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E se você pudesse comprar um carro que não precisaria ser reabastecido com combustível nunca? Isso pode se tornar realidade se as pesquisas com um elemento químico chamado tório (Th) forem para frente.
Apenas um grama de Th equivale à energia produzida por 28 mil litros de gasolina, então seria possível manter um carro rodando por cem anos com oito gramas de Th – muito mais que a vida útil de um carro convencional.
O elemento foi descoberto em 1828 pelo químico sueco Jons Jakob Berzelius, que o batizou como tório em referência ao deus nórdico Thor. Trata-se de um metal radioativo que está entre os elementos mais densos existentes e hoje é usado na fabricação de filamentos para lâmpadas incandescentes e vidros especiais.
Em 2009 a Loren Kulesus já havia pensado em usar o Th em carros, quando desenvolveu o World Thorium Fuel Concept Car. Atualmente quem toca projeto semelhante é a empresa norte-americana Laser Power System e seus protótipos são motores com 250 kg que podem ser postos em automóveis.
Mas o Th também pode ser adotado em casas, ambientes de trabalho, outros tipos de transporte, equipamentos militares e até naves espaciais, conforme a empresa.
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LS3
WildCat
O prefeito Fernando Haddad (PT) afirmou nesta quinta-feira que um dos destinos do valor arrecadado com o aumento do IPTU no próximo ano é o subsídio do transporte público.
O Orçamento apresentado pela prefeitura aponta que a tarifa de ônibus continuará congelada em 2014, em R$ 3. Em junho, houve uma série de protestos devido ao aumento das passagens do transporte para R$ 3,20. Semanas depois, prefeitura e governo do Estado decidiram revogá-lo.
“Um dos destinos da fonte [do IPTU] é o subsídio ao transporte. Um dos maiores investimentos que faremos no ano que vem é no transporte. De R$ 600 milhões vai para R$ 1,6 bilhão o subsídio ao transporte. A intenção é justamente mantê-la. Agora tem que o que a Câmara decide”, afirmou o prefeito.
O aumento médio do IPTU para os imóveis residenciais será de 18%, mas a maioria dos contribuintes terá aumento de 20% a 30% nos valores. No caso de outros tipos de imóveis –como comércio e indústria– o aumento poderá chegar a 45%.
Segundo a prefeitura, os valores oficiais estão “bastantes defasados” porque a última atualização ocorreu em 2009, e, desde então, houve valorização imobiliária sem a devida revisão.
Segundo a gestão, os valores oficiais representam, hoje, cerca de 30% dos valores praticados pelo mercado. Em alguns bairros, os preços mais que dobraram nos últimos quatro anos.
TRANSPORTE
O Orçamento estima que a subvenção ao transporte (que serve para cobrir a diferença entre a receita e as despesas do setor) chegará ao recorde de R$ 1,65 bilhão, um aumento de 150% em relação aos R$ 660 milhões que estavam previstos no Orçamento de 2013.
A previsão original para este ano considerava que haveria reajuste da tarifa em janeiro, mas Haddad segurou a alta para junho como forma de ajudar Dilma Rousseff (PT) no combate à inflação. Diante do congelamento após os protestos, os subsídios neste ano alcançarão R$ 1,2 bilhão.
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Enviado por J A C A N I E L L O
Pesquisa do Ipespe reforça que trânsito na capital é motivo de infelicidade entre 58%. Dados são do guia “Como Viver em São Paulo sem Carro” que ganhou versão atualizada
A pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) revelou que 57% dos paulistanos deixaram nos últimos dois anos de usar o carro como principal meio de locomoção. O levantamento foi realizado com exclusividade para a versão 2013 do guia “Como viver em São Paulo sem Carro?”, que será lançado ainda nesta semana na capital paulista.

Entre os entrevistados pelo instituto, no período de 2011 ao início de 2013, 19% abandonaram totalmente o veículo e 38% restringiram uso aos finais de semana na capital. No lugar do carro, essas pessoas passaram a se locomover a pé (78%), de ônibus (70%) e de metrô (61%). Além disso, o trânsito revelou-se como a causa de infelicidade para 58% dos paulistanos.
