Finalmente os consumidores poderão realizar uma consulta online e gratuita ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), em que é possível saber se existe alguma restrição em seu nome. Até então o serviço só era realizado pessoalmente ou mediante pagamento para empresas não oficiais de consulta.
Para verificar se está com o nome sujo na praça, basta entrar no site do Portal Boa Vista Consumidor Positivo, selecionar a opção ‘Consulta de Débito’ e, caso ainda não possua cadastro no site, realizar a inscrição rapidamente. A novidade foi possível graças a uma iniciativa da Boa Vista Serviços, administradora do SCPC.
O novo serviço online – menos burocrático – ajuda os consumidores a descobrir por meio de alguns cliques quais são as empresas que devem procurar para acertar seus débitos e regularizar sua situação. Isso elimina a necessidade de contratar empresas terceirizadas, por exemplo, para realizar o serviço.
Inclusive, o próprio ‘Portal Boa Vista Consumidor Positivo’ traz dicas de renegociação de dívidas com educação financeira por meio da página ‘Acertando suas Contas‘. Existem diversas outras dicas interessantes no site para manter as contas em dia e evitar que seu nome acabe sujo; vale a pena conferir.
Usuários de smartphones Android costumam ficar tentados a realizar o processo de root em seus aparelhos para terem mais liberdade. Embora o recurso, que é basicamente um desbloqueio total do sistema, possa trazer diversos benefícios, é importante lembrar que ele também representa riscos para o dispositivo. Por isso, o TechTudo elencou os principais perigos do root e as precauções que devem tomadas antes de sua realização do mesmo.
O root do Android livra o usuário de algumas amarras do sistema (Foto: Reprodução)
Acesso a arquivos de configuração do sistema
O root do Android consiste em permitir que os usuários tenham acesso de administrador ao sistema operacional do sue aparelho. Ou seja, arquivos e configurações que antes eram restritos somente a processos de sistema, ficam livres para serem acessados pelo “superusuário”.
No entanto, o que parece ser excelente no ponto de vista da liberdade, gera um problema: se antes os arquivos fundamentais do sistema ficavam protegidos, agora eles podem ser deletados de forma acidental pelos próprios usuários e comprometerem todo o funcionamento da plataforma.
Usuários que não possuem muito conhecimento a respeito do funcionamento do sistema operacional não devem realizar operações mais avançadas sobre o mesmo. Portanto, se o smartphone for “rootado”, deve-se, então, tomar as devidas precauções para que arquivos do sistema não sejam indevidamente alterados.
CyanogenMod é uma das ROMs alternativas mais
famosas (Foto: Reprodução/Geeky Gadgets)
.
ROMs personalizadas e aplicativos maliciosos
Um dos maiores atrativos em se fazer o root do Android, é a possibilidade de instalar ROMs de terceiros, que muitas vezes são mais atualizadas e possuem mais recursos do que aquelas que acompanham o aparelho originalmente. No entanto, tais versões podem vir embarcadas com aplicativos ou códigos maliciosos.
Uma vez que um aplicativo de uma fonte não confiável tenha liberdade em um Android rootado, ele poderá acessar recursos do dispositivo de forma silenciosa. Por exemplo, o GPS poderá ser ativado e a localização do usuário ser enviada a um destinatário desconhecido, fotos poderão ser capturadas, mensagens serem repassadas, entre várias outras ações executadas sem o consentimento do dono do aparelho.
Devido a estes fatos, é muito importante que o usuário se certifique que está instalando uma ROM ou aplicativo de fontes que sejam confiáveis, ou seja, aquelas que possuam boas recomendações e aceitação por um grande número de usuários.
Perda da garantia
Durante o root pode ocorrer tanto a modificação quanto a criação de novos arquivos no sistema operacional. O que muitos usuários desconhecem é que o processo não é aconselhado pelas fabricantes de celulares, podendo levar a perda da garantia dos dispositivo. Isto porque, uma vez que características fundamentais do sistema são alteradas e possíveis brechas de segurança são expostas, as empresas não podem controlar os danos.
