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  • Dieta para ganhar músculos

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    A dieta é muito importante para ganhar músculos. Saiba mais sobre os alimentos que devem ser inseridos nessa dieta.
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     Quem pratica exercícios sabe a importância de uma alimentação balanceada e dos componentes que proporcionam ganho de massa muscular. O processo de crescimento dos músculos requer mais do que proteína, já que o levantamento de peso queima muita energia. Por isso, a dieta de quem deseja ter um corpo mais definido deve conter doses saudáveis de carboidratos. Saiba mais sobre a dieta para ganhar músculos.
    643758 Ter uma boa alimentação é essencial para ganhar músculos. Foto divulgação Dieta para ganhar músculos GANHANDO MÚSCULOS

    Quem malha para adquirir um corpo firme precisa de proteína. Sem esse nutriente, o músculo não é formado e o efeito do exercício não aparece. Segundo especialistas, a proteína não é tudo, o carboidrato, a água, a gordura boa, as vitaminas e os minerais são essenciais para o ganho de massa muscular.

    Tudo isso pode ser adquirido através dos alimentos. Isto é, se as escolhas forem estratégicas. É preciso saber ainda quando consumi-las para manter os músculos na melhor medida.

    643758 Aposte na dieta rica em proteínas. Foto divulgação Dieta para ganhar músculos

    DIETA PARA GANHAR MÚSCULOS

    1. Quinoa: nem todos os homens comem carne, mais é possível suprir as proteínas de outra maneira. A quinoa é rica em proteína, contendo os nove aminoácidos essenciais do corpo humano. Esse alimento sem glúten é fácil de ser digerido e rico em magnésio, ferro e fibras.

    2. Amêndoas: apenas ¼ de xícara de amêndoas contém aproximadamente 8 gramas de proteínas, ou seja, 2 gramas a mais que no ovo. As amêndoas protegem o coração, já que aumentam o bom colesterol e possuem magnésio.

    3. Queijo conttage: esse queijo é importante na construção muscular. Para entender isso, basta ler o rótulo do produto. Somente ¼ de xícara desse queijo oferece 14 gramas de proteína.

    4. Carne moída: as carnes vermelhas, como as magras são ótimas fontes de proteína. Apenas 100 gramas de carne magra existem mais de 27 gramas de proteínas. Além disso, a carne contém vitamina B12, zinco e ferro, que são essenciais para o crescimento muscular.

    5. Soja: os benefícios do fortalecimento muscular da soja não podem ser comparados a outra planta. Somente um copo de soja cozida contém mais de 20 g de aminoácidos.

    6. Frango: é um alimento básico de fortalecimento muscular. Uma porção de 100 g de carne branca fornece cerca de 30 g de proteína, com 4 gramas de gordura. A relação de gordura torna o frango um alimento mais irresistível, o que faz dele um dos mais importantes na construção muscular.

    643758 Aposte em um dieta para ganhar músculos. Foto divulgação Dieta para ganhar músculos

    Existem muitos alimentos que ajudam a tonificar os músculos, facilitando a malhação. Aposte nas dietas ricas em proteínas para ganhar músculo e melhore seu desempenho físico.

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  • Anvisa suspende alimentos de soja da marca AdeS

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    Por precaução e para proteger a saúde da população brasileira, a Anvisa determinou, nesta segunda-feira (18/3), a suspensão de fabricação, distribuição, comercialização e consumo de todos os lotes dos alimentos com soja da marca AdeS, produzidos pela linha de produdução TBA3G, na fábrica da empresa Unilever Brasil Industrial Ltda, em Pouso Alegre (MG). A medida, válida para todo o território nacional, engloba todos os sabores do produto.

    Na semana passada, após ser questionada pela Anvisa por intermédio da notificação nº 5/2013, a empresa Unilever Brasil Industrial Ltda respondeu que havia identificado falha no processo de higienização das máquinas da referida linha de produção. A falha, de acordo com a empresa, teria resultado no envase de embalagens com solução de limpeza, em um lote do produto com sabor maçã.

    Apesar da Unilever já ter realizado o recall do lote do produto com sabor maçã (96 unidades, segundo informações da empresa), a Anvisa decidiu suspender todos os lotes de todos os sabores, produzidos na linha de produção em que foi identificada a falha, até que a Agência tenha mais informações sobre a verdadeira extensão do problema. Está programada para esta segunda-feira (18/3), inspeção sanitária, realizada pelas autoridades sanitárias estaduais e municipais, na fábrica da empresa.

    Durante a inspeção, serão verificadas as condições sanitárias de produção do alimento. Além disso, será possível verificar a se a falha identificada pela empresa foi solucionada.

    Caso seja verificado que o problema tenha, de fato, sido solucionado  e que não atingiu outros lotes e sabores, os produtos poderão ser, novamente, liberados pela Anvisa.

