Tag: São Paulo

  • Ministério da Saúde libera R$ 11,280 mi para programas de desnutrição infantil

    Acesse:http://noticias.r7.com/saude/ministerio-da-saude-libera-r-11280-mi-para-programas-de-desnutricao-infantil-20092013

    Municípios de São Paulo, Acre, Permanbuco, Roraima e Piauí foram contemplados

    Agência Estado

     

    Recursos são distribuídos de acordo com a avaliação das metas pactuadas para este anoGetty Images

    O Ministério da Saúde liberou recursos da ordem de R$ 11,280 milhões para custeio aos municípios participantes da Agenda para Intensificação da Atenção Nutricional à Desnutrição Infantil. Segundo Portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (20), os recursos são distribuídos de acordo com a avaliação das metas pactuadas para este ano.

    Obesidade e nutrição inadequada pesam sobre economia, diz FAO

    Foram contemplados municípios dos Estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins

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  • Spa em São Paulo vende terapia na qual o cliente dorme com as pernas para cima

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/08/1332470-spa-em-sao-paulo-vende-terapia-na-qual-o-cliente-dorme-com-as-pernas-para-cima.shtml

    O cheiro de sálvia toma conta da cabine de 10 m². Luzes coloridas alternam lentamente entre o vermelho e o azul. No meio da sala, a maca, que mais parece uma cama, está preaquecida.

    “Pode tirar a sua roupa e deitar ali”, diz a fisioterapeuta do Yelo Spa, rede com sede em Nova York que chegou a São Paulo no início do mês e tem como destaque a “terapia do cochilo” –pacote que inclui massagem e soneca.

    A diferença para as já conhecidas cabines de cochilo é que, no spa, o cliente é colocado para dormir em macas eletrônicas que levantam as pernas acima da altura do tronco. Na posição, chamada de “gravidade zero” pelo spa, pode-se cochilar por até uma hora a R$ 2 o minuto.

    Zé Carlos Barreta/Folhapress
    O engenheiro Marcos Paulo Amaral, 37, tira cochilo em spa em São Paulo
    O engenheiro Marcos Paulo Amaral, 37, tira cochilo em spa em São Paulo

    A reportagem testou a terapia e, ainda que tenha tentado resistir, não conseguiu ficar de olhos abertos.

    Após os minutos de sono, a fisioterapeuta volta à cabine e acorda o cliente. O despertar, porém, ganhará ares tecnológicos em breve: uma máquina que clareia a sala lentamente, imitando o nascer do sol, foi encomendada.

    “Ficar com as pernas para cima melhora a circulação”, diz Maria Carolina Fuoco Fernandes, fisioterapeuta do Yelo Spa. Segundo ela, a posição reduz a pressão arterial e a frequência cardíaca, o que facilita o relaxamento.

    Já o cochilo em si melhora funções cognitivas, como memória e atenção, benefícios já comprovados por pesquisas científicas (veja abaixo).

    Os minutos de soneca, no mínimo 15, podem ser aliados (ou não) a massagens –nem todos os tipos exigem que o cliente tire a roupa, afinal, a ideia é cochilar no meio do expediente.

    “Não cheguei a dormir pesado, mas fiquei meio em ‘alfa’”, afirma o engenheiro civil Marcos Paulo Amaral, 37, que também fez reflexologia, massagem nos pés.

    A novidade de São Paulo já existe no Rio com o nome “power nap” (soneca poderosa). No espaço Pausadamente, aberto em 2009, o cliente pode virar mensalista e cochilar diariamente em cadeiras importadas. O equipamento também faz com que as pernas fiquem acima do nível do coração.

    PARA O ALTO

    Dormir com as pernas para o alto melhora, sim, a circulação sanguínea, segundo o cardiologista Ricardo Pavanello, do HCor (Hospital do Coração). “Ajuda no retorno venoso e facilita a performance cardiovascular.”

    Editoria de Arte/Folhapress

    Mas não dá para dizer que a postura ajuda a diminuir a pressão arterial e os batimentos cardíacos. “Pode ter esse efeito, mas a resposta é individual”, afirma. Para ele, os possíveis benefícios não justificam uma mudança de posição na hora de dormir.

