Bactérias intestinais usam chocolate amargo para produzirem anti-inflamatórios que reduzem a pressão, diz pesquisa

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Os amantes de chocolate amargo podem comê-lo agora com muito menos culpa após descoberta que mostra o motivo dele ser tão bom para o corpo.

Um estudo anterior sobre o consumo diário descobriu que chocolate amargo reduz a pressão arterial e é bom para o coração. Agora, os cientistas descobriram por que isso acontece.

A pesquisadora Maria Moore, da Universidade Estadual de Louisiana, disse: “Nós descobrimos que há dois tipos de micróbios no intestino: os bons e os ruins. Os bons micróbios, como Bifidobacterium e bactérias lácticas, fazem a festa com chocolate. Quando se come chocolate amargo, elas crescem e fermentam, produzindo compostos que são anti-inflamatórios. Isto, naturalmente, entra na corrente sanguínea e ajuda a livrar o coração e artérias de danos. As bactérias ruins do intestino, tais como Clostridium e algumas cepas de Escherichia coli (E.coli) provocam inflamação com muita facilidade, levando ao inchaço na região da barriga, diarreia e prisão de ventre”.

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Sistema permite controlar robôs usando apenas o poder da mente

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Cientista explica como podemos controlar próteses, casas e robôs com as ondas do cérebro

Getty Images

Um projeto para controlar robôs usando apenas a mente atrai a atenção de qualquer amante de ficção científica de cara. Principalmente, quando um cientista está disponível para explicar como é possível transformar um boné em uma espécie de controle adaptado para mover robôs.

O projeto de robôs controlados apenas pelo pensamento é uma das novidades do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE), maior organização técnico-profissional do mundo. Formado em Engenharia Elétrica e Física na Universidade Técnica de Aachen (Alemanha), professor da Universidade Estadual de Michigan e diretor da MANTL  (Micro and Nano Technology Lab), Dean Aslam é o líder do projeto.

Desvendamos a tecnologia do Homem de Ferro

Com mais de 18 anos na profissão, Aslam transformou um brinquedo em um controle capaz de enviar comandos para um robô. Ao contrário do que se possa imaginar, a nova tecnologia não vai transformar as pessoas em super-heróis, ciborgues ou coisa do tipo. A ideia é que o dispositivo funcione com diferentes aparelhos, casas inteligentes e pode até ser usado no ramo da saúde, para detectar doenças como Parkinson, por exemplo.

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Baratas-ciborgue poderão ajudar a salvar vidas em desabamentos

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Em junho, nós noticiamos que pesquisadores da Universidade Estadual da Carolina do Norte estavam realizando os primeiros testes com baratas-ciborgue, as quais podiam ser controladas remotamente através do uso de sensores, um chip e impulsos elétricos. O que talvez seja ainda mais inusitado nessa pesquisa é o uso de um Kinect para monitorar a posição dos insetos.

Os grupos de baratas em teste, também chamadas de “biobots”, estavam sendo “treinadas” para mapear áreas perigosas ou inconstantes, como edifícios que desabaram. Uma publicação recente na página da própria instituição de ensino revela que o estudo teve avanços após pequenas modificações em sua metodologia e softwares.

De acordo com essa matéria, a equipe de pesquisadores liderada pelo Dr. Edgar Lobaton estava encontrando dificuldade com uma característica natural das baratas: a sua movimentação aleatória. Os estudiosos resolveram então usar tal fato a seu favor e mudaram a forma de controle dos insetos.

Quando introduzidas as “biobots” no local de desabamento, por exemplo, elas seriam deixadas livres para caminhar aleatoriamente. Os sensores acoplados aos animais indicariam aos investigadores por meio de ondas de rádio a proximidade das baratas umas com as outras.

 

 

Com os insetos já bem espalhados pelo local, o passo seguinte é enviar um sinal de comando para que eles sigam até encontrar uma parede ou alguma estrutura rígida e relativamente intacta e continuar se movimentando. Assim, com a recepção dos sinais de localização das baratas, em um ciclo contínuo, os pesquisadores conseguem com a ajuda de um software específico “desenhar” um mapa da área.

Mais do que apenas mapear um prédio desabado ou uma área remota e desconhecida, se dotadas de sensores específicos, as “biobots” poderão inclusive identificar pontos de radioatividade e ameaças químicas.

O estudo ainda está em fase embrionária de testes, mas já deve ser apresentado oficialmente no início de novembro durante uma conferência internacional de sistemas inteligentes e robôs que será realizada em Tóquio, no Japão.

