A Apple deu início, na última segunda-feira (8), à comercialização dos iMacs de 27 polegadas remodelados pela primeira vez em sua loja oficial online. A novidade chega ao site quatro meses após o lançamento dos modelos originais. Além disso, a companhia também anunciou desconto de 15% em unidades novas.
iMacs remodelados estão à venda no site da Apple (Foto: Reprodução/MacRumors)
A principal modificação dos iMacs é o novo processo de laminação do display para manter a tela mais fina e com mais qualidade de imagem. Há diversos modelos à venda na loja online e os compradores podem encontrar descontos de US$ 270 (R$ 540) até US$ 400 (R$ 800) por cada produto.
O iMac remodelado mais caro (e poderoso) à venda tem processador com 3.4 GHz, com 8 GB de memória e 1 TB de HD, além de placa Nvidia GeForce, e custa pouco menos de US$ 1,9 mil (cerca de R$ 3,8 mil). Todos os aparelhos da linha têm data de entrega de somente três dias úteis para usuários dos Estados Unidos e vêm com garantia deu um ano.
Mas esta não é a única novidade relacionada à Apple nesta semana. De acordo com uma variedade de páginas internacionais especializadas, a companhia está próxima de lançar uma nova versão do MacBook Pro. A expectativa é de que o produto comece a ser vendido já em junho. Os sites Digitimes e Mac Rumours, por exemplo, destacam que as principais novidades dos novos laptops são chips Intel Haswell e display Retina.
A Gigabyte lançou uma nova versão da placa Geforce GTX 660 Ti. Com 3 GB de memória RAM GDDR 5 e solução de arrefecimento WindForce 3X, o modelo chegará ao mercado nas próximas semanas para disputar espaço entre as placas de entrada de alto desempenho.
Placa com chipset Nvidia oferece bons recursos para os gamers (Foto: Divulgação)
A boa quantidade de memória da placa opera a uma frequência nominal de 6008 MHz e será acessada por uma interface de 192 bits conectando os bancos de RAM e a GPU. O processador gráfico, que alcança até 915 MHz de clock (980 MHz via Boost Clock), é baseado na mais recente arquitetura da Nvidia.
No encapsulamento, a Gigabyte aplicou sua solução de refrigeração conhecida como WindForce. Os três coolers e os radiadores são projetados com precisão para potencializar a refrigeração da placa sem gerar muito ruído. De acordo com a fabricante, o WindForce 3X aplicado na placa tem desempenho 10% superior ao sistema de refrigeração padrão desenvolvido pela Nvidia nos modelos de referência.
No painel traseiro, a nova placa da Gigabyte dispõe de quatro opções de conectividade. Há saída HDMI, DisplayPort, DVI-I e DVI-D. Aguardada no mercado dentro de algumas semanas, o preço estimado de cada unidade é de US$ 380 (aproximadamente R$ 800 na cotação de 22/11).
No último século, houve dois marcos na fotografia narcisista. O primeiro foi a invenção do timer automático, que a Kodak começou a vender durante a Primeira Guerra Mundial. O segundo aconteceu alguns anos atrás, com as câmeras em celulares, quando adolescentes ficavam diante de espelhos tirando fotos de si mesmos e depois compartilhavam essas imagens na internet.
A câmera do celular é perfeita para a era das redes sociais. Mas mesmo os smartphones têm uma limitação: alguém precisa segurá-los. Isso não acontece com uma câmera minúscula e de altíssima resolução que decolou para a estratosfera, figurativamente e literalmente, nos últimos anos.
A câmera GoPro, que custa entre US$ 200 (cerca de R$ 400) e US$ 400 (R$ 800), testemunhou o mergulho de 39 km no ar de Felix Baumgartner. Além disso, ela já foi fixada a jatos que viajavam à velocidade Mach 5 e a pranchas de surfe que enfrentavam ondas de 30 metros.
Divulgação/GoPro
Imagens de Divulgação mostra praticante de snowboard equipado com uma câmera GoPro no capacete
A GoPro vendeu 3 milhões de câmeras em três anos. A empresa de pesquisas de mercado IDC disse que isso faz dela a câmera de vídeo mais comprada nos EUA.
Em outubro, a empresa, que começou há dez anos com uma câmera descartável que era presa aos pulsos de surfistas, lançou a Hero3 em clima de celebração.
Como isso aconteceu? Nick Woodman, 37, fundador da empresa, criou a primeira GoPro rudimentar quando foi à Indonésia para surfar. Ele queria fazer fotos de um amigo na água. Mas, só quando virou a câmera ao contrário para fazer fotos dele mesmo, foi que viu o potencial da câmera.
“A grande sacada aconteceu em 2007, quando percebemos que a maior oportunidade não se resumia a fabricar câmeras que fotógrafos podiam prender ao próprio corpo”, contou Woodman. “Era fazer câmeras que as pessoas pudessem prender ao próprio corpo para se fotografarem.”
Nessa mesma época, o Google tinha acabado de comprar o YouTube e sites como o Twitter e o Facebook chegavam ao grande público.
Woodman começou a vender suportes que permitiam que a GoPro fosse acoplada a qualquer coisa: pranchas de surfe, bicicletas, capacetes, arreios corporais e gatos -qualquer coisa mesmo.
O que aconteceu a seguir foi espantoso: as pessoas começaram a desenvolver um relacionamento afetivo com a GoPro. “Os clientes nos davam crédito em seus vídeos e fotos”, conta Woodman.
SEDENTÁRIOS TAMBÉM
Uma busca por “GoPro” feita no YouTube rende mais de meio milhão de vídeos. Milhões de fotos e vídeos lotam as redes sociais, todas assinaladas com o nome da câmera, do mesmo modo como as pessoas assinalam seus amigos.
A câmera está atraindo não apenas os entusiastas dos esportes radicais, mas também as pessoas sedentárias que gostam de assistir a vídeos feitos com a GoPro.
As grandes empresas estão tentando passar à frente da GoPro, mas é possível que tenham chegado com um atraso de dez anos.
“Nos últimos 50 anos, empresas como Nikon e Canon investiram na precisão, que tem seus benefícios, mas também suas limitações”, comentou o fotógrafo Chase Jarvis. “A GoPro é incrivelmente incômoda para esses fabricantes de câmeras de grande nome, e garanto a você que as festas de lançamento de produtos deles têm um clima diferente. A GoPro faz parte de uma outra cultura.”