
O Instituto CSEM Brasil está desenvolvendo um painel solar orgânico, que é mais leve e transparente que os modelos tradicionais. Olhar Digital in: Engenharia Hoje. […]
Brasil produz painel solar orgânico

O Instituto CSEM Brasil está desenvolvendo um painel solar orgânico, que é mais leve e transparente que os modelos tradicionais. Olhar Digital in: Engenharia Hoje. […]
Brasil produz painel solar orgânico

A CES 2014 (Consumer Eletronics Show), em Las Vegas (EUA), apresentou incríveis novidades tecnológicas, mas nem todas são aparelhos eletrônicos: a tendência no setor automotor definitivamente pode ser constatada pelos novos protótipos de automóveis à base de energia não poluidora e renovável. Um dos produtos que mais impressionaram neste sentido foi o C-Max Solar Energi, da Ford, capaz de funcionar somente com energia solar.
Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/40079/40079
Até agora o tão falado relógio inteligente da Apple não deu sequer um sinal de vida, mas os rumores sobre o aparelho não param de chegar. Desta vez o New York Times diz ter conversado com funcionários da empresa e eles prometeram novidades em termos de bateria.
A Apple trabalha com várias possibilidades para evitar que o usuário precise recarregar o smartwatch com muita frequência, ou mesmo que tenha de parar de usá-lo para isso.
Uma das alternativas seria a adoção de painéis solares. A tela do relógio seria em vidro curvo e pode ser que uma camada solar seja adicionada para manter o dispositivo carregando durante o dia.
Outra possibilidade levada em consideração pela empresa é usar um sistema de carregamento por movimento, algo já presente em muitos relógios. Com isso, a própria oscilação do braço do usuário já serviria para dar carga.
Até carregamento sem fio, por aproximação, vem sendo considerado, segundo o NYT. Só que as fontes do jornal também dizem que deve levar até anos para que esses testes todos cheguem a ser transformados em possiblidades concretas.
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/07/130709_fone_energia_solar_fn.shtml
O fone de ouvido carrega celulares e outros dispositivos quando plugados
Um inventor da cidade de Glasgow, na Escócia, criou um protótipo de fone de ouvido que capta energia solar para carregar baterias de telefones celulares e outros dispositivos móveis.
Andrew Anderson lançou o fone de ouvido, chamado OnBeat, no site de crowdfunding (que capta doações para financiar vários tipos de projetos) Kickstarter, por meio do qual espera viabilizar sua comercialização.
O inventor espera arrecadar 200 mil libras (cerca de R$ 674 mil) para avançar com o projeto e colocar os fones à venda no começo de 2014.
A alça do fone tem uma célula solar flexível com uma capacidade de carregamento de 0,55 watts.
A energia gerada é armazenada em duas pequenas baterias de lítio. Escondidas nas conchas do fone, as baterias carregam o telefone celular quando o fone é conectado no celular por meio de um cabo.
“Ainda estamos trabalhando no design e no protótipo. Precisamos melhorar os fones de ouvido, as pessoas querem saber de isolamento de ruído”, disse o inventor à BBC.
Anderson disse ainda que a ideia veio de seu pai, Frank.
“É muito simples, você até pensa que já foi feito. Você pode comprar carregadores solares para celulares, mas o problema é que é como se você estivesse carregando dois telefones”, disse.
Caminhada
A ideia de usar fontes renováveis de energia para carregar baterias de dispositivos eletrônicos é popular entre desenvolvedores e inventores.
Vários já analisaram, por exemplo, a possibilidade de gerar e armazenar energia capturada durante uma caminhada.
Um projeto que tenta arrecadar dinheiro pelo Kickstarter nos Estados Unidos é o de uma palmilha de sapato que pode ser usada para carregar baterias.
Para carregar a bateria de um iPhone, por exemplo, seria necessária uma caminhada de quatro a oito quilômetros, de acordo com a equipe de desenvolvimento da palmilha SolePower, que desenvolveu este projeto na Universidade Carnegie Mellon, na cidade americana de Pittsbugh.