    Recomendação ao consumidor

    O consumidor que tiver adquirido os produtos não deve consumi-los. Em casos de queimaduras ou outro sintomas, procure imediatamente atendimento médico.

    Para realizar a troca ou reembolso do produto, o consumidor deve entrar em contato com o fabricante, a Unilever. A solicitação pode ser feita gratuitamente pelo SAC no 0800 707 0044, das 8h às 20h, ou sac@ades.com.br. Em casos de dúvidas, a  Anvisa dispõe de uma Central de Atendimento: 0800 642 9782.

    Confira aqui a tabela publicada no Diário Oficial da União com todos os produtos suspensos.

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  • Saiba como combater a queda de cabelos

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    Conheça as principais causas e como evitar o problema

    Crédito: Thinkstock

    Ao pentearmos os cabelos, é muito comum notarmos um acúmulo dos fios soltos que ficam na escova ou no pente. De acordo com os dermatologistas, essa perda é natural e muito comum. Entretanto, há uma diferença quando a quantidade perdida é muito grande e constante. Portanto, é preciso ficar de olho se os seus cabelos estão caindo demais, pois isso pode ser causado por vários fatores, inclusive por uma alimentação de má qualidade.

    A queda de cabelo nas mulheres é um problema muito mais comum do que muitas pessoas imaginam. Algumas vezes são causadas por fatores como o stress e taxa hormonal, mas em outros casos o problema é hereditário.

    Por isso, sempre que você notar uma perda grande com tufos mais cheios é importante procurar um dermatologista que irá avaliar o seu caso para chegar a uma definição de tratamento ou prevenção.

    Para diagnosticar corretamente a causa da perda de cabelo, o profissional irá avaliar um histórico detalhado. Isto inclui medicamentos que você toma (ou já usou), alergias, antecedentes familiares e dieta, bem como registro de período menstrual, gravidez e menopausa. Além disso, é feito ainda um exame de inspeção no couro cabeludo.

    Causas, prevenção e tratamento

    De acordo com a dermatologista Fabiane Mulinari Brenner, algumas das principais causas de queda de cabelos em mulheres jovens são as deficiências nutricionais. “Uma das razões mais comuns é a falta de minerais, especialmente a de ferro. Além desse fator, outras doenças como as da tireoide também podem causar o problema. Situações como o período pós-parto ou pós-cirurgias em geral são motivos que também podem agravar a queda dos fios”, explica Fabiane.

    No pós-parto, essa perda, também chamada de eflúvio telógeno, acontece porque durante a gravidez há uma concentração maior de estrógeno no organismo. Esse hormônio faz com que os fios fiquem mais fortes durante a fase de crescimento (anágena) por mais tempo. Quando a produção do estrógeno diminui após o nascimento do bebê, os folículos pilosos entram precocemente numa fase de desprendimento (telógena), fazendo com que haja uma queda mais acentuada dos fios.

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    A queda de cabelo em mulheres também é muito comum durante e após a menopausa devido a alterações hormonais desse período, que acontece geralmente após os 50 anos de idade. Dietas radicais e alguns medicamentos também podem ser pontos causadores da calvície feminina.

    Além dos fatores acima, o stress também é um grande causador de queda de cabelos nas mulheres. Quando estamos estressadas, há um aumento de um neurotransmissor chamado noradrenalina, que interrompe o crescimento do cabelo. Essa ação ligada a outras alterações no sistema imunológico causa inflamações no couro cabeludo, afetando o processo natural do nascimento dos fios.

    Para esses casos de queda de cabelos relacionados ao stress, primeiro é preciso investigar a causa psicológica (ansiedade, nervosismo ou depressão). Além disso, é possível fazer uma suplementação com uma substância chamada tirosina, que é um aminoácido que reduz as inflamações, diminuindo a concentração de noradrenalina no couro cabeludo.

    Já quando a calvície é hereditária, chamada de alopecia androgenética, o volume da perda é determinado pela predisposição genética da mulher, podendo ser agravada por excesso de hormônio masculino.

    De acordo com a dermatologista Fabiane, nesses casos é necessário o uso de medicamentos. “O fator hereditário da calvície feminina ocorre em cerca da metade das mulheres acima dos 50 anos, sendo necessária uma avaliação dermatológica adequada e acompanhamento, pois em geral é preciso tomar medicamentos por longos períodos para evitar a progressão da doença. Estes medicamentos são em geral bloqueadores de hormônio e nem todas as mulheres podem usar”, explica.

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    É importante ficar alerta aos sinais da queda. Segundo a dermatologista Fabiane, a perda normal diária é de até 100 fios. Se você notar que está perdendo mais do que isso, é importante procurar ajuda. É claro que você não tem como contar a quantidade de fios que caem. Mas, baseando-se numa mudança drástica de queda — em que os tufos mais espessos saem aos montes durante a lavagem e ao pentear — é possível perceber a perda.