Superuser é um aplicativo para os Androids com
root (Foto: Reprodução)
O aplicativo Superuser
Na maioria dos processos de root ocorre a instalação do aplicativo Superuser. Tal app age como uma camada de segurança entre o sistema Android e programas de terceiros. Ou seja, quando um aplicativo que estiver sendo executado solicitar privilégios de um superusuário, o Superuser entrará em ação, solicitando ao usuário do dispositivo que conceda ou não o acesso requisitado. Se o aplicativo for de uma fonte conhecida, a opção “lembrar” poderá ser marcada, formando, então, uma lista de aplicativos conhecidos. Porém, é bom lembrar que esta concessão a apps deverá ser dada com bastante precaução, pois softwares desconhecidos poderão ser autorizados sem uma avaliação eficaz, podendo, então, expor brechas de segurança do sistema operacional.
Caso o script que realiza o processo de root não instale o Superuser, é altamente recomendado que o usuário acesse o Google Play e realize o download do mesmo por conta própria.
Ciente dos riscos que se corre para a realização do root, caso o usuário ainda esteja decidido a realizar o desbloqueio do seu Android, pode conferir o tutorial para aprender como fazer o root do TechTudo
A participação da Sony na NAB 2013, feira de eletrônicos que acontece nesta semana em Las Vegas, está sendo de bastante destaque. A companhia inovou e apresentou, além de modelos de televisores e câmeras, o primeiro reprodutor de mídia 4K do mercado: ele é o FMP-X1, que funcionará com um serviço de compartilhamento de conteúdo online.
Reprodutor de mídia 4K da Sony vai ter serviço
de streaming (Foto: Divulgação)
Ainda não há muitos detalhes, nem sobre o gadget e nem sobre a plataforma que terá os conteúdos 4K disponíveis para streaming, porém as primeiras informações dão conta de que o aparelho será revolucionário. A princípio, ele virá com dez filmes pré-carregados na memória, com destaque para Karate Kid, Taxi Driver e Homem-Aranha.
O reprodutor de mídia 4K da Sony tem um formato um pouco diferente dos aparelhos tradicionais deste estilo. Ele não é um retângulo ou quadrado, mas sim um círculo, que chega a lembrar um case para guardar CDs e DVDs, por exemplo. A ideia da empresa é de fornecer conteúdo 4K para quem se interessar por uma TV com esta qualidade mas estiver ainda em dúvida sobre se vale a pena ou não adquirir um modelo, já que há pouco conteúdo com esta resolução.
O trabalho de converter os filmes para a resolução 4K não é fácil e está sendo feito por uma divisão da própria Sony, a Colorworks. A ideia é de que até o fim do ano o serviço “estilo Netflix”, porém com filmes em Ultra HD, esteja online e os consumidores possam aproveitá-lo diretamente do próprio FMP-X1.
O gadget em si, por sua vez, já começa a ser vendido no fim de abril, custando US$ 699 (cerca de R$ 1400). De acordo com a Sony, este produto, aliado à suas televisões com qualidade de imagem 4K, e o lançamento de Blu-Rays otimizados para esta resolução, vão “proporcionar a verdadeira experiência 4K” para os consumidores
Nos últimos anos, a capacidade de armazenamento dos HDs aumentou bastante, mas a velocidade não sofreu avanços significativos. A limitação é do próprio conceito de disco rígido, que utiliza cabeças de leitura e gravação para fazer operações em discos magnéticos que normalmente giram a uma velocidade de 7.200 RPM. Essas partes móveis não existem numa recente solução de armazenamento, o SSD (sigla para solid-state drive ou disco de estado sólido).
Muito mais rápido que os velhos discos rígidos, o SSD está ficando cada vez mais atraente. O preço por gigabyte está diminuindo, as capacidades de armazenamento estão aumentando e as velocidades de transferência e os tempos de acesso ficaram ainda mais rápidos com a adoção de novas tecnologias.
Como funciona um SSD? Quanto custa no Brasil? A vida útil é muito curta? Vale a pena comprar um SSD? Para descobrir a resposta dessas e outras perguntas, leia os próximos parágrafos.
Como funciona?
Os SSDs mais comuns no mercado possuem dois componentes fundamentais: a memória flash e o controlador.
A memória flash guarda todos os arquivos e, diferente dos discos magnéticos dos HDs, não necessita de partes móveis ou motores para funcionar. Todas as operações são feitas eletricamente, tornando as operações de leitura e escrita mais rápidas, além de deixar o drive mais silencioso e resistente a vibrações e quedas.
O controlador gerencia a troca de dados entre o computador e a memória flash. Formado por um processador que executa diversas tarefas no drive, é um dos principais responsáveis pela performance de um SSD. O chip é capaz de gerenciar o cache de leitura e escrita de arquivos, criptografar informações, mapear partes defeituosas do SSD para evitar corrompimento de dados e garantir uma vida útil maior da memória flash.
