CONHEÇA A OUTERNET: A NOVA INTERNET GRATUITA VIA SATÉLITE QUE PODERÁ CHEGAR EM 2015

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Outernet | Notícias | The History Channel

O projeto Outernet promete utilizar a mesma tecnologia de transmissão de dados que já é feita através das bandas largas dos sinais de rádio. Isso possibilitaria, inclusive, levar a democratização da web até os países que atualmente censuram o acesso à rede, como Coreia do Norte, China e Cuba.

Segundo a equipe responsável pelo projeto, apenas 60% da população mundial conta com acesso à internet e suas infinitas possibilidades. Seja por fatores políticos ou econômicos, o certo é que muitos países não investem na infraestrutura necessária para possibilitar o acesso universal à rede.

O revolucionário plano da Outernet prevê o lançamento de milhares de satélites em miniatura de baixo custo, conhecidos como CubeSats, na órbita mais baixa de nosso planeta. Cada um deles serviria como interface de transmissão de dados com uma rede de estações terrestres. Utilizando o protocolo conhecido como UDP (protocolo de datagramas de usuários em inglês), esses satélites compartilhariam informações entre os usuários da rede no mundo inteiro.

 

O projeto será financiado através de doação privada, sistema bastante comum nos Estados Unidos. O objetivo é realizar os primeiros testes na Estação Espacial Internacional, e para isso a entidade já deu entrada no pedido de autorização junto à NASA. Se tudo der certo, o lançamento dos satélites poderá ocorrer em junho de 2015.

Curiosidades na internet

Satélite da Nasa capta detalhes ‘borbulhantes’ do Sol

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Cientistas acreditam que imagens podem ajudar a prever tempestades solares.

Satélite da missão Iris, da Nasa, capturou detalhes de explosão no Sol (Foto: BBC/Nasa)Satélite da missão Iris, da Nasa, capturou detalhes de explosão no Sol (Foto: BBC/Nasa)

A missão Iris, da agência espacial americana Nasa, capturou imagens da superfície “borbulhante” do Sol, onde as temperaturas podem chegar a dois bilhões de graus Celsius.

O satélite da Iris detectou explosões de plasma que viajam a centenas de quilômetros por hora.

As descobertas foram apresentadas em um encontro da Sociedade Americana de Geofísica, na cidade de São Francisco.

A equipe acredita que as informações da Iris, missão que foi lançada no começo deste ano, podem ajudá-los a entender melhor – e até mesmo prever – como as explosões no Sol influenciam o “clima no espaço”.

As explosões têm potencial para afetar satélites de comunicação que orbitam a Terra.

“Quando a tempestade solar surge no Sol, como este material vai viajar? Ele vai chegar rápido à Terra ou isso vai acontecer de forma demorada?”, disse à BBC o cientista Scott McIntosh, do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas em Boulder, no Colorado.

Satélite da missão Iris, da Nasa, capturou detalhes de explosão no Sol (Foto: BBC/Nasa)Satélite da missão Iris, da Nasa, capturou detalhes de explosão no Sol (Foto: BBC/Nasa)

“A única forma de descobrir isso é compreendendo a detalhada física da atmosfera do Sol.”

As imagens revelam a superfície do Sol borbulhando como se fosse um gigantesco caldeirão.

Colunas de plasma atingem temperaturas de 10 mil a dois milhões de graus Celsius em poucos segundos.

“Uma destas colunas poderia viajar [o equivalente à distância] de Los Angeles a Nova York em poucos segundos. E de repente, em um instante, elas somem. É incrível”, diz McIntosh

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Índia coloca em órbita primeiro satélite próprio de ‘GPS’

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A Índia lançou o primeiro satélite de um sistema de navegação próprio semelhante ao GPS (Sistema de Posicionamento Global) dos Estados Unidos, que entrará em funcionamento em 2015, informou nesta terça-feira (2) a agência espacial indiana.

O foguete decolou ontem à noite às 23h41 locais (15h11 de Brasília) em Sriharikota, uma base situada em uma região litorânea do sul do país, disse a ISRO (Organização Indiana de Pesquisa Espacial) em comunicado em seu site.

