Você é fã de Top Gun, o filme de ação que marcou uma geração com as aventuras dos pilotos de elite da Marinha dos EUA? Então você vai ficar animado com a notícia de que Top Gun 3 está a caminho, e que Tom Cruise vai reprisar o seu papel como o lendário Pete “Maverick” Mitchell. A notícia foi divulgada pelo jornalista Matt Belloni, do Puck, que revelou que a Paramount está em estágios iniciais de desenvolvimento do filme…
O filme Missão: Impossível 8, a continuação de Missão: Impossível 7, teve sua estreia adiada em quase um ano por causa da greve dos atores de Hollywood. O longa, que traz Tom Cruise no papel do agente Ethan Hunt, agora está previsto para chegar aos cinemas em 23 de maio de 2025…
A EMPIRE Magazine revelou uma foto inédita do filme Missão: Impossível – Acerto De Contas Parte 1. A foto traz Hayley Atwell e Tom Cruise, na qual aparenta estar se encondendo de algo ao lado do carro, algemados. Confira abaixo: […]
A Paramount Pictures revelou um novo cartaz do filme Missão: Impossível – Acerto De Contas Parte 1! Tom Cruise aparece saltando de uma moto usando uma possível mochila de paraquedas no ar. Confira abaixo: […]
O software por trás do filme Minority Report – A Nova Lei, em que Tom Cruise navega por uma enorme tela movimentando apenas as mãos, pode chegar ao mundo real.
A interface desenvolvida pelo cientista John Underkoffler foi comercializada pela companhia Oblong Industries como uma maneira de filtrar grandes quantidades de vídeos e outros tipos de informações. Ainda que possa ser usado pela polícia e por serviços de inteligência, o software não é um programa de investigação “pré-crime” como o ilustrado no longa de ficção científica dirigido por Steven Spielberg.
O diretor-executivo da Oblong, Kwin Kramer, garante que o programa pode ajudar na busca por informações em meio a um “um grande arquivo de dados”. Ele pode ainda promover vídeoconferências aprimoradas, permitindo que os participantes compartilhem dados de diversos dispositivos, como smartphones e tablets, integrados em uma ampla tela.
“Acreditamos que o futuro da computação terá múltiplos usuários, telas e dispositivos”, explicou Kramer à AFP. “Esse sistema é útil em problemas relacionados a um grande fluxo de trabalho”, acrescentou. Um componente-chave do sistema é sua interface gestual, um ambiente operacional espacial que a companhia chama de “g-speak”.
Esse artifício veio de um projeto desenvolvido por Underkoffler quando ainda era um cientista do prestigiado Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) para o filme “Minority Report”, antes de se tornar o principal cientista da start-up Oblong. “Temos versões demo desse tipo de software que demonstram perfeitamente a experiência do usuário do ‘Minority Report’, permitindo que você avance ou retorne pelas telas a qualquer momento, ou dê zoom para observar os detalhes”, descreveu Kramer.
Ele contou que o mesmo software pode ajudar empresários a “ter melhor colaboração, visualização e análise de uma grande quantidade de informações”. “Você pode ter muitos dados, mas é complicado fazer uso de tudo”, disse Kramer. “Pode estar em diferentes máquinas e, assim, fica difícil de acessar. Com o programa, diversas pessoas poderão ver o conteúdo”. Interfaces gestuais têm sido desenvolvidas para outras empresas, incluindo a Microsoft, com o Kinect, mas a Oblong afirma ter sistemas mais sofisticados que podem usar o Kinect e outros aparelhos.
O sistema, altamente sensível, usa uma luva especial para garantir uma maior precisão do que a mão ou outros elementos normalmente usados. Mas a grande pergunta feita à Oblong é: como os usuários podem obter o software “Minority Report”? O vice-presidente de vendas da companhia, David Schwartz, disse que “recebemos ligações de pessoas no serviço militar que falam ‘Eu quero a interface ‘Minority Report’”.
Ele conta ainda que o sistema pode ser usado para versões mais realistas das interfaces supertecnológicas de programas de TV, como o “CSI”. O que torna a versão real do software diferente da vista no filme é que a Oblong não fornece a análise necessária para a se tornar uma ferramenta “pré-crime”, nome dado na ficção ao programa através do qual a polícia do futuro podia prever os crimes e evitar que acontecessem.
Isso não impede que uma companhia ou organismos que trabalham para a justiça usem o software e acrescentem suas próprias redes de análise. “Achamos que a polícia e os serviços de inteligência armazenam grandes bases de dados e nossa tecnologia é a líder”, considera Kramer. Ele disse que Oblong ainda não tem clientes ligados ao governo dos Estados Unidos ou de outros países, mas oferece “um provedor central de tecnologia”.
Ainda assim, a Oblong aproveita o seu papel nos filmes para invadir a realidade, mesmo que o software não seja exatamente igual à produção cinematográfica de 2002. “Acho que muita gente olha para as interfaces ‘Minority Report’ e imagina que poderiam usar esse sistema tão flexível em seus próprios escritórios ou estúdios de design”, comenta Kramer. “Não é ficção científica, é real”, conclui. As informações são da AFP.