“Nós desenvolvemos um protótipo para acender sapatos para que estudantes pudessem ver mais facilmente onde estavam pisando à noite”, afirmou o website dos desenvolvedores.
“Rapidamente percebemos que esse conceito de geração de energia tinha apelo mais universal, indo além do uso apenas para acender pequenas luzes.”
“Somos inventores de coração e nosso objetivo é resolver problemas usando uma tecnologia legal. Além disso, nós queríamos muuuuito que nossos telefones parassem de morrer (pelo esgotamento da bateria)”, declarou a equipe no site
Curiosidades na internet

Aproveitar a energia solar para facilitar o cotidiano das pessoas. Este talvez seja o principal diferencial de um produto desenvolvido pelos designers Kyohu Song e Boa Oh.
A dupla criou uma tomada que o usuário fixa na janela de uma residência ou da empresa, por exemplo, e que aproveita os raios solares para gerar energia capaz de fazer funcionar aparelhos eletrônicos ou até mesmo carregar smartphones. O produto ainda não está disponível para venda, segundo o site argentino La Bio Guia, especializado em fomentar práticas sustentáveis e de preservação do meio ambiente.
O produto tem, na extremidade usada para ser fixada na janela, pequenas células solares, que recebem os raios e os convertem em energia. E segundo os criadores do produto, a ideia foi mesmo criar uma tomada que qualquer pessoa pudesse carregar e instalar sem dificuldade.
A ‘tomada solar’ também armazena energia quando não está em uso, por isso, depois de receber os raios solares por cinco ou seis horas (dependendo da intensidade), o produto, garantem seus desenvolvedores, podem ser usados pelo consumidor por dez horas.

DO “NEW YORK TIMES”
Hoje, uma série de empresas de tecnologia solar oferecem pequenos carregadores e capas para celular que fornecem energia em trânsito. “Uma vida portátil exige energia portátil”, disse Chris Abbruzzese, vice-presidente de marketing da Goal Zero, que fabrica vários sistemas de carregamento solar.
Dispositivos que incluem células ou painéis solares em capas de telefone celular estão disponíveis há algum tempo, mas tem sido um desafio alcançar os níveis certos de forma, função e preço, dizem analistas. Os modelos anteriores eram não apenas volumosos e caros demais, como também demoravam muito para carregar.
Mas o mercado de energia solar também não foi ideal, o que ajuda a explicar a pressão do solar na eletrônica de consumo portátil diante do que alguns consideram probabilidades adversas.
“As empresas solares estão correndo para isso porque as margens nos mercados convencionais estão realmente ruins”, disse Matt Feinstein, analista da Lux Research, especializada em tecnologias emergentes.
| The New York Times | ||
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| O recarregador de “gadgets” feito pela empresa EnerPlex, cuja fonte de energia é luz solar |
Uma variedade de carregadores, alguns mais baratos que US$ 100 (cerca de R$ 205), começa aparecer nas prateleiras. Alguns, como o Solio Bolt ou o Joos Orange, usam uma bateria individual de carregamento solar que se conecta aos dispositivos por cabo USB. Outros, como o EnerPlex, da Ascent Solar, usam o sol para carregar uma capa que então recarrega o smartphone.
Há indícios de que os produtos começam a encontrar um público. A Goal Zero diz que espera ver sua receita dobrar neste ano, para cerca de US$ 60 milhões. Para a Ascent Solar, as vendas começaram a decolar depois que a rede de eletrônicos Fry’s, com sede na Califórnia, começou a vender carregadores EnerPlex.
As empresas chegaram ao negócio de carregadores de celulares de maneiras diferentes. A Goal Zero, por exemplo, nasceu dos esforços humanitários de Robert Workman, um empresário que atua levando energia renovável para algumas áreas da República Democrática do Congo.
