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  • Teste molecular que prevê risco de tumor voltar recebe prêmio

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/08/1321687-teste-molecular-que-preve-risco-de-tumor-voltar-recebe-premio.shtml

    Um teste molecular feito a partir da saliva de pacientes que passaram por tratamento do câncer de cabeça e pescoço é capaz de prever a recidiva do tumor antes mesmo de surgirem os sinais clínicos.

    O estudo que levou ao desenvolvimento do teste ganhou o Prêmio Octavio Frias de Oliveira na categoria Pesquisa em Oncologia. O trabalho reuniu a Universidade Federal de São Paulo, o A.C. Camargo Cancer Center e o Hospital do Câncer de Barretos.

    A premiação, uma iniciativa do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), em parceria com o Grupo Folha, acontece hoje às 11h. A láurea leva o nome do publisher da Folha, morto em 2007.

    Editoria de arte/Folhapress

    Neste ano, entrou na premiação uma nova categoria–Inovação em Oncologia–, voltada a trabalhos científicos e patentes de brasileiros com potencial aplicação no tratamento do câncer.

    O trabalho vencedor revelou que uma molécula criada a partir de um fungo pode ajudar no combate ao câncer de bexiga e à tuberculose. O estudo foi feito pela rede de pesquisa Farmabrasilis em colaboração com a Unicamp e a Universidade Federal do ABC.

    Na categoria Personalidade em Destaque, a vencedora é a médica Silvia Regina Brandalise, 70, por sua atuação no Centro Boldrini, unidade de tratamento do câncer infantil ligada à Unicamp.

    Para cada categoria, a premiação é de R$ 16 mil. Representantes da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das academias de medicina e de ciências integraram a comissão julgadora do prêmio.

    Segundo Paulo Hoff, diretor do Icesp, apesar de o total de trabalhos inscritos ter caído em relação ao ano anterior (de 27 para 10), a qualidade melhorou: “Vivemos um momento de pujança da produção científica nacional. Queremos estimular mais a participação de pesquisadores de fora do Estado de São Paulo”.

    PESQUISAS VENCEDORAS
    O câncer de cabeça e pescoço é um dos dez mais frequentes nos homens, mas o tratamento pouco evoluiu nas últimas décadas. A taxa de sobrevida é baixa: 50% em cinco anos. Parte disso é atribuída ao alto índice de recidiva do tumor, de 30% até dois anos após o tratamento.

    Daí a importância do teste que detecta alterações celulares que vão levar ao desenvolvimento do tumor. “O olho molecular enxerga antes do olho clínico”, diz o líder da pesquisa, o biólogo André Vettore, 43, da Unifesp.

    Após tratar o câncer, o paciente é acompanhado de seis em seis meses. “O médico olha e não vê o tumor, mas as células tumorais podem já estar presentes.” Segundo ele, pacientes com alterações no teste tiveram cinco vezes mais risco de ter recaída em relação aos sem alterações. O exame é experimental.

    A pesquisa que venceu em inovação mostrou os mecanismos de ação da molécula P-MAPA. Testes com células humanas e roedores revelaram que ela ativa receptores na célula, capazes de auxiliar na redução do tumor.

    Segundo o coordenador da pesquisa, Wagner José Fávaro, 33, do Instituto de Biologia da Unicamp, o ineditismo do trabalho foi mostrar que existe uma via comum para a doença infecciosa e o câncer: “A imunoterapia pode levar ao tratamento de ambas”.

    O efeito da P-MAPA foi comparado com o da vacina BCG, usada na prevenção da tuberculose e contra o câncer de bexiga. Nos ratos tratados com a BCG, houve redução de 20% a 30% do tumor. No grupo que recebeu a P-MAPA, a diminuição foi de 90% a 95%.

    MÉDICA LIDEROU TRATAMENTO
    Há três décadas à frente do Centro Infantil Boldrini, de Campinas (SP), a médica Silvia Regina Brandalise, laureada na categoria Personalidade em Destaque do Prêmio Octavio Frias de Oliveira, viu nesse período as chances de cura de alguns tipos de câncer da criança pular de menos de 5% para até 80%.