    Elevar as pernas também não ajuda a dormir mais rápido, segundo a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono. “Não conheço nenhum estudo científico demonstrando isso.”

    A neurologista vê mais sentido nos estímulos sensoriais usados pelos spas, como cromoterapia ou músicas relaxantes. “Os estímulos podem atuar em áreas específicas do cérebro e favorecer um estado de relaxamento.”

    Sobre os benefícios do cochilo, Poyares ressalta que a prática é útil principalmente para quem está em privação de sono –a maior parte das pessoas. “Qualquer forma de contornar o deficit já ajuda.”

    O melhor horário para a soneca é por volta das 14h, quando há uma queda na temperatura corporal, segundo a neurologista Andrea Bacelar, especialista em medicina do sono. A soneca, de acordo com ela, deve durar por volta de 40 minutos.

    Quem tem insônia não deve cochilar durante o dia porque isso pode atrapalhar mais ainda o sono da noite. Além disso, há pessoas que não precisam ou não conseguem dormir durante o dia. “Quem não está em privação de sono e não sente necessidade de cochilar não precisa mudar a rotina”, diz Bacelar.

    SERVIÇO

    YELO SPA
    R$ 2 o minuto da soneca (mínimo de 15 minutos) e R$ 3,60 o minuto da maioria das massagens (mínimo de 30 minutos).
    Rua Pais de Araújo, 171, Itaim Bibi, São Paulo. Tel. (11) 2872-6972; http://www.yelospa.com.br

    PAUSADAMENTE
    40 minutos de soneca custam R$ 28; pacote mensal para dormir 40 min./dia custa
    R$ 120.
    Rua 7 de Setembro, 88, sobreloja 202, Centro, Rio de Janeiro. Tel. (21) 2232-8227; http://www.pausadamente.com.br

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  • Celulares do interior de SP ganham nono dígito no próximo domingo (25)

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/telecom/Celulares-do-interior-de-SP-ganharao-o-nono-digito-no-proximo-domingo-25/

    Celular

    As linhas de telefones celulares do interior do estado de São Paulo, com DDDs 12 e 19, ganharão o nono dígito a partir do próximo domingo (25). Com isso, todos os números de celulares do estado de São Paulo utilizarão o número ‘9’ antes dos outros números. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

    Com a adição do nono dígito, os códigos de área (DDD) passarão a contar com 90 milhões de possíveis combinações numéricas cada. Os outros estados brasileiros, diferente da região metropolitana de São Paulo, ainda não estão com as combinações saturadas, como informa a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Mas, a implantação do nono dígito no interior do estado faz parte de um projeto mais amplo para que em todo o território nacional os telefones celulares utilizem o número ‘9’ até o final de 2016.

    Neste primeiro momento, as ligações efetuadas com apenas oito dígitos entre os dias 25 de agosto e 9 de setembro continuarão a ser completadas. E, a partir do dia 9 de setembro até o dia 2 de dezembro, algumas das ligações sem o nono dígito poderão não ser concluídas e uma mensagem será apresentada ao usuário sobre a mudança.

    A partir do dia 27 de outubro, os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo também terão o nono dígito, e até o fim de 2014, o nono dígito deve chegar ao Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e Maranhão. E até o final de 2015, a mudança deve acontecer em Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí, enquanto Rondônia, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul irão ganhar o nono dígito até o final de 2016.

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  • Novo plano diretor vai limitar vagas de garagem em prédios

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/08/1328462-novo-plano-diretor-vai-limitar-vagas-de-garagem-em-predios.shtml

    O novo plano diretor de São Paulo, que será apresentado hoje pelo prefeito Fernando Haddad (PT), vai incorporar o discurso da atual gestão de limitar o uso do carro na cidade de São Paulo.

    Principalmente perto dos grandes corredores urbanos, a lei vai colocar um teto no número de vagas de garagens por empreendimento, ao contrário da legislação atual, que exige mínimo de vagas para a aprovação do condomínio.

    “Todo mundo tem direito a ter sua garagem. Mas a ideia é regular pelo limite máximo”, afirma o arquiteto Fernando de Mello Franco, secretário de Desenvolvimento Urbano de São Paulo.