Idealizado pelo empresário Alexandre Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva, a publicação tem ainda a participação da jornalista Mariana Castro e conta com fotos de Roberta Dabdad e ilustrações por Eva Uviedo. Para Serva, a pesquisa do Ipespe revela uma mudança extrema em uma cidade que era conhecida por ser o “templo do automóvel”. “Estamos acompanhando o começo de uma nova década”, disse Serva ao iG.
O guia “Como Viver em São Paulo sem Carro?” foi lançado em julho do ano passado e reforçou os primeiros debates sobre mobilidade urbana. Se a primeira versão provou ser possível uma “libertação de vícios”, como o uso do carro, o novo guia pretende agora indicar os meios para isso com o depoimento e dicas de novos 12 “heróis da mobilidade” – pessoas com iniciativas que têm provocado mudanças.
Especialistas: Conheca as dez maiores gafes na Ciclofaixa de Lazer
‘Anjos’ ajudam ciclistas novatos a enfrentar o trânsito de São Paulo
Mais: Ciclofaixas de lazer ajudam a popularizar bicicleta como meio de transporte
Entre os entrevistados da nova edição estão Renata Falzoni (cicloativista), JP Amaral (criador do Bike Anjo ), Márcio Nicro (fundador do sistema colaborativo Caronetas), Ângelo Leite (do Bike Sampa no Rio e SP) e Georgia Halal (estilista).

Gaúcha, Georgia veio para São Paulo há oito anos e decidiu criar no ano passado uma coleção primavera-verão para mulheres que pedalam, seguindo a tendência bikechic. “A mulher não precisa perder a feminilidade para andar de bike. Pode andar até de salto, se quiser”, diz um trecho do seu depoimento.
Moradora de Pinheiros, na zona oeste, a estilista diz ser privilegiada por trabalhar e morar no mesmo bairro. “Quando vou a um lugar mais distante, vou de ônibus e metrô”. Ao andar de bike, segundo Georgia, seu roteiro passa a ser influenciado pela bicileta. “Escolhe lugares por onde possa parar a bicicleta, evita aqueles que não têm”.
Para ela, o novo ciclista não pode ter medo de encarar a cidade, mas sempre com cautela. “Não tenho medo de andar de bicicleta, mas é preciso tomar muito cuidado. O ciclista tem de pensar que é o cara mais fraco da história”. Após o relato de cada personagem, o leitor pode encontrar indicações de roteiros com conexões com as estações de metrô e principais corredores de ônibus.
Como Viver em São Paulo sem Carro?
Autores: Alexandre Frankel e Leão Serva
Editora: Neotropica
Ano: 2013
Preço: R$ 29,00
Noite de autógrafos com os autores dia 29 de agosto, na Livraria da Vila
(Alameda Lorena, 1.731 – a partir das 19 horas)
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Acesse:http://imasters.com.br/tecnologia/fone-de-ouvido-tem-inspiracao-em-motos-esportivas/

Avaliação de Airton Lopes / A qualidade sonora deste fone da Yamaha está à altura de seu belo visual, inspirado nas motos esportivas de corrida. As faixas ouvidas nos testes apresentaram um equilíbrio de frequências muito bom. Graves, médios e agudos são limpos, nítidos e na medida certa para a maioria dos gêneros musicais. Apenas fãs de hip-hop podem fazer questão de graves mais profundos. A haste do fone é dobrável, mas não dá para remover o cabo.
Avaliação de César Pereira / O desempenho do fone HPH-300 da Yamaha em todas as faixas de áudio é admirável. O som tem equilíbrio de frequências muito bom e é livre de distorções; graves, médios e agudos são limpos, nítidos e aparecem na medida certa para a maioria os gêneros musicais. Quem gosta de músicas com batidas bem pesadas, como as eletrônicas ou hip hop, talvez opte por um que ofereça mais força nos graves. Mas, de um modo geral, o HPH-300 faz um excelente trabalho.
O isolamento sonoro não tem ajuda eletrônica e confia apenas nas conchas. Elas têm formato on-ear e não envolvem totalmente as orelhas, além de não terem forração de espuma volumosa. O resultado é que o isolamento não é dos melhores. Mas não chega a comprometer o uso, já que o ruído externo não incomoda nem com o volume médio.