    Apesar de serem apontados como vilões, alguns tratamentos de beleza feitos nos salões, como escovas progressivas e tinturas, não influenciam diretamente no problema. De acordo com Fabiane Brenner, esses procedimentos não provocam a queda, e sim a quebra dos fios, o que pode confundir a mulher que fica com a sensação de que os cabelos caíram mais após esses fatores.

    Alimentação e vitaminas

    Nos casos em que a queda não é causada por fatores genéticos, é possível ajudar a fortalecer os fios e evitar o problema através da alimentação e até a inserção de suplementos vitamínicos na dieta.

    A dermatologista Fabiane Brenner recomenda que as mulheres cuidem da reposição de ferro com o aumento no consumo de carnes magras, grãos e vegetais verdes escuros. A ingestão de proteínas é importantíssima para fortalecer os fios. A deficiência de alimentos proteicos pode ser até mesmo ser responsável pela perda capilar feminina em casos extremos.

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    Em mulheres que não recebem proteína suficiente, o corpo vai cortar o fornecimento para o cabelo. Afinal, os fios são compostos de 70 a 80% de queratina, que é uma proteína. Por isso uma dieta deficiente nessa substância vai levar a queda de cabelo. Entre as fontes já citadas acima, como a carne, é indicado aproveitar o valor proteico de peixes, além de grãos como a soja e o feijão, por exemplo. Laticínios, nozes e castanhas, além dos ovos, também são fontes importantes.

    Suplemento com multivitaminícos também podem ser prescritos por especialistas para complementar as taxas de nutrientes que não são alcançados somente com a alimentação. Entre as vitaminas e minerais mais indicados para ajudar no fortalecimento dos cabelos estão o ferro, zinco, vitaminas E e do complexo B, além de ômega 3.

    Para casos mais severos de queda, não sendo genéticos, é possível encontrar tratamentos com laser, loções manipuladas, carboxiterapia ou infiltrações com corticoide. No entanto, sempre procure um dermatologista antes de iniciar qualquer procedimento.

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  • Conheça os benefícios e os riscos do consumo de shoyu

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    Saiba como tirar bom proveito da ingestão desse molho sem correr os riscos do consumo em excesso

     

    shoyu Conheça os benefícios e os riscos do consumo de shoyu

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    molho shoyu, preparado com grãos de soja fermentados e salgados por salmoura, tem alto poder de conservação de alimentos e era essa sua finalidade original, quando foi originalmente inventado pelos chineses.

    Atualmente, tem sido utilizado como condimento para o preparo de uma enorme variedade de alimentos, devido, principalmente, ao seu sabor marcante e intenso. Muito popular no Brasil, o shoyu pode trazer benefícios à saúde, mas seu consumo deve ser moderado, principalmente por pessoas hipertensas. Confira os riscos e benefícios do shoyu.

    Segundo os nutricionistas, o molho shoyu, por ser um derivado da soja, possui os mesmos benefícios do grão, cuja ingestão diária recomendada é de 25g. Até o momento, já se sabe que a soja é rica em proteínas, ferro, cálcio e vitaminas, principalmente as do complexo B, conhecidas como “vitaminas da disposição”, devido aos seus efeitos benéficos sobre o sistema nervoso e disposição mental.

    Ademais, a soja e seus derivados têm ação antioxidante e previne doenças como osteoporose, câncer de mama e de colo de útero. Logo, nota-se que o consumo do shoyu é benéfico para saúde, porém, sem exageros.

    Além desses benefícios, o molho shoyu também é recomendado para as pessoas que estão em dieta pelo fato de apresentar a capacidade de enriquecer o sabor dos alimentos com baixas calorias e pouquíssimo amido. Dentre os alimentos com os quais se recomenda o uso do shoyu estão os peixes e as carnes, as saladas, o arroz, o macarrão e os legumes cozidos.

    Por outro lado, reitera-se que seu consumo deve ser moderado devido ao alto teor de sódio presente na composição desse produto.

    Os riscos do molho shoyu

    O shoyu é um molho obtido a partir da fermentação dos grãos de soja com trigo ou cevada e sal, logo, a quantidade de sódio presente na composição desse produto é enorme.

    Uma colher de sopa de molho shoyu traz quase toda quantidade de sódio que um adulto deveria ingerir em um almoço, portanto, seu consumo deve ser moderado, principalmente para as pessoas hipertensas já que o consumo excessivo do sódio está relacionado às doenças cardiovasculares, além de outros grandes riscos à saúde.

    Além de utilizar o molho com moderação, sugere-se misturar o shoyo com água para que fique menos concentrado ou ainda optar por versões light, que possuem uma quantidade de sódio 35% menor.

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