    “O câncer sempre foi tema de adultos. A oportunidade de montar um hospital pediátrico foi importante para mudar o curso da doença.”

    Mas, para ela, ainda é preciso investir mais na capacitação dos profissionais de saúde para o diagnóstico precoce dos tumores infantis.

    “O câncer da criança tem uma evolução muito mais rápida do que o do adulto. Mas responde rapidamente à quimioterapia. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura”, afirma Silvia.

    Desde 1978, a médica esteve na liderança dos principais protocolos que definiram os tratamentos da leucemia linfoide, o tipo de câncer infantil mais frequente.

    Ela coordena o Serviço de Hematologia-Oncologia Pediátrica da Unicamp e já presidiu as sociedades brasileira e latino-americana da área.

    Outro desafio, segundo a médica, é a compreensão dos fatores ambientais relacionados ao câncer, como o uso de pesticidas e hormônios.

    “A exposição ao benzeno está associada à leucemia do lactente e a tumores cerebrais. O impacto é antes, durante e depois da gestação.”

    O Boldrini faz parte um projeto internacional que mapeia os fatores de risco para o câncer infantil. O centro vai acompanhar 100 mil crianças nascidas na região, desde o pré-natal até os 18 anos

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  • Cientistas desligam cromossomo extra que causa a síndrome de Down

    Acesse:http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cientistas-desligam-cromossomo-extra-que-causa-a-sindrome-de-down,1054473,0.htm

    Enviado por Fabio Maia Vital

    Pesquisa aponta potencial de terapias cromossômicas, mas ainda está longe de alguma aplicação prática

    Herton Escobar – O Estado de S. Paulo

    Aproveitando uma “ferramenta genética” inerente ao genoma das mulheres, pesquisadores dos Estados Unidos e do Canadá conseguiram desligar a cópia extra do cromossomo 21 que causa a síndrome de Down.

    A pesquisa foi feita exclusivamente in vitro, utilizando células em cultura, e não há perspectiva de que ela possa produzir uma “cura” para a síndrome. Ainda assim, o estudo traz a primeira demonstração prática de que terapias cromossômicas poderão se tornar algo factível no futuro para o tratamento de sintomas associados ao Down e outras síndromes causadas pela duplicação de um cromossomo (chamadas trissomias).

    “É uma ideia genial, totalmente inovadora”, disse ao Estado a geneticista Maria IsabelMelaragno, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), após ler o trabalho, publicado ontem pela revista Nature.

    O experimento foi realizado com células-tronco de pluripotência induzida (iPS) derivadas de um paciente com síndrome de Down. O que os cientistas fizeram foi inserir no cromossomo extra das células a cópia de um gene conhecido como XIST, normalmente responsável por “silenciar” (ou desligar) uma das cópias do cromossomo X nas mulheres. O efeito foi o mesmo: o XIST desativou os genes do cromossomo 21 extra, fazendo com que as células funcionassem geneticamente como células normais.

    “O que eles fizeram, essencialmente, foi inserir um ‘interruptor’ genético que permite ligar ou desligar o cromossomo inteiro”, explica a pesquisadora Lygia Pereira, da Universidade de São Paulo. (USP). “É um truque engenhoso. Eles pegaram essa ferramenta natural de silenciamento do cromossomo X e usaram para silenciar um outro cromossomo.”

    A pesquisa foi liderada por Jeanne Lawrence, da Faculdade Medicina da Universidade de Massachusetts, nos EUA. O trabalho foi submetido à Nature para publicação em maio de 2012, mas só foi formalmente aceito pela revista no mês passado, após mais de um ano de revisão, o que dá uma ideia da complexidade do projeto.