Um controlador SandForce e oito chips de memória flash dentro do OCZ Vertex 3
O avanço tecnológico nos controladores fez com que a velocidade dos SSDs aumentasse rapidamente. Enquanto os primeiros SSDs de uso doméstico, como o Intel X25-M, atingiam velocidades de 250 MB/s para leitura e 70 MB/s para escrita, os mais recentes chegam a 555 MB/s de leitura e 520 MB/s de escrita, como o Corsair Force GT, com controlador SandForce SF-2281. A quantidade máxima de operações de escrita por segundo cresceu absurdamente, sendo 8,6 mil para o Intel X25-M de 160 GB e 85 mil para o Corsair Force GT de 180 GB.
A SandForce não revela o segredo por trás do seu controlador, mas grande parte de toda essa velocidade é resultado de uma técnica de compressão de dados. Como é necessário manipular menos dados na memória flash, uma operação de gravação de arquivo acaba se tornando mais rápida em muitos casos.
Assim como os HDs, os SSDs também possuem divisões internas. Um disco rígido possui duas divisões fundamentais: setores (menor parte física) e clusters (menor parte reconhecida pelo sistema operacional, formada por vários setores). Um SSD, por sua vez, possui páginas (menor parte física) e blocos (um agrupamento de páginas).
Vantagens e desvantagens em relação ao HD
A ausência de partes móveis, principal característica de um SSD, traz diversas vantagens. Como não é necessário mover cabeças para lá e para cá, muito menos deixar um disco girando a uma velocidade altíssima, um SSD é silencioso, possui taxas de transferência maiores, tempos de acesso menores e não sofre com usuários desastrados que derrubam coisas no chão.
As taxas de transferência dos SSDs são realmente impressionantes se comparadas com as dos HDs voltados ao uso doméstico, que geralmente ficam entre 60 MB/s e 100 MB/s. Mas é no tempo de acesso que ele brilha: enquanto um HD comum demora 10 ou 15 milissegundos para acessar um arquivo aleatório, um SSD comum faz a tarefa em 0,1 ou 0,2 milissegundo. Isso, além de resultar em um tempo de boot menor, agiliza todas as operações do sistema. Eu costumo dizer que, hoje, o maior responsável pela lentidão nos PCs é o disco rígido.
A Samsung produziu um vídeo bem legal para comparar o desempenho entre um HD e um SSD. Monitoraram o tempo de inicialização do Windows, a abertura de um arquivo PDF de 25 MB, a capacidade de suportar altas vibrações e o consumo de energia em um notebook. Confira abaixo:
A grande desvantagem dos SSDs ainda está no preço: o custo por gigabyte ainda é bem alto em comparação com os HDs, especialmente no Brasil. Pesquisando rapidamente, é possível encontrar um SSD de 120 GB por R$ 519, resultando em um custo por GB de R$ 4,32. Um HD de 500 GB pode ser encontrado por R$ 249, apenas R$ 0,50 por GB.
Memória síncrona e assíncrona
Corsair Force GT, um SSD com memória síncrona
A memória flash de um SSD pode trabalhar de dois modos: síncrona e assíncrona. Essa informação geralmente está disponível na ficha de especificações técnicas do produto, mas os usuários não dão muita importância a isso porque não há muito conteúdo sobre o assunto.
A memória síncrona é mais cara e oferece melhor desempenho para manipular dados que não podem ser comprimidos, como músicas, fotos e vídeos. Já a memória assíncrona é menos cara e não possui uma performance tão boa para gravar dados que não podem ser comprimidos.
Num teste com o CrystalDiskMark feito peloThe SSD Review, o Corsair Force GT (memória síncrona) conseguiu 504,4 MB/s de leitura de dados não comprimidos, enquanto que o Corsair Force 3 (memória assíncrona), obteve apenas 212,6 MB/s. O primeiro certamente é uma opção melhor para pessoas que trabalham com arquivos de áudio e vídeo.
Apesar de o usuário comum não perceber diferença significativa entre um SSD com memória síncrona e outro com memória assíncrona, como a diferença de preço não é tão alta, na maioria dos casos vale juntar um dinheiro a mais e comprar um SSD com memória síncrona, como o OCZ Vertex 3 e o Corsair Force GT.