    Segundo Franco, “se o mercado [imobiliário] quiser, ele poderá oferecer produtos sem vagas de garagem”.

    “Esse é o pacto que está acertado com a sociedade desde as manifestações. Em alguns lugares, será possível limitar as garagens porque o transporte público vai estar nessas áreas”.

    A regulação das vagas de garagem é um dos exemplos práticos em que o plano diretor vai tocar. Mas há outros.

    A ideia central do novo projeto, que poderá receber contribuições pelos próximos 20 dias para, depois, ser enviado aos vereadores, é levar o emprego para perto da moradia. Ou seja, orientar o desenvolvimento urbano em algumas regiões específicas.

    De acordo com Franco, os grandes eleitos são os corredores da Jacu-Pêssego, na zona leste de São Paulo, e avenida Cupecê, na zona sul.

    O exemplo dado pelo secretário é direto. Se um empresário quiser construir um prédio comercial, na beira de um dos dois corredores, ele poderá erguer a obra usando coeficiente quatro de aproveitamento do terreno.

    Para toda a cidade, o coeficiente básico (relação entre o tamanho do terreno e a área da obra) será um.

    A cesta de instrumentos que ajudarão a adensar as grandes avenidas ainda tem outros ingredientes.

    Os projetos não residenciais com espaços públicos ou comércio no térreo (em vez de muros), dentro dos eixos de desenvolvimento ou a até 200 metros deles, também terão incentivos legais.

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  • Um terço dos profissionais contratados pelo Mais Médicos vem do exterior

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/08/1326259-um-terco-dos-profissionais-contratados-pelo-mais-medicos-vem-do-exterior.shtml

    Praticamente um terço dos participantes do programa Mais Médicos virá de outros países. Dos 1.618 inscritos, 522 médicos atuam no exterior.

    A maior parte dos que atuam no exterior é de estrangeiros (358); os 164 restantes são brasileiros que se graduaram em outros países. Para virem ao país, esses profissionais precisam ainda validar sua documentação e obter os vistos.

    Desses 522, 141 atuam na Argentina, 100 na Espanha, 74 em Cuba, 45 em Portugal e 42 na Venezuela, segundo balanço divulgado, nesta quarta-feira (14), pelo Ministério da Saúde. Ao total, são 32 países de atuação.

    Governo quer agilizar acordos para trazer médicos estrangeiros

    Os 1.618 médicos dessa primeira rodada do programa atenderão 579 cidades. Isso significa que o governo vai conseguir, até agora, atender a apenas 10,5% da demanda dos municípios por 15.460 médicos, e a 16,5% das 3.511 cidades inscritas no Mais Médicos.

    O número de confirmados é significativamente menor do que o total de cadastrados no programa. Essa primeira rodada de seleções para o Mais Médicos teve a pré-inscrição de 18.450 profissionais, sendo que 16.530 deles já atuavam no Brasil (formados no país ou com diplomas já revalidados) e 1.920 eram médicos com atuação no exterior.

    Uma nova rodada de seleções terá início na próxima segunda-feira (19).

    O baixo índice de confirmações no programa levou o Ministério da Saúde a falar, diversas vezes nas últimas semanas, que investigava um eventual boicote dos médicos, que teriam se inscrito para desistir da participação num segundo momento. Já o CFM (Conselho Federal de Medicina) acusou falhas no sistema de inscrição do ministério, o que teria dificultado a inscrição de médicos brasileiros.

    O Mais Médicos foi lançado pela presidente Dilma Rousseff em 8 de julho. Tem dois focos principais: 1) Levar médicos brasileiros e estrangeiros para a rede pública de saúde do interior e periferias de grandes cidades; 2) E ampliar o curso de medicina, com dois anos extra de serviços prestados no SUS.

    Editoria de Arte/Folhapress

    Alvo de críticas de entidades médicas, faculdades de saúde e parlamentares, o programa já teve a segunda proposta flexibilizada. Agora o governo avalia que o melhor seria tornar as residências médicas obrigatórias, com um ano de serviço na atenção básica do SUS.

    RECEPÇÃO NO BRASIL

    O ministério afirmou que já iniciou a emissão das passagens para 212 dos médicos que virão do exterior. Outros 310 ainda precisam da validação de documentos pelas embaixadas de seus países –uma das etapas necessárias para a participação do profissional no programa.