    Aplicações. A implicação mais “futurista” do trabalho, segundo os autores, é colocar a síndrome de Down na lista de doenças que poderão se beneficiar de terapias gênicas – ou cromossômicas – no futuro. Em nenhum momento, porém, os cientistas falam em reverter completamente o quadro (“curar”) da trissomia.

    “Os efeitos da trissomia do cromossomo 21 na síndrome de Down já ocorrem desde o início do desenvolvimento embrionário; não há como reverter isso”, explica Maria Isabel, da Unifesp. Segundo ela, porém, é factível pensar em terapias capazes de evitar alguns dos efeitos adversos da síndrome, como doenças hematológicas e neurológicas, que com frequência afetam os pacientes. Ela destaca que esse é o “apenas o primeiro passo para investigações na pesquisa básica com aplicação clínica futura”.

    A contribuição mais certa e imediata da técnica, segundo os especialistas, será como ferramenta de pesquisa, para o entendimento dos mecanismos genéticos e biológicos por trás da síndrome de Down e outras alterações cromossômicas (como as trissomias dos cromossomos 13 e 18, que são letais nos primeiros anos de vida). Algo que, por sua vez, poderá servir para o desenvolvimento de novas drogas e terapias.

    A técnica permite criar modelos celulares que reproduzem a biologia da doença in vitro, e que podem ser geneticamente modificados para o estudo de mecanismos e intervenções específicas. Algo que já era feito com genes individuais, e agora poderá ser feito com cromossomos inteiros.

    “Do ponto de vista prático, de aplicação terapêutica direta, há uma luz no fim do túnel, mas acho que ela é muito pequena”, afirma Lygia Pereira, da USP. “O grande impacto será na construção de modelos celulares para entender os mecanismos das doenças.”

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  • Curso gratuito de administração à distância 2013

    Acesse:http://www.mundodastribos.com/curso-gratuito-de-administracao-a-distancia-2013.html

    A UAB está oferecendo 60 vagas para o curso gratuito de administração à distância.

    A Administração é uma área abrangente e responsável por fazer um negócio funcionar. Os administradores podem lidar com o gerenciamento de recursos humanos, materiais e financeiros. Outro aspecto interessante da carreira é que eles encontram chances para atuar em todos os setores do mercado.

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    O curso de Administração mescla os conhecimentos de diferentes áreas, como contabilidade, estatística, informática, sociologia e direito. Com o tempo, os alunos analisam casos fictícios e aprendem a resolver os principais problemas de uma empresa.

    Milhares de instituições de ensino pelo Brasil oferecem o bacharelado em Administração, através da modalidade presencial e a distância. A segunda opção ainda é pouco difundida, mas representa uma ótima solução para quem não tem tempo ou condições de frequentar as aulas diariamente.

    Saiba mais: Cursos de Administração online gratuito a distância

    Curso gratuito de administração: inscrições abertas

    A Universidade Aberta do Brasil (UAB) está com 60 vagas disponíveis para o curso gratuito de administração à distância. Os interessados em participar da formação podem se inscrever a partir desta segunda-feira (22).

    O polo de apoio de presencial do curso à distância de administração está localizado em Uberaba, Minas Gerais. A formação gratuita é uma aposta da Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O curso que pertence a modalidade EaD também mantém vínculo com o Programa Nacional de Formação em Administração Pública (PNAP).

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    O curso à distância de administração da UFU tem duração de quatro anos, incluindo o estágio obrigatório. Os estudantes interessados devem entrar em contato pelo telefone (34) 3318-0765 ou 3322-3783. O polo de Uberaba está localizado na Escola Municipal Boa Vista, na Avenida Elias Cruvinel, 1045, Bairro Boa Vista. O edital com mais informações sobre a vaga e os cursos está disponível no site da UFU.

    Conforme está descrito no edital, as inscrições para o curso de administração à distância podem ser feitas online.

    Outros cursos gratuitos de administração EaD

    A UAB é responsável por integrar universidades públicas que oferecem cursos gratuitos à distância em todo o Brasil. O convênio pretende levar a formação superior principalmente para os lugares mais remotos do país e ajudar as pessoas de baixa renda.