Ainda falando das conchas, elas não apertam demais as orelhas, o que torna o uso prolongado confortável. Não é nem muito pesado nem muito leve, com 200 gramas.
A construção é forte e o design, inspirado em motos esportivas, é muito bonito, mas não muito discreto. Mas não é grande demais, a ponto de deixar quem usa parecendo um piloto de helicóptero. Está disponível nas cores branco marfim, preto black piano e azul racing. O cabo é tipo flat, que facilita para desfazer nós, e tem conexão P2, com um adaptador P10 incluso. Além disso, tem controle de volume e um botão para atender ligações caso esteja usando conectado num smartphone.
Um ponto bastante positivo é que o arco é dobrável, o que torna o fone mais compacto para transportar. Além disso, um estojo acompanha. Mas o cabo não é destacável, o que não é muito desejável para o transporte.
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Imagine-se pedalando pelos Alpes, onde são realizadas etapas da Volta da França, no mesmo momento em que os melhores ciclistas do mundo competem entre si. Isso já é possível –pelo menos virtualmente.
Novos sistemas de ciclismo indoor, como o Realaxiom (R$ 6.200), da Elite, permitem que o usuário acople sua bicicleta a um rolo de treinamento que dificulta a pedalada automaticamente, conforme o trecho reproduzido.






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Em outras palavras, quando o ciclista vê, na tela do computador ou na TV, uma subida se aproximar, sente nas pernas a inclinação do relevo –e o mesmo acontece durante as descidas. O aparelho ainda registra o esforço realizado (em watts), o ritmo da pedalada e, com um acessório, a frequência cardíaca.
“Por não ter momentos de descanso, como descidas, ou a possibilidade de você pegar roda [aproveitar a zona de baixa pressão deixada por outro ciclista], cerca de 40 minutos [pedalando] no rolo de treinamento equivalem a mais ou menos duas horas na estrada”, diz Roberto Vitório, 38, professor de educação física.
Vitório ganhou uma competição realizada por uma loja carioca usando o sistema, durante a qual os competidores “percorreram” montanhas nos Pireneus franceses e na Sardenha, ilha italiana.
O sistema funciona com vídeos feitos pela própria fabricante ou por marcas especializadas em programas de treinamento, tal qual a Sufferfest. Também dá para criar percursos virtuais usando o programa Google Earth.
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A ESTRADA DO PRATICANTE
Alternativa mais acessível (US$ 10 por mês), o software TrainerRoad permite o uso de rolos de treinamento mais baratos, que custam de R$ 1.000 a R$ 3.000, também com vídeos. “É um ótimo treino, feito no seu limite. Ao final de uma hora você sai vomitando [de tamanho esforço]”, diz o consultor de tecnologia Arthur Soares, 26.
“Às vezes treino enquanto assisto a um vídeo aleatório, como um seriado. As informações do treino ficam sobre a imagem do filme”, conta.
Soares usa um rolo da marca Kinetic, pelo qual pagou US$ 400 (R$ 810) nos EUA.
“Acho que é bom para quem já está mais avançado [no ciclismo], já treina umas seis horas por semana, e quer evoluir mais ainda.
METAMORFOSE
Para o ciclista Claudio Clarindo, 35, conhecido por ter completado várias vezes a prova Race Across America (que tem cerca de 4.800 km de distância) a tecnologia está transformando a modalidade.
“O uso de GPS foi um divisor de águas, mas também tem o câmbio eletrônico”, diz, referindo-se aos novos sistemas de troca de marcha que usam motor elétrico e radiotransmissores, como os feitos pela italiana Campagnolo e pela japonesa Shimano.
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A cada ponto de parada, ônibus recarrega bateria com 90% de eficiência (Foto: Reprodução)Os criadores do Aggie Bus criaram uma plataforma, que é posicionada no asfalto nos espaços onde o ônibus deve parar. Ao parar para deixar e receber novos passageiros, o veículo é recarregado via indução. Para que isso funcione, é preciso que um tipo especial de transformador elétrico seja dividido entre veículo e plataforma. Ao estacionar na área determinada, a corrente começa a fluir.