    Em seguida, já no Brasil, eles serão avaliados durante três semanas em oito capitais (Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza). Finalizada a avaliação em saúde pública brasileira e português, prevista para acabar em 13 de setembro, os médicos serão direcionados às cidades.

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  • Livro ensina a viver em São Paulo sem carro

    Acesse:http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2012-07-01/livro-ensina-a-viver-em-sao-paulo-sem-carro.html

    Enviado por J A C A N I E L L O

    “Como viver em São Paulo sem carro” traz histórias de 12 personagens da cena paulistana que agora andam pela cidade a pé, de bicicleta ou transporte público

    Claudio Edinger

    Ex-jogador Raí abandonou a direção em 2008

     “Eu sou mais feliz desde que parei de guiar. Sou mais leve, não tenho de me preocupar onde parar o carro, não penso em multas, na hora do congestionamento, falo no celular, ouço música.” Raí, ex-jogador de futebol, abandonou “a direção” em 2008 e só anda por São Paulo a pé, de bicicleta ou de táxi (dependendo do trajeto). Suas experiências e de outros 11 personagens – como Maria Adelaide Amaral, Tadeu Jungle e Rita Lobo – da cena paulistana são relatadas no livro “Como viver em São Paulo sem carro”, idealizado pelo empresário Alexandre Lafer Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva. As fotografias são de Claudio Edinger e as ilustrações, de Eva Uviedo.

    O lançamento será no dia 5 de julho, às 20h, no restaurante Spot. Com 81 páginas, o livro apresenta trajetos favoritos e dicas de lazer, cultura, gastronomia e de caminhos para quem se aventurar no mundo “livre de veículos”. “Tem riscos ao andar de bicicleta. Tomo muitos cuidados, o tempo todo. É preciso planejar os caminhos”, sugere o ex-jogador.

    Tadeu Jungle, cineasta e videoartista, gosta de fazer tudo a pé. Ele mora nos Jardins. “Morar em um bairro mais central implica ter menos espaço em casa. Assim, tenho uma cozinha menor, mas
    não me importo: saio frequentemente para jantar fora, tenho ótimos restaurantes perto de casa.” Ele revela que não conseguiu abandonar totalmente o carro, mas reduziu “a necessidade”.

    Divulgação

    Roteiro a pé sugerido por Tadeu Jungle no bairro Jardins, onde mora

    Criadora do site Panelinha e apresentadora do Cozinha Prática (GNT), Rita Lobo procurou conciliar casa, trabalho e escola dos filhos tudo no mesmo bairro. “Quando vou de uma região da
    cidade para outra, ainda uso carro ou táxi. Mas procurei organizar as coisas para que toda minha estrutura básica de vida fique dentro do bairro que escolhi para morar, os Jardins.” A dica é que o pedestre tem de ter equipamentos apropriados, como uma sandália confortável.

    Liberte-se do vício

    Claudio Edinger

    Alexandre Frankel decidiu não renovar sua carteira de habilitação

    Alexandre Frankel diz que a ideia de lançar “Como viver em São Paulo sem carro” foi para “mostrar às pessoas uma outra possibilidade”. “Andar a pé e de transporte público é cool. O chique é poder chegar rápido e não ficar horas no trânsito. Carro é um atraso de vida. Não é pecado usá-lo, mas não se pode ser dependente dele. A pessoa prejudica sua vida sem perceber que pode sair fora desse vício”, diz.

    A empresa de Frankel, a Vitacon, é uma incorporadora que desenvolve projetos fundamentados em novas opções de mobilidade urbana (como o aluguel de carros e bicicletas para os moradores), em terrenos próximos a estações do metrô, procurando aproximar as pessoas de seus locais de trabalho.

    O empresário acredita que este é o caminho para uma cidade com menos trânsito, menos estresse e mais horas livres para outras atividades. “O que dita regra nos nossos projetos é a mobilidade. Onde há muitos prédios comerciais colocamos residenciais e vice-versa. A lei de zoneamento de São Paulo e de grandes cidades brasileiras é um horror. As pessoas gastam de 4 a 5 horas por dia para sair da periferia e ir para o centro trabalhar.”