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    Outras universidades além da UFU promovem o curso de bacharelado à distância de administração, como UFAM, UFC, UFG, UFJF, UFMA, UFMS, UFMT, UFPI, UFRRJ, UFSC, UEM, UECE, UEMA, UEPB, UFAL, UFRN e UnB.

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  • Falha humana causou atropelamento ao vivo de Ana Maria Braga, diz equipe

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/veiculos/Falha-humana-causou-atropelamento-ao-vivo-de-Ana-Maria-Braga-diz-equipe/

    Ana maria braga

    A equipe de pesquisadores da UFES (Universidade Federal do Espírito Santo), responsável pelo carro capaz de circular por ruas sem precisar de um motorista, exibido ontem (22) no programa ‘Mais Você’, na Rede Globo, afirma que não houve uma falha mecânica, e sim uma falha humana no caso do atropelamento da apresentadora Ana Maria Braga ao vivo.

    O projeto do veículo sem motorista foi desenvolvido pelo Laboratório de Computação de Alto Desempenho (LCAD) da UFES, e tem o objetivo de proporcionar maior mobilidade para pessoas com deficiências física e visual. Os pesquisadores garantem que o carro, em um futuro próximo, poderá também ser controlado por ondas cerebrais e ajudar que pessoas com deficiências de fala possam dirigir.

    No caso do programa matutino, a equipe afirma que um de seus membros teria se esquecido de puxar o freio de mão do veículo e ele desceu, já que estava localizado em uma rua íngreme e não estava operando no modo automático. A porta do passageiro atingiu Ana Maria Braga nas costas, arremessando-a ao chão e fazendo com que a apresentadora levasse cinco pontos na boca. “No modo automático o carro fica parado em ladeiras. No momento do acidente, no entanto, ele estava no modo manual e se comportou como um carro qualquer”, afirmou o pesquisador do LCAD Cayo Fontana. “Foi uma falha 100% humana”.

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  • Maquiagem para disfarçar o inchaço

    Acesse:http://bebe.abril.com.br/materia/truques-de-maquiagem-ajudam-a-disfarcar-o-inchaco-no-rosto?origem=home

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    Getty Images

    Pálpebras inchadas, nariz largo e bochechas saltadas, entre outras alterações características das últimas semanas de gestação podem ser camuflados

    Se você já reduziu o consumo de sal, fez drenagem linfática e ainda assim o inchaço do rosto continua incomodando, a melhor saída é apelar para a maquiagem. “Não é preciso ser um expert em pincéis ou fazer uma superprodução para ter um bom resultado. O segredo é clarear o que você deseja valorizar e escurecer o que quer esconder”, diz o maquiador Sandro Borges, de São Paulo.

    Vale lembrar que ficar com o rosto inchado durante a gravidez é para lá de normal, especialmente entre as mulheres que fizeram tratamento com hormônios para engravidar ou têm a circulação prejudicada – caso de quem está acima do peso, esperando gêmeos ou se encontra na segunda ou na terceira gestação. “A pele da face é mais fina do que a do restante do corpo e, por isso, mais suscetível ao aumento de líquidos nessa fase”, diz o ginecologista Claudio Emilio Bonduki, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em São Paulo.

    A fase mais crítica é o terceiro trimestre gestacional, quando o volume de sangue e fluidos chega a dobrar. “Apesar de essa mudança ser esperada, é bom ficar atenta se o inchaço for acentuado, o que pode indicar o aumento da pressão arterial”, alerta a ginecologista e obstetra Anna Bertini, da Unifesp e do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

    Para disfarçar o inchaço você vai precisar de:

    Corretivo: use um líquido ou um cremoso se a sua pele for seca; em pó, se for oleosa; compacto ou bastão, no caso de ela ser mista ou normal

    Pó compacto: ele tira o brilho excessivo e ainda faz a maquiagem durar mais.

