Pedra gigante atinge a Lua e cria maior explosão lunar já vista

Acesse:http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/pedra-gigante-atinge-a-lua-e-cria-maior-explosao-lunar-ja-vista-25022014

Rocha de 40kg se chocou contra a superfície lunar a cerca de 90 mil quilômetros por hora

Os telescópios registraram o impacto de um meteorito pesando dez vezes maisSTR / AFP

Já imaginou o som de uma pedra gigante colidindo com a Lua? Agora você pode, clicando no vídeo abaixo, que é o registro da a maior explosão lunar já observada da Terra.

O satélite natural que registrou a explosão foi surpreendido por pedaços minísculos de meteoritos e alguns pedaços maiores de rochas espaciais.

E se os sinais de celular fossem visíveis?

Em maio de 2013, cientistas registraram o que era então a maior explosão já vista na Lua, quando uma pedra de 40kg se chocou contra a superfície lunar a cerca de 90 mil quilômetros por hora.

Dessa vez, os telescópios registraram o impacto de um meteorito pesando dez vezes mais, cujo clarão foi quase tão brilhante quanto a luz da Polaris, a estrela do pólo norte. A explosão ocorreu em 11 de setembro de 2013 em uma área lunar chamada de Mare Nubium, e um meteoro de aproximadamente 1,5 metro de largura foi originado da colisão. O impacto gerou uma cratera lunar com um diâmetro de cerca de 40 metros.

Asteroide em rota de colisão com a Terra some e surpreende cientistas

Saber como essas colisões acontecem na Lua pode ser importante para futuros exploradores lunares, e essa foi a razão pela qual a NASA, agência do Governo dos EUA responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial, criou um programa específico para estudá-las.

A campanha começou em 2005 e estudos comprovaram que os impactos lunares acontecem cerca de dez vezes mais do que os cientistas esperavam. Sendo a Lua o nosso satélite natural, esta constatação sugere que a Terra pode ser atingida com mais frequência do que se pensava anteriormente.

Veja o vídeo aqui.

Curiosidades na internet

Supertelescópio no Chile captura imagem de ‘fábrica de poeira’ de supernova

Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140107_telescopio_chile_poeira_supernova_an.shtml

Uma enorme quantidade de poeira (vermelho) foi detectada no centro da supernova

Imagens impressionantes de uma recente supernova transbordando com poeira fresca foram capturadas por um telescópio no deserto do Atacama, no Chile.

É a primeira vez que astrônomos testemunharam a origem dos grãos que formaram as galáxias no chamado universo primordial, a primeira fase de formação do universo após o Big Bang.

As fotos foram capturadas pelo telescópio Alma (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), e foram reveladas na 223ª reunião da American Astronomical Society.

As imagens da supernova, uma explosão estelar, serão divulgadas na publicação científica Astrophysical Journal Letters.

Desvanecimento de gigantes

O universo está cheio de pequenas partículas sólidas – desde as faixas escuras que vemos na Via Láctea às belas nuvens nas fotos icônicas do telescópio espacial Hubble, lançado em 1990.

A poeira cai nos planetas e ajuda na formação de estrelas. Mas apesar de sua onipresença, não há evidências concretas de sua origem.

No universo de hoje, boa parte dessa poeira se forma em torno de estrelas que estão morrendo (AGB). Mas essas gigantes não estavam por perto no início do universo.

“É o mesmo problema que temos na minha casa – há uma grande quantidade de poeira e não sabemos de onde vem. O espaço é um lugar bastante confuso”, brincou Remy Indebetouw, astrônomo do National Radio Astronomy Observatory.

“Então usamos um dos telescópios mais avançados tecnologicamente, o Alma, e tentamos descobrir como a poeira era formada no universo primordial.”

“Há algum tempo acredita-se que as supernovas são as criadoras das poeiras nas galáxias. Mas pegar uma no ato está longe de ser coisa fácil.”