    O empresário abandonou o carro há alguns anos e decidiu não renovar a carteira de habilitação. Levou a sede de sua empresa para o bairro onde mora e faz tudo o que pode a pé. Os filhos e a mulher também. Ele defende o modelo da cidade compacta, concebida exatamente como o lugar da diversidade social e econômica, de bairros que misturam classes sociais e atividades, de forma que todos possam ficar a curtas distâncias do trabalho. “É possível fazer esta mudança. Viver perto com qualidade.”

    O livro traz ainda dados inéditos levantados em uma pesquisa de opinião pública realizada pelo instituto Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) sobre como os moradores se relacionam com a questão da mobilidade urbana. Segundo a pesquisa, 65% dos paulistanos estariam propensos a mudar suas residências para locais perto do trabalho, desde que mantido o mesmo padrão de vida, para fugir do trânsito. O estudo também mostra que para a mesma porcentagem da população (65%), o trânsito é considerado o pior problema da cidade, à frente da poluição. “Queremos que o livro gere movimento, que as pessoas se movimentem e mudem”, diz Frankel.

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  • Em dois anos, 57% dos paulistanos trocam carro por outro meio de transporte

    Acesse:http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-08-13/carro-nao-e-o-principal-meio-de-locomocao-para-57-dos-paulistanos.html

     Enviado por J A C A N I E L L O

    Pesquisa do Ipespe reforça que trânsito na capital é motivo de infelicidade entre 58%. Dados são do guia “Como Viver em São Paulo sem Carro” que ganhou versão atualizada

    A pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) revelou que 57% dos paulistanos deixaram nos últimos dois anos de usar o carro como principal meio de locomoção. O levantamento foi realizado com exclusividade para a versão 2013 do guia “Como viver em São Paulo sem Carro?”, que será lançado ainda nesta semana na capital paulista.

    Divulgação

    Capa do guia 2013 que deve chegar às livrarias até o dia 15 de agosto em São Paulo

    Entre os entrevistados pelo instituto, no período de 2011 ao início de 2013, 19% abandonaram totalmente o veículo e 38% restringiram uso aos finais de semana na capital. No lugar do carro, essas pessoas passaram a se locomover a pé (78%), de ônibus (70%) e de metrô (61%). Além disso, o trânsito revelou-se como a causa de infelicidade para 58% dos paulistanos.

    Idealizado pelo empresário Alexandre Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva, a publicação tem ainda a participação da jornalista Mariana Castro e conta com fotos de Roberta Dabdad e ilustrações por Eva Uviedo. Para Serva, a pesquisa do Ipespe revela uma mudança extrema em uma cidade que era conhecida por ser o “templo do automóvel”. “Estamos acompanhando o começo de uma nova década”, disse Serva ao iG.

    O guia “Como Viver em São Paulo sem Carro?” foi lançado em julho do ano passado e reforçou os primeiros debates sobre mobilidade urbana. Se a primeira versão provou ser possível uma “libertação de vícios”, como o uso do carro, o novo guia pretende agora indicar os meios para isso com o depoimento e dicas de novos 12 “heróis da mobilidade” – pessoas com iniciativas que têm provocado mudanças.

    Especialistas:  Conheca as dez maiores gafes na Ciclofaixa de Lazer

    ‘Anjos’ ajudam ciclistas novatos a enfrentar o trânsito de São Paulo

    Mais: Ciclofaixas de lazer ajudam a popularizar bicicleta como meio de transporte

    Entre os entrevistados da nova edição estão Renata Falzoni (cicloativista), JP Amaral (criador do Bike Anjo ), Márcio Nicro (fundador do sistema colaborativo Caronetas), Ângelo Leite (do Bike Sampa no Rio e SP) e Georgia Halal (estilista).

    Divulgação

    Estilista Georgia Halal criou uma coleção para mulheres que pedalam em SP

    Gaúcha, Georgia veio para São Paulo há oito anos e decidiu criar no ano passado uma coleção primavera-verão para mulheres que pedalam, seguindo a tendência bikechic. “A mulher não precisa perder a feminilidade para andar de bike. Pode andar até de salto, se quiser”, diz um trecho do seu depoimento.