    Blush: a versão líquida vai bem em todos os tipos de pele, enquanto o pó é melhor para as oleosas e o em bastão ou creme, para as secas.

    Base: a compacta ou em bastão dá acabamento uniforme e aveludado à pele seca; já a líquida deixa a pele oleosa com um aspecto mais natural; e a em pó pode ser usada em todos os tipos de pele e garante a melhor cobertura.

    Reduzir os lábios

    Boca grande é sexy, mas se você é adepta da discrição passe corretivo do mesmo tom da sua pele no contorno dos lábios e, por cima, pó facial. Com um lápis labial clarinho, refaça delicadamente o contorno cerca de 2 milímetros menor do que o tamanho original da boca. Arremate aplicando um batom claro, fosco e sem cintilância no centro dos lábios e esfregue-os – assim, os cantos ficam ainda mais suaves.

    Amenizar o rosto redondo

    Além das bochechas saltadas, o problema é a falta de definição do queixo? Aplique pó compacto um tom mais escuro que o da sua pele em todo o contorno do rosto. Para afinar ainda mais, espalhe um tiquinho de blush terracota na diagonal da bochecha. O resto de produto que sobrar no pincel pode ser passado na ponta do queixo, para deixá-lo menos pronunciado, e entre as narinas, para arrebitar o nariz.

    Atenuar pálpebras inchadas

    É mais comum as bolsinhas aparecem na parte de baixo dos olhos, o que acentua ainda mais as olheiras. Para dar cabo dos dois problemas de uma só vez, molhe o dedo anelar ou a ponta de uma esponja no corretivo do mesmo tom da sua pele e dê leves batidinhas na pálpebra inferior e superior. Por cima, espalhe pó facial para deixar o aspecto mais natural.

    Suavizar o nariz largo

    Geralmente, a ponta fica arredondada, e as narinas, abertas. Daí a indicação de passar corretivo um tom mais claro que a sua pele no dorso e usar base ou pó um tom mais escuro nas laterais.

    Reduzir bochechas saltadas

    Acredite se puder: a solução do problema está no blush terracota, mas ele deve ser passado de um jeito especial. Em vez de marcar o ponto alto das maçãs, passe o pincel largo na diagonal do rosto, indo do canto do lábio em direção às têmporas. E use uma pequena quantidade do produto para não deixar o traço marcado.

    Acabar com a papada

    A danada compromete a beleza do rosto, do pescoço e até do colo. Para fazê-la parecer menor, espalhe pó compacto (dois tons mais escuros que a cor da sua pele) tanto na ponta do queixo como embaixo dele. Só isso!

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  • Ar aquecido economiza 30% da energia gasta pelo chuveiro elétrico

    Acesse:http://www.tecmundo.com.br/pesquisa/26759-ar-aquecido-economiza-30-da-energia-gasta-pelo-chuveiro-eletrico.htm#ixzz229nDyaD3

    Técnica aumenta o conforto do banho e foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora.

    Assim que começa o inverno, é muito normal que as pessoas tomem banho com o aquecedor ligado. Dessa forma, elas não vão sentir o impacto da mudança de temperatura quando saírem debaixo do chuveiro. Pensando nisso, pesquisadores de Universidade Federal de Juiz de Fora descobriram que essa situação pode ajudar a economizar energia.

    Com o ambiente aquecido, a temperatura da água pode ser menor e você ainda vai ficar confortável. Portanto, o chuveiro gastará menos eletricidade para esquentá-la, possibilitando a economia de energia e de dinheiro. Para que isso realmente aconteça, é preciso aquecer o ambiente por pelo menos um minuto, com as janelas e portas fechadas.

    Apesar de ser necessário usar eletricidade para deixar a temperatura do banheiro agradável, a conta final resulta em um saldo positivo. A economia chega a ser de 30% em relação aos banhos sem o aquecedor — em uma casa pequena e com quatro moradores, é energia suficiente para “alimentar” a geladeira durante um mês inteiro.

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