsey, do Twitter, e Gabe Newell, da Valve, já confirmaram suas participações no evento, que deve atingir até 10 milhões de pessoas.
Os executivos darão aulas de programação nos dias da conferência, que estarão disponíveis na internet e poderão ser completadas em tablets, smartphones ou até mesmo no modo off-line. A entidade afirma que não é necessária nenhuma experiência na área, pois todo o conteúdo funciona como uma espécie de introdução para desmistificar os códigos e permitir que cada pessoa aprenda no seu ritmo.
As aulas vão ensinar, por exemplo, desde o desenvolvimento de cartões animados até quebra-cabeças para mostrar os princípios básicos da programação.
A Code.org afirma que o número de vagas na área de tecnologia já é três vezes maior que a quantidade de estudantes formados em Ciência da Computação. Além disso, aponta que essa é uma das carreiras mais bem pagas no mercado de trabalho. A expectativa é de que, até 2020, um milhão de vagas não sejam preenchidas na indústria – isso só nos Estados Unidos.
“Nossa política é literalmente contratar o máximo de engenheiros talentosos que pudermos encontrar. O único limite desse sistema é que não há pessoas suficientes treinadas e que possuem essas habilidades”, disse Zuckerberg no vídeo de apresentação.
A Code.org ainda recebe o apoio de outras grandes companhias do setor, como Apple, Google, Amazon e LinkedIn. Os interessados no programa devem se cadastrar no site do evento.
Pais descobriram que criança era especial quando ela se esforçou para ir ao banheiro sozinha com apenas 1 ano.
Adam Kirby, um garotinho britânico de apenas 2 anos de idade, foi aceito na sociedade britânica de gênios (Mensa). Assim o menino com alto índice de coeficiente de inteligência, o famoso QI, se torna o mais jovem membro do seleto grupo.
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A sociedade foi fundada na Inglaterra em 1946, e está sempre buscando novos membros que possuam inteligência acima do normal. Adam passou por testes e atingiu 141 como índice de QI, valor bem superior à média dos britânicos, que possuem 100 de índice.
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Os pais de Adam perceberam que ele era especial depois que o garoto se esforçou para ir ao banheiro sozinho quando tinha apenas um ano. A criança já consegue falar frases de Shakespeare (ainda incompletas), está aprendendo japonês e soletra mais de cem palavras. Além disso ele já começou a aprender a tabela periódica, monta quebra-cabeças feitos para adultos e sabe sobre continentes e países.
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