    Moradora de Pinheiros, na zona oeste, a estilista diz ser privilegiada por trabalhar e morar no mesmo bairro. “Quando vou a um lugar mais distante, vou de ônibus e metrô”. Ao andar de bike, segundo Georgia, seu roteiro passa a ser influenciado pela bicileta. “Escolhe lugares por onde possa parar a bicicleta, evita aqueles que não têm”.

    Para ela, o novo ciclista não pode ter medo de encarar a cidade, mas sempre com cautela. “Não tenho medo de andar de bicicleta, mas é preciso tomar muito cuidado. O ciclista tem de pensar que é o cara mais fraco da história”. Após o relato de cada personagem, o leitor pode encontrar indicações de roteiros com conexões com as estações de metrô e principais corredores de ônibus.

    Como Viver em São Paulo sem Carro?
    Autores: Alexandre Frankel e Leão Serva
    Editora: Neotropica
    Ano: 2013
    Preço: R$ 29,00
    Noite de autógrafos com os autores dia 29 de agosto, na Livraria da Vila
    (Alameda Lorena, 1.731 – a partir das 19 horas)

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  • Biópsia que procura células com câncer no sangue é testada em SP

    Um simples exame de sangue poderá, no futuro, ajudar a diagnosticar um câncer, definir o melhor tratamento para cada paciente e acompanhar a resposta à terapia.

    Essa é promessa da chamada biópsia líquida, que analisa as células tumorais que circulam no sangue.

    A área ganhou mais atenção nos últimos anos graças às novas tecnologias que permitem encontrar e capturar essas células, que são raras -há cerca de uma célula tumoral em 1 bilhão de células sanguíneas normais.

    No país, o primeiro estudo dessas células está sendo conduzido no A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo.

    A pesquisa já começou a colher o sangue de 230 pacientes com câncer avançado de pulmão, pâncreas e colorretal para comparar as amostras com as de pessoas sem a doença. O objetivo é analisar essas células antes e depois do início do tratamento.

    “Essa célula tumoral no sangue pode ser o espelho do tumor, com a vantagem de não precisar ficar fazendo biópsia no paciente”, diz Marcello Fanelli, diretor de oncologia clínica do A.C.Camargo.

    Ele explica que as células tumorais podem aparecer na corrente sanguínea em tumores em estágio inicial, mas tendem a ser mais numerosas nos casos avançados.

    As aplicações podem ser muitas, mas Fernando Soares, diretor de anatomia patológica do A.C. Camargo e líder do estudo, acredita que o método poderá ser mais útil para monitorar a resposta terapêutica do paciente.

    “Poderíamos acompanhar a evolução do paciente só pelo exame de sangue, à medida que os níveis de células tumorais caem ou sobem”, diz Ludmilla Domingos Chinen, bioquímica e pesquisadora do hospital.

    O teste seria menos danoso do que exames de imagem com radiação e, no futuro, poderia até ser mais barato.
    Soares diz que outra aplicação é o estudo da biologia dos tumores por meio das características das células, o que pode levar a um tratamento mais personalizado.

    “Se pudermos classificá-las, poderemos dizer quais tumores respondem aos diferentes tratamentos”, diz Shyamala Maheswaran, professora do Hospital Geral de Massachusetts, da Escola Médica de Harvard. Ela esteve nesta semana em São Paulo em um simpósio de patologia.

    MÉTODOS

    Maheswaran e colegas desenvolveram um microchip que permite separar essas células. Os cientistas já contam com o apoio da Johnson & Johnson para a manufatura do produto, ainda usado apenas em pesquisas.

    Há também formas mais simples, como filtros que separam as células tumorais, em geral maiores, das outras. É esse o método usado no A.C. Camargo.

    Mas, para Maheswaran, tamanho não é documento nesse caso, porque as células tumorais são heterogêneas e o filtro pode deixar escapar as pequenas. De qualquer forma, os especialistas concordam que os métodos precisam de mais refinamento.

    Para Soares, quando a forma de captura das células for eficiente, a biópsia líquida abrirá um campo amplo, mas junto virão questões éticas.

