Ideia surgiu de garçonete que o desafiou para o projeto – idoso raramente repete uma roupa.

Ideia surgiu de garçonete que o desafiou para o projeto – idoso raramente repete uma roupa.


A cidade canadense de Vancouver é considerada um dos melhores lugares para se morar no mundo e as autoridades locais planejam torná-la uma cidade ‘verde’ até o ano de 2020. Como parte dos esforços sustentáveis, a prefeitura local e empresas privadas estão utilizando plástico reciclado para pavimentar ruas e avenidas, e fazer consertos nas vias.
Uma equipe de funcionários municipais, em parceria com a GreenMantra, de Toronto, está trabalhando no desenvolvimento de um novo processo que utiliza plásticos reciclados para tranformá-los em uma cera, que é adicionada à tradicional mistura de asfalto quente.
“A mistura de asfalto quente não é algo novo, mas o que o torna único é a utilização de uma cera feita com plástico reciclado”, afirmou ao Gizmag Karyn Magnusson, da Engineering Services. “Estamos testando a mistura quente com uma série de aditivos diferentes destinados a diminuir a viscosidade do componente desde 2008, para tornar sua aplicação mais simples a temperaturas mais baixas. Até agora, temos três trechos pavimentados com a nova mistura nas estradas de Vancouver”.
Reprodução: Gizmag
Muita energia é gasta no aquecimento da mistura e em seu transporte. Para ter uma ideia, a mistura original tem que ser fabricada e armazenada a 160°C. Já a nova mistura pode ser feita a 121°C, o que gera economia de 20% de todo o gás consumido em sua produção e na pavimentação das ruas.
Reprodução: Gizmag
O plástico reciclado representa apenas 1% de toda a mistura. Além disso, o asfalto, que ainda está em fase de testes, deverá ser mais duradouro e fácil de ser reutilizado, também gerando economia de materiais.
Curiosidades na internet
Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1180435-zynga-lanca-sequencia-em-3d-do-game-cityville.shtml
A Zynga, empresa de jogos sociais, lançou uma versão 3D de “CityVille”, um de seus games mais bem-sucedidos, no final da semana passada.
Em “CityVille 2” os jogadores lidam com problemas urbanos, como incêndios, congestionamentos e crimes. Também é preciso orientar a criação de negócios, museus, casas, ruas, parques e outros elementos essenciais da vida urbana.
| Reprodução/Facebook | ||
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| “CityVille 2”, novo game da Zynga |
A cidade pode ser construída e gerenciada com a ajuda de amigos, que podem utilizar um chat dentro do jogo para conversar e discutir estratégias. O game é gratuito e está disponível em 15 idiomas, incluindo o português.
O “CityVille” original foi lançado há dois anos e contou com mais de 100 milhões de jogadores mensais em seu pico de popularidade, mas o número atual de usuários é menos de um quinto desta cifra.
DECLÍNIO
A Zynga lançou o “CityVille 2” apenas alguns dias após anunciar o fechamento de três estúdios, a demissão de 5% dos funcionários (cerca de 160 pessoas, já que a empresa tem por volta de 3.200 empregados) e o cancelamento de 13 jogos
“Esta é a parte mais dolorosa de um plano global de redução de custos, que também inclui cortes significativos nos gastos com hospedagem de dados, publicidade e serviços de terceiros” disse Mark Pincus, executivo-chefe da Zynga, em e-mail para os funcionários da empresa.
As reduções vão melhorar a rentabilidade da Zynga e permitirão um investimento melhor e mais focado nos jogos da companhia, argumentou Pincus no e-mail
Curiosidades na internet

