Cada década é caracterizada por seu próprio conjunto de tendências e paletas de cores – afinal, você não se lembra de quando o rosa millennial estava na moda há apenas alguns anos?
Quando você imagina sua casa de infância (ou a casa de seus avós), as lembranças de uma geladeira cor de abacate ou azulejo de banheiro salmão vêm rápido à mente? Pois é, isso acontece porque cores como essas contam uma história e refletem momentos específicos no tempo…
Franquia popular entre a garotada, Hotel Transilvânia chega à última parte com o quarto filme, Transformonstrão. A estreia, marcada para os cinemas e adiada por conta da pandemia de coronavirus, será na plataforma de streaming Prime Video em 14 de janeiro…
O norte-americano John Howell, pesquisador da Universidade de Rochester, e seu filho Benjamin, de apenas 14 anos, desenvolveram um quadro de invisibilidade capaz de tornar invisível até mesmo objetos de grande porte em qualquer tipo de espectro óptico, utilizando recursos sumamente econômicos e de simples operação.
Na verdade, a experiência familiar conseguiu superar os resultados de inúmeros estudos caros e complexos, na grande maioria dos casos, e que apenas conseguiam esconder pequenos objetos em algumas frequências óticas.
O segredo por trás do sistema criado pelos Howell reside na combinação de três tipos de dispositivos: um, a base de cubos de água em forma de L e plexiglas; outro, que utiliza quatro tipos de lentes para obter uma camuflagem ótica e o último, composto por um jogo de espelhos, semelhante aos utilizados por mágicos ilusionistas.
Todo o material empregado no projeto foi adquirido em lojas regulares e a um custo relativamente barato, de U$150,00. O resultado da interação dos três mecanismos faz com que a luz seja desviada de um determinado espaço, ocultando consequentemente qualquer objeto. Apesar de o invento possuir algumas limitações, os especialistas já estudam a possibilidade de sua fabricação massiva.
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