    “Talvez vamos enfrentar dúvidas como se valerá a pena tratar alguém que tenha só recidiva molecular, sem que outros exames mostrem tumor. Vamos fazer mais mal do que bem?”

    Editoria de Arte/Folhapress
    AGULHA NO PALHEIRO Pesquisas buscam melhor método para "pescar" células tumorais no sangue
    AGULHA NO PALHEIRO Pesquisas buscam melhor método para “pescar” células tumorais no sangue

     

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  • Acredite: novo iphone da Gradiente possui especificações superiores ao da Apple!

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/smartphones/Novo-iphone-da-Gradiente-possui-especificacoes-superiores-ao-da-Apple/iphone c600

    Diferente do primeiro modelo da linha chamada ‘iphone’, o novo smartphone da Gradiente apresenta especificações bem interessantes – inclusive algumas superiores ao próprio dispositivo da Apple.

    Anunciado na última segunda-feira (19), o iphone C600 da Gradiente conta com uma tela de cinco polegadas, resolução de 1280 x 720, processador Snapdragon S4 dual-core de 1,4 GHz, câmera traseira de 13MP e 8GB de armazenamento – expansível até 32GB com microSD.

    O sistema operacional fica por conta do Android 4.2 Jelly Bean, e, entre os diferenciais do dispositivo perante o concorrente norte-americano, está a opção de inserir dois chips de operadoras (algo que agrada boa parte dos brasileiros) e rádio FM.

    Na apresentação do iphone C600, a Gradiente ainda diz que o aparelho custará metade do preço do atual iPhone da Apple, mas não especificou exatamente o valor. A empresa também fez questão de divulgar uma tabela descrevendo as especificações dos dois dispositivos, para efeito de comparação.

    O novo smartphone da Gradiente deve ser lançado no Brasil em meados de outubro, e vale ressaltar que as especificações descritas pela empresa não garantem um desempenho superior ao concorrente.

    iPhone C600

    A história do iphone brasileiro

    Há 12 anos, a Gradiente entrou com pedido de registro da marca no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). No dia 2 de janeiro de 2008, a companhia teve seu registro concedido pelo órgão federal e passou a deter os direitos exclusivos de produção e comercialização dessa marca até 2018.

    A companhia explica que não havia utilizado a marca ‘iphone’ até agora porque estava focada em reestruturar a empresa e retornar às atividades, o que aconteceu em 2012 quando as marcas da Gradiente foram arrendadas e começaram a ser geridas pela Companhia Brasileira de Tecnologia Digital (CBTD).

    A briga judicial entre as empresas continua, e no último capítulo divulgado a Gradiente recusou um acordo proposto pela Apple na última sexta-feira (26) e dará continuidade ao processo para uso do nome. “A companhia decidiu dar andamento no processo judicial por ela movido em São Paulo e contestar o processo que é movido contra o INPI e contra a companhia na Justiça Federal do Rio de Janeiro”, afirma nota oficial da companhia.

    iphone C600 da Gradienteiphone C600 da Gradiente (Imagem: Divulgação)

     Curiosidades na internet
  • Teste molecular que prevê risco de tumor voltar recebe prêmio

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/08/1321687-teste-molecular-que-preve-risco-de-tumor-voltar-recebe-premio.shtml

    Um teste molecular feito a partir da saliva de pacientes que passaram por tratamento do câncer de cabeça e pescoço é capaz de prever a recidiva do tumor antes mesmo de surgirem os sinais clínicos.

    O estudo que levou ao desenvolvimento do teste ganhou o Prêmio Octavio Frias de Oliveira na categoria Pesquisa em Oncologia. O trabalho reuniu a Universidade Federal de São Paulo, o A.C. Camargo Cancer Center e o Hospital do Câncer de Barretos.

    A premiação, uma iniciativa do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), em parceria com o Grupo Folha, acontece hoje às 11h. A láurea leva o nome do publisher da Folha, morto em 2007.

    Editoria de arte/Folhapress

    Neste ano, entrou na premiação uma nova categoria–Inovação em Oncologia–, voltada a trabalhos científicos e patentes de brasileiros com potencial aplicação no tratamento do câncer.