“A Índia entrou em uma nova era das aplicações espaciais”, afirmou o presidente da ISRO, K. Radhakrishnan, à agência local “Ians”.

Trata-se do primeiro de sete satélites que formarão o IRNSS (Sistema de Navegação por Satélite Regional da Índia), e que o país lançará a cada seis meses até 2015.

“Assim que o sistema estiver em funcionamento, a Índia não vai mais depender de outros países”, assegurou Radhakrishnan após o lançamento do satélite, que tem uma vida útil de 10 anos e ficará em orbita a uma distância de cerca de 36 mil quilômetros da Terra.

O IRNSS desempenhará funções civis e militares, e seu custo aproximado é de US$ 230 milhões.

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Com isso, a Índia entra para o seleto grupo de países que dispõem de um sistema de navegação por satélite, como Estados Unidos (GPS) e Rússia (GLONASS), enquanto a China e a União Europeia estão desenvolvendo também seus próprios sistemas.

A Índia, que já realizou mais de 100 missões espaciais até o momento, lançou em 2008 sua primeira sonda lunar, prepara uma missão espacial para Marte este ano e tem planos de lançar em 2016 sua primeira missão espacial tripulada.

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Nasa lançará satélite para explorar regiões desconhecidas do Sol

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A Nasa (agência espacial americana) revelou nesta terça-feira em Washington que no próximo dia 26 de junho lançará um novo satélite com destino ao Sol, para explorar uma das regiões mais desconhecidas desta estrela, o chamado limbo solar, onde é gerada a maior parte das emissões ultravioleta.

O limbo solar ou região interface está localizado entre a superfície visível do Sol e sua atmosfera superior e a Nasa estima que nele se encontram “estruturas” de entre 160 e 240 quilômetros de largura e até 160 mil de comprimento.

“Imaginem jatos gigantes do tamanho da cidade de Los Angeles que são suficientemente longos e rápido para dar a volta na Terra em 20 segundos. Esta missão nos fornecerá as primeiras imagens em alta resolução destas estruturas, assim como informação sobre sua velocidade, temperatura e densidade”, afirmou o pesquisador da Nasa Alan Title.

A missão que será lançada no final do mês foi batizada como Iris (acrônimo em inglês para Espectógrafo de Imagens da Interface Solar) e está equipada com um telescópio ultravioleta criado para fazer imagens em curtos intervalos de segundos.

O satélite Iris foi projetado e construído no centro tecnológico Lockheed Martin de Palo Alto (Califórnia) e será enviado ao espaço a bordo de um foguete Pegasus XL.

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A chuva atrapalha mesmo o sinal da TV via satélite?

Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/curiosidades/A-chuva-atrapalha-mesmo-o-sinal-da-TV-via-satelite/

TV

Muitos usuários de TV por assinatura via satélite reclamam que basta começar a chover para que o sinal da transmissão seja interrompido. Mas será mesmo que isso é verdade, apenas mito ou até mesmo coincidência? A resposta é que é verdade, a chuva pode sim afetar o sinal de sua TV via satélite.

Conforme ressalta o pessoal do How It Works, a televisão via satélite utiliza frequências na faixa de micro-ondas, que são fortemente absorvidas pela água. A chuva reduz a força do sinal, mas a emissora minimiza a interferência de uplink aumentando a potência do sinal.

O uplink acontece quando o satélite recebe o sinal vindo de uma estação localizada na Terra. O sinal de uplink é enviado em uma frequência específica, a mesma já programada no transponder do satélite. Quando o transponder transmite o sinal de volta para a Terra, por meio de uma frequência diferente do uplink, e ele chega até sua casa, chamamos de downlink.

Para reduzir o impacto negativo na transmissão do usuário, as operadoras aumentam a potência do sinal e usam várias estações de uplink espalhadas por diferentes locais. Atualmente, os usuários só notam que o downlink foi afetado durante chuvas realmente muito fortes.

TV via satéliteImagem: HowStuffWorks

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