Preços dos SSDs
Os preços dos SSDs no Brasil ainda não estão uma pechincha e são bastante altos principalmente em comparação com os valores adotados em lojas norte-americanas. Fizemos uma pequena pesquisa de preços para comparar alguns dos principais SSDs do mercado:
OCZ Agility 3 (120 GB)
Velocidade: 525 MB/s (leitura) e 500 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 519,00
Preço nos EUA: US$ 93,90
OCZ Vertex 3 (120 GB)
Velocidade: 550 MB/s (leitura) e 500 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 599,00
Preço nos EUA: US$ 93,49
OCZ Vertex 4 (128 GB)
Velocidade: 560 MB/s (leitura) e 510 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 90.000
Preço no Brasil: R$ 639,90
Preço nos EUA: US$ 114,99
Corsair Force 3 (120 GB)
Velocidade: 550 MB/s (leitura) e 510 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 499,90
Preço nos EUA: US$ 116,99
Corsair Force GT (120 GB)
Velocidade: 555 MB/s (leitura) e 520 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 535,00
Preço nos EUA: US$ 125,49
Intel 320 Series (120 GB)
Velocidade: 270 MB/s (leitura) e 130 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 14.000
Preço no Brasil: R$ 716,90
Preço nos EUA: US$ 149,99
Intel 520 Series (120 GB)
Velocidade: 550 MB/s (leitura) e 500 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 80.000
Preço no Brasil: R$ 822,90
Preço nos EUA: US$ 128,50
Kingston SSDNow V+200 (120 GB)
Velocidade: 535 MB/s (leitura) e 480 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 55.000
Preço no Brasil: R$ 521,90
Preço nos EUA: US$ 91,99
Perguntas frequentes
A vida útil de um SSD é muito curta?
Por ser baseado em memória flash, assim como pendrives e cartões de memória, os SSDs possuem vida útil limitada pela quantidade de ciclos de escrita. E, curiosamente, com a miniaturização do processo de fabricação das memórias flash, essa quantidade está diminuindo. Convencionou-se que a memória flash dos SSDs suporta 10 mil ciclos de escrita, mas os drives mais novos possuem vida útil estimada em 3 mil ou 5 mil ciclos, segundo oAnandTech.
Mas não há motivo para pânico: você não vai detonar seu SSD novinho em folha em um ou dois anos de uso. O controlador do SSD possui uma tecnologia chamada wear leveling, que pode ser traduzida como “distribuição de uso”. Essa tecnologia evita que um mesmo bloco da memória flash seja utilizado muitas vezes. Quando um arquivo é criado ou alterado, o controlador automaticamente grava os novos dados em blocos menos utilizados.
Sabendo do wear leveling, vamos simular um cenário hipotético onde você comprou um SSD com capacidade de 120 GB e vida útil de apenas 3 mil ciclos de escrita. Por ser um usuário extremamente avançado, você é capaz de gravar 120 GB de dados todos os dias, o que nem de longe é algo normal. Fazendo as contas, isso significa que você terá pouco mais de 8 anos até que o SSD comece a falhar. Num ritmo mais normal, gravando 20 GB de dados por dia, esse tempo subiria para 49 anos. Em 49 anos, pode ser que nem você esteja funcionando.
Geralmente, os fabricantes são mais conservadores e estimam a vida útil de um SSD como sendo de 5 a 10 anos de uso intenso. A garantia de fabricantes como OCZ e Corsair no exterior é de 3 anos. Como você provavelmente já terá trocado de computador ou feito um upgrade durante esse tempo, não deverá ter problemas.
É necessário desfragmentar um SSD?
Você até pode desfragmentar um SSD, mas vai acabar gastando ciclos de escrita desnecessariamente, diminuindo a vida útil do dispositivo. Em outras palavras: não, não é necessário e muito menos recomendável praticar esse tipo de tortura com um SSD.
Como um SSD possui um tempo de acesso extremamente baixo, não há perda significativa de desempenho quando fragmentos de arquivos estão espalhados pelo disco, diferente de um HD, que sofre para mover sua cabeça de leitura para juntar várias partes de um arquivo.
Um SSD fica mais lento com o tempo?
Isso era verdade nos SSDs lançados há alguns anos, mas o problema não ocorre nos drives mais novos.
Assim como no HD, excluir um arquivo no Windows não significa que ele será apagado fisicamente do disco. Isso não seria um problema se não fosse uma limitação da memória flash: não é possível apenas regravar dados como em um HD, em que você grava por cima de um arquivo. É necessário restaurar a página do SSD ao estado original e só depois gravar o novo dado, o que acaba diminuindo o desempenho.