Parar com precisão um veículo grande e pesado numa área pequena é uma tarefa ingrata para o motorista, sobretudo no tráfego pesado de uma grande cidade. Por isso há uma pequena margem de erro considerada pelos desenvolvedores do Aggie Bus. Se o motorista errar a plataforma por uma margem de 15 centímetros, em qualquer direção, ainda será possível carregar 25 kW de potência nas baterias com uma eficiência de transmissão de mais de 90%.
O interessante da proposta é a perfeita harmonia do projeto com a realidade dos ônibus. Como eles possuem rotas predeterminadas, é possível calcular com alguma precisão a autonomia das baterias e posicionar convenientemente as plataformas de recarga. Diante disso, o Aggie Bus possui um conjunto de pequenas baterias, em lugar de apenas uma enorme, que não precisam passar horas a fio pela madrugada em processo de recarga. Baterias menores reduzem custos e não comprometem o espaço interno dos veículos.
O projeto vem dando tão certo que uma companhia nasceu dentro da universidade e pretende comercializar os descendentes do Aggie Bus já em 2013. A WAVE, nome da empresa, foi contratada pelo governo de Utah para desenvolver um modelo que seja capaz de receber 50 kW de carga a cada parada e que possa ser colocado para funcionar já no próximo ano.
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A Central Japan Railway Co. (JR Tokai) revelou recentemente um novo propótipo de trem flutuante para passageiros capaz de atingir velocidade máxima de 500 quilômetros por hora.
De acordo com o jornal The Asahi Shimbun, o Series Lo é um trem de levitação magnética, capaz de se mover flutuando sobre sua linha férrea com a ajuda de potentes ímãs. Ele irá rodar entre Tóquio e Nagoya e será o trem mais rápido do sistema ferroviário japonês.
Protótipos e projetos de meios de transporte por levitação magnética surgiram há mais de um século. A primeira patente dessa tecnologia foi apresentada em 1905 e, entre 1984 e 1995, um trem magnético operou na Grã-Bretanha com baixa velocidade – nada parecido com o projeto japonês.
Reprodução: Business Insider
Atualmente, existem duas linhas no mundo que operam com a tecnologia. Em 2004, a primeira linha começou a operar em Shangai, China, e em 2005, começou a rodar o sistema japonês Linimo, que atinge velocidade máxima de aproximadamente 96 quilômetros por hora, apenas 20% da velocidade que o Series Lo é capaz de atingir.
Os trens com sistema de levitação possuem inúmeras vantagens como, por exemplo, o fato de não terem rodas e não precisarem de atrito para rodar os torna mais silenciosos, mais rápidos e não são afetados por péssimas condições climáticas. A JR Tokai planeja construir um trem com capacidade para transportar mil passageiros até 2027 e expandir o seu sistema para Osaka até 2045.
Do que uma pessoa precisa para cruzar um mar? O engenheiro Chris Todd acredita que basta possuir uma “roda de hamster gigante”. Ele desenvolveu o Treadalo, uma espécie de meio de transporte que parece o acessório que vem em gaiolas para roedores, porém em tamanho adequado para humanos. Todd vai tentar cruzar o mar irlandês com ele.

Todd, aliás, já tentou realizar a travessia entre a Irlanda e o País de Gales, que tem mais ou menos 106 km, porém não conseguiu alcançar seu objetivo. No meio do caminho, nove horas depois da partida, que deveria durar dois dias, o engenheiro se deparou com ondas muito maiores do que esperava. O rapaz teve que voltar para casa em um barco da marinha local e o Treadalo quebrou na volta para o País de Gales.
No entanto, ele não desistiu e já está desenvolvendo uma nova versão de sua invenção. O Treadalo tem um funcionamento bem simples e consiste em uma “roda de hamster gigante” posicionada em cima de uma espécie de jangada. O movimento do engenheiro caminhando pela roda gera a energia necessária para a embarcação.
A ideia de Chris Todd com este projeto não é somente mostrar seus dotes de inventor ou ganhar fama, mas sim arrecadar cerca de £ 20 mil (aproximadamente R$ 65.200 na cotação de 11/10) para instituições de caridade, por meio de doações em seu site oficial. Por isso, ainda neste mês, ele vai tentar fazer a travessia entre os países novamente.
Confira um vídeo do engenheiro abaixo:
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