
O ator Jonathan Majors foi declarado culpado de agredir e assediar sua ex-namorada, Grace Jabbari. Ele pode pegar até um ano de prisão e já foi demitido pela Marvel Studios…
Jonathan Majors é condenado por violência doméstica e perde papel na Marvel

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Em um dos casos analisados, o usuário estava assistindo a um clipe da ‘Vila Sésamo’ e na barra lateral do YouTube, que mostra indicações de outros vídeos, havia a indicação para um vídeo em que mostrava imagens de um parto normal. Os pesquisadores afirmaram que a barra lateral ao vídeo assistido indica muitos conteúdos envolvendo nudez e violência.
Outro estudo conduzido com 24 mil jovens revelou que 27% das crianças entre sete e 11 anos de idade e quase a metade dos adolescentes entre 11 e 19 anos havia encontrado no site de compartilhamento de vídeos algum conteúdo inapropriado no último ano. “É preocupante perceber o quanto é simples para uma criança encontrar vídeos com conteúdo adulto no YouTube”, afirmou David Emm, pesquisador sênior da Kaspersky Lab.
Reprodução: The Guardian
O YouTube, assim como o Facebook, sugere que a idade mínima para navegar em suas páginas seja de 13 anos, mas as duas companhias não garantem que isso realmente aconteça. O site de vídeos mais popular do mundo também possui ferramentas de bloqueio de conteúdo, mas o Google afirma que a ferramenta não tem ‘100% de precisão’ já que depende das classificações aplicadas a cada vídeo com conteúdo inadequado para funcionar.
“Encaramos com muita seriedade a segurança em nossas plataformas, e trabalhamos em estreito contato com organizações de caridade, outras empresas do setor e órgãos governamentais para proteger os jovens”, explicou um porta-voz do site de compartilhamento de vídeos. “O YouTube oferece diversos recursos a pais e educadores, como um currículo online e ferramentas como o modo de segurança, que os pais podem usar para filtrar conteúdos e comentários que considerarem impróprios”.
A Kaspersky e os pesquisadores afirmam que o resultado da pesquisa mostra a importância das crianças navegarem na internet com a supervisão de um adulto, já que muitas não têm orientação suficiente para discernir o que é apropriado e o que não é para sua idade, navegando com segurança na rede.
Curiosidades na internet
Em 2050, mais de 2,5 bilhões de carros estarão nas ruas em todo o mundo, segundo a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Dada essa superlotação, o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) criou um dos projetos mais futuristas e concretos na área. Trata-se do Hiriko, um carro compacto e elétrico que permite colocar nas ruas sete vezes mais veículos que o padrão atual.
O Hiriko tem 40% do tamanho de um veículo normal e autonomia de bateria para andar 120 km. Com dois lugares, ele ainda pode ser dobrado para ser estacionado: três Hirikos ocupam uma vaga comum –já à venda na Europa, por € 12,5 mil (R$ 37 mil).
| Hiriko/The New York Times | ||
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| Carro dobrável Hiriko, desenvolvido pelo MIT |
A cidade de Santander, na Espanha, é outro ícone. Instalou 12 mil sensores conectados à internet que transmitem para uma central de análise informações como níveis de poluição do ar, vagas livres para estacionar e quando as lixeiras estão cheias.
O projeto, que ao todo custou US$ 11 milhões, também possui sensores que permitem que as luzes da rua diminuam a de intensidade quando ninguém está passando.
Hoje, a IBM é a empresa que mais investe em inovação de cidades. O programa Smarter Cities Challenge destina US$ 50 milhões por ano para tornar 100 municípios mais conectados.
Em Estocolmo e na cidade sul-coreana Bucheon, a IBM tem um sistema de análise de dados de tráfego para prever engarrafamentos e alterar o tempo de semáforos quando necessário. A medida reduziu o trânsito em 10%.
Em Xangai, na China, uma das cidades mais populosas do mundo, a Intel tem um sistema avançado de monitoramento: câmeras em pontos estratégicos identificam atividades suspeitas, acionando a polícia automaticamente e até mesmo se um pedestre atravessa fora de faixa.
INTERNET DAS COISAS
A tendência chamada “internet das coisas”, que visa conectar quase todos os objetos à rede mundial (desde a geladeira até o carro ou o relógio), é essencial para a criação de uma cidade inteligente. O objetivo é interligar tudo para simplificar a vida cotidiana.
As empresas que assumirem a dianteira nesse nicho podem lucrar US$ 613 bilhões neste ano, prevê a Cisco.
“A Intel já trabalha em uma arquitetura para sistematizar a internet das coisas”, diz Fábio Tagnin, diretor de pesquisa aplicada da empresa. Segundo ele, será possível, em breve, que sensores na bomba de gasolina enviem um sinal para debitar o valor diretamente da conta do dono do veículo.
| arte | ||
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Curiosidades na internet
Acesse:http://www.techmestre.com/estudantes-criam-carro-movido-pelo-facebook-e-twitter.html

A empresa de refrigerantes Pepsi Co retirou do ar um comercial acusado de usar estereótipos raciais e banalizar a violência contra a mulher.
O comercial postado na internet mostra uma mulher e um policial em uma delegacia. O policial pede à mulher, que foi vítima de uma agressão e usa muletas e colete ortopédico, que identifique seu agressor entre um grupo de suspeitos enfileirados, formado por homens negros e um bode.
No anúncio, o bode ameaça atacar a mulher quando sair da prisão, caso ela o identifique para a polícia. Em meio às ameaças do bode, o policial pressiona a mulher para que ela identifique seu agressor.
O policial usa a expressão “do it” (faça-o) um jogo de palavras com o termo “dew”, do nome do refrigerante “Mountain Dew”.
A mulher começa a repetir que não tem como fazê-lo e acaba saindo correndo, aos gritos, da delegacia de polícia.
O vídeo de 60 segundos foi descrito como “provavelmente o comercial mais racista da história” pelo acadêmico negro americano Boyce Watkins.
“TOTAL RESPONSABILIDADE”
Em um comunicado divulgado na quarta-feira (1º), a PepsiCo disse que assumia “total responsabilidade” por qualquer ofensa causada pelo comercial e disse ter retirado o anúncio de seus sites on-line.
Um dos criadores do argumento do comercial foi o rapper americano Tyler the Creator, que já foi criticado no passado por ter assinado letras supostamente misóginas e homofóbicas com a sua trupe de rap, a “Odd Future”.
Em sua defesa, o rapper disse que o anúncio fazia parte de uma série de comerciais criados para a PepsiCo e que o anúncio que o antecedeu mostrava a mulher na delegacia trabalhando como garçonete, quando era agredida pelo bode.
Curiosidades na internet
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