Também não há meios para restaurar páginas ao estado original de forma independente, é necessário apagar o bloco inteiro. Se o sistema operacional precisar apagar só uma das páginas, o controlador deverá copiar todos os dados de um bloco para um cache, restaurar os dados em outro bloco, apagar o primeiro bloco e então gravar a nova informação.
Para evitar todo esse trabalho, o controlador do SSD procura gravar dados preferencialmente em páginas vazias. O problema é que, depois de um tempo, quando todos os blocos já foram usados pelo menos uma vez, o controlador precisaria executar a tarefa sempre.
Felizmente, os novos SSDs possuem um comando chamado TRIM, utilizado pelo sistema operacional. Esse comando basicamente “adianta” o trabalho do controlador e limpa os blocos que tiveram arquivos deletados, deixando o SSD como novo. Mas há algumas limitações: o SSD deve suportar o TRIM e o sistema operacional também. Windows 7, Windows 8, Linux 2.6.28+ e OS X 10.6.8+ suportam o comando.
Vale a pena?
Se você está juntando dinheiro para fazer um upgrade no PC, vale a pena começar a pesquisar preços de SSDs. Com um disco rígido, o desempenho da máquina acaba sendo limitado em tarefas cotidianas, como abertura de programas, carregamento de jogos e qualquer outra operação que envolva leitura e escrita de dados, não importando quão rápido seu processador seja ou quanta RAM você tenha instalado – o resto dos componentes precisará esperar o lento HD fazer seu trabalho para finalmente entrar em ação.
Infelizmente, os SSDs são muito mais caros que um HD e devem continuar assim por um longo tempo. Para gastar menos e ter um retorno maior, vale a pena utilizar um SSD apenas para instalar o sistema operacional, os aplicativos e jogos mais usados e seus arquivos de trabalho. Filmes, músicas, fotos e outros arquivos gigantes podem ser armazenados num HD – ou até mesmo na nuvem.
O problema de utilizar um SSD e um HD ao mesmo tempo é que, nos notebooks, pode não haver espaço físico suficiente. Nesse caso, a recomendação para quem guarda muitos arquivos é utilizar um HD híbrido, como o Seagate Momentus XT. Esses HDs possuem uma pequena quantidade de memória flash utilizada como cache dos arquivos e programas mais acessados, o que melhora a performance geral do sistema após algum tempo de uso.
Por fim, tenha em mente que, após comprar, instalar e usar um SSD, você seguirá um caminho sem volta: após alguns dias, qualquer computador com HD parecerá lento.
Perfectly Clear é um aplicativo para Android capaz de corrigir as fotografias e deixá-las mais nítidas no smartphone.
As câmeras de smartphones muitas vezes não se equiparam a câmeras dedicadas com lentes e sensores próprios. A qualidade de uma foto tirada com o celular sempre depende de fatores como a luz, movimento e foco O Perfectly Clear foi criado para melhorar e retocar as fotos capturadas no Android.
A ideia do editor de imagens é melhorar as imagens do smartphone. Ele disponibiliza opções para configurar o brilho, contraste, luz, e diversas outras configurações avançadas para as imagens, como vibração, profundidade e exposição.
O aplicativo custa 2 reais na loja do Google Play. Vale a pena arriscar o cartão de crédito quem realmente possui um celular com uma câmera mais simples, com até 2 megapixels, por exemplo.
Com estes apps para dar para ter um gostinho do que o novo sistema da Microsoft poderá oferecer
O Windows 8 ainda não foi lançado, mas os consumidores com espírito aventureiro já podem baixar e instalar uma prévia do sistema para conhecer as (muitas) novidades. Uma delas é a Store, a loja onde os usuários poderão adquirir aplicativos para o sistema operacional. No momento ela ainda tem um catálogo pequeno, apenas com aplicativos gratuitos, mas já dá para identificar algumas pérolas que vale a pena conhecer. Se você já instalou o 8, estes são 15 aplicativos que você tem que experimentar.
1. Evernote: Esta versão não se parece nada com a já disponível para o 7, e foi feita do zero. Você pode criar, ler e compartilhar anotações. Só não entendi a ausência de uma aba de “preview” que mostre as notas. Em seu lugar temos um pequeno ícone. Mas aposto que isso será corrigido em breve.
2. Cook Book: Chefs amadores, esta é para vocês: são mais de 200 mil receitas provenientes do serviço online Big Oven. A variedade é imensa, de aperitivos simples a pratos sofisticados, e há listas detalhadas de ingredientes e instruções, bem como opiniões de outros usuários.