“E mesmo quando conseguimos observar uma supernova envolvida por uma nuvem de poeira, há a velha questão da galinha e do ovo: como sabemos que a nuvem não estava lá antes?”

Incômodo’

Para resolver a questão, um grupo de astrônomos do Grã-Bretanha e dos Estados Unidos usou o Alma para observar os restos brilhantes da 1987A, a supernova mais próxima observada recentemente, a 168 mil anos-luz da Terra.

Eles observaram que, enquanto o gás esfriava após a explosão, moléculas sólidas se formavam no centro a partir de átomos de oxigênio, carbono, e silício.

Observações anteriores do 1987A com o telescópio de infravermelhoHerschel só haviam detectado uma pequena quantidade de poeira quente.

Mas, graças ao poder do telescópio Alma, apenas 20 minutos foram necessários para capturar a evidência diante das câmeras.

“Nós encontramos uma notável massa de pó concentrada na parte central do material ejetado (nuvem de partículas)”, disse Indebetouw.

“E tudo importa – a área vermelha que você vê no centro da imagem – estava lá no núcleo da estrela antes dela explodir. Isso é emocionante.

“As pessoas pensam em poeira como um incômodo, algo que fica no seu caminho. Mas na verdade é algo muito importante.”

Enquanto supernovas sinalizam a destruição de estrelas, elas também são a fonte de novos materiais e de energia, diz Jacco van Loon, da Universidade de Keele, coautor do estudo.

“Nossa vida seria muito diferente sem os elementos químicos que foram sintetizados em supernovas ao longo da história”, disse ele.

“Os grãos são incrivelmente difíceis de produzir no vasto vazio do espaço. E se supernovas realmente produzem muitos deles, isto tem consequências muito importantes e positivas para a eventual formação do Sol e da Terra.”

Curiosidades na internet

NASA flagra explosão “monstro” nunca vista antes no universo [vídeo]

Acesse:http://noticias.seuhistory.com/nasa-flagra-explosao-monstro-nunca-vista-antes-no-universo-video

explosao-raios-gama-universo-the-history-channel
A maior e mais brilhante explosão cósmica já testemunhada foi capturada por telescópios espaciais no final de abril deste ano, revelou, recentemente, um estudo publicado na revista Science. Chamada de “monstro” pelos cientistas, a grande sorte é que essa explosão gigante de raios gama aconteceu em uma galáxia muito distante – mais exatamente a 3,7 bilhões de anos-luz da Terra.
.
“Esta explosão foi um evento cósmico que ocorre uma vez em um século”, disse o chefe de astrofísica da Nasa, Paul Hertz, em uma coletiva de imprensa na última quinta-feira.
.
A explosão de raios gama acontece quando uma estrela massiva morre, cai em um buraco negro,  explode (no que é chamado de supernova) e emite radiação energética. Caso um planeta seja atingido por uma destas explosões, ele poderia perder a sua atmosfera e se tornar cinza, dizem os cientistas. Embora os telescópios em órbita da Nasa capturem explosões pelo Universo a cada dois dias em média, há mais de 20 anos, esta registrada em abril é considerada a maior de todas já vista. Sua força foi registrada no dia 27 de abril, quando os instrumentos da Nasa detectaram uma energia cinco vezes maior do que o último evento “concorrente” deste tipo, uma explosão ocorrida em 1999. Esta explosão foi muito mais forte e durou muito mais tempo, afirmam os pesquisadores.
.
“Eu a chamo de monstro “, disse o astrofísico Rob Preece, da Universidade do Alabama, em Huntsville.
.
Os cientistas afirmam que é improvável que uma explosão de raios gama, especialmente uma de grande porte, ocorra na nossa galáxia. Eles acreditam que o risco de isto acontecer é de menos de 1 em 10 milhões.
.
Assista ao vídeo da NASA que demonstra como foi a explosão