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Cientistas criam fio para fone de ouvido que pode ser esticado até 8 vezes

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Fones de ouvido

Cientistas da Universidade Estadual da Carolina do Norte, Estados Unidos, acabam de criar um fio para fones feito de metal líquido que é capaz de ser esticado até 8 vezes mais do que seu tamanho original sem interromper o som.

O método usado pelos cientistas preenche um tubo de polímero elástico com uma liga de metais em forma líquida, que proporciona a passagem da corrente elétrica. A solução é capaz de manter a condução elétrica e do som, e esticar o fio sem rompê-lo.

“Os esforços anteriores para criar fios elásticos focavam na incorporação de metais ou outros condutores elétricos em polímeros elásticos, mas isso gera um conflito”, afirmou em nota oficial Dr. Michael Dickey, professor assistente de engenharia química e co-autor de um artigo sobre a pesquisa. “Aumentar a quantidade de metal aumenta sua condutividade, mas diminui sua elasticidade. Nossa nova abordagem mantém os materiais separados para que você tenha o máximo de condutividade sem prejudicar a elasticidade. Resumindo, nossos fios são em ordem de grandeza mais elásticos do que os fios mais condutores, e pelo menos em uma ordem de magnitude são mais condutores do que os fios mais elásticos disponíveis atualmente”.

Fio eláticoFoto: Reprodução

Mesmo sendo produtos fáceis de serem produzidos, os cientistas afirmam que um problema em sua produção deve ser resolvido antes dos fios flexíveis estarem disponíveis no mercado. O principal problema do fio é que caso ele seja cortado, pode ocorrer o vazamento dos líquidos metálicos.

Confira abaixo um vídeo demonstrativo da elasticidade do novo fio:

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Emagrecimento sem exercício é insustentável’, diz o treinador Atalla

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O treinador físico Marcio Atalla, que atualmente tenta converter o ex-jogador de futebol Ronaldo aos exercícios, foi enfático ao responder à questão “o que emagrece mais?”: “É óbvio que o maior problema da obesidade é o sedentarismo. A alimentação tornou-se importante porque hoje o gasto calórico médio da população é ridículo.”

Segundo ele, regimes sem atividade física são insustentáveis e, a longo prazo, acabam em efeito sanfona.

“A dieta, sozinha, vai naufragar sempre. Quando você faz só a restrição alimentar, tem que comer cada vez menos para continuar perdendo peso. Com o emagrecimento, o metabolismo vai caindo [ficando mais lento]”, afirma.

Segundo Atalla, isso ocorre porque fazendo só dieta a pessoa perde, além de gordura, massa magra (músculo), tecido que, em repouso, gasta mais energia do que a gordura.”Quando a pessoa para de emagrecer, o metabolismo está mais baixo e ela volta a engordar com a mesma quantidade de alimento que ingeria antes.”

Esse, porém, é um ponto controverso. O pesquisador americano Timothy Church, por exemplo, argumenta que o maior efeito do exercício não é aumentar o metabolismo, e sim queimar calorias durante a prática.

“Não há erro em dizer que o exercício é determinante para manter o peso depois de emagrecer, mas o mecanismo exato de como isso acontece ainda não é compreendido pela ciência”, diz o médico.

Os especialistas concordam no seguinte ponto: pessoas que emagrecem sem se exercitar perdem músculo. Esse seria um ‘contra’ de aderir apenas à dieta.

Mas não se sabe o quanto de massa magra é perdida, explica o endocrinologista Bruno Geloneze, do laboratório de investigação em metabolismo e diabetes da Universidade Estadual de Campinas.

“Depende da genética, do tipo de exercício. Mesmo assim, a maior parte do peso perdido é gordura”, diz.

MAIS MASSA MAGRA

De acordo com Geloneze, mais importante do que perder peso é mudar a composição corporal. “Emagrecer é diminuir a quantidade de gordura no corpo, não só perder quilos”, explica.

Quem treina pode até ganhar uns quilos porque há um ganho de músculo, que é mais pesado que a gordura.

Para Atalla, os ganhos da atividade física para a saúde são mais certos e mais importantes do que a diminuição de um número no manequim.

“Não existe alimentação que faça você ter os ganhos de saúde cardiovascular que o exercício traz. É mais interessante um gordinho ativo do que um magro sedentário”, compara.