3. Kayak: Este é um app simples que faz cumpre bem o que promete: lhe ajudar a encontrar os melhores hotéis. Há opiniões de outros usuários, instruções de como chegar (usando o Bing Maps) e fotos de vários hotéis ao redor do mundo.
4. Vimeo: Esta é provavelmente uma das apps mais bonitas para o 8, com uma interface rápida e fluida e um grande catálogo de clipes de alta-qualidade, sem muito do “lixo” que encontrado no YouTube.
Vimeo
5. Dictionary: O nome é auto-explicativo. Bom para quem está aprendendo inglês.
6. WordPress: A popular plataforma de blogs tem um bom app na Store. Ele mosta todos os blogs de forma elegante, e permite que você folheie os tópicos e compartilhe links, imagens e texto a partir de qualquer outro app no sistema.
7. Ashampoo ImageFX: Mais “brinquedo” do que utilitário, este programa permite aplicar toneladas de efeitos e filtros engraçadinhos a suas imagens. E elas podem ser compartilhadas com qualquer outro aplicativo no sistema, como o WordPress.
Ashampoo Image FX
8. Lyrics: A MusicMatch tem um app que permite buscar por letras de músicas, mas que também se integra à sua biblioteca local e mostra as letras das músicas em seu computador. É um ótimo exemplo de uso da visualização de dois aplicativos “lado a lado” no sistema operacional. Na imagem abaixo tenho, à esquerda, o app Music tocando “Shiny Happy People” do REM, e à direita o Lyrics me mostrando a letra da música.
9. USA Today: Um excelente exemplo de como deveria funcionar a leitura em um tablet. Traz o conteúdo completo da versão online do jornal USA Today, “empacotada” em um formato fácil de ler e com um ótimo bloco de preview para sua tela inicial.
10. Physamajig: Um jogo divertido onde você pode desenhar cenários, animar objetos e simular a interação entre eles. É uma ótima forma de aprender física.
Physamajig
11. Pinball FX 2: Um jogo de Pinball completo, e um dos jogos para 8 com os melhores gráficos. As mesas são muito bem feitas, com grande atenção aos detalhes.
12. PhotoVault: Bom para quem ama fotografia, mostra as mais belas fotos feitas ao redor do mundo. De Zebras na Savana a cenas de uma copa do mundo, há algo para todos os gostos.
13. Grantophone: Simula instrumentos musicais em seu PC com o 8. Você pode personalizar os instrumentos e criar composições que vão do techno ao clássico.
14. Carmen Sandiego: Essa é para os mais jovens, um quebra-cabeça que tem a matemática como tema e é muito divertido.
15. Cut the Rope: Este quebra-cabeças é sucesso no iPhone e em smartphones Android. A jogabilidade é aparentemente simples: corte as cordas e leve a bala até o faminto monstrinho Om-Nom no fundo da tela. Mas logo você terá de lidar com pêndulos, cordas elásticas, sopradores, espinhos, múltiplos cortes em sequência e muito mais. “Fofo” e viciante.
Cut the Rope
Metro ou Desktop?
A principal crítica em relação à interface Metro e seus apps é que eles são simplificados em relação aos programas que já usamos num PC desktop. Talvez sejam mesmo. Mas acho que a maioria dos usuários não vai se importar. Isso nos leva à velha discussão entre as duas experiências de uso no 8, a nova interface “Metro” e seus aplicativos otimizados para toque e a “Classic”, com o bom e velho desktop que já conhecemos de versões anteriores.
A maioria dos usuários usa um site ou programa para um propósito específico e raramente precisa de opções avançadas. Este é o coração da experiência Metro, “filtrar” informação muitas vezes complexa e apresentá-la em uma interface simples e clara. É o que a maioria dos usuários quer. E mesmo nós que temos mais conhecimento técnico muitas vezes adoramos uma abordagem mais simples.
E é aqui onde, teoricamente, a Microsoft tem uma vantagem em relação a concorrentes como a MS e o Google. Quando você precisar de mais opções e flexibilidade do que o oferecido por um app Metro, pode voltar ao Desktop tradicional com todos os seus menus, botões, barras de ferramentas e os aplicativos que você já conhece. Apesar do ceticismo, acho que o povo de Redmond está certo em sua abordagem no 8: dois mundos unidos, sem que você tenha que abrir mão de recursos de nenhum deles