Curiosidades na internet

Asteroide passará muito perto da Terra em 15 de fevereiro

Acesse:http://www.oficinadanet.com.br/post/9793-asteroide-passara-muito-perto-da-terra-em-15-de-fevereiro

No dia 15 de fevereiro um asteroide de 50 metros irá passar muito próximo a Terra. O asteroide, de tamanho da metade de um campo de futebol, passará a uma distância de apenas 28 mil quilômetros do nosso planeta, esta, considerada muito pequena pelos especialistas

Asteroide passará muito perto da Terra em 15 de fevereiro

No dia 15 de fevereiro um asteroide de 50 metros irá passar muito próximo a Terra. O asteroide, de tamanho da metade de um campo de futebol, passará a uma distância de apenas 28 mil quilômetros do nosso planeta, esta, considerada muito pequena pelos especialistas.

De acordo com a Agência Espacial Americana, o asteroide chamado de 2012 DA14 não oferece perigo a Terra. “Essa é uma passagem com aproximação recorde”, disse Don Yeomans, cientistado Near-Earth Object Program, programa que ajuda a encontrar e rastrear objetos próximos ao planeta Terra. “Desde que as pesquisas espaciais regulares começaram na década de 1990, nós nunca vimos um objeto tão grande como esse passando tão perto da gente.”

O tamanho do asteroide é considerado médio e muito provavelmente é formado por pedra. De acordo com Yeomans, asteroides semelhantes ao DA14 irão passar perto da Terra a cada 40 anos.

A Nasa afirma que o impacto de um asteroide com este perfil não traria muito risco ao planeta, exceto a quem estaria abaixo dele, claro.  Yeomans garante que “2012 DA14 definitivamente não vai atingir a Terra. A órbita do asteroide é conhecida bem o suficiente para descartarmos um impacto”. O cientista disse também que o asteroide irá passar muito próximo também a Estação Espacial Internacional na qual há muitos satélites. No entanto, mais uma vez afirma que “as chances de um impacto com um satélite também são muito remotas”.

O cientista disse que no dia 15 de fevereiro, data para a passagem do 212 DA14, será possível observar sua luz brilhante através de telescópios. No entanto salienta que a visualização será difícil e somente profissionais irão conseguir ver, já que a passagem será muita rápida.

Curiosidades na internet

Telescópios registram imagem de estrela que está morrendo

Acesse:http://revistaepoca.globo.com/Ciencia-e-tecnologia/noticia/2012/10/telescopis-registram-imagem-de-estrela-que-esta-morrendo.html

O astro NGC 7293, conhecido como Nebulosa da Hélice, está localizado a 650 anos-luz da Terra

nebulosa hélice (Foto: NASA/AP)Imagem capturada por telescópias americanos mostra a estrela anã branca NGC 7293, conhecida como Nebulosa da Hélice. (Foto: NASA/AP)

 

Os telescópios Spitzer e Wise, da agência espacial americana (Nasa), e Galaxy Evolution Explorer (Galex), do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), registraram uma imagem da estrela anã branca NGC 7293, conhecida como Nebulosa da Hélice, que está morrendo.

O astro está localizado a 650 anos-luz da Terra, na Constelação de Aquário. É um exemplo de uma nebulosa planetária, corpos celestes descobertos no século XVIII que receberam essa denominação erroneamente por serem parecidos com planetas gasosos. Nebulosas planetárias são restos de estrelas que um dia se pareceram com o Sol.

Antes de a estrela morrer, seus cometas e possíveis planetas teriam estado em sua órbita de maneira ordenada. Quando a estrela deixou de queimar hidrogênio e explodiu suas camadas exteriores, corpos celestes gelados e planetas externos teriam sido jogados uns contra os outros, levantando uma tempestade de poeira cósmica. O brilho roxo no centro da imagem é uma combinação de registros do disco de poeira que circula a anã branca. Esse pó foi provavelmente lançado por cometas que sobreviveram à morte de sua estrela original

Curiosidades na internet