Dois estudos publicados em setembro comprovaram que o condicionamento físico conta mais que o peso para a saúde cardiovascular. Uma das pesquisas analisou dados de 43 mil americanos e descobriu que os obesos ativos tinham um menor risco de morte e indicadores de saúde semelhantes aos de pessoas magras. O trabalho foi publicado no “European Heart Journal”.

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Nasa descobre primeiro sistema de dois planetas que giram ao redor de dois sóis

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O sistema, batizado de “Kepler-47”, é composto por planetas maiores que a Terra

Sistema Kepler 47, com dois planetas girando ao redor de duas estrelas (Foto: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle )Sistema Kepler 47, com dois planetas girando ao redor de duas estrelas (Foto: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle )

 

Cientistas da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos, anunciaram nesta terça-feira (28) a descoberta do primeiro sistema circumbinário e multiplanetário, no qual mais de um planeta orbita ao redor de dois sóis. A observação faz parte da missão Kepler, da agência espacial americana (Nasa), que busca novos planetas.

A última descoberta “mostra que sistemas planetários podem se formar e sobreviver inclusive no caótico meio ao redor de uma estrela binária”, diz a equipe liderada pelo astrônomo Jerome Orosz.

As duas estrelas do novo sistema, batizado de “Kepler-47”, orbitam uma ao redor da outra a cada sete dias e meio. Uma delas é similar em tamanho ao Sol, enquanto a outra tem um volume três vezes menor e uma luz 175 vezes mais fraca.

Quanto aos dois planetas, o que orbita mais próxima das duas estrelas – algo que realiza a cada 49 dias – é três vezes maior em diâmetro que a Terra, o que o transforma no menor dos que se conhece orbitando em um sistema circumbinário (aquele cujos planetas giram ao redor de duas estrelas) .

O segundo planeta é ligeiramente maior que Urano e demora 303 dias para orbitar os dois sóis de “Kepler-47”. Por isso, considera-se que ele está localizado em uma “área habitável”, ou seja, que tem condições similares à Terra e portanto poderia ter água em sua superfície.

“Embora o (segundo) planeta seja provavelmente um ‘gigante de gás’ e, portanto, não adequado para a vida, seu descobrimento mostra que os planetas circumbinários podem existir, e existem, em zonas habitáveis”, assinalou a universidade.

Até agora haviam sido encontrados quatro sistemas de planetas girando ao redor de duas estrelas (os Kepler-16, 34, 35 e 38), mas este é o primeiro com mais de um planeta.

“Aprendemos que os planetas circumbinários podem ser como os de nosso Sistema Solar, mas com dois sóis”, comentou Joshua Carter, co-autor do estudo e analista do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics.

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Bactéria é capaz de produzir ouro puro 24 quilates em laboratório

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Pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, Estados Unidos, conseguiram criar ouro puro de 24 quilates em laboratório. A ‘mágica’ acontece graças a um processo conhecido como alquimia bacteriana, que permite aos cientistas transformar uma substância sem valor em um metal precioso.

De acordo com o Techeblog, a equipe descobriu que a Cupriavidus metallidurans – uma espécie de bactéria típica de água doce e que tem chamado a atenção de cientistas devido à sua capacidade de decompor metais pesados – pode crescer em concentrações maciças de cloreto de ouro. Segundo a equipe responsável pela pesquisa, a bactéria fica pelo menos 25 vezes mais forte do que era antes se colocada nesse ambiente com a substância concentrada.

Eles também combinaram sua pesquisa com uma instalação artística que utiliza uma mistura de arte, biotecnologia e alquimia para transformar ouro líquido em ouro 24 quilates. A obra possui um laboratório portátil, um biorreator de vidro e as bactérias, que produzem ouro na frente de uma plateia.

Bactéria que produz ouro

Kazem Kashefi e Adam Brown, responsáveis pelo projeto, alimentaram as bactérias com uma quantidade sem precedentes de cloreto de ouro, e dentro de uma semana as bactérias transformaram as toxinas em uma pepita de ouro.

“Esta é a neo-alquimia. Cada peça, cada detalhe do projeto, é um cruzamento entre microbiologia moderna e alquimia”, disse Brown. “A ciência tenta explicar o mundo fenomenológico. Como artista, eu estou tentando criar um fenômeno. A arte tem a capacidade de empurrar as investigações científicas”.

Mas por que não produzir ouro em larga escala utilizando essas bactérias? Simplesmente porque seria extremamente caro reproduzir o processo em uma escala maior, então, ao invés disso, Brown disse que o trabalho deve ser usado para “levantar questões sobre o impacto ambiental, a economia e a ganância”.

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