Um robô utilizando um distintivo poderá patrulhar as ruas das cidades, escrever multas e correr atrás de bandidos em um futuro bastante próximo. Mas não se preocupe: eles serão inteligentes e, além do cérebro, terão os olhos e ouvidos de policiais treinados que os controlarão.
“Eles serão operados remotamente por profissionais. O robô não irá atirar aleatoriamente e cometer o engano de acertar a pessoa errada”, disse Nagarajan Prabakar, um cientista da computação da Florida International University à BBC News nesta terça (2).
O conceito combina duas tecnologias: robótica e telepresença, o que deu ao projeto o apelido de “telebot”. Ele pretende oferecer a oficiais deficientes e veteranos militares uma oportunidade de servir novamente. Os pesquisadores da Universidade estão utilizando dois robôs customizados do Institute for Human Machine Cognition, que foram construídos para guerra. O protótipo do robô-policial custará aproximadamente US$ 500.000 (cerca de R$ 1 milhão).
O início do projeto só foi possível depois de ganhar uma ajuda de custo de US$ 20.000 (cerca de R$ 40.000) de Jeremy Robins, tenente comandante das Reservas Armadas dos Estados Unidos, que queria oferecer aos veteranos uma chance de se reconectarem com o trabalho.
Protótipo inicial de um telebot sendo desenvolvido no Discovery Lab, da Florida International University
(Foto: Florida International Univeristy)
A tecnologia de telepresença permitirá uma comunicação em duas vias, através de vídeo e de uma interface intuitiva entre o oficial e o robô. Assim, tudo que o oficial desejar fazer, o robô responderá em tempo real. Por exemplo: quando o oficial virar para a esquerda, o robô obedecerá ao comando e fará o mesmo. Em sua primeira interação, o robô se moverá sobre rodas e suas funções serão básicas, como vigiar as ruas da cidade e se comunicar com pessoas como turistas perdidos ou criminosos tentando arrombar uma fechadura.
“Muita gente está interessada no filme Robocop, esperando modelos com mãos e andando por aí como verdadeiros policiais, mas um robô bípede é muito difícil de construir”, disse Jong-Hoon Kim, diretor do laboratório de pesquisa da Universidade. A equipe foca em criar um protótipo até o final deste ano para conduzir seus primeiros testes de campo. Os principais desafios do projeto incluem a compreensão das limitações de um robô de duas rodas (uma perseguição de criminosos em escadarias seria impossível, por exemplo) e a duração aproximada das baterias instaladas.
Futuras versões pretendem incluir um braço e uma espécie de pegador que poderá, por exemplo, colocar uma multa em um parabrisas. Os pesquisadores também pretendem incluir uma arma, como um taser, dentro do corpo do robô, para que ele possa render os bandidos pelas ruas.
“Eles podem ser deficientes” disse Prabakar, se referindo aos oficiais que controlarão os robôs policiais. “Mas podem monitorar a situação e tomar decisões corretas em uma operação”.
Será que esses robôs policiais seriam eficientes para combater o crime aqui no Brasil?
Curiosidades na internet

Quem não se lembra daquelas motos flutuantes utilizadas pelos Stormtroopers no filme “O Retorno de Jedi”, da saga Star Wars? Em um vídeo produzido pela empresa californiana Aerofex Corp., o dispositivo pode ser visto flutuando sobre o leito de um lago seco no deserto Mojave, realizando uma série de manobras.
A Aerofex levou bons anos aperfeiçoando sua “moto flutuante”, e sua última versão pode flutuar a até 4,5 metros de altura, alcançando uma velocidade de quase 50Km/h.
O veículo é controlado pelo piloto que apoia de um lado a outro, como se fosse uma motocicleta comum, em um estilo que lembra bastante as motos flutuantes do filme.
Segundo o jornal britânico Telegraph, a empresa explica que o modelo de testes mais recente utiliza uma tecnologia que mantém a poeira e os detritos longe do piloto, o que no passado era um verdadeiro problema a ser resolvido.
A Aerofex planeja utilizar esta tecnologia para fabricar veículos aéreos não tripulados, que podem ser usados para patrulhar fronteiras, onde não existem estradas. Mas seria bastante interessante termos, em um futuro não muito distante, várias dessas motos flutuantes transitando pelas ruas, ou, quem sabe, por locais onde os carros não chegam devido à irregularidade do terreno ou da falta de estradas de acesso. Seria genial, não?
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