A companhia usa silício monocristalino em seus painéis portáteis. Por causa do colapso dos preços de fabricação de painéis de silício, hoje a companhia pode oferecer seus produtos pela metade do preço de três anos atrás.
Diante dos painéis de baixo custo fabricados pelos chineses, a Ascent recuou no ano passado de seu plano original de desenvolver materiais fotovoltaicos para edifícios e fazendas solares. Em vez disso, a empresa decidiu se concentrar na eletrônica de consumo, que tem margens de lucro mais altas e menos pressão para produzir em grande volume.
A empresa conta com produtos feitos do composto seleneto de cobre índio e gálio, ou CIGS, que pode trabalhar sobre material flexível, em vez do vidro geralmente usado como suporte para células de silício tradicionais.
A Alta Devices, sediada no Vale do Silício, está no ramo da eletrônica por razões similares, mas emprega uma tecnologia diferente. A Alta usa arsenieto de gálio, o mais eficiente composto solar, sobre um fundo flexível.
“Quando você cria uma diferença significativa quanto à duração da carga da bateria ou em como algo é carregado, esses mercados podem ter um índice de adoção muito alto”, disse Christopher S. Norris, executivo-chefe da Alta.
Como muitos dispositivos precisam ser carregados, disse ele, “essas coisas passam a ser mercados de bilhões de dólares em um período de tempo muito curto”.
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Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1121378-fim-de-semana-tera-tempestade-solar.shtml
A previsão do tempo galáctica informa: o fim de semana será de tempestades solares.
Entre sábado e domingo, a Terra será bombardeada por radiação e partículas carregadas oriundas de erupções no Sol. Embora sejam potencialmente danosas, os cientistas dizem que, dessa vez, não é preciso se preocupar.
| Nasa/France Presse | ||
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Imagem da Nasa mostra erupção solar ocorrida em 7 de março 2012, classificada como uma das maiores dos últimos anos |
O evento foi classificado como “de menor dano potencial”. Mesmo assim, os responsáveis por linhas de energia e empresas aéreas já foram notificados.
Juha-Pekka Luntama, especialista em clima espacial da Agência Espacial Europeia, afirmou que que os operadores de navegação “certamente verão alguma coisa, mas eles provavelmente encontraram maneiras de lidar com qualquer problema” decorrente da tempestade que se aproxima.
As ejeções de massa coronal são fenômenos normais, que variam em frequência e intensidade conforme o ciclo de mais ou menos 11 anos de atividade solar. Agora, o astro está “despertando” de um período de baixa atividade e começando um período em que as erupções acontecem com maior frequência. O ápice deve acontecer em 2012.
As tempestades solares não são motivo de alerta pelo risco de machucar diretamente alguém. As grandes vítimas da fúria solar são os equipamentos eletrônicos.
Entre outras coisas, as tempestades solares conseguem provocar danos na rede elétrica, além de sistemas de GPS e de satélites.
Em Québec, no Canadá, uma forte erupção solar derrubou o sistema de transmissão de energia elétrica, deixando quase 6 milhões de pessoas sem luz em 1989.
LADO BRILHANTE
Se as tempestades solares são muito ruins para os equipamentos, elas podem fornecer verdadeiros espetáculos para os olhos.
Conforme as partículas carregadas bombardeiam a Terra, elas podem provocar um espetáculo de luzes e cores nas proximidades dos polos. São as chamadas auroras.
Curiosidades na internet
Acesse:http://gigaom.com/cleantech/first-solar-sets-record-for-thin-film-solar-tech/
Os registros são feitas para serem quebradas – mesmo aqueles que você mesmo define. First Solar quebrou seu próprio recorde para a energia solar thin-film painéis do material telureto de cádmio. A empresa anunciou terça-feira que é capaz de produzir aquele que pode converter 14,4 por cento da luz solar que atinge em eletricidade. O novo recorde supera o percentual alcançou 13,4 no ano passado.
