Conquistando cada vez mais espaço na confeitaria, o chantininho, ao contrário do chantilly, que ao ser levado à geladeira ou exposto em temperatura ambiente derrete e racha, este, por sua vez, é conhecido por sua estabilidade e maior resistência. Essa cobertura tem como sua principal base o chantilly que, ao acrescentar o leite em pó, torna-se um creme ideal para decorar bolos, pavês, tortas, além de ter, segundo as confeiteiras, um custo baixo e bom rendimento. Mas apesar de simples, pequenos detalhes no preparo podem fazer toda a diferença…
A Sony acaba de apresentar seu mais novo smartphone, o Xperia Z Ultra, que traz um display com incríveis 6,44 polegadas e é o primeiro a sair de fábrica com os novos processadores Qualcomm Snapdragon 800. O aparelho, que ainda é classificado como um smartphone, é resistente a água e sua parte traseira é feita de vidro, assim como seu irmão de linha, o Xperia Z.
O Xperia Z Ultra é equipado com tela touchscreen TFT com resolução de 1920×1080 pixels, largura de 9,2 centímetros e espessura de 6,5 milímetros, processador quad-core Snapdragon 800 de 2,2GHz, 2GB de memória RAM, 16GB de armazenamento interno (podendo ser expandido para até 64GB com um cartão microSD), GPU Adreno 300, câmera traseira de 8 megapixels com capacidade de gravar vídeos em HD, bateria de 3.000mAh e roda o Android 4.2 Jelly Bean.
Foto: Divulgação
O aparelho possui moldura de metal, vidro temperado e certificações IP55 e IP58, que garantem resistência a poeira e água, permitindo que o dispositivo fique submerso em até 1,5 metro de água por até 30 minutos. E a Sony afirma que o Xperia Z Ultra também é capaz de fazer gravações em vídeo até mesmo embaixo da água, recurso que também deverá integrar o Xperia ZR.
O novo dispositivo será lançado mundialmente no terceiro trimestre deste ano, mas ainda não há data e nem valores definidos para a chegada do Xperia Z Ultra no mercado.
Cientistas norte-americanos descobriram uma forma de criar cartilagens artificiais para auxiliar no tratamento de doenças nas articulações e feridas de esportes. A técnica consiste em imprimir as novas peças através de uma impressora 3D e o material resultante é mais robusto e resistente que as tecnologias existentes.
A nova impressora cria cartilagens mais resistente (Foto: Reprodução)
O método foi desenvolvido no Instituto Wake Forest de Medicina Regenerativa, localizado na Carolina do Norte, e utiliza uma impressora de tinta comum em conjunto com uma máquina rotativa especializada para criar as novas peças. Elas são impressas em polímero especial revestido com cartilagem da orelha de um coelho.
A impressora é capaz de emitir fibras finas do composto, o que permite maior controle no formato final da peça. As cartilagens artificiais são construídas com poros, o que permite que a cartilagem original se integre no tecido. O material artificial foi testado em ratos e, depois de oito meses, já começou a desenvolver propriedades de cartilagem original, o que indica a possibilidade dela ser testada em humanos.
O estudo foi publicado no jornal de Biofabricação do The Institute of Physics. “Isto é um estudo conceitual que ilustra que a combinação de materiais e métodos de fabricação gera construtos implantáveis e duráveis”, afirma um de seus autores, o professor James Yoo.
Como a tecnologia pode criar peças únicas, específicas para cada paciente, a proposta dos cientistas é que os aparelhos de ressonância magnética possam criar um diagrama de uma parte do corpo, que depois será reconstruído na impressora 3D.
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