Tom Cruise escala o prédio mais alto do mundo, em Dubai, em cena de “Missão Impossível: Protocolo Fantasma”
SÃO PAULO (Reuters) – Quem tiver vertigem, que fique em casa. Porque “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma”, o quarto capítulo da franquia, é de provocar calafrios a quem tem medo de altura. O roteiro de Josh Appelbaum e André Nemec (da série “Alias”) não economiza sequências a muitos, muitos metros acima do chão. Começando pela abertura, que acompanha as acrobacias aéreas do agente Hanaway (Josh Lee Holloway, da série “Lost”) por altos telhados de Budapeste.
O filme tem estreia mundial nesta quarta-feira (14), com lançamento no Brasil em 600 cópias, nas versões 2D, 2D digital, Imax, dubladas e legendadas.
O agente escapa de seus perseguidores aéreos, mas não de um sinuoso perigo em terra, a assassina profissional Sabine Moreau (a francesa Léa Seydoux). Ela se apodera da preciosa carga trazida por Hanaway: uma série de códigos capazes de disparar os antigos mísseis soviéticos da Guerra Fria contra os EUA.
O serviço secreto IMF, portanto, vai precisar de seu melhor agente, Ethan Hunt (Tom Cruise). Só que ele está cumprindo pena numa tenebrosa penitenciária em Moscou. Certamente, resgatar Hunt não é problema para a dupla encarregada da missão, o perito em tecnologia Benji Dunn (Simon Pegg) e Jane Carter (Paula Patton). Ainda que Hunt demore um pouco mais do que os dois esperam e insista em levar consigo um outro prisioneiro, Bogdan (Miraj Grbic) – cuja função nas aventuras que vem a seguir ficará clara no momento devido.
A missão requer que o trio penetre nada menos do que o Kremlin, com Hunt e Benji passando-se por militares russos. Uma vez lá dentro, instalam uma incrível parafernália técnica, criando numa tela um falso fundo para enganar os guardas, impedindo que vejam que Hunt está fuçando seus arquivos. O problema é que o misterioso Cobalto, ou seja, Kurt Hendricks (Michael Nykvist), também está na área e com outra agenda. Se a muito custo os agentes da IMF conseguem sair, não conseguem impedir a explosão parcial do Kremlin, pela qual serão responsabilizados.
Aí começa o tal Protocolo Fantasma do título, já que, nesta situação, os agentes do IMF serão desautorizados pelo governo americano e terão que virar-se por conta própria, sem apoio logístico, para levar adiante a tarefa de recuperar os códigos dos mísseis.
A próxima parada é Dubai, mais precisamente a bordo do Burj Khalifa, o mais alto prédio do mundo, com 130 andares, uma altura de quase 830 metros. Aí vão desenrolar-se as sequências mais eletrizantes do filme, que envolvem Hunt andando como um lagarto pela fachada exterior do edifício, para acessar o servidor dos computadores do local, um hotel, e pôr em funcionamento uma operação que visa interceptar de forma muito engenhosa um encontro entre a mortífera Sabine Moreau e representantes do agente Cobalto, para negociação dos códigos.
Foto 1 de 11 – Tom Cruise aparece no topo do prédio mais alto do mundo em sessão de fotos para o filme “Missão Impossível – Protocolo Fantasma”. O edifício Burj Khalifa fica em Dubai, Emirados Árabes, tem 800 metros de altura e é composto por 160 andares. O quarto filme da franquia “Missão: Impossível” teve cenas rodadas em Dubai e estreia em 23 de dezembro no Brasil MaisDivulgação e AFP Photo/Karim Sahib
Difícil acreditar que um astro como Tom Cruise tenha insistido em fazer pessoalmente, sem dublês, estas perigosas cenas no Burj Khalifa – que exigiram que ficasse amarrado com cabos de aço (que foram apagados digitalmente) e também que as imagens fossem captadas por câmeras colocadas em helicópteros, tendo que driblar os fortes ventos da região.
Cruise, certamente, não tem vertigens para fazer o que fez, quase voando. E mostra também uma disposição para brigar para ser de novo o astro número um de ação no mundo, posto que ocupava por ocasião do primeiro “Missão: Impossível” no cinema, em 1996, perdendo a posição progressivamente para astros como Johnny Depp e Angelina Jolie.
A ousadia deste exemplar da franquia comprova um desejo de renovação, o que já se poderia esperar a partir do novo diretor, Brad Bird. Estrela maior do estúdio Pixar, diretor de “Ratatouille” e “Os Incríveis” – que lhe valeram dois Oscar de animação -, Bird mostra, em seu primeiro trabalho com atores, uma energia que não sugere um mero requentamento da franquia.
Outra novidade no elenco, além da bela Paula Patton (de “Preciosa”), é Jeremy Renner. O ator indicado ao Oscar em 2010 por “Guerra ao Terror” atua aqui como um analista que é empurrado para a ação direta devido à emergência. Mas também guarda um segredinho para animar a segunda metade da história.
O que não muda mesmo é a conhecida vaidade de Tom Cruise. Não só ele procura oportunidades para continuar exibindo sua forma física, invejável aos 49 anos, como dispensa o enfrentamento com um vilão à altura. Na dúvida, ele prefere evitar a concorrência, pelo menos numa história em que ele detém o controle como produtor.
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