    O trabalho vencedor revelou que uma molécula criada a partir de um fungo pode ajudar no combate ao câncer de bexiga e à tuberculose. O estudo foi feito pela rede de pesquisa Farmabrasilis em colaboração com a Unicamp e a Universidade Federal do ABC.

    Na categoria Personalidade em Destaque, a vencedora é a médica Silvia Regina Brandalise, 70, por sua atuação no Centro Boldrini, unidade de tratamento do câncer infantil ligada à Unicamp.

    Para cada categoria, a premiação é de R$ 16 mil. Representantes da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das academias de medicina e de ciências integraram a comissão julgadora do prêmio.

    Segundo Paulo Hoff, diretor do Icesp, apesar de o total de trabalhos inscritos ter caído em relação ao ano anterior (de 27 para 10), a qualidade melhorou: “Vivemos um momento de pujança da produção científica nacional. Queremos estimular mais a participação de pesquisadores de fora do Estado de São Paulo”.

    PESQUISAS VENCEDORAS
    O câncer de cabeça e pescoço é um dos dez mais frequentes nos homens, mas o tratamento pouco evoluiu nas últimas décadas. A taxa de sobrevida é baixa: 50% em cinco anos. Parte disso é atribuída ao alto índice de recidiva do tumor, de 30% até dois anos após o tratamento.

    Daí a importância do teste que detecta alterações celulares que vão levar ao desenvolvimento do tumor. “O olho molecular enxerga antes do olho clínico”, diz o líder da pesquisa, o biólogo André Vettore, 43, da Unifesp.

    Após tratar o câncer, o paciente é acompanhado de seis em seis meses. “O médico olha e não vê o tumor, mas as células tumorais podem já estar presentes.” Segundo ele, pacientes com alterações no teste tiveram cinco vezes mais risco de ter recaída em relação aos sem alterações. O exame é experimental.

    A pesquisa que venceu em inovação mostrou os mecanismos de ação da molécula P-MAPA. Testes com células humanas e roedores revelaram que ela ativa receptores na célula, capazes de auxiliar na redução do tumor.

    Segundo o coordenador da pesquisa, Wagner José Fávaro, 33, do Instituto de Biologia da Unicamp, o ineditismo do trabalho foi mostrar que existe uma via comum para a doença infecciosa e o câncer: “A imunoterapia pode levar ao tratamento de ambas”.

    O efeito da P-MAPA foi comparado com o da vacina BCG, usada na prevenção da tuberculose e contra o câncer de bexiga. Nos ratos tratados com a BCG, houve redução de 20% a 30% do tumor. No grupo que recebeu a P-MAPA, a diminuição foi de 90% a 95%.

    MÉDICA LIDEROU TRATAMENTO
    Há três décadas à frente do Centro Infantil Boldrini, de Campinas (SP), a médica Silvia Regina Brandalise, laureada na categoria Personalidade em Destaque do Prêmio Octavio Frias de Oliveira, viu nesse período as chances de cura de alguns tipos de câncer da criança pular de menos de 5% para até 80%.

    “O câncer sempre foi tema de adultos. A oportunidade de montar um hospital pediátrico foi importante para mudar o curso da doença.”

    Mas, para ela, ainda é preciso investir mais na capacitação dos profissionais de saúde para o diagnóstico precoce dos tumores infantis.

    “O câncer da criança tem uma evolução muito mais rápida do que o do adulto. Mas responde rapidamente à quimioterapia. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura”, afirma Silvia.

    Desde 1978, a médica esteve na liderança dos principais protocolos que definiram os tratamentos da leucemia linfoide, o tipo de câncer infantil mais frequente.

    Ela coordena o Serviço de Hematologia-Oncologia Pediátrica da Unicamp e já presidiu as sociedades brasileira e latino-americana da área.

    Outro desafio, segundo a médica, é a compreensão dos fatores ambientais relacionados ao câncer, como o uso de pesticidas e hormônios.

    “A exposição ao benzeno está associada à leucemia do lactente e a tumores cerebrais. O impacto é antes, durante e depois da gestação.”

    O Boldrini faz parte um projeto internacional que mapeia os fatores de risco para o câncer infantil. O centro vai acompanhar 100 mil crianças nascidas na região, desde o pré-natal até os 18 anos

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