Desenvolvedores de tecnologia Solar orgulhar-se de avanços a sua eficiência para mostrar não apenas suas proezas técnicas, mas também os seus roteiros para a oferta de melhores produtos. Apesar de terem sempre dedicou tempo e dinheiro para melhorar a eficiência de suas células e painéis solares, muitos deles têm intensificado os esforços nos últimos anos, mais empresas entrem no mercado e preços para os painéis solares têm caindo rapidamente.
Eficiência é correlacionada com a quantidade de energia de um painel de um determinado tamanho pode produzir – mais potência significa maior eficiência. Há um custo fixo e quantidade de tempo para fazer cada painel, e tecnologia First Solar faz um painel em menos de 2,5 horas. Se a empresa produz cada painel com uma maior potência (em watts), então esse custo por watt do painel é mais baixa. Fabrica também pode comandar preços mais altos por mais eficientes painéis solares.
Como explicamos em um post ano passado, quando First Solar anunciou um recorde de eficiência de células, a empresa estava sob pressão para mostrar que ainda havia uma longa vida pela frente para a tecnologia de telureto de cádmio-solar. A empresa Arizona tem construído uma reputação de ser capaz de produzir em massa de painéis solares de forma eficiente e barata. Mas a eficiência de seus painéis solares são alguns pontos percentuais mais baixo do que os painéis de silício mais comum solar. Como resultado, ele também cobra menos para seus painéis solares.
Desenvolvedores de projetos de energia solar também querem mais eficientes painéis solares, pois estes painéis lhes permitem usar menos espaço para construir um projeto do mesmo tamanho. Uso da terra tem sido um dos pontos de atrito para a obtenção de aprovação regulatória – os críticos costumam citar a perturbação ou mesmo destruição do habitat dos animais selvagens como o grande motivo para a sua oposição a uma usina de energia solar. First Solar, que também desenvolve e constrói usinas de energia e vende-los, geralmente têm a separarem terras para a proteção da vida selvagem em troca da aprovação do projeto.
By the way, as células solares são as peças individuais que compõem um painel solar. O processo de montagem de células para painéis solares geralmente leva a uma pequena perda de eficiência, pelo que os valores de eficiência de células tendem a ser maiores do que sua eficiência painel correspondente.
First Solar não é apenas uma das maiores fabricantes de painéis solares do mundo, mas também tem sido o fabricante solitário grande de telureto de cádmio filmes finos. Muitos iniciantes têm procurado desafiar seu domínio ao longo dos anos, mas nenhum ainda está para surgir como um candidato sério. Mas a General Electric, o poder gigante equipamentos da fábrica, está dando-lhe uma tentativa, anunciando no ano passado, vai construir uma fábrica de 400MW, em Colorado.
As duas empresas já estão engajados na “cara, meu painéis são melhores do que seus painéis” competição. Abril do ano passado, a GE disse que poderia produzir painéis com 12,8 por cento de eficiência. Em julho, a First Solar disse que poderia fazer 13,4 por cento. Em outubro passado, a GE executivo Victor Abate me disse a empresa pretende lançar painéis com 14 por cento de eficiência quando se começa a enviar a partir da nova fábrica no início de 2013.
Todos esses números representam as metas de eficiência para as empresas. Estabelecendo recordes de eficiência só mostra que a tomada de painéis de alto desempenho de seus equipamentos de produção é possível. Produção em massa de los exige mudanças para todos os seus equipamentos e do processo de modo que os painéis que rolam fora das linhas será mais ou menos alcançar uma eficiência uniforme. First Solar corre uma frota de fábricas, que estão localizadas nos Estados Unidos, Alemanha e Malásia.
A eficiência média do produzido em massa First Solar de painéis aumentou de 11,4 por cento em 2010 para 11,7 por cento em 2011. A empresa informou que o número deve subir para 12,7 por cento até ao final deste ano. First Solar acredita que até o final de 2015, deve ser capaz de enviar painéis com 14,5-15 por cento de eficiência para seus clientes.
Foto